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 Avivamento em Zurique, Suíça

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elielsantos
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MensagemAssunto: Avivamento em Zurique, Suíça   Qua Abr 13, 2011 5:18 am

Nota: William Branham foi, de 1946 a 1965 o principal missionário do Movimento Evangélico, tendo recuperado o prestígio do cristianismo no Ocidente, abalado pelo horror da Segunda Grande Guerra. Conduziu centenas de mega-reuniôes ao redor do mundo. .


Depois de 10 dias na Alemanha, a equipe Branham viajou 320 quilômetros ao sul de Karlsruhe a Lausanne, Suíça, uma cidade situada à margem do lago Geneva, não longe da fronteira oriental da França. Milhares de pessoas da fala francesa encheram a gigante arena para ouvir o homem que dizia que um anjo de Deus ficava atrás dele quando ele orava pelos enfermos. No final daquela semana, até mesmo ministros da igreja-estado estavam quase convencidos de que isto era verdade. No sábado de manhâ, dia 27 de agosto de 1955, cerca de 40 ministros de várias denominaçôes se ajuntaram no saguão de banquete de um hotel de luxo em Lausanne para tomar o café da manhâ com o evangelista visitante. Bill (Apelido de William Branham) se assentou à cabeceira da mesa com Guggenbuhl (Patrocinador dos avivamentos na Alemanha e Suíça), Bosworth, Arganbright e um outro homem que atuava como porta voz e interprete para os ministros suíços.

Depois do café, o porta voz disse : 'Sabemos que algo sobrenatural está acontecendo em suas reuniôes, mas não temos certeza do que é. Nós não podemos entender como você tem visôes. Você poderia nos dar uma explicação científica de como isto opera?'

'Eu não posso explicá-las porque isto é Deus - e você não pode explicar Deus; você tem que crer nele. Eu posso te dar muitas escrituras sobre visôes, mas você já conhece a maioria delas. Quanto à explicação científica, eu não tenho. A coisa mais próxima são as fotos que tem sido tiradas do Anjo do senhor, que provam cientificamente que Ele é real.'

'Reverendo Branham, nós temos um fotógrafo profissional conosco hoje. Se aquele anjo vier aqui esta manha, podemos tentar fotografá-lo?'

'Você pode se não usar flash. Sob a unção eu vejo o anjo do Senhor como uma luz brilhante. Se eu estou observando o anjo quando alguém ativa o flash, eu me confundo, e isso pode até mesmo interromper a visão. Esta é a razão pela qual não permitimos as pessoas tirarem fotos usando flashs durante minhas reuniôes.'

O fotógrafo assegurou a Bill (Apelido do reverendo. Nota minha) de que o flash nãos eria necessário porque as altas janelas do saguão de banquete permitiam muito raio solar entrar no ambiente. Enquanto ele estava ajustando a câmera em um tripé, o porta-voz disse: 'Reverendo Branham, certifique-se de acenar ao cameramen se você ver o anjo.'

'Eu o farei saber se ele vier.'
O reverendo pediu a todos para se porem de pé e orarem com ele. De repente ele sentiu a presença do anjo do Senhor. 'Apenas um momento, cavalheiros. Aquele do qual estou falando está aqui agora.'

Sob este sinal, o fotógrafo profissional tirou uma série de fotos em uma rápida sucessão.








Voando sobre a França, William Branham olhou abaixo e viu os campos semelhantes a tecidos em vários tons de verde. Os rios contornavam as colinas. As estradas cruzavam a paisagem, às vezes cruzando pequenos povoados, e outras vezes se perdendo nos labirintos das ruas da cidade. Nuvens, como bolas de algodão, lançavam padrões arredondados de sombra pelo solo. As colinas foram ficando maiores até se tornarem montanhas. Finalmente ele viu o Lago Zurique, parecendo uma serpente azul-esverdeada descansando em um vale distante e encurvado entre os picos Alpine. Uma cidade apareceu ao noroeste do lago. Logo apareceu o aeroporto. Seu avião começou a descer no que parecia um sereno vale. Na verdade, ele estava indo ao encontro de uma tempestade de controvérsias.
O reverendo Branham aterrissou em Zurique, Suíça, sábado, dia 18 de junho de 1955. Viajavam com ele Billy Paul Branham; Fred Bosworth da Flórida; Miner Arganbright de Los Angeles; e George Gardner de Birmingham, de New York. Arganbright e Gardner tinham organizado estas reuniões. O Reverendo tinha agendado nove dias de avivamento no maior estádiod e Zurique.
A controvérsia de fato começou no início daquela semana com a chegada de um outro famoso evangelista americano, que fazia sua última pregação em Zurique no mesmo dia em que o reverendo Branham chegou. Ele ainda ouviu pelo rádio quando Billy Graham pregou sobre Jesus ser o Próprio Deus manifesto em carne humana.
No domingo de manhâ o reverendo acordou com o sino da igreja ecoando através do vale. Zurique tinha tantos sinos tocando de uma só vez que ele brincou que o milênio deveria estar começando. Durante o café da manhâ, o Dr. Guggenbuhl (Um dos idealizadores dos avivamentos por toda a Europa) mostra ao reverendo um artigo de jornal sobre a cruzada de Billy Graham que se encerrava na Suíça. O artigo não tinha nada de bom a dizer sobre o reverendo Graham. O terno dele, segundo a artigo, era caro demais; o perfume, forte demais; e o cabelo dele estava ondulado demais, como se tivesse passado horas em um salão de beleza tentando arrumá-lo. O repórter não gostou do estilo de pregação dele. Ele disse que o senhor Graham balançava os braços selvagemente e gritava como um vendedor tentando vender sabão.
O reverendo Branham era um estranho aos ataques da mídia, mas jamais tinha visto alguém ser criticado tão furiosamente sobre tais frívolos detalhes. O dr. Guggenbuhl explicou que esta não era a verdadeira aparência e modos do senhor Graham. Billy Graham estava pregando a suprema Deidade de Jesus Cristo, que contradizia a doutrina da Igreja Reformada Suíça – a mais velha, maior e mais influente denominação cristâ na Suíça. Zwingli desconsiderava o nascimento virginal de Cristo, ao invés disto ensinava que Jesus foi o filho natural de José, e apenas foi chamado o Filho de Deus.
Na segunda-feira à noite, a primeira noite de sua campanha, o reverendo Branham falou à sua audiencia por uma hora e meia, tentando elevar-lhes a fé e prepará-los para o culto de cura. “Eu não clamo ser um curador. Jesus cristo é o único curador. Eu não condeno doutores, hospitais, ou medicina – estes são dons de Deus para nós. Nem clamo tomar o lugar de um doutor. Mas há muitas coisas que os doutores não podem fazer. Já que isto é verdade, nós temos um direito de pedir a Jesus para nos ajudar. Eu creio que ele fará isto. Por quase dez anos eu tenho visto Ele curar vários milhares de pessoas em meu ministério: cegos, aleijados, deformados, coxos e mancos. Eu tenho visto ele ressuscitar três pessoas – dois deles nos Estados Unidos e um deles na Finlândia. Ele é o mesmo Senhor Jesus hoje como ele foi quando ele caminhou na terra.”
O reverendo chama a fila de oração. Uma jovem se apresenta para receber oração. Conversando com ela, o reverendo a vê em visão e sua enfermidade é revelada: “Esta mulher é uma cristâ. Ela tem problema de garganta – amigdalite. Eu ouço um doutor dizendo-lhe que elas devem ser removidas. Ela está perdendo sangue através do intestino. Você fala inglês. Você não é da Suíça; você é da Alemanha. Você veio de trem e voltará hoje à noite. Em casa você tem uma avó que está morrendo com câncer e você também quer que ela seja curada. Se isto é verdade, levante a mão para que assim a audiência possa ver”. Depois que ala levantou a mão, o reverendo disse: “Vá, coloque as mãos sobre sua avó, pois assim diz o Espírito santo: ‘Você voltará para casa curada, no nome do Senhor Jesus Cristo” Muitas visões e milagres se seguiram depois.
No dia seguinte, artigos nos jornais de Zurique criticavam o reverendo Branham mais duramente que criticaram Billy Graham. As Igrejas reformadas o chamaram de fraude e charlatão, e eles questionavam sua sinceridade e seus motivos. Estas críticas não reduziram o tamanho das multidões em cada noite (por volta de 100.000), mas isto colocava dúvidas nas mentes de muitas pessoas que estavam no estádio.
Quando o reverendo estava pronto para orar pelos enfermos, ele lutou sob o peso da dúvida deles. Sobre a plataforma onde ele podia focalizar uma pessoa por vez, seu dom de visão trabalhava facilmente; mas não era fácil mover-se em discernimento e visão entre a audiência Isto prejudicava toda a sua campanha, pois o propósito de seu discernimento e visão era para elevar a fé dos presentes.
Naquela noite, quando a primeira pessoa na fila de oração se colocou diante dele, o reverendo disse: “O homem está começando a se distanciar de mim”, que significava que ele estava observando este homem encolher em uma visão. “Ele tem câncer, que começou em seu lado e agora tem ido ao fígado. A menos que Deus o cure, ele logo morrerá”. Voltando da visão, o reverendo disse à audiência: “Agora, não há nada que vocês possam esconder. Esta voz falando há um momento atrás não era eu, seu irmão. Era Jesus Cristo usando minha voz. O que acontecerá a seguir depende do tipo de aproximação deste homem; o que ele pensa sobre isto, é o que determinará o que ele receberá.” Aparentemente o homem cria que Jesus Cristo estava ali e era capaz de curá-lo, pois depois do reverendo orar por ele, este se sentiu diferente.
A terceira pessoa na fila era uma mulher. William Branham disse: “Eu não sei nada sobre esta mulher. Quanto mais eu falo com ela, mais o Senhor Jesus me revelará através da visão. Se Deus me disser por que você está aqui, você o aceitará como seu curador? Eu te vejo sendo examinada por um doutor que diz que você precisa ter a bílis removida. Você não quer passar pela operação, e é por isto que você está aqui esta noite. Eu te vejo em um quarto orando por esta oportunidade. Isto é verdade. Tua fé tem te salvado. No Nome de Jesus Cristo, seja curada.”
O reverendo podia sentir as ondas de dúvida vindo de todas as partes do estádio. Muitas pessoas pareciam ter a mesma atitude que eles teriam em um jogo de futebol. “Por favor, não se levantem e movam-se por aí. Isto é muita irreverência. Vocês estão perturbando o espírito”. Ele discerniu os problemas de várias outras pessoas na fila de oração, e então ele se virou à audiência. Apontando a uma seção de assentos, perguntou: “E quanto a vocês aí? Vocês crêem de todo coração? Isto é misterioso a vocês porque a vocês Jamais foi ensinado o sobrenatural. Vocês não entendem isto. Esta mesma luz que está me ungindo tem se movido sobre esta parte da audiência. Três vezes desde que cheguei aqui – e vocês não se movem a Isto. Bem agora cada um de vocês deveria estar de pé, curado. Ele está aqui! Vocês apenas tem que aceitar isto.”
Gradualmente o ceticismo encolheu e a fé aumentou. Centenas de pessoas na audiência reivindicaram suas curas no Nome de Jesus. Quando o reverendo William Branham fez uma chamada de altar, 10.000 pessoas se puseram de pé e renderam suas vidas a Jesus Cristo. Uma cena similar se repetia a cada noite, tendo os patrocinadores do evento estimado em 50.000 almas que aceitaram a Jesus, ao final do Avivamento. Nem todas estas pessoas eram da Suíça. Ao longo da semana milhares de pessoas chegaram a Zurique, vindos de toda a Europa central para ouvir o evangelista americano pregar.
Miner Arganbright contou uns 180 ônibus da Alemanha alinhados no estacionamento do Estádio. Durante o dia, vieram tantos estrangeiros à cidade que todo lugar público ficou lotado.

Extraído do Livro " Sobrenatural: A Vida de William Branham".

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