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 Korean Moon

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kagome_chan
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MensagemAssunto: Korean Moon   Qui Set 02, 2010 3:47 am

Ora bem, ora bem. Esta fic é dedicada à Moon daqui do fórum. Ando a escrever isto há quase um ano enquanto o da Su fiz nas férias do Natal. É uma vergonha xDD

Anyway, faltam-me apenas quatro capitulos para acabar e como sou ma vou postando aos poucos e fazê-la morrer de ansiedade, em vez de lhe dar o formato word. muahahahah

Além disso, tenho de arranjar uma forma original para o formato word... hmmm.... Isso ajudar-me-á a pensar e o facto de postar isto aqui forçar-me-á a terminar de vez com a fic. Este verão avancei muito com isto.

Aqui os agradecimentos:

Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: Korean Moon   Qui Set 02, 2010 11:15 am

Mommy~~~~~ A minha fic~~~~~~~YAAAAAAY

You know I <3 U

Estou ansiosa (ai de ti que tenhas feito a minha personagem shasjgsdaj G_G)

Eu ate te fazia algo no Shopas mas agora nao o tenho....meh

GIMME THE CHAPTER NOW! Ò______Ó
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MensagemAssunto: Re: Korean Moon   Qui Set 02, 2010 12:13 pm

Pois, eu sei. Mas quando o tiveres muahahahah +O+
O nome da fic foi cortesia do meu irmao, pq eu n me lembrava de um nome de jeitoxD

Bem, aqui esta o primeiro e o segundo:


Capítulo 1


Última chamada para o Voo número 4 com destino ao Japão.

“Oh god”, pensei. “Já estou atrasada!”
Tentei despedir-me à pressa da minha mãe, que tinha querido vir comigo até ao aeroporto, mas isso não parecia ser fácil…
- Catarina, não te esqueças de lavar os dentes, pus-te aí umas camisolas caso esteja frio, e não andes de saia nestas alturas, se não constipas-te. – disse ela.
- Mãe, olha que perco o avião… Assim é que não vou mesmo e vou ter de desmarcar com a Su tudo o que tínhamos planeado!
- É rápido, meu amor. Se não formos nós, quem é que irá cuidar de ti na nossa ausência? E mais uma coisa: não te esqueças de lavar os sovacos todas as manhãs e de ires cedo para a cama!
- Hum… - Apressei-me a descansar a mãe, super envergonhada porque havia pessoas a ouvir o que a mãe dizia. – Está bem, mãe. Adoro-te. Dá beijinhos ao pai por mim.
- Olha… nada de namoricos, ouviste? – gritou-me, já estava eu quase a entrar nas escadas rolantes.
- Sim, sim… - gritei e segui em frente.
A minha mãe sempre foi assim, super preocupada. Mães – quem as entendia?
- Desculpe, qual é o local de embarque para o voo número 4? – perguntei a um dos seguranças. Ele indicou-mo e eu corri ainda mais rápido e consegui chegar a tempo.
Mal entrei no avião, sentei-me e preparei-me para a descolagem. Estava tão ansiosa!
Passaram-se imensas horas mas foi como se tivesse sido só uma. Mal desmaiava, tal era a emoção.
A seguir vi um ponto saltitante a gritar o meu nome. Semicerrei os meus olhos e vi a Su, toda contente. Tinha vindo buscar-me e rapidamente me dirigi a ela.
- Moon! – gritou ela, abraçando-me. – Estás tão alta, tão gira!
Eu olhei para ela, fascinada. – Digo o mesmo de ti, linda. Estás fantástica!
Continuei a olhar para ela. Então era isso que a maternidade nos fazia…

Capítulo 2


O natal de Jae estava a ser um pouco aborrecido, apesar de todas as ruas estarem enfeitadas e de todas as pessoas parecerem felizes.
Todos os seus amigos estavam ocupados e Jae, para não ficar sozinho, decidiu ir a um bar que gostava muito de frequentar, o “Dark Boat”. Ao menos, podia usufruir de whisky da melhor qualidade e, como não podia deixar de ser, de miúdas boazonas.
- Oi, J! Bem vindo… - disse o segurança, bem-disposto. – De novo por aqui?
- Olá, Guy… É isso mesmo, os outros abandonaram-me e vim ter aqui para não ficar sozinho.
- Fizeste bem… Afinal de contas, este pub está aberto mesmo para isso e não há muitos bares abertos a esta hora.
- O que interessa é divertirmo-nos e prefiro estar aqui com as miúdas do que em casa, deprimido.
- Ah, mas não tiveste nenhum convite?
- Sim, tive… O Mike convidou-me, mas estava lá com a nova mulher e não quis incomodar.
- Enfim… Uns casam-se e outros ficam solteiros, a vida é assim. Vá, diverte-te.
- Até já, Guy! – disse ele, e entrou.
O ambiente estava igual ao habitual: muito extravagante. As paredes pintadas com as cores natalícias, as luzes normais que incidiam sobre as mesas e as luzes coloridas que estavam espalhadas pelo palco e, claro, o espaço do DJ que estava vestido à Pai Natal, eram já sinais de marca do pub.
- Boa noite, Kare! – disse o empregado do balcão, a gozar com Jae. Tudo isso porque Jae um dia julgara-o gay e agora, como vingança, ele passava a vida a chamá-lo “namorado”.
- Nunca me vais perdoar, pois não?
- Já te perdoei há tanto tempo, querido! – retorquiu ele, e piscou-lhe o olho. – Então, o que vai ser desta vez?
- Por enquanto são só quatro copos de whisky.
- Ah, vieste acompanhado!?
- Não. – Jae explicou. – Estou a tentar bater o meu record pessoal de quantas bebidas bebo num minuto. Ei, Arumi, vem cá!
Mal chamou, uma bonita rapariga asiática cuja roupa se resumia apenas a um top fino e a uma saia que não deixava nada em segredo foi ter com ele e deu-lhe um leve beijo na bochecha.
- Oi, Jae! Por aqui, no Natal?
- É mesmo…. E tu?
- Eu vim ajudar o patrão, ele precisava de funcionárias. É pena abdicar do meu natal, mas é nestas alturas que o patrão é generoso…
- Já percebi. Vai uma bebida? – convidou Jae, e apontou para o banco ao seu lado. Quando ela se sentou e ficaram ambos virados para o balcão, Jae estendeu-lhe uma das suas bebidas.
- É menos uma para o teu recorde, não é? – riu-se o empregado.
- Urusay! – Jae mandou-o calar e começou a falar com Arumi sobre política, até que sentiu o seu telemóvel vibrar. – Espera um segundo, preciso de atender.
Jae correu para a saída e atendeu, mesmo no último instante.
- Estava a ver que não, man! Ando a tentar falar contigo há séculos, porque é que não atendes o telemóvel?
- Estás a ver uma morenaça de olhos pretos e cabelo encaracolado? É esse o motivo.
- Bah! - -ouviu-se do outro lado da linha. – Só pensas nisso. Porque é que não vens cá?
- Já te disse que não, Mike! Não vou fazer de vela enquanto vocês brincam às famílias felizes.
- Mas não vamos estar sós, vai estar aqui também uma amiga da Catarina, que acabou de chegar ao Japão.
- Ela é espanhola? – perguntou, com o súbdito interesse a começar a surgir.
- Hum… - Mike fez-se de misterioso. – Se quiseres saber, tens de passar por cá.
Jae, que não conseguia rejeitar um desafio, aceitou. Ainda por cima, ele tinha uma paixão enorme por espanholas… E se a amiga da Su fosse natural de Espanha? Não pensou mais e foi-se embora dali, acabando por obrigar a sua companheira de bebida a pagar a conta.
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MensagemAssunto: Re: Korean Moon   Qui Set 02, 2010 1:11 pm

YAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAY~

I loved it <3
(sovacos, wtf? xD)

Ui eu sou taaaaao espanhola~

Jae baby, deixa essa rameira e vem ter comigo~ *lambe lábios*

Espero o próximo~! <3
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MensagemAssunto: Re: Korean Moon   Sex Set 03, 2010 9:58 am

Capítulo 3

O vento soprava forte, quando saí do aeroporto. Agasalhei-me suficientemente bem para não me constipar, mas não pude evitar deixar escapar um arrepio de frio. A minha amiga reparou.
- Não vens habituada a esta época, eu sei. Em Portugal devia estar bem quentinho! – disse ela, libertando ar enquanto falava. – Mas lá não podes fingir que estás a fumar.
- Baka! – disse eu. Uma das nossas brincadeiras preferidas em pequenas era, num dia muito friorento, respirarmos o ar pela boca, dizermos aos nossos pais que fumávamos e criar então uma bola de fumo... Mas acabávamos sempre por ficar de castigo, porque os nossos pais acreditavam. – Com que então casada e feliz… E aqui fico eu, a encalhada de sempre.
- Cala-te, sua póia. – disse ela, segurando-me na mão. – Sabes bem que, se tu quiseres, podes arranjar qualquer pessoa.
- Arranjar alguém, com o meu feitio? – arregalei os olhos. – Nem pensar. Sabes bem como sou, todos os namorados que tive me deixaram!
- Menos o João Pedro.
Eu fechei os olhos, incomodada. Porque é que ela tinha de falar nele logo agora, no nosso reencontro? Tentei mudar de assunto.
- Então, segundo o que me disseste, o Micky pertence a uma banda… Os TBSQ, não é?
- Não! – ela riu-se. – Os DBSK!
- Ah… Eles são japoneses?
- Não, não. A banda é coreana. Todos eles são simpáticos, quem sabe engraces com algum deles…
Estávamos já dentro do carro. Su empurrou a cadeira de bebé para o outro lado e pôs lá as malas que não cabiam no porta-bagagens. “Maldita sejas, mãe”, pensei. “Encheu-me de bagagem inútil, por que raio é que não reparei na quantidade de malas que tinha no carro antes de as colocar no tapete rolante? Ela conseguiu até uma autorização especial para eu conseguir levar mais bagagens… Devia ter imaginado!”
- Entra, entra.
- Obrigada. – disse eu e pus o cinto. Olhei para a cidade que tanto quis conhecer na minha adolescência. – Isto aqui é bonito.
- Ainda não viste nada. – retorquiu ela, com as mãos no volante. A seguir, para mal dos meus pecados, retomou o assunto que deixara por terminar. – Como estava a dizer, todos os membros são muito simpáticos. Já te falei deles, lembras-te?
- Hum… Pois. – disse eu, olhando pelo vidro. Por nada deste mundo iria admitir que nem chegara a abrir os e-mails que falavam sobre eles. – Eu sei, eu li. Mas, já te disse, não estou interessada.
- Mas porquê? O Xiah, o Yunho e o Jae continuam disponíveis! O Changmin também está, mas não quer saber muito disso. Diz que quando o seu amor quiser aparecer, aparece.
- De todos, o Changmin parece ser bem interessante. Gosto da sua filosofia.
- Ah, então espera sentada… Ele nunca vai reparar em ti. – disse a minha amiga, cruelmente e, com uma guinada, estacionou e destrancou as portas.
- Por isso mesmo. – respondi e fui ajudá-la a levar as malas. – A casa é bonita!
- Já pertencia aos avós do Mike – respondeu ela. – Nós só a remodelámos e, mesmo assim, continua a parecer uma casa de luxo!
Olhei bem para a casa da nova Catarina Yoochun. O terreno era enorme, cheio de relva que parecia acabadinha de cortar. O carro estacionado em frente à garagem e diversas plantas a rodear a casa tornavam-na acolhedora e habitável. Só à primeira vista, eu já apostava que teria piscina.
- É mesmo linda! – exclamei, mais uma vez. – Ah, já agora… Quando é que vou conhecer a pequena Susana?
- Acabaste de chegar e só pensas na minha filha?
- Correcção: só penso na minha afilhada, se é tua filha ou não… isso é irrelevante.
- Obrigadinha. – respondeu ela e juntas levámos as malas todas para o quarto de hóspedes. – Aqui vai ser o teu quarto. Espero que gostes, qualquer coisa é só pedires.
Eu resmunguei, baixinho. – Bastava-me ir para um hotel.
- Eu ouvi-te e a resposta é não, nem penses nisso… Bem, vem. Vou mostrar-te a casa.
Fiquei a conhecer todos os cantos da casa, cuja decoração era tradicional, porém, bonita. O meu lugar favorito era a lareira e os puffs que a rodeavam, na sala de estar… Com um tempo destes, toda a fonte de calor era bem-vinda.


Capítulo 4

- Ainda falta mostrar-te uma coisa. – disse Su, e arrastou-me até uma varanda. – Esta é uma das minhas divisões preferidas: a piscina!
“Como será que adivinhei?”, pensei ironicamente. Era típico de Su, ela adorava piscinas. Aliás, ela adorava tudo o que era água - sempre fora assim, desde que éramos miúdas.
- Se o tempo melhorar, fazemos aqui uma festa para tu os conheceres. – disse ela mas, quando eu ia recusar, alegando que não trazia roupa apropriada, apareceu uma pessoa que conseguiu alterar todo o rumo de conversa.
- Okaa-san! Okaa-san? – gritava uma criança, aflita. – Okaa-san, watashi wa porotugarujin desuka.
- Hai porutugarujin desu. – respondeu ela e, ao ver o meu olhar inquiridor, respondeu. – É que no jardim-de-infância dizem que ela não é coreana porque a mãe também não é e etc., então ela está-me constantemente a perguntar se é ou não portuguesa, se é ou não coreana.
- E é?
Ela olhou-me, como se eu estivesse mal da cabeça. – Óbvio que é, não?
- Ah pois é, desculpa. – respondi, constrangida. – É que não parece nada oriental, sai muito a ti, pelos vistos.
- Sim. – respondeu, e olhou para a sua filha, que estava meio enfiada atrás das suas pernas a olhar para mim. – Ei, Susana-chan…. A Catarina não morde.
- Cata…. Quê? – a pequena franziu o sobrolho e eu agachei-me, à frente dela.
- Podes chamar-me Moon, é como as pessoas nos distinguem.
- Moon... Hajimemashite!
- Yoroshiku, Susana-chan. – respondi eu e ela puxou-me rapidamente para dentro de casa. Continuei a andar ao seu lado até que cheguei ao quarto dela.
– Aqui é o meu quarto.
- Oh… Sabes falar português?
- Mamã ensinar-me. – respondeu ela, sorrindo. A seguir, tirou umas bonecas do armário e entregou-mas. – Brinca.
- Hum… - oh boa, logo eu que nunca tinha gostado muito de crianças… e que sempre odiara bonecas… - Quem é esta?
- Não sei… Diz-me tu. – respondeu ela. Oh boa, ainda por cima tinha de inventar um nome.
- Fuckieu. – respondi, a brincar. A Su iria rir-se quando soubesse que eu dera à boneca da filha um nome que não parecia lá muito ético. – E o teu boneco, como se chama?
- Hum… - ela pareceu pensar. – Iuáre Idiote.
Por essa é que não esperava. Então ela sabia inglês? Ou seria só coincidência que o nome Iuáre Idiote soasse como “You are idiot”!? Tentei concentrar-me na brincadeira, mas essa dúvida ainda persistia na minha mente.
Depois de passar cerca de meia-hora a assistir aos namoros e às choradeiras de Fuckieu, a Su decidiu resgatar-me.
- Ei, Moon… Queres vir dar uma volta? Vou ao supermercado.
- Claro que sim…
Susana levantou-se e levou Iuáre consigo até chegar à mãe. – Tem de ser agora? Iuáre ia pedir a Fuckie em casamento!
- Fuckie? – ela dirigiu-me um olhar interrogador.
- Ah, nós já conversamos! – disse, exausta. – A Susana vem connosco?
A Su diz que não e saímos, tendo o cuidado ao trancar as portas. Por muita confiança que ela depositasse na filha, todo o cuidado era pouco.
Ao entrar no carro, interrogo-a. – Su, a tua filha… ela sabe falar inglês?
- Hã? Porque é que perguntas isso?
- Por nada em especial. Ela sabe?
- Não propriamente.
Respirei de alívio.
- Mas tem um vasto vocabulário no que diz respeito a palavrões ingleses.
- O QUÊ?
- Sim, qual é o espanto? Convive quase diariamente com um bando de idiotas que só bebe cervejas e diz asneiras quando não está a trabalhar.
“Boa, Catarina…”, pensei. “Acabaste de entrar na onda deles.”




Capítulo 5


Enquanto fazíamos compras, eu olhava admirada para todo o lado. Os pacotes escritos em japonês, os empregados sorridentes e as conversas cruzadas, em tudo me fascinavam. Mesmo assim, quando uma senhora me perguntou onde era a secção dos legumes, eu fiquei atrapalhada e chamei a Su, que disse que era ao fundo do corredor.
Tudo isso fez-me pensar. Como é que ela se habituara tão facilmente? Como? Nos seus e-mails tinha feito tudo parecer como um mar de rosas quando afinal a adaptação não devia ter sido fácil.
- Agora só falta o pão, vamos andando para a caixa e depois voltamos para casa.
Quando voltámos, levámos tudo para a cozinha para fazermos o típico natal português. Eram já oito horas da noite quando tudo ficou pronto, incluindo o jantar.
Estafados, sentámo-nos no sofá a ver um live-action qualquer que estava a dar na televisão e a conversar.
- Então a Tomoyo é irmã do Yochiro? – perguntei, referindo-me às personagens da novela.
- É sim, - respondeu ela. – mas são apenas meio-irmãos. O pior é que estão ambos apaixonados um pelo outro!
- Maldita novela.. – resmunguei, entre dentes. As pessoas já não podiam ter um final feliz normal? Ou uma história sem tantos escândalos?
- Ahahahah. – ela riu-se e começou a arrumar os brinquedos que a filha tinha deixado no meio da sala. – É melhor arrumar tudo antes que o Micky chegue, ele não gosta muito de coisas desarrumadas.
Suspirei e entrelacei os dedos, ainda sentada no sofá. – O que a maternidade aka casamento nos faz.
- É verdade. – respondeu e, nesse momento, ouve-se o som das chaves a tocar na fechadura.
Su endireita-se e corre até à porta. – Ele chegou!
Mal pude acreditar, ela corria como uma criança, como se não estivessem casados nem tivessem uma filha juntos… O que o amor nos fazia… Ainda bem que eu não tinha lá muito interesse em assuntos amorosos.
Quando Yoochun entrou, Su saltou literalmente para os seus braços e beijaram-se como se não se vissem há séculos. Fiquei a contar o tempo até que finalmente repararam em mim.
- Hum… Esta é a Catarina, a amiga de quem te falei.
- Olá, muito prazer sou o Yoochun, Micky Yoochun. Trata-me como quiseres, menos por Mickey!
- Eu sou a Catarina, mas podes chamar-me Moon.
Micky franziu o sobrolho. – Su e Moon? Ambas têm essas alcunhas esquisitas por alma de quem?
- Não são esquisitas, – contrapôs Su. – são cutes. Su vem de «Sun», que significa sol, e «Moon» significa lua. É algo que nos mantém unidas mas que também nos distingue.
- Ah, tá bom. – disse ele. – Então, e onde é que está a minha princesa?
- Está a descansar, comeu há pouco tempo. É para à meia-noite vir abrir as prendas. Por falar nisso, falaste com o Jae?
- Sim, ele não quer vir.
Su bate com o pé no chão. – Possas, que miúdo teimoso… Bah!
Yoochun colocou-lhe a mão na cintura e prometeu-lhe que a seguir ao jantar o iria tentar convencer.
- Ok, amor. – disse ela. – Faz isso. Agora vamos comer, a comida já está pronta.
Depois de comer e de lavar a loiça, ficámos a saber que o amigo do Micky tinha mudado de ideias.
- Eu não vou incomodar? – perguntei-lhes. – Agora com o vosso amigo…
- Ora essa, claro que não! – disse Micky. – “Amiga da minha mulher, é também minha amiga”.
- Obrigada.
- Além disso, - acrescentou Su, maliciosamente. – o Jae está a precisar de ter alguém a seu lado que tenha juízo.
- Não! – exclamei. – Nem penses.
- Nem que te peça de joelhos?
E foi desta forma que acabei por ficar como companheira do Jaejoong nessa festa.
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MensagemAssunto: Re: Korean Moon   Hoje à(s) 2:25 pm

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