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 DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"

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Lili
Bramble Odisseia
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MensagemAssunto: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sab Jan 03, 2009 3:33 pm

Bem eu sei que tenho ainda uma fanfic para acabar mas infelizmente bloqueei num dos capítulos. Peço muita desculpa a quem estava a ler a fanfic mas prometo que vou acabar.

Bem esta é completamente diferente da outra. Já fiz esta fanfic algum tempo mas foi em vídeo. Foi a primeira que fiz sobre eles logo depois de os ter visto na net e por aí fora. Depois de ter feito em vídeo, decidi escrever para acrescentar aqueles pormenores que não se consegue por em vídeo.

Basicamente esta fanfic é sobre o Jaejoong, existe os Dong Bang Shin Ki mas não propriamente uns Dong Bang Shin Ki completo loool e algumas diferenças em relação ao grupo.

Bem espero que gostem....e desculpem os erros e claro como não podia deixar de ser, isto é um drama.


Sad:b):



Uma Promessa de Ouro
“O desejo de não se quebrar”



(obrigada sana...adorei a sign)



Capitulo 1


A minha vida sempre foi feita de más escolhas. Foram becos sem saída, ruas sem continuação que o meu coração seguiu durante 5 anos. Que mal fiz eu, talvez, para que tudo isto me acontecesse? Do tempo sou um escravo e dele sou um aprendiz, não posso negar o meu destino nem tentar quebra-lo para conseguir viver. Só sei que a minha alma morre a cada segundo da minha vida. Quero acreditar, num sentido da vida, no teu olhar, na minha promessa”


Jaejoong caminhava pelo beco acima tristemente. Trazia uma bolça vermelha que batia-lhe atrás nas costas á medida que andava. Retirou o olhar do chão de pedra velha, dirigindo-o para as antigas casas que ficavam mesmo por cima da sua cabeça. O seu olhar foi transportado pela cor amarela dos edifícios vendo duas pombas brancas a sobrevoarem os céus. Pestanejou. A sua atenção dirigiu-se para o mesmo lugar. Estava a chegar ao fim do caminho. A primeira visão que teve, foi de um edifício enorme que logo lhe trouxe um sorriso aos lábios. Era o local dos seus sonhos, onde todos eles podiam se tornar realidade. Leu o nome que estava escrito numa enorme tableta por cima da porta principal do edifício “Artistas por uma vida”. Aquele era o lugar onde treinavam os melhores artistas de todo o mundo e Jaejoong tinha o sonho de ser um deles, ser cantor.
-É desta que vou conseguir entrar.
Retirou um lenço da bolsa tapando a boca de forma a não ser reconhecido. Caminhou para a edifício atravessando as portas de vidro circulares. Debateu-se com um visão incrível. Estava completamente cheio de pessoas que caminhavam por todos os lados. Mesmo á frente, ficava duas escadas rolantes que davam acesso ao piso superior. Teve que se afastar quando reparou num homem que trazia um monte de folhas na mão, quase se esbarrava contra ele. Jaejoong procurou com o olhar alguma informação onde devia de ir. Encontrou-a em umas tabletas que apontavam para o piso superior como sendo o lugar da recepção. Quando chegou ao piso superior, a recepção ficava mesmo em frente. Voltou a dar um sorriso caminhado em direcção a ela e a dar um jeito na bolsa no ombro. Sem saber como, alguém lhe empurrou fazendo com que ele caísse de joelhos. Jaejoong virou-se vendo dois homens de fato preto. Um deles tinha a sua bolça vermelha
-O que estão…estão a fazer aqui? perguntou afastando-se deles a rastejar.
Nenhum respondeu, pelo que a reacção foi pegar pelo ombro do Jaejoong com toda a força.
-Não me podem fazer isto. Não podem.

Jaejoong viu a sua esperança de puder entrar naquele lugar a se desvanecer mais uma vez. Não era a primeira vez que tentava e não era bem sucedido. Olhou de relance para os homens que estavam ao seu lado. Ele encontrava-se terrivelmente no meio, espremido, como se fosse uma criança ou alguém que eles tivessem que levar como escolta.
As casas para além do vidro do carro onde iam, passavam velozmente. Jaejoong sentiu a garganta seca e um frio na barriga. Só a vida dele não fazia sentido nenhum.
O carro parou perto de um barracão longe da cidade. Jaejoong foi forçado a sair, agarrado pelos braços. Os dois homens levaram-no para dentro. Já estava um homem à espera sentado atrás de uma secretária acompanhado por outros homens. Ele conhecia bem aquele local e só de saber o que o esperava, lhe dava uma sensação de medo. Os dois homens que o traziam, empurraram-no para a frente o que fez com que ele caísse de joelhos. Jaejoong sentiu o peso do corpo nas pernas, fazendo uma expressão de dor que tentou conter. Sentiu uma mão gelada que agarrou os colarinhos da sua camisola. Ele levantou a cabeça reparando que o homem que estava na secretária era aquele que o agarrava.
-Onde está o dinheiro?
Jaejoong enfrentou-o com um olhar frio respondendo:
-Não sei.
-O que foi que eu te disse esta manhã?
Jaejoong não respondeu baixando o olhar mas o homem não desistiu abanando-o.
-Eu disse que queria o meu dinheiro. Parece que ainda não estás farto de levar pancada.
O chefe largou-o com um sorriso no rosto que Jaejoong conseguiu notar. Ele regressou á sua secretaria.
-Espero que arranjes maneira de trazer o dinheiro. Não é a primeira vez que fazes um trabalho destes. – deu uma gargalhada – Levem-no daqui, façam o que quiserem com ele mas certifiquem-se que leva um castigo muito pior que os outros.
Novamente foi agarrado pelos homens e forçado a levantar-se. Sem tirar o olhar da cara do chefe, sentiu uma raiva crescer dentro de si ao ver o seu sorriso sínico.


“É difícil de explicar porque faço isto. Porque vivo assim. O meu motivo é muito maior que qualquer outro e sem ele não consigo viver. Nunca te vou esquecer, com esse sorriso que me encanta, com esse coração que queima o gelo que existe dentro do meu coração. Foste a minha única esperança, só espero nunca perder-te um dia.


Jaejoong estava na casa de banho com um monte de frascos em cima do lavatório. Retirou um pedaço de algodão embebendo-o em um frasco de Álcool passando logo de seguida numa ferida que tinha no cotovelo. Contorceu o corpo ao sentir o ardor do efeito. Ele estava todo espancado com feridas aqui e acolá. Havia algumas nódoas negras no rosto e mal conseguia ficar de pé. Olhou o seu reflexo no espelho. Ficou perdido naquela imensidão de espaço vazio. Passou a mão no vidro sentindo o frio escorregar por entre os dedos. Uma imagem escura surgiu fazendo com que ele retirasse a mão.
-Jaejoong o que estás a fazer? Despacha-te!
O silêncio foi quebrado por um dos bandidos que gritava do outro lado ao mesmo tempo que batia com toda a força na porta.
Mais tarde, depois de vestir o seu fato, Jaejoong saiu para o trabalho. Para cobrirem a sua rede de roubo, os bandidos tinham construído um bar. Ele era forçado a trabalhar lá. Antes de entrar, deteve-se ao pé da porta a pensar: “Tenho de arranjar maneira de encontrar o dinheiro senão não sei o que me pode acontecer.”
O bar começava a ficar cheio com pessoas a tentar arranjar uma mesa antes que alguém o fizesse. “Mal pensam para onde vêm” pensou Jaejoong ao tentar passar por uma fila de pessoas para o balcão de bebidas. Quando conseguiu sair, e sem saber como, sentiu um empurrão mesmo á sua frente.
-Jaejoong o que estás a fazer que ainda não foste servir as mesas?
-Hum…ah!
Foi novamente empurrado.
-Faz alguma coisa. Não prestas para nada sinceramente.
Jaejoong o viu a ir embora, passando logo de seguida a mão no ombro. Ao fundo estava alguns dos bandidos sentados numa mesa juntamente com o chefe. Estes ao repararem no olhar dele, lançaram-lhe um sorriso, piscando o olho. Jaejoong virou o rosto dirigindo-se a uma mesa. Ele sabia que quando o chefe lhe fazia aquilo, indicava que alguma coisa ia acontecer.
Começou a recolher alguns copos da mesa quando foi anunciado no palco o aparecimento de uma nova dançarina. Jaejoong olhou de relance para o palco não ligando muito ao assunto. Quando uma visão o fez olhar novamente para lá.

“Era ela. Como era possível? O meu coração palpitou de nervosismo ao mesmo tempo com uma grande felicidade. Mas o meu pensamento estava errado. Ela não podia estar ali…”

Jaejoong parou no tempo, o corpo gelou, as mãos ficaram sem forças deixando cair a bandeja que tinha na mão com os copos. Ouviu apenas o ruído surdo dos estilhaços baterem no chão violentamente mas agora não ouvia o ruído de uma rapariga reclamando o que ele tinha acabado de fazer. Ele caminhou para mais perto do palco com os olhos espantados. Ali estava ela a dançar levemente mas com esplendor uma música que ele nem conhecia mas ela sim, talvez. Tinha o cabelo preto liso que dava pelos ombros e um rosto suave que resplandecia no seu olhar meigo e terno. Parou um instante para olhar para o Jaejoong. Ela não sorriu apenas ficou parada a olha-lo. Jaejoong fez o mesmo não se mexendo do local onde estava. A música terminou e Jaejoong a viu a sair do palco. Quando mais uma surpresa surgiu do nada. Um rapaz que ele bem conhecia de cabelo curto, castanho e rebelde, dirigia-se para junto dela com um ar chateado. Agarrou no seu braço puxando-a contra a sua vontade.
-O que estás a fazer? perguntou a rapariga com um ar zangado
Do nada, o rapaz abraçou-a para surpresa de Jaejoong que continuo ainda parado mas agora mais gelado que antes.
-Não quero que voltes a este lugar. respondeu o rapaz demonstrado um olhar muito preocupado.
Ela baixou os olhos preocupada também.
-Tu és a pessoa mais importante na minha vida.
Jaejoong sentiu uma profunda dor ao ouvir tais palavras. Esticou o pescoço para vê-los ir embora e ter a certeza do que tinha ouvido se era verdade, se era apenas um sonho. Mas não, eles saiam de mãos dadas. Não era mesmo um sonho.
Muito triste regressou á mesa onde tinha deixado cair a bandeja. Olhou para chão vendo o seu reflexo nos estilhaços do copo. Baixou-se para apanha-los sentido novamente uma mão a empurra-lo e a fazer como que cortasse o dedo quando se foi apoiar no chão tocando num dos estilhaços só para não ter que cair para a frente.
-Estás a ver o que fizeste…oh sua lesma tonta? Irritaste uma cliente só por causa da tua grande falta de jeito. Não sei como é que o chefe ainda te permanece aqui. Não prestas mesmo para nada. Não sabes fazer nada de jeito, nem sequer pegar numa bandeja. Ainda por cima ficas aí que nem um pobre cuidado a pedir esmola. Devias era ficar trancado para sempre no teu quarto e nunca mais sair.
Jaejoong mordeu os lábios, olhou para o homem levantando-se o mais depressa que pode, empurrando o homem. Dois dos guardas do chefe que estavam por perto, repararam que algo se passava agarrando nos braços de Jaejoong que estava praticamente quase fora de si. O homem com um sorriso trocista nos lábios, aproximou-se dando um estalo nele.
-Nem penses fazer mais isso. Nem imaginas o que te pode acontecer. Este lugar não é para brincadeiras, já devias de saber isso. Sabes muito bem o que aconteceu a muitos que tentaram enfrentar o chefe. Até agora estamos a ser muito tolerantes contigo só porque tens uma dívida para pagar lembra-te disso
Jaejoong tinha um olhar cheio de raiva mas não queria arranjar mais problemas sabia que tinha algo para fazer e não podia deixar que a sua raiva estragasse isso.
Levaram-no para a sala dos cacifos, trancando-o logo de seguida. Este sentou-se no chão com a cabeça apoiada sobre os joelhos. Não era a primeira vez que ficava ali. Levantou a cabeça observando o local. Tinha apenas cacifos de todos os que trabalhavam ali incluindo o seu. Sentiu frio apoiando novamente a cabeça nos joelhos.
-Ei…Jaejoong! chamou alguém da porta.
Ele olhou vendo que era uma das poucas pessoas que não o julgava ali. Até o considerava como um amigo. Ele aproximou-se com um ar preocupado. Tinha cabelo curto e era gordinho com uns olhos pequeninos na sua cara gordinha. Era muito mais velho que o Jaejoong.
-Então rapaz…estás bem? perguntou colocando a mão no ombro dele.
Jaejoong deu um sorriso forçado afirmando que sim.
-Tu não estás mesmo nada bem. Mas espera tenho algo que te fará talvez animar.
Jaejoong o viu dirigir-se para o seu cacifo que ficava mesmo á frente muito alegre.
- Hyung…como está aqui? perguntou.
-Fiz uma cópia da chave sem ninguém saber. respondeu remexendo no cacifo.
Jaejoong sem saber como, sorriu sentindo-se melhor.
-AH…ENCONTREI!!! gritou de euforia com um quadro na mão.
Regressou para junto dele mostrando-lhe um quadro com uma fotografia da rapariga que Jaejoong tinha visto a dançar.
-Encontrei isto caído atrás de um dos armários.
Jaejoong pegou na foto espantado com o que estava a ver.
-Esta foi a rapariga que estava a dançar não era? É bem bonita. Eu reparei no teu olhar quando a viste.
-Não me lembrava que a tinha…disse apenas Jaejoong ainda espantado.
-Não sei o que se passa contigo. O chefe não está a gostar da tua atitude. Não temos muito tempo para conversas. Anda, vem comigo, podes sempre ficar no teu quarto em vez de ficares aqui, depois explico tudo aos outros. Invento aí uma desculpa qualquer.
Jaejoong olhou para ele vendo-o sair. Antes de sair, olhou mais uma vez para a foto recordando-se do que tinha visto. As palavras que trocaram e o abraço não saiam do seu pensamento. “O que significava isto? Estariam juntos?”
-Anda Jaejoong! chamou o homem.

“ Mal consegui dormir. Só na minha mente milhares de memórias apareciam. Como posso explicar tudo o que vi naquela noite? Não existe palavras para tal. Foi um reencontro tão estranho que ainda não consigo explicar. Apenas posso dizer que já os conhecia à muito tempo e não fazia ideia que eles se conheciam. Ela era uma amiga de infância, um anjo da guarda. Ele, o melhor amigo que já tive, daqueles que nunca se esquece. Yunho, Emi as pessoas mais importantes que vim novamente a encontrar”

Jaejoong mal tinha conseguido dormir. Tudo o que tinha visto ontem não parava de o atormentar. Sem os guardas saberem, saiu sorrateiramente do bar. Tinha decidido que ia dar uma pequena volta para organizar as ideias. Estava uma linda manhã. O céu estava sem nuvens e a cidade começava a ficar cheia de pessoas. Remexeu nos bolsos das calças tirando de lá duas notas. Antes de ter saído do bar o homem tinha lhe dado duas notas dizendo que ele devia de comer alguma coisa num lugar qualquer longe daquele local.
Foi até a um café pedindo o que queria. Levou a bandeja para uma mesa onde estava uma rapariga sentada. Sentou-se começando a comer quando:
-Finalmente posso falar contigo.
Jaejoong olhou para a rapariga que estava ao seu lado reparando que a conhecia.

“Era ela, aquela que estava a dançar. Apanhou-me de surpresa, não esperava encontra-la ali.”

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Última edição por Lili em Qui Out 22, 2009 8:52 am, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sab Jan 03, 2009 3:38 pm

eu adorei quando fizeste esta fic em video!!! agora adoro-a ainda mais! xP keru a cont! xD ou melhor..no meu casu, o final..mas eu esperu! xD

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sab Jan 03, 2009 8:11 pm

WUAH!
Ja te tinha dito mas repito..... AMO a tua fic... ja amava em video mas agora amo ainda mais...
Tal como a Nayo tb estou à espera desse final!

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Ter Mar 03, 2009 2:02 pm

Nota de autor: Ok...eu e os meus atrasos em fanfics. Desculpem. Aqui está um novo capítulo. Espero que gostem.
Os meus erros pronto, já nem comento...enfim nem dêem atenção a eles. -.-"


Capitulo 2




-O que fazes aqui? perguntou Jaejoong sendo a única coisa que lhe ocorreu para falar.

-Não é tão óbvio? Vim ter contigo. Nunca mais te vi, já passou 5 anos.

Ele baixou os olhos repensando no tempo que já havia passado.

-Então pensei, se o Jaejoong não vem ter comigo, então vou eu ter com ele.

-Quer dizer que tiveste este tempo todo á minha espera? perguntou Jaejoong com um sorriso de felicidade.

-Não posso dizer que seja bem isso. Ou talvez seja uma outra razão.

Na memória dele o acontecimento de ontem passou que nem um raio destruindo qualquer esperança. Ver novamente a imagem dos dois abraçados fez com que ele pensasse que talvez a única razão para ela estar ali era por causa dele. Não sabia como poderia enfrentar essa situação, não tinha ideias, não sabia o que fazer. Baixou a cabeça desolado.

-Que tal dar um passeio? apontou ela para a janela. – Podemos passar pelo parque.

Jaejoong levantou os olhos observando a janela que ficava mesmo á frente deles. Conseguia ver um parque do outro lado da estrada. Olhou novamente para ela, espantado com aquela nova reacção. “Porquê é que ela queria ir aquele parque?” pensou.
O parque não estava cheio. Havia criança a brincar no outro lado onde havia um escorrega. As suas vozes pequenas e alegres, ecoavam pelo parque tapando qualquer voz de um adulto. Algumas pessoas caminhavam com um ar feliz, outras sentadas nos bancos estavam ocupadas com um livro ou a falar com alguém. Para Jaejoong, aquele parque trazia muitas memórias. Ela caminhava ao seu lado com um sorriso observando tudo á sua volta. Já não era o mesmo parque como Jaejoong conhecia. Reparou num rapazinho que trazia um chupa-chupa fazendo com que uma memória voltasse a aparecer.

“Uma menina com uns totós amarrados com um laço azul, dirigia-se para junto de um rapazinho com um leve sorriso, bochechas coradas e mãos nas costas.
-Jaejoong porque estás aqui? Mandaram chamar-me para vir ter contigo.
-É que tenho algo para ti. respondeu com um ar envergonhado.
Tirou as mãos das costas mostrando um boneco de madeira. Ela sorriu recebendo o boneco. Ao virar viu algo escrito e logo lhe deu um beijo no rosto deixando o rapazinho surpreso.”


-Que se passa? O que estás a pensar? perguntou ela quebrando os seus pensamentos.

Jaejoong surpreso e nervoso respondeu:

-NADA! Nada de importante. Apenas me lembrei…não posso demorar.

Ela sorriu como se tivesse lido os seus pensamentos.

-Está um bocado diferente não é? perguntou ela caminhando novamente.

Jaejoong não percebeu seguindo o seu passo um bocado mais atrás. Ficaram em silêncio durante alguns minutos caminhando pelo parque ouvindo apenas o som das crianças.

-E o teu sonho Jaejoong? disse quebrando o silêncio.

Ele apressou o passo apanhando-a e disse:

-Hun?! Sonho?

Foi interrompido pele telemóvel que tinha começado a tocar. Tirou do bolço observando o ecrã. Era uma chamada do chefe. Depressa o seu coração disparou tento receio de atender.

-Estou sim.

Uma voz rouca e um tanto chateada, soou do outro lado.

-O que estás a fazer Jaejoong? Já fizeste aquilo que te pedi? Vê se arranjas o dinheiro senão nem sabes o que te pode acontecer. Olha que sei bem o que usar para te afectar.

-Eu vou arranjar! gritou desligando a chamada.

-Que foi? perguntou a rapariga preocupada

Jaejoong olhou para ela reparando nos seus lindos olhos enternecidos que o observavam não perdendo nenhum detalhe. Tristemente respondeu:

-Tenho de ir.

-Tudo bem. Até. disse ela sorrindo, virando as costas a ele e dirigindo-se para a saída do parque.

Jaejoong viu-a sair do parque. Uma brisa passou pelos seus cabelos os fazendo voar para trás, isso fez com que ele esboçasse um leve sorriso. Teve pena que aquele pedaço de tempo tivesse acabado mas estava feliz por a ter voltado a ver. Agora tinha de regressar para enfrentar o chefe.
Não estava ninguém no bar, aproveitou para entrar despercebido e arrumar algumas mesas que ainda se encontravam sujas da noite passada.

-JAEJOONG! chamou alguém atrás.

Ele deu um salto largando um copo em cima da mesa que por sorte não partiu. Virou-se para trás vendo o seu amigo a olhar para ele com um sorriso de orelha a orelha. Suspirou.

-Não me dê sustos desses. pediu ele.

-Desculpa. Trago aqui um novo trabalho.

Aproximou-se de Jaejoong dando-lhe um papel, e ordenou que se sentasse.

-Encontrei uma nova forma de conseguires arranjar o dinheiro.

-O quê?! exclamou espantado.

-É um bom sítio, vais lá e roubas o que puderes. Podes usar esse nome que está no papel que te dei. O chefe vai ficar contente contigo.

Jaejoong não queria acreditar no que estava a ouvir. Estava há tanto tempo a tentar escapar de tornar-se um verdadeiro ladrão. Cada passo que dava era como um passo novo mais perto do mundo do roubo. Ele nunca quis isso. Nunca teve essa intenção. Mas as memórias, os seus medos, levavam para que cometesse esse crime que o seu coração estava a condenar. Tinha de proteger aquele sonho que o fazia conseguir aguentar tudo o que o levava até ali.


“Tinha medo de não conseguir aguentar. Me perguntam se não estive perto de desistir? È verdade, sempre estive bem perto disso. Mas quando desejamos muito uma coisa somos capazes de fazer de tudo para que ela se realize. Ainda mais quando queremos proteger o que é mais precioso para nós, aí o ser humano é uma arma que perfura qualquer barreira que apareça á frente. Apesar de não querer seguir isso, tive de faze-lo, porque…tinha mesmo de fazer.”



Jaejoong chegou ao sítio previsto no papel. Antes de entrar, observou o edifício que tanto conhecia. Já tinha passado por ali várias vezes e olhado para ele, que até já conhecia por quantas janelas era constituído. Viu as luzes a ilumina-las, claro já era de noite. Passou os olhos pela tabuleta por cima da porta de entrada. Ironicamente o fez sorrir nem parecendo que ia começar a fazer algo fora das suas regras. Sentia uma angústia e um aperto no estômago mas isso não o ia impedir de fazer o que tinha a fazer. Olhou para trás pelo canto do olho vendo que estava completamente sozinho. Não havia ninguém nas ruas. Os candeeiros iluminavam os passeios e uma leve névoa passava rasteira ao chão. Jaejoong voltou a olhar para a frente. Endireitou o boné e aconchegou o casaco preto que tinha vestido. Começou a andar até a porta de emergência do edifício. Tanto a porta de entrada principal como aquela estavam equipadas com um alarme. Não ia conseguir entrar de outra maneira. Tirou um lenço branco do bolço amarrando á mão. Deu um passo atrás e apenas com um golpe rápido, partiu o vidro da porta soando logo o alarme. Jaejoong abriu a porta passando rapidamente para os corredores do edifício. Ouvia os seus passos estalarem no frio chão de azulejo branco e a sua sombra a atravessar as paredes de cor creme. O alarme continuava a soar irritantemente. Ao virar uma esquina, um grupo de guardas tentaram impedi-lo mas Jaejoong escondeu mais o rosto com o boné preparando-se para lutar. Conseguiu passar facilmente por eles mas o seu pé tinha ficado ferido graças a uma queda na luta. Voltou á sua corrida desesperada. Passou por várias portas, até finalmente encontrar o local certo. Parou em frente a uma porta azul. Olhou para o nome que estava escrito por cima, “Gravação”.

-É este o local. falou baixinho.

Abriu a porta olhando devagar para dentro. A sala estava escura e apenas uma leve luz que vinha do corredor onde ele estava é que a iluminava um pouco. Ele ouviu uns passos no fim do corredor fazendo com que virasse a cara para lá. Viu umas sombras e instintivamente, entrou na sala e fechou a porta deixando-se ficar encostado nela. Conseguiu ouvir os passos e umas vozes que passavam rapidamente. Suspirou de alívio passando a mão na testa transpirada. Quando deu mais um passo á frente, o seu corpo paralisou. Logo alguma coisa fez com que ele não fosse capaz de fazer o que estava a fazer.

-Mas o que estou a fazer? perguntou para si próprio. – Não posso fazer isto. Estou a fazer algo de errado.

Deixou-se cair de joelhos no chão colocando as duas mãos na cabeça que se aterraram no cabelo preto deixando cair o boné.

-O que estou a fazer não está certo. abanou a cabeça. – Não sou nenhum ladrão. Tenho que ir embora daqui.

Nesse momento, Jaejoong ouviu um dos microfones que estava na sala cair. Olhou para trás reparando que alguém saia de trás de uma mesa. Ouviu mais um movimento e do outro lado saia outra pessoa que ele não conseguiu ver quem era. Imediatamente levantou-se dando um passo atrás até á porta.

-Estás a ver o que estás a fazer Hyung! Se estragas isso vais ter de pagar. falou alguém no quarto escuro.

-Vê se encontras alguma luz. respondeu a outra voz.

-Bem gostaria mas só estou aqui a tropeçar. Mas que ideia me deste para vir para aqui Hyung…estava a fazer…ARRRR – resmungou ouvindo logo de seguida um estrondo de tachos a cair.

-Que foi isso?

-Sei lá! Um rato?! Tropecei em alguma coisa mole Hyung.

-Parece-me que partiste foi algo.

-Ora…encontrei luz!

Logo alguém acendeu uma luz e Jaejoong tapou os olhos com a mão ofuscados por ela. Quando voltou a afastar a mão viu dois rapazes a olha-lo que uma grande desconfiança. Um deles tinha o cabelo castanho e um rosto suave mas maduro. O outro Jaejoong reconheceu imediatamente. O seu cabelo rebelde e olhos castanhos não eram difíceis de reconhecer.

-Quem é este? perguntou o rapaz de rosto suave cruzando os braços.

O outro não respondeu, continuando espantando a olhar para ele. Jaejoong não usou se mexer, ficando apenas agarrado á porta. O rapaz de cara suave, olhou para o chão reparando que tinha um boné preso por um atacador dos seus ténis. Com uma sobrancelha levantada, agachou-se para apanhar o boné inspeccionando com cuidado.

-Ahhh!!! Então foi isto que me fez tropeçar. conclui com um sorriso

Jaejoong viu o outro rapaz levantar o dedo na direcção dele.

-O que fazes aqui? perguntou olhando-o de cima a baixo com ar desconfiado.

-Tu conhece-lo Hyung?

-Sim…é ele, Jaejoong.

Jaejoong não sabia o que responder. Sua alma estava parva. Ficou durante mais uns segundos a observa-los sem fazer nem um movimento.

-Yunho…disse baixinho.

“Parece que o meu destino estava completamente jogado em uma mesa. Foi destino? Ou apenas coincidência? Por alguma razão, voltei a encontrar as duas pessoas que menos queria ver na minha vida. Yunho e Emi”


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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sex Mar 06, 2009 12:37 pm

Já devia ter postado aki à bues....

Mas é so para deixar claro o quanto amei este novo capitulo
:-.-: mais uma vez repito o que ja te disse... é pouco

E não te desculpes com a minha fic!
Anyway...

Amei.... Linda... brutal... continua Princesa Nordica.

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Sandrita
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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Dom Mar 08, 2009 4:03 am

Ohh tão girooo :>.<: quero ver o desenrolar disto... está muito giro mesmo!! Very Happy:D
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Lili
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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Dom Abr 26, 2009 7:31 am

Nota: Heheeheh mais um capitulo depois de tanto tempo. Bem este capítulo não esta nada de especial e pode ser um bocado aborrecido de ler devido à carrada de dialogo que tem lool. Bem mas era preciso ter este capitulo para o resto continuar lol
Mais uma vez faz de conta que não existe erros lol -.-"



Capitulo 3



Jaejoong não sabia o que fazer. Continuava parado a observa-los sem dar mais um passo. Nesse momento, foi empurrado pela porta que até então tinha estado encostado, fazendo com que quase caísse em cima dos microfones que tinha ouvido antes.

-Mas que foi isto? perguntou alguém ao entrar desesperado.
-Não foi nada Yoochun! riu Yunho.
-Como não foi nada Hyung?! Consigo ouvir o alarme em todos os cantos deste edifício.

Jaejoong coçou a parte de trás da cabeça ao mesmo tempo que baixava os olhos.

-Além disso, o que estão a fazer aqui neste quarto escuro? perguntou Yoochun revirando os olhos para todos os cantos do quarto.
-Eu vou ver o que o Junsu está a fazer. disse Changmin saindo apressadamente da sala sem dizer mais nada.

Yoochun viu-o sair virando-se logo de seguida para os outros dois que ainda estavam com um ar gelado no rosto. Não obteve nenhuma resposta.

-E nós? Vamos ficar aqui assim? perguntou batendo com as mãos nas pernas.
-É melhor ver se aconteceu alguma coisa. disse Yunho saindo da sala logo de seguida Yoochun e depois Jaejoong que andava devagar mesmo atrás.
-Não me vais contar quem é ele? perguntou Yoochun lançando um olhar para trás.
-Parece-me que ele entrou sem pedir. respondeu Yunho olhando para trás também.

Jaejoong levantou os olhos que observavam as sapatilhas já alguns minutos.

-Yunho tens de ter cuidado. Se o manager descobre já sabes como é. disse Yoochun preocupado parando a meio caminho o que fez com que os outros fizessem o mesmo.

No rosto de Yunho pela primeira vez naquele dia, Jaejoong viu um ar de preocupado.

-Eu sei. O Jaejoong de certeza que não fez nada de mais. Ele apenas entrou para falar comigo. – virou-se para Jaejoong – Não é?

Jaejoong viu-se forçado a responder afirmando que sim com a cabeça. “Será que ele sabe realmente o que vim aqui fazer?” pensou.

-Então vou falar com os guardas e dizer que não se passou nada e desligar o alarme. Claro ver se há feridos. Podem falar à vontade que trato do assunto. disse afastando-se.
-Ok. Obrigado!

Yunho olhou para Jaejoong com ar sério e disse:

-Tu! Estás a ver a confusão que armaste?
-Confusão? Tu é que te metes na minha vida.
-Não vês que me preocupo? Anda eu ajudo-te. Tens o pé magoado não tens? disse fazendo sinal para o pé esquerdo de Jaejoong.

Jaejoong seguiu o seu olhar, olhando para o pé ferido e lembrando-se do que tinha acontecido. Com um ar desiludido, pensou que não queria falar com ele novamente. Muitas questões estariam á espera de respostas. Yunho pôs a mão á volta do seu ombro tentando ajuda-lo a sair dali.

-Anda o Changmin e o Junsu vão ajudar. disse empurrando Jaejoong com um sorriso na cara.

À medida que caminhavam, Jaejoong via pessoas que passavam apressadas, talvez para resolver algum assunto relacionado com o que ele tinha acabado de fazer. Olhou para o Yunho que olhava em frente muito sério. Logo deixou de ouvir o barulho ensurdecedor do alarme.

-Hyung! chamou alguém lá ao fundo.

Jaejoong olhou para a frente vendo o rapaz que estava com o Yunho no quarto a fazer-lhe sinal com a mão.

-Que se passa? perguntou Yunho afastando-se de Jaejoong.
-O Yoochun já resolveu o assunto.

Mais um rapaz aproximava-se a correr para junto deles. Vinha com um ar cansado e ofegante, sinal que tinha corrido vários corredores e subido várias escadas.

-Onde é que…vocês os dois estavam? perguntou respirando com uma certa dificuldade.
-Desculpa Junsu por não termos ido. disse o Yunho com um sorriso.

Jaejoong continuava a observa-los apoiado à parede.

-Por mim tudo bem. Só não acho que o manager vá gostar da ideia de não terem aparecido ao ensaio.

-Não te preocupes. Nos explicamos o que aconteceu. disse Changmin passando a mão no cabelo.

Jaejoong viu Junsu virar os olhos na sua direcção, fazendo logo de seguida um ar de espanto e apontando para ele.

-Quem é ele? Algum amigo?
-Não sei de nada. respondeu logo Changmin cruzando os braços.
-Ele é o tal rapaz? O Yoochun falou-me algo…e qualquer coisa de desligar alarme. disse virando-se agora para Yunho, esperando uma resposta.

Changmin e Yunho olharam para Jaejoong que se sentiu mais uma vez incomodado.

-Parece que ele entrou sem permissão. respondeu novamente Changmin.
-Deixem estar. - disse por fim Yunho. – Vamos entrar no quarto e faz de conta que não se passou nada.

Changmin e Junsu viraram o rosto para o Yunho espantados.

-Jaejoong! Vem connosco! chamou Yunho com um sorriso.

Jaejoong não deu nem um passo, surpreso por aquela nova reacção. Junsu aproximou-se com um grande sorriso colocando o braço á volta do seu ombro.

-Então?! Não faças essa cara. Vem connosco.

Jaejoong sorriu seguindo-os. Antes de entrar leu a tableta que estava na porta. “Sala DBSK”. Isso só podia significar que eles eram famosos, incluído o Yunho. Entraram na sala sempre muito calados. Jaejoong reparou que trocavam olhares entre si. Observou a pequena sala cheia de presentes dados pelas fãs.

-Volto já. disse Yunho entrando numa porta ao lado.

Junsu abanou a cabeça, passando logo de seguida sinal a Jaejoong para se sentar. Ele olhou espantado para a mesa cheia de cartas, flores, caixas de bombons e até ursos de peluche. Changmin sentou-se ao seu lado e Junsu á sua frente. Os dois começaram a abrir algumas cartas sempre com um ar sério e Jaejoong teve a sensação que tinha de quebrar aquele silêncio.

-Tu és o Junsu não és? Obrigado pela ajuda.

Junsu levantou o olhar para ele.

-Nesse caso, sou o Changmin. disse logo o rapaz ao seu lado com um sorriso no rosto.

Junsu lançou um olhar a Changmin respondendo logo de seguida:

-Só quero que saibas que foi pelo Yunho que não dissemos nada á polícia.

Yunho apareceu por detrás da porta que até então tinha entrado.

-Para quê falar com a polícia? perguntou colocando as mãos nos bolsos das calças.

Jaejoong abriu a boca surpreendido observando os três sem perceber o que realmente passava ali.

-Mas o que eu fiz não está certo. disse logo desesperado.

-Que foi que fizeste? perguntou Yunho olhando para ele com um ar confuso e sem perceber o que realmente ele estava a falar.

Yunho aproximou-se dos três sentando-se ao lado de Junsu que continuava a ler algumas cartas de fãs.

-Não sei do que falas. Só quis ajudar. disse Yunho com um ar preocupado.

Jaejoong baixou os olhos.

-Desapareceste durante tanto tempo. Me perguntava todos os dias o que realmente tinha acontecido contigo. – Continuava Yunho agora levantado um dedo, apontando para o nariz de Jaejoong com um ar sério. – Não foi eu que desapareci durante 5 anos.

Jaejoong curvou-se um pouco para trás fugindo daquele dedo ameaçador e tentando procurar alguma resposta que fosse capaz de o convencer. Observou os outros, Junsu continuava a ler as cartas mas observando toda a conversa por cima do papel e Changmin fingia brincar com um laço de um urso de peluche castanho que estava em cima da mesa. Yunho continuava com o seu ar desconfiado a olhar para ele esperando uma resposta.

-Tive assuntos para resolver. - disse logo o mais depressa que pode. – A minha vida não tem sido fácil durante 5 anos.

-E conseguiste realizar o teu sonho Jaejoong?

Aquela foi uma pergunta que ele não estava preparado para responder. Foi como uma faca a atravessar-lhe o coração.

-Esperem lá! falou Junsu com um sorriso largando a carta em cima da mesa chamando logo a atenção dos três.
-Pelo que percebi o Jaejoong quer realizar o sonho de ser cantor. Não é?
-Sim?! respondeu Jaejoong.
-O manager está à procura de mais um membro. Então podemos ajudar o Jaejoong a realizar esse sonho. E o manager fica feliz por ter mais um membro.

Changmin pôs a mão no queixo com um ar pensativo e Yunho abanava a cabeça afirmando que podia ser uma boa ideia. Jaejoong estava praticamente parado sem saber o que dizer.

-E nós ficamos felizes por termos mais um amigo. – dirigiu o olhar para o Jaejoong. – Vamos ajudar-te. Serás um novo membro dos DBSK. Terminou com um sorriso no rosto.

-Vão ajudar-me?! perguntou Jaejoong não podendo acreditar. – Obrigado!


“Havia uma nova esperança no ar. O meu coração estava a bater tão depressa que mal tinha controlo de mim próprio. Já podia voltar a sorrir. Todos os momentos difíceis que tinha vivido no passado, apagavam-se lentamente como chamas a arder papel desnecessário. Por fim, a minha promessa estava prestes a se cumprir.”



-Quem terá a terrível missão de falar com o manager? perguntou Yunho olhando para Changmin e Junsu.
-Tu como és o líder é que devias de ir. Afirmou Junsu com um sorriso maléfico estampado na cara.
-Pois, pois ele tem razão. disse Changmin.
-Oh…vá lá, porque tem de ser sempre eu?
-Porque tu tens de dar o exemplo. respondeu logo Changmin agora também com um ar maléfico.

Yunho sentiu-se derrotado respirando fundo e encolhendo os ombros. Mas logo uma súbita ideia pareceu iluminar-lhe os olhos.

-Desculpem…mas como vosso líder responsável não posso ir.
-Porquê? perguntou Junsu
-Caso ainda não tenham reparado, faltei ao treino de hoje e se eu aparecer por lá para lhe pedir alguma coisa, ele vai estar mais preocupado em estar zangado do que ouvir o que tenho para dizer. Depois não podemos dizer porque faltamos, por enquanto.
-Ele tem razão. Junsu vais tu. disse logo Changmin cruzando os braços.
-E porque não podes ir? perguntou Junsu já muito aborrecido a Changmin.
-Porque eu também faltei ao treino.
-Não faltaste nada! Tiveste lá durante um tempo e só depois é que disseste que vinhas à casa de banho.

Changmin lançou um olhar ameaçador a Junsu e este retribuiu o mesmo.

-Onde é que está o Yoochun quando precisamos dele? perguntou Yunho para si mesmo olhando para o tecto. – Pois bem vão vocês os dois.
-Que posso eu fazer então. reclamou Junsu levantando-se e preparando-se para falar com o manager.

Jaejoong não deixou de sorrir. Notava-se que havia uma grande amizade entre eles.

-O que estás a fazer Changmin?! gritou Junsu empurrando-o para se levantar. – Também fazes parte desta missão.

Changmin levantou-se, bufando e revirando os olhos muito aborrecido. Jaejoong levantou-se logo antes que sobrace para ele.
Junsu dirigiu-se para a porta com Changmin á frente a ser empurrado por ele e Jaejoong ia ligeiramente atrás. Antes de sair, Junsu virou-se para Yunho com um ar decisivo e disse:

-Hyung! Se eu não chegar vivo desta missão, já sabes, gostei muito de conhecer-te.

Yunho sorriu espantando com o que ele tinha acabado de dizer. Abanou a cabeça.

-Não te esqueças que ainda me deves um favor. Venho assombrar-te por isso! disse antes de fechar a porta atrás de si e Yunho conseguir ver Changmin fazer o sinal “V” com os dedos.

Os três procuram pelo o manager. Este estava num sala a falar com um compositor e alguns polícias. Logo que os viu entrar, dirigiu-se para junto deles. Jaejoong conseguiu ouvir Junsu engolir em seco, assustado.

-Então o que foi que se passou? Ouvi dizer que houve um intruso no edifício.
-Não se preocupe Hyung. O Yoochun já resolveu tudo. disse logo Junsu
-Eu sei que sim. Não podemos é deixar que esse intruso escape pode ainda estar dentro do edifício.

Changmin e Junsu trocaram olhares e Jaejoong escondeu-se mais atrás deles.

-Quem é ele? perguntou o manager olhando para Jaejoong.
-Ah….ele….é ele….quer dizer….temos algo para pedir. falou Changmin.
-Que querem me pedir?

Junsu levantou o braço no ar preparando-se para falar:

-É que…nós estávamos a pensar…se o Jaejoong podia ser nosso membro…
-Ele chama-se Jaejoong. interrompeu Changmin apontando para ele.
-Mas…não se preocupe que ele faz tudo direitinho. concluiu Junsu abanando a mão no ar.
-Por favor! pediu Jaejoong dando um passou á frente de Junsu.
-TU!!!! gritou o manager olhando para ele com um ar sério que os assustou. – Fazes parte do grupo. Espero que faças um bom trabalho.

Junsu e Changmin sorriram e Jaejoong sentiu um alívio no peito. Changmin pôs a mão no seu ombro sorrindo para ele.

-E onde está o Yunho? perguntou o manager antes de ir embora.

Junsu ficou com os olhos esbugalhados olhando para Changmin.

-Não sabemos. respondeu Changmin.

-Quando encontrarem essa peste, digam que preciso de falar com ele pela sua falta no treino de hoje. disse saindo da sala.

-Coitado do triste! exclamou Changmin

-Conseguiste! disse Junsu feliz, suspirando de alivio para o Jaejoong.

“Tinha conseguido ser aceite. Agora a minha vida mal começava. Iria esforçar-me bastante para que tudo corresse bem.”


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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Seg Abr 27, 2009 1:32 pm

wuahhh!!! tá cada vez melhooooor!!! continua assim!! quero mais!!! =D=D=D

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Seg Jun 08, 2009 1:31 pm

Nota de Autor: Bem minha gente mais um capitulo. Este tem um pouco de acção. Devo de dizer que adorei escrever o inicio da fanfic. Fartei-me de ri sozinha. Espero que gostem Smile


Capitulo 4



Jaejoong dormia profundamente. Há vários dias que não conseguia ter uma noite descansado, agora tinha de aproveitar o momento deliciado daquela cama macia. Aconchegou a cabeça contra a almofada colocando logo de seguida um braço debaixo dessa. Mas o seu descanso foi apagado ao sentir algo mole que lhe bateu fortemente na cara. Acordou logo, levantando-se assustado da cama. Procurou o que lhe tinha acertado, reparando logo numa almofada ao seu lado. Fechou os olhos ao mesmo tempo que abanava a cabeça. Ouviu Junsu rir as pancadas mesmo ao seu lado. Jaejoong levantou os olhos na direcção dele. Este continuava a rir apontando o dedo para ele com o cabelo completamente despenteado. Jaejoong não deixou de sorrir

-Foste logo apanhado. Tens de começar a habituar-te! disse afogado com o riso.

Jaejoong coçou a cabeça, deitando-se novamente de barriga para cima e bufando.

-Aquele também ainda está a dormir. disse Junsu fazendo sinal com a cabeça para Yunho que dormia profundamente de barriga para cima e braço debaixo da cabeça.

Jaejoong olhou para baixo onde se encontrava a cama de Yunho. Depois olhou para o despertador que apontava 6h da manhã que estava em cima da mesa ao seu lado.

-Para quê tão cedo? perguntou Jaejoong virando o olhar para Junsu.

-Estás a brincar?! disse com os olhos esbugalhados. – Hoje começa o teu grande dia, não podes te dar ao luxo de dormir. Além disso, temos muitas coisas para fazer e a primeira começa as 8 da manhã.

-E qual é? perguntou agora olhando para o tecto.

-O manager disse que temos uma entrevista.

Jaejoong sorriu. Sentiu uma alegria enorme a crescer-lhe no peito. Pela primeira vez a vida fazia algum sentido. Ia começar algo de novo e não podia deixar escapar essa oportunidade. Viu uma almofada que lhe tirou dos pensamentos indo na direcção de Yunho. Este levou com ela directamente na cara deixando-a ficar. Junsu começou a rir novamente e Jaejoong não deixou de sorrir olhando para Yunho que não se tinha mexido.

-Acho que afectou-lhe o sistema. disse Junsu rindo ainda mais.

-Junjsuu!!! resmungou Yunho num som abafado pela almofada.

Jaejoong sentou-se na cama olhando para Junsu que segurava a barriga de tanto rir, depois olhou para Yunho que discretamente e com almofada ainda na cara procurava outra com a mão. Tirou a que tinha debaixo da cabeça jogando para Junsu que levou com ela na cara fazendo com que deixasse de rir.

-Ah aaahh!!! gritou Yunho tirando a almofada da cara com um sorriso malandro.

Junsu com um ar chateado pôs-se de pé em cima da cama gritando:

-GUERRA!!!!

Jaejoong só via almofadas a voarem de um lado para o outro. Levou com duas na cara pegando também numa e jogando. Os três entraram numa guerra de almofadas. Yoochun entrou no quarto com um ar meio sonolento e uma chávena de café na mão. Ficou babado a olhar para a confusão que estava dentro do quarto.

-O que se passa…

Não teve tempo de acabar de falar ao levar com duas almofadas em cima. Respirou fundo colocando o café em cima da mesa que estava ao seu lado. Arregaçou as mangas e disse:

-Já vão ver!!!

Pegou numa almofada começando a jogar também. Changmin que também vinha atrás de Yoochun reparou naquela cena entrando logo na brincadeira. Os cinco estavam numa guerra pesada, desarrumando tudo. Nisso o manager entra no quarto ficando quase sem queixo ao ver aquela confusão.

-MAS O QUE É IS…

Não conseguiu acabar levando com cinco almofadas em cima. Eles pararam, olhando para a porta assustados. Junsu mantinha uma almofada na mão horrorizado, Yunho ainda estava numa posição de ataque juntamente com Changmin e Jaejoong, Yoochun pegou logo na sua chávena de café, bebendo e fazendo um ruído ao beber que quebrou o silêncio do quarto. Os cinco olhavam assustados para o manager que ainda estava quieto no seu sítio. Só agora tinham reparado a confusão que estava no quarto.

-Estão a ver a confusão que armarão! disse Yunho saltando da cama e saindo logo do quarto.

-Não tenho nada haver com isso. disse Changmin saindo logo atrás.

-Estou aflito para ir á casa de banho. seguiu Junsu saindo de lado para não esbarrar contra o manager.

-Acho que preciso de mais uma chávena de café. disse Yoochun com ar pensativo saindo também do quarto.

Jaejoong foi o único que ficou no quarto. Olhou para o manager que olhava para ele com um ar zangado. Reparou que as suas bochechas começavam a ficar demasiado vermelhas como que prestes a explodir.

-Vou ver o que eles estão a fazer. disse fugindo logo.

Passou pelo manager com os braços no ar e a correr. Chegou à cozinha quase escorregando vendo os quatro sentados.

-Só faltavas tu! - disse Changmin agora também com uma chávena de café na mão – Contagem.

-5…4…3… - contava Junsu com Yoochun a fazer a contagem com os dedos. – 2…1

-VOLTEM AQUI!!!! gritou o manager no quarto furioso.

Os cinco sorriram. Jaejoong tinha a certeza que iria ser feliz. Aquele tempo nunca mais ia acabar.
Depressa três semanas passaram cheias de muito trabalho e treino. Jaejoong tinha sido bem aceite por toda a equipa. Já tinha gravado algumas músicas e já sabia alguns passos de dança. Não se lembrava de mais nada até então. Apenas queria estar bem sem se lembrar de coisas passadas. Faltava apenas ser apresentado em público.

***


-Chefe trago notícias. disse uma agente da policia local, a um homem que estava sentado atrás de uma secretária. Este virou-se para ela com um sorriso.

Tinha ar ainda jovem, aparentava ter uns 40 anos de cabelo castanho curto e uns olhos castanhos suaves mas com grandes olheiras. A agente de cabelo castanho claro amarrado, deixou cair em cima da mesa um envelope castanho.

-Encontraram-no? perguntou pegando no envelope e abrindo.

-Parece que sim! Recebemos informações de um desconhecido.

O homem tirou do envelope um papel com uma fotografia na ponta. Observou a foto que era de um rapaz de cabelo preto com traços femininos.

-É ele? perguntou à agente olhando por cima do papel.

-Não propriamente. Mas ele faz parte senhor. respondeu colocando as mãos atrás das costas.

Ele levantou-se, buscando um copo de água fria e bebendo num só golo.

-Finalmente encontramos! disse com um ar vitorioso.

***

-Fizeste o que te pedi? perguntou o chefe dos bandidos.

-Sim senhor.

-Mandaste com a foto e tudo?

-Sim.

-Já o encontraram? continuo a perguntar

-Na…não chefe. gaguejou.

-Meu grande IDIOTA! - gritou batendo com a mão na mesa. – Espero bem que o encontrem.

O homem assustado deu um pulo e disse:

-Sabe…é que…ele está bem escondido. Mas não se preocupe que vamos encontrá-lo.

-Acho que tenho uma ideia. Aquela rapariga ainda anda por aí? perguntou o chefe com um brilho nos olhos.

-Sim.

-Então acho que vamos começar por aí.

****

Junsu estava sentado a ler uma revista sobre futebol e a comentar todos os jogos que tinham havido naquela semana. Yoochun lia um livro muito atentamente de óculos postos e Changmin mudava os canais de televisão esperando ver alguma coisa interessante. Jaejoong saiu do quarto com algumas cartas na mão.

-Fãs? perguntou Yoochun a Jaejoong não tirando os olhos do livro.

-Sim! respondeu com um sorriso.

Yoochun retribuiu o sorriso, voltando a ficar concentrado no livro.

-Olha está a dar um programa sobre nós. disse Changmin ficando atento.

Junsu baixou a revista para olhar e Yoochun fez o mesmo com o livro.

-É a entrevista que deste na apresentação! disse Changmin olhando para Jaejoong.

Jaejoong olhou para a televisão revendo o que ele tinha dito naquele dia:

“-Espero um dia vir a ser um grande cantor. Prometi a mim mesmo e a uma grande pessoa que eu conheci Hoje o que sou é graças a ela e aos meus novos membros e amigos. Vou esforçar-me para ser o melhor e não desapontar ninguém.”

-Grandes palavras! disse Junsu com orgulho voltando logo de seguida para a sua revista.

-Alguém sabe do Yunho? perguntou o manager ao entrar na sala.

-Ele está com uma rapariga. respondeu Yoochun sempre concentrado no livro.

Jaejoong virou toda a atenção para a conversa.

-Com uma rapariga?! Mas isto é horas de namorar? perguntou o manager de mãos na cintura

-Propriamente são 09:30 da noite…existe melhor hora! exclamou Junsu apontado o relógio para o manager mas sempre a olhar para a revista.

Jaejoong sem pensar, saiu a correr da sala com um ar desesperado deixando-os espantados e confusos.

-O que se passou? perguntou o manager.

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Seg Jun 08, 2009 1:32 pm

Ele correu o mais depressa que pode todos os corredores do estúdio. Finalmente chegou ao jardim procurando pelo o Yunho. Tinha o coração a bater e mal podia respirar. Se era uma rapariga tinha de ser ela. Voltou a procurar, olhando para todos os sítios. Viu duas sombras ao fundo num banco. Aproximou-se devagarinho escondendo-se atrás de uma árvore. Sim era ele e ela. Já não a via alguns dias, continuava linda como sempre. Queria ouvir o que eles estavam a dizer mas não conseguia, estava demasiado longe. O coração bateu mais depressa quando a viu abraçar Yunho. Sentiu o corpo gelar e depressa ficou sem forçar para se mexer. Deixou-se cair de joelhos derrotado pela emoção. Já não sabia o que estava a fazer ali. Não sabia se devia continuar com o seu sonho. Uma raiva cresceu dentro de si como nunca tinha sentido. Bastou olhar para Yunho para sentir essa raiva. Nada podia continuar assim. Espreitou mais uma vez, vendo-os ir embora. Por fim fechou os olhos encostando a cabeça na árvore. Quando conseguiu finalmente levantar-se de forma desajeitada regressou para o quarto. Yunho estava sentado a rir de um programa juntamente com Changmin. Viu Jaejoong entrar olhando para ele com um sorriso e disse:

-Jaejoong anda ver isto! disse virando-se para a televisão.

Ele mordeu os lábios, serrando o punho. “Como é que ele pode estar daquela forma tão descontraída” pensou. Regressou para o quarto furioso fechando a porta violentamente atrás de si. Os quatro deram um pulo assustados não esperando aquela reacção.

-Que foi isto? perguntou Changmin olhando para trás.

-Passe-se alguma coisa com o Jaejoong? perguntou Yoochun largando o livro e olhando para Yunho.
Yunho encolheu os ombros não percebendo nada.

-Ele está assim desde há pouco. respondeu Junsu.

Yunho olhou para a porta do quarto preocupado.

Na manhã seguinte, acordaram cedo para o treino. O manager dava-lhes indicações do que iam fazer naquele dia á medida que tomavam o pequeno-almoço. Jaejoong levantou-se da mesa lavando o copo.

-Agora têm o vosso treino, á tarde vamos gravar uma publicidade e depois temos um tempo de descanso e voltamos a começar.

Junsu bufou deitando a cabeça em cima da mesa.

-Não vale a pena fazeres essa cara Junsu! exclamou o manager olhando para ele de lado.

-Ele não tem outra melhor Hyung, temos que nos contentar com a que ele tem. disse Changmin com um sorriso malvado na cara.

-Cala-te! respondeu Junsu olhando-o com ar furioso.

Yunho levantou-se indo para ao pé de Jaejoong que fingia estar a arrumar alguma coisa.

-Jaejoong! chamou atrás das suas costas.

Jaejoong virou-se para ele com ar sério.

-Que foi?

-Está tudo bem contigo?

-O que tens TU haver com isso?

A voz de Jaejoong alteou de tal maneira, que chamou a atenção dos outros que ficaram a olhar para eles admirados.
Jaejoong enfrentou-o com o olhar e Yunho fez o mesmo.
-Bem rapazes temos um treino para começar. falou logo o manager para quebrar o ar frio que estava na sala.
Começaram a sair um por um sempre dando a atenção ao que se passava entre os dois. Yunho olhou mais uma vez para ele chateado saindo logo atrás dos outros. Jaejoong jogou a toalha que tinha na mão. Nunca tinha sentido tanta raiva como naquele momento.
O treino começou. Soava a música Rising Sun de fundo. Yunho treinava alguns movimentos de dança, Changmin e Junsu tentavam fazer outros e Yoochun falava com alguns staff. Jaejoong foi o ultimo a entrar. Quando o fez, deram a atenção a ele, menos Yunho que continuava com os seus movimentos de dança mas logo voltaram para o que estavam a fazer.

-Ora bem, vamos começar! ordenou um dos Staff a bater palmas.

Os cinco puseram-se em posição e a música começou. Estava tudo a correr bem ao princípio, estavam os cinco sincronizados mas o clima que se conseguia sentir não ia ser fácil.

-Jaejoong cuidado com esses movimentos. ordenou ríspido Yunho á frente.

Jaejoong tentou controlar-se olhando para ele pelo espelho. Yunho estava sério atento aos seus movimentos e ao dos outros. Jaejoong distraído, esbarrou contra Yoochun.

-Desculpa! disse logo pondo o braço à volta de Yoochun.

-Tudo bem! sorriu Yoochun percebendo que algo não estava bem.

Yunho olhou para ele sempre com um ar sério voltando a olhar para a frente.

-Vamos recomeçar! voltou a dizer o Staff.

Nisso novamente Yunho falou mas agora num tom mais alto.

-Jaejoong já te disse para teres cuidado com essa dança!

Jaejoong parou e os outros fizeram o mesmo. O staff ordenou que a música parasse. Yunho olhou para ele vendo-o a ir na sua direcção. Os outros estavam espantados a ver o que se passava.

-O que pensas que estas a fazer? gritou Jaejoong perdendo completamente o controle e empurrando-o.

Yunho enfrentou-o chateado e respondeu:

-O quê? Como assim o que estás a fazer? O meu dever é ver se fazes no mínimo os movimentos direitos.

-Parece que estás numa de mandão. falou ríspido Jaejoong.

-Deixa estar Jaejoong. tentou Yoochun acalma-lo e colocando a mão no seu ombro.

Jaejoong fez um movimento com o ombro fazendo com que ele tirasse a mão. Voltou a olhar para Yunho e saiu da sala furioso voltando a bater a porta atrás de si.

-Mas o que estás a fazer? perguntou Yoochun a Yunho saindo logo de seguida atrás de Jaejoong.

Yunho retirou uma toalha, limpando o suor da cara. Sentou-se no banco sempre sendo observado por Changmin e Junsu.
Jaejoong regressou ao quarto batendo com o pé na cadeira, depois deixou os braços cair sobre a mesa. Respirou profundamente para conseguir controlar a raiva. Um suor frio percorreu-lhe a espinha. Estava arrependido pelo o que tinha acabado de fazer. Tinha acabado de perder controle. Agora que pensava bem, Yunho não tinha culpa de nada e por mais que tentasse não conseguia esconder o arrependimento. Como podia ter estado calmo durante estes dias, depois de ter entrado ali apenas para roubar e do nada se tornar cantor. Não estava certo o que estava a fazer. Nunca os tinha contando a verdadeira razão por estar ali. Yoochun entrou nesse momento.

-Posso? perguntou batendo na porta.

Jaejoong abanou a cabeça que sim sentando-se numa cadeira e colocando os braços em cima da mesa. Yoochun sentou-se á sua frente não sabendo o que devia de dizer. Viu que Jaejoong estava demasiado nervoso.

-O que se passa contigo? Porque falaste assim com o Yunho? perguntou Yoochun com receio de estar a pisar terreno que não devia.

Jaejoong olhou para ele preocupado e respondeu:

-É sobre um assunto muito delicado. Não sei se devo contar.

Yoochun olhou para ele surpreso interessado no que ele ia falar. Jaejoong sabia que ele ia escuta-lo e talvez compreende-lo. Respirou fundo e continuo:

-Lembraste daquele dia em que apareci aqui?

-Sim o Yunho disse que vinhas falar com ele.

-Isso não é verdade. Foi por outra razão.

Yoochun ficou ainda mais atendo e Jaejoong teve de respirar ainda mais fundo para conseguir falar o que tinha para dizer.

-O que vim aqui fazer foi…

Jaejoong acabou por ser interrompido pelo Yunho que entrava de mãos nos bolsos e com um ar chateado.

-Não vão continuar com o treino? perguntou olhando para algum ponto na parede.

Yoochun olhou para ele e Jaejoong levantou-se saindo. Nisso ouviram umas sirenas que se aproximavam do edifício. Yoochun e Yunho aproximaram-se da janela para ver o que se passava. Uns carros de policias pararam mesmo em frente, ouvindo-se o barulho de pneus a arrastar. Jaejoong que passava pelo corredor, aproximou-se da janela ficando sem reacção. Depressa se escondeu numa sala ali perto.
Os policias entraram a correr pelo edifício com armas na mão e revistando todos os sítios. O manager desceu juntamente com Junsu, Changmin, Yoochun e Yunho.

-O que se passa aqui? perguntou de mãos na cintura.

Jaejoong escondido aproximava-se sem fazer barulho. Não estava a agradar a ideia de ter policias ali.

O chefe de olhos suaves e olheiras aproximou-se do manager com um papel debaixo do braço.

-Estamos à procura de um rapaz chamado Jaejoong.

Eles trocaram olhares entre si.

-Sim. É o nosso novo membro.

-Ele é acusado de vários crimes. Já algum tempo que a policia anda atrás dele e do grupo que ele faz parte.

Todos ficaram pasmados e o manager só abanava a cabeça não compreendendo muito bem o que se passava. Jaejoong escutava atento e horrorizado.

-Como?! Isso não pode ser verdade. falou Yoochun surpreendido.

-Mas é bem verdade. Vocês têm um ladrão convosco.

O chefe da polícia juntou-se aos outros que procuravam o suposto suspeito. Jaejoong sem saber o que fazer mais e com o medo a percorrer-lhe o corpo, saiu do edifício o mais depressa que pode.

Ouviu-se uma voz a anunciar que o suspeito não estava no edifício. O manager olhou para os quatro e disse:

-Encontrem o Jaejoong.

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Ter Jun 30, 2009 3:31 pm

Nota de autor: Bem a minha fanfic tá as moscas Suspect :-.-: Vou por aqui um pedaço do capitulo 5, depois coloco o resto do capitulo. Espero que gostem deste novo capitulo. A fanfic está praticamente no fim. ^^

Capitulo 5


Um vento frio passou pela pele e Jaejoong esfregou os braços sentindo como se fosse lâminas a trespassar a pele frágil. Ele estava sentado num banco observando o chão já algum tempo. A rua estava num silêncio e um candeeiro por cima dele piscava de segundo a segundo, acompanhado de uma borboleta que tentava agarrar a luz que fugia. Jaejoong levantou o olhar para cima observando a borboleta que batia descontroladamente contra o vidro da lâmpada. Sentiu-se que nem aquela borboleta desejando ter alguma coisa para bater a sua cabeça também para lhe tirar daquele desespero. Depois voltou aos seus pensamentos perdidos do que tinha acontecido a algumas horas. Ele nunca havia cometido crime nenhum. Só podia ter sido o chefe que tinha avisado a polícia para vingar-se. Agora ia ser perseguido por crimes que não tinha cometido. Além disso, de certeza que os DBSK não iam querer saber mais dele. Enterrou os dedos no cabelo cheio de raiva sentindo-se miserável. Ouviu alguém, virando-se logo assustado. Quando reparou que a pessoa que estava ali era a que ele menos esperava.

-Emi?! tremeu olhando para ela espantado.

Ela sorriu sentando-se ao seu lado dizendo:

-Calculei que estivesses aqui no parque.

Jaejoong virou o rosto para outro lado.

-O que fazes aqui na rua a estas horas? perguntou Jaejoong sempre sem conseguir encara-la.

-Acho que isso não é uma pergunta digna de quem está na mesma situação. respondeu sarcástica.

Jaejoong bufou.

-Mas posso responder. Acabei de sair do meu trabalho e como passo por aqui todos os dias, vi que estavas aqui. Agora acho justo que me digas tu.

Ela sorria esperando que Jaejoong olhasse para ela e respondesse mas sem resultado. De um impulso, colocou as mãos na cara dele virando-o para ela. Jaejoong ficou sem reacção olhando-a com os olhos muito abertos. Estavam apenas alguns centímetros um do outro.

-Não me vou por com rodeios Jaejoong. disse determinada.

Aos poucos sentiu os dedos dela a acariciar o seu rosto e a endireitar algumas pontas dos seus cabelos. O coração batia fortemente que Jaejoong pensava que ia vomita-lo naquele momento. Viu o rosto dela que se aproximava devagar. Ele apertou o tecido das calças na mão não sabendo se estava preparado para uma situação daquelas. Fechou os olhos não querendo ver nada. Quando sentiu os braços dela saírem do seu rosto que lhe apertaram num forte abraço. Ele ficou surpreso. Talvez não fosse bem aquilo que ele estava à espera.

-Eu sei de tudo! confessou com o som abafado pelo o rosto estar escondido no ombro dele.

-Tudo?! perguntou com o coração a bater mais de força. Só esperava que ela não o tivesse a sentir.

Ela desenterrou a cabeça do ombro dele, colocando agora o queixo sobre ele.

-Sei porque estás aqui. Sei porque desapareceste durante este tempo todo. Foi tudo por minha causa.

Jaejoong olhou para o chão intrigado e disse:

-Como?! Onde foste buscar essa ideia?

Ela afastou-se dele olhando-o nos olhos.

-Não vale a pena negares. Eu vi tudo no dia em que fizeste essa promessa. Já algum tempo que dois homens estavam a te seguir. Ouvi a fossa conversa e fiquei muito preocupada. Tentei encontrar-te depois disso mas não consegui. Tive medo que já tivesses seguido essa ideia. Eu não quero que sofras mais por minha causa.

Jaejoong pela primeira vez naquela noite, conseguiu olha-la nos olhos, reparando no seu ar preocupado.

-Por favor desiste dessa promessa. pediu agarrando a mão dele.

Jaejoong olhou para a sua mão depois para as lágrimas que rolavam no seu rosto. Teve vontade de abraça-la mas tinha de resistir. Por mais que quisesse desistir da promessa que tinha feito, não podia. Já estava demasiado envolvido e se acabasse com tudo agora, sabia que não ia escapar nem ela ia conseguir.

-Estás enganada! falou mais alto retirando a mão bruscamente.

Ela deixou de chorar dirigindo o olhar para a sua mão e depois para ele espantada. Ele olhou para ela com um ar sério e disse:

-Não estou com os bandidos por tua causa mas porque quero.

Ela soltou um gemido de horror.

-Estás a mentir Jaejoong. Eu ouvi bem a conversa.

-Não. Tu não ouviste bem a conversa. Eu já fazia parte dos bandidos mesmo antes disso.

Não sou quem tu pensas. Não devias de envolver-te comigo. gritou
Ela levantou-se chateada batendo com os pés no chão com força. Olhou para ele mais uma vez cheia de raiva e disse:

-Se mudares de ideias, vem ter aqui ao parque de manhã.

Dito isso, afastou-se a correr.

Jaejoong a viu afastar-se desaparecendo logo depois na esquina de um apartamento.
Olhou para a sua mão ainda a sentir o calor do toque dela. Brincou com os nós dos dedos.

-Desculpa-me. Não posso dizer a verdade, só quero proteger-te.

Várias lembranças percorreram a sua mente naquele minuto. Tudo começava a fazer sentido. Foi por isso que ela regressou e estava naquela noite no bar. A sua memória voltou atrás.

-Despacha-te Jaejoong! gritou um homem de cabelo curto preto e olhos pequenos.

Estava a pegar em algumas roupas, jogando-as para dentro de uma mala apressadamente.
Um rapazinho de 7 anos, espreitou por detrás da ombreira da porta do quarto. Tinha o cabelo preto e uma pele branca e traços suaves. O homem virou-se para ele como se o tivesse sentido.

-O que estás a fazer aí Jaejoong?

Ele pegou na mala, agarrou no braço do rapazinho empurrando-o para a rua.

-Onde é que vamos? perguntou mordendo os lábios devido á força que o homem puxava o seu braço.

-Não faças perguntas e vai buscar a tua mala!

O rapazinho obedeceu correndo até ao seu quarto. Puxou a mala com dificuldade que estava encostada á parede. Antes de sair, olhou para uma mesa que ficava ao lado da cama, vendo um retrato de uma mulher muito bonita. Pegou na fotografia, limpando com a manga do casaco. Ela tinha o cabelo castanho escuro comprido e uns olhos claros de princesa. Jaejoong sorriu.

-Jaejoong o que ainda estás a fazer? gritou o homem começando a ficar desesperado com a sua demora.

Jaejoong retirou a foto da moldura, guardando-a no bolço. De seguida, pegou na mala correndo o mais que podia até a rua onde o homem o esperava já a falar ao telemóvel.

-Sim! Arranja-me um táxi. O quê não podes arranjar?! Então vou no meu próprio carro.

Jaejoong olhou para ele, vendo-o a andar as voltas.

-Não me interessa o que me vai acontecer. Só quero salvar a minha família. Sim eu sei onde me meti.

Jaejoong continuava a observa-lo e atento à conversa. O homem olhou para ele percebendo isso e disse ao telefone não tirando os olhos dele:

-Tenho de desligar.

O homem abriu a porta para Jaejoong entrar que obedeceu logo. De seguida, começou a arrastar a mala até ao porta bagagem do carro. Pegou na mala com alguma dificuldade empurrando-a para dentro juntamente com a sua. Jaejoong virou-se para trás depois de por o cinto, para conseguir observar o seu rosto de enfado antes de fechar o porta bagagem de força que fez o carro estremecer. O homem entrou pegando a fundo no acelerador. Jaejoong ainda teve tempo de ver as árvores da casa que agora corriam para trás devido á velocidade do carro.

-Onde vamos? perguntou com um rosto inocente observando os seus pés que batiam um no outro.

O homem olhou para ele pelo retrovisor e disse:

-Já te disse para não fazeres perguntas.

Jaejoong fez beicinho tirando a foto do bolso agora um bocado amarrotada na ponta.

Sorriu.

-O que tens aí? perguntou o homem a olha-lo novamente pelo retrovisor.

Jaejoong virou a foto para ele com um sorriso e uns olhos brilhantes. O homem respirou fundo, olhando para a frente e dirigindo o olhar sabe-se lá para a onde, tentado poupa-lo á foto.

-Ela vai melhorar, não vai? perguntou Jaejoong sempre a olhar para a foto sorridente.

O homem voltou a suspirar agora sentindo-se triste e aborrecido.

-Esperemos que sim! disse lançando um sorriso para trás durante alguns segundos.

Jaejoong sorriu ainda mais aliviado com aquela resposta.

-Assim espero! concluiu o homem que falou tão baixinho para Jaejoong não ouvir.

Passada uma viagem de 20 minutos, pararam ao pé de um edifício enorme. Jaejoong saiu de um salto do carro. Observou o edifício. Andavam algumas crianças a brincar junto a um parque com escorregas e baloiços muito enferrujados, onde se conseguia ouvir os seus ferros estalarem perante o peso das crianças. No outro lado, outras brincavam com uma bola. Uma menina de totós e um grande chupa-chupa, passou com um ar espantado e com a boca toda suja cheia de doce a olhar para ele. Ele seguiu o homem espantado ao que estava a ver. O homem cumprimentou outro bastante mais alto que ele, fato preto e cabelo lambuzado para trás.

-Olá! Como está? cumprimentou o homem educado.

-Bem ao que se espera.

-Então este é que é o rapazinho? perguntou ao homem esticando o corpo para a frente para chegar a altura de Jaejoong.

Jaejoong deu um passo atrás um pouco assustado.

-Sim é ele.

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Última edição por Lili em Qui Ago 20, 2009 3:39 am, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Ter Jun 30, 2009 3:31 pm

-Como te chamas?

Jaejoong notou uma verruga na ponta do seu nariz que ainda não tinha reparado mas ele não respondeu.

-Ele chama-se Jaejoong. respondeu o outro homem colocando a mão na cabeça dele.

-Auhhh!!! gemeu o homem bastante alto que fez com que Jaejoong desse um pulo. – È bom ter-te por cá. Espero que venhas a ficar bem na tua nova casa.

Jaejoong não estava a perceber a onde aquela conversa ia. Puxou as calças do homem esperando uma resposta. Este baixou-se até á sua altura, deu um sorriso mas os olhos mostravam tristeza.

-Escuta bem Jaejoong, para onde vou tu não podes ir. Por isso, vais ficar aqui neste orfanato durante algum tempo e depois eu venho buscar-te.

Jaejoong ficou horrorizado abraçando o homem de imediato.

-Não! gritou escondendo as lágrimas.
-Desculpa-me Jaejoong! retribuiu o abraço. – Logo estou de volta. Dentro de 3 semanas.
-Vai contando o tempo meu filho.

[i]Jaejoong apertou-o ainda mais com os seus pequenos braços para o impedir de ir embora.

-Não vás papa!

O homem agarrou no Jaejoong afastando-o.

-Vá meu querido! Não te preocupes vais gostar disto aqui.

[i]O pai levantou-se limpando o nariz para esconder uma lágrima. Abriu novamente o porta bagagem retirando a mala de Jaejoong. Colocou-a no chão olhando mais uma vez para ele dando um sorriso. Depois contornou o carro entrando. Jaejoong quis segui-lo mas foi impedido pelo homem que o agarrava fortemente.

-Não! Não! gritava tentando soltar-se e as lágrimas escorriam.

O carro partiu desaparecendo no horizonte.


Jaejoong voltou à realidade passando a mão na testa suada. Ao lembrar-se de coisas passada, fazia com ficasse com um certo medo e perguntas que nunca tinha achado respostas. Perguntava-se todos os dias deste que viu o seu pai partir, para onde tinha ido para que ele não pudesse ir. Nesse dia, arranjou um calendário, pendurou na parede do seu quarto contando os dias em que o pai ia voltar. As 3 semanas passaram e ele nunca tinha voltado. Quando o calendário já marcava 2 meses, Jaejoong recebeu a terrível noticia que os seus pais tinham morrido. Quando tinha perguntando como eles morreram, apenas souberam responder que a mãe não faziam ideia e o pai tinham encontrado o corpo num rio. Estava na ideia que tinha sido um suicídio. A partir daí não soube de mais nada. Ficou sozinho durante algum tempo naquele orfanato, chorando vezes sem conta todas as noites sem ninguém saber com a esperança que o pai podia vir busca-lo. Nem tudo foi triste na sua infância. Aquela menina que ele tinha visto passar, tornar-se uma grande amiga. Nesse momento outra memória surgiu na sua mente.

-Porque estás a chorar? perguntou a menina de totós.

Jaejoong estava num canto de joelhos dobrados e a cabeça entre eles com os braços á volta. Retirou a cabeça escondida, olhando para trás reparando que tinha esquecido de fechar a porta do seu quarto.

-Não te diz respeito. respondeu aborrecido entre soluços.

A menina aproximou-se dele, colocando-se de joelhos procurando alguma abertura entre ele e os braços para conseguir ver a sua cara. Jaejoong parou de soluçar levantando a cabeça, olhando para o leve rosto dela que lhe sorria. Ele sem saber como sorriu também Ela apontou o seu dedo pequeno para uma lágrima que escorria no seu rosto. Jaejoong fungou, passando a manga por toda a cara.


Jaejoong voltou novamente á realidade. Passou as mãos no cabelo, á medida que olhava o chão. Todas as memórias estavam no seu reencontro naquela noite. Passado 3 anos, Jaejoong deixou a sua amiga de infância, sendo transferido para uma escola onde conheceu Yunho que se tornou num grande amigo. Cresceram juntos até aos 18 anos, onde já podiam sair da escola pela sua própria vontade. Procuram um trabalho juntos até decidirem para onde iam estudar. Jaejoong voltou a reencontrar a sua amiga de infância depois de tanto tempo e a partir daí não perderam nunca mais contacto. Mas tudo mudou, quando Jaejoong depois de um dia de trabalho perseguido por um grupo muito suspeito.


Jaejoong esperava nervoso pelo autocarro. Olhou o relógio. Já estava bastante atrasado para a sua aula. Levantou os olhos para o céu. Estava um tempo chuvoso onde umas grandes nuvens negras estavam mesmo por cima da sua cabeça. Depois dirigiu novamente o olhar para as duas ruas, não havendo sinal de nenhum autocarro.
Voltou a olhar para o relógio e disse:

-Acho que é melhor ir a pé.

Jaejoong saiu apressado, entrando na chuva que caía fortemente na sua cabeça. Imediatamente como reacção, colocou a pasta que tinha na mão sobre ela. Atravessou a rua, passando por uma geladaria que fechava as portas apressadamente devido a água que estava a entrar, depois por uma loja de revistas e por fim, um banco com grandes vidros que reflectiam a aparência molhada dele. Nesse momento, algo o chamou a atenção fazendo com que parasse e olhasse o seu reflexo nos espelhos. Jaejoong viu por detrás do seu cabelo molhado e do seu rosto pálido, o reflexo de uma sombra que o observava constantemente numa esquina de uma casa. Ele olhou para trás vendo que a sombra já lá não estava. Mas do outro lado, um homem caminhava na sua direcção e mais à frente, outro fazia o mesmo. Ele não estava a gostar daquela aproximação, sentiu um arrepio e logo reagiu em fugir dali. Jaejoong começou a correr novamente, sendo perseguido por aqueles homens. Ouvia o chapinhar dos seus sapatos na água confundidos com os outros. A rua estava enevoada, sendo difícil de ver alguma coisa. Quando deu por si, estava a entrar num túnel que foi o pior que podia ter acontecido. Parou de correr ao ver que outros entravam pelo outro lado do túnel e á sua trás, entrava o grupo que o tinha perseguido. Estava cercado. Jaejoong olhou de um lado para outro, respirando profundamente e a sentir a pingas que escorriam pelo corpo.

-O que querem? perguntou sem hesitação.

Um homem magro de cabelo castanho encaracolado com olheiras grandes debaixo dos seus olhos pequenos que faziam parecer um zombie e pele pálida, abriu caminho entre eles ficando cara a cara com Jaejoong. Tinha um sorriso estúpido estampado na cara e não parava de esfregar as mãos, uma na outra.

-Finalmente! disse com prazer rodeando Jaejoong. – Onde é que ela está?

-Ela quem? perguntou Jaejoong seguindo-o com o olhar.

Jaejoong sentiu um empurrão que o fez cair para a frente ficando de joelhos. Tentou levantar-se mas sentiu uma grande dor no pé. Viu o homem que se agachava para olha-lo nos olhos.

-Acho que não me fiz entender. Onde é que ela está? Não estou aqui para brincadeiras.

Jaejoong retribuiu o mesmo olhar frio respondendo:

-Se eu não fosse tão burro, adivinharia de quem está a falar.

O homem olhou para um dos homens fazendo-o sinal com os olhos. Jaejoong voltou a sentir algo, mas desta vez um grande pontapé nas costelas. Gemeu com a dor, tentando respirar fundo.

-Não me desafies rapaz. Não estou para perder tempo contigo. Onde está essa rapariga chamada Emi?

Aquilo foi como um raio para os seus ouvidos. Levantou a cabeça, olhando para o homem espantado e preocupado.

-Que querem dela?

-Parece-me que isso não te diz respeito. – O homem levantou-se. – Mas precisamos da rapariga para algumas coisinhas. Senão disseres onde ela está, fazemos-lhe a vida negra.

-Mas vocês acabaram de dizer que não sabem onde está.

-Confia em mim meu rapaz. Eu sou muito bom a encontrar seja quem for. Mesmo que a encontrássemos, ela não iria querer fazer parte das nossas ideias, por isso, íamos acabar por fazer-lhe a vida negra na mesma.

O homem soltou uma gargalhada estrondosa e os outros fizeram o mesmo. Jaejoong olhou em volta, tentando contar quantos lá haviam. Talvez fossem 20 homens ao todo. Voltou a olhar para o homem.

-O que posso eu fazer então?

Parou de rir.

-Como? Fazer o quê?

-Proponho um negócio. sugeriu Jaejoong que ainda estava de joelhos.

O homem voltou a agachar-se e disse:

-Não estás numa posição muito boa de propor negócios.

-Prometo fazer tudo o que vocês quiserem, desde que a deixem em paz.

O homem levantou a sobrancelha fazendo novamente o sorriso parvo.

-Estás a dizer que queres ficar ladrão para protegeres a rapariga?

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Última edição por Lili em Qui Ago 20, 2009 3:42 am, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Qui Ago 20, 2009 3:33 am

Jaejoong cumpriu a promessa ficando desaparecido durante 5 anos. Pensou que nunca ninguém o ia encontrar mas enganou-se. Numa noite normal como todas as outras infelizes na sua vida mas capaz de proteger quem ele mais gostava, Emi apareceu no bar com um sorriso nos lábios reconhecendo-o imediatamente. Jaejoong ficou sem saber o que fazer, retirando a visão dos olhos dela embaraçado e rezando para que ninguém a tivesse visto. Naquele momento, ele lembrou-se de mais uma promessa.

-Jaejoong o que queres ser quando fores grande? perguntou a menina enrolando os totós nos dedos.

Ele fez uma expressão pensativa com os olhos postos no tecto e disse:

-Talvez cantor.

Ela abriu a boca soltando um gemido de espanto.

-Isso é fantástico! Vais mesmo tornar-te cantor?

-Não sei. respondeu triste.

-Porque dizes isso?

-Porque não sei se vou conseguir sair daqui e ter dinheiro para isso. respondeu inocente.

A menina colocou o seu pequeno dedo mindinho á frente do nariz de Jaejoong e disse com um sorriso:

-Vamos fazer uma promessa. Quero que me prometas que vais ser um grande cantor.
Jaejoong ao princípio hesitou mas logo aceitou a proposta. Enrolou o seu dedo no dela e por fim selaram a promessa os dois a sorrir.

-Qual foi a que pediste? perguntou curioso Jaejoong olhando para os olhos dela.

-Segredo! Saberás da altura certa.


Jaejoong estava cansado com tantas as memórias que havia recordado. Enroscou o corpo em cima do banco de pedra. Colocou o braço para servir de almofada. Ficou a olhar a rua durante, ao que pareceu várias horas. Não tinha sono nem ia conseguir dormir. Deixou apenas que os olhos fechassem para poder descansar.

No dia seguinte



Yunho, Changmin, Junsu e Yoochun ainda estavam a tentar arranjar maneira de encontrar Jaejoong. O edifício estava cheio de polícias e detectives. Depressa os media ficaram a saber da história, encurralando as portas de entrada do edifício com máquinas fotográficas, filmagens e gravadores. Bastava alguém sair, que sufocavam com perguntas.
Yunho despertou ao sentir a porta da sala fechar. Abriu os olhos e viu Changmin olha-lo com um ar preocupado e uma caneca na mão.

-Hyung, porque estás aí?

Yunho olhou para o sofá onde estava sentado ao mexer o pescoço sentiu uma dor horrível. Os braços e as pernas também doíam por ter adormecido numa posição menos correcta.

-Devo ter adormecido. disse enrugando a testa.

-Uah isto está cheio! disse espantado Changmin.

Yunho tentou procura-lo, visto que ele já não estava no mesmo sitio. Foi encontra-lo a olhar para a janela de boca aberta.

-Que estás a ver? perguntou Yunho levantando-se e ignorando uma dor que sentiu no joelho.

Ele obteve a resposta ao olhar para a janela também. Um grande número de pessoas esperava ao pé da porta de entrada do edifício.

-Ninguém vai conseguir passar por ali. disse Changmin.

Yunho levantou a sobrancelha e dirigiu-se para a cozinha pegando numa chávena de café. Junsu vinha a sair do quarto passando a mão na cabeça e disse com um leve sorriso.

-Bom dia!

Yunho pareceu ignora-lo e Changmin continuava na janela mas desta vez a olhar para a cima, como que averiguando o tempo.
O manager entrou de repente na sala com um ar aborrecido e extremamente zangado que despertou a atenção dos três que o olhavam um bocado assustados. Jogou um jornal para cima da mesa dizendo:

-Estamos em todos os jornais. Já estou a ver a nossa derrota e tudo por minha causa.
Sentou-se no sofá colocando as mãos na cabeça. Junsu sentou-se também pegando no jornal.

- “Vergonha para os DBSK”! leu alto olhando para o manager que escorregava a mão na cara.

Junsu abriu a página correcta da informação e começou a ler alto:

“Vergonha para os DBSK. Como já devem saber, um novo membro ingressou no grupo mais famoso da época a algumas semanas. Como nos foi dito, o rapaz cantava bem, tinha boa aparência e um rosto que encantava muitos mas ao que parece, escondia um terrível passado por detrás de uma cara bonita. Temos a informação de que faz parte de um grupo de bandidos há muito procurado pela polícia. Os responsáveis do caso, estão a tentar encontrar os bandidos e o rapaz que desapareceu na noite que foi descoberto. Aguardamos por mais informações.”


Yunho levantou os olhos da caneca e Junsu esmagou a página com a mão dizendo:

-Hyung, é impossível ter feito isto! Eu não acho que ele seja má pessoa.

-Concordo. disse Changmin com um ar preocupado.

-O Yunho é que nos pode dar mais pormenores. Ele conhece o Jaejoong há muito tempo. afirmou Junsu

Os três dirigiram o olhar para Yunho que passava o dedo á volta da caneca. Este olhou para eles com um ar aborrecido e disse:

-Sei tanto quanto vocês.

Nesse momento, Yoochun entrou na sala com um sorriso dizendo:

-Yunho tenho uma visita para ti.

Detrás do Yoochun, surgiu uma rapariga com um sorriso de orelha a orelha fazendo uma vénia e entrando.

-Que fazes aqui Emi? perguntou Yunho levantando-se indo para ao pé dela.

-Vim fazer-te uma visita. E gostaria muito de falar contigo a sós.

Yunho deu uma olhadela aos membros por detrás do ombro e disse com sorriso para Emi voltando a olhar para ela.

-Está bem!

Os dois dirigiram-se para varanda da sala. Emi colocou as mãos sobre o ferro inspirando o ar da manhã. Uma leve brisa passou e os seus cabelos bailaram com graciosidade. O sol já estava bem alto, começando a aquecer cada canto da cidade. Yunho colocou os dois braços na varanda inclinando-se um pouco para a frente e franzido a testa devido ao intenso sol que lhe batia na cara.

-Já ouvi falar das notícias! quebrou o silêncio Emi olhando para Yunho.

Yunho não olhou para ela olhando apenas para os carros que passavam lá em baixo. Emi olhou para o horizonte algures atrás dos hotéis e casas e continuou:

-Eu tenho…um amigo secreto! Só gostava de dizer-te que o Jaejoong é esse amigo.

Yunho largou a varanda ficando boquiaberto com aquela revelação. Emi sorria-lhe. Ficou um silêncio durante alguns segundos, até que a expressão boquiaberta de Yunho, mudou para uma completamente irritada e com desprezo.

-Não vou permitir! Sou teu irmão não vou permitir!

O sorriso de Emi desvaneceu olhando para Yunho.

-Não te importa que eu seja feliz?

Yunho olhou o horizonte não conseguindo enfrenta-la e disse:

-Prefiro que sejas feliz com outra pessoa.

Emi mordeu os lábios tentando falar.

-Eu…eu gosto muito dele!

Yunho olhou mais uma vez para ela e sem pensar no que estava a dizer gritou:

-Como é que podes ser feliz com uma pessoa como o Jaejoong?! Tu leste os jornais? Tu sabes o que aconteceu?! – levantou o braço apontando para a porta de vidro que dava acesso à varanda. – A polícia anda a procura dele. Sabes muito bem que uns bandidos sempre quiseram apanhar-te e agora estão a usar o Jaejoong para faze-lo.

Quando parou de falar e pode finalmente respirar, apercebeu-se que tinha feito asneira. Emi mordia os lábios tentando esconder lágrimas por detrás dos olhos vermelhos.

-Não percebes pois não?! És um idiota!

Emi saiu a correr da varanda, e depressa encontrou a porta de saída passando pelos outros membros que foram apanhados de surpresa por estarem a ouvir a conversa atrás da porta. Ela fechou a porta de força atrás de si. Ficou um silêncio durante alguns segundos com os membros ainda sem perceber nada. Changmin aproximou-se de Yunho, colocando a mão no seu ombro.

-Então como vai isso Hyung? sorriu

Yunho encolheu os ombros.

-Tudo vai-se resolver. encorajou Junsu.

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Bem minha gente, está aqui o resto do capitulo. Estou a desesperar por favor alguém que comente nem que seja para dizer mal da fanfic :xoro:

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sex Ago 21, 2009 5:08 pm

UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Brutal!
Eu adoro esta fic!

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Qua Set 09, 2009 1:35 pm

Ufa finalmente mais um capitulo. Já está mesmo no fim esta fanfic. Agora só falta 1 capitulo. Espero que gostem Very Happy

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Capitulo 6



Jaejoong caminhava até ao parque. Na realidade, sentia que tinha um andar muito estranho pelo que as pessoas olhavam-no de uma maneira estranha. Era normal estava muito nervoso. Não sabia se devia vê-la ou não. Lembrou-se da conversa que tinha tido com a Emi:

“-Se mudares de ideias, vem ter aqui ao parque de manhã.”


Ele não queria desistir de nada. Queria ir até ao fim com aquela história. Queria protege-la e só queria largar tudo, quando tivesse a certeza que ela estava em segurança. Colocou-se atrás de uma cabine telefónica esperando vê-la chegar. Olhou os dois lados da rua não vendo sinal dela. Por fim, Emi chegou sentando-se no banco que Jaejoong estava na noite passada. Viu-a olhar de um lado para o outro e depois para o céu. Jaejoong não sabia o que fazer. Por um lado, a sua cabeça dizia que não devia de ir porque ia acabar por mentir-lhe, por outro o coração dizia que devia de ir e dizer-lhe o quanto a amava e estava disposto a arriscar tudo. Olhou mais uma vez para ela, vendo o seu rosto triste e disse:

-Não…não posso ir! Desculpa-me Emi. disse virando-se para ir embora.

Nesse momento, Jaejoong ficou surpreendido por uma mulher mais baixa que ele e de uma certa idade, que gritou apontando para o seu nariz:

-Oh! Tu és aquele que a policia anda à procura! SOCORRO!

As pessoas pararam imediatamente para ver o que se passava. Outras aproximaram-se a comentar o mesmo que a mulher.

-Chamem a policia!!! gritou um homem com um bigode bicudo atrás dele.

Jaejoong sentiu o coração polar e um suor frio percorreu-lhe a espinha. Ele olhou para trás e viu que Emi dirigir-se para junto das pessoas. Não queria que ela o visse mas mal conseguia sair da confusão de pessoas que estava á volta dele. Tentou olhar para todos os rostos que o acusavam e tentar sair daquele aperto, quando uma voz familiar suou mesmo atrás das suas costas.

-Jaejoong!

Ele olhou para trás vendo o rosto de Emi que levantava o braço para que ele a conseguisse ver. Jaejoong aproveitou o momento que as pessoas olharam para ela para tentar fugir. Conseguiu escapar, empurrando uma mulher que estava mesmo á sua frente. As pessoas distraídas na confusão, tentaram agarra-la dando a oportunidade a Jaejoong para fugir que correu pela rua o mais depressa que pode, desaparecendo no horizonte.

“Eu estou novamente a fugir. Corro, corro até que as minhas pernas comecem a doer, até não aguentarem mais. Mas porque corro?! Porque estou com medo?! Não fiz nada de errado para estar a fugir. Muitas pessoas são mal compreendidas por aquilo que fazem. Muitos apontam o dedo, acusam-nos, ignoram-nos e até são capazes de nos cuspir na cara porque não somos dignos de olhar para elas.”

Jaejoong só parou quando se sentiu seguro num beco estreito. Apoio a mão na parede colocando a outra no peito. Tentou respirar profundamente. Tinha a respiração acelerada. Por fim, deixou-se cair na calçada fria da rua.

Emi ainda estava no mesmo sítio surpresa pelo o que tinha acabado de ver. Sentiu uma forte dor no peito, levando a mão até ele. Tinha de fazer alguma coisa para acabar com o sofrimento de Jaejoong. Ela sabia que era a culpada daquilo tudo. Ele estava agora naquela confusão toda por causa dela. O melhor a fazer era entregar-se enquanto era tempo.
Emi dirigiu-se para o bar onde os bandidos trabalhavam. Na porta de entrada, encontravam-se dois homens com um cigarro no canto da boca. Logo que a viram, lançaram-lhe um olhar penetrante a medida que ela passava para a porta de entrada. Os dois tinham vestido, t-shirts sujas com algo preto que Emi deduziu ser óleo e os cabelos estavam lambuzados pelo suor. Assobiaram mas ela não ligou. Logo que ela chegou á porta preparada para entrar, um dos homens colocou a mão impedindo-a de passar.

-Para onde vais linda? perguntou o homem lançando-lhe um sorriso de babado.

-Tenho coisas a tratar! respondeu friamente tentando não olhar para o aspecto nojento dele.

-Como é que uma pessoa como tu, tem assuntos para tratar aqui? perguntou sempre com o mesmo sorriso mas agora olhando-a de cima a baixo.

Ela virou os olhos para ele desta vez e respondeu:

-Quero falar com o vosso chefe. Eu sou a rapariga que o vosso chefe procura.

-Ahhh…! soltou ele sempre observando-a – Muito bem! Levamos-te ao chefe mas se ele não gostar de ti sempre podes fazer companhia a duas pessoas solitárias.

Emi soltou uma risadinha de como quem diz: “tens cá uma piada!”. Sentiu a mão do outro homem agarra-la. Mexeu o braço com brusquidão fazendo com que o homem a largasse e disse:

-Não preciso que me agarrem, não tenciono atirar-me ao pescoço do vosso chefe.

Os dois soltaram uma gargalhada e seguiram atrás dela. Emi entrou no bar, e a primeira coisa que chamou a atenção, foi o palco onde virá Jaejoong. Distraída nos pensamentos, sentiu um dos homens fazer-lhe sinal para virar a esquerda onde se encontrava um corredor onde se via ao fundo uma porta castanha. Olhou para o lado vendo dois homens não muito diferentes dos outros a beber uma substância castanha dentro de dois copos do tamanho de um polegar. Logo que captaram o olhar dela, sorriram e gritaram para os homens que a levavam.

-O que trazes aí?! Um presente para logo à noite?

-Vamos ver meus caros senhores! respondeu com uma voz gloriosa.

Emi não ligou seguindo em frente sempre em alerta esperando que algum deles atacasse do nada. Sentia um grande peso no coração. Não fazia ideia que o Jaejoong vivia naquelas condições à 5 anos. Aquela gente não era de confiança e quem sabe o que andavam a fazer ali dentro. Por fim, quando chegaram ao fim do corredor, um dos homens ordenou que ela esperasse que ia avisar o chefe que estava cá. Passado alguns minutos, o homem mandou-a entrar. Voltou a sentir o peso no coração mas agora mais forte. Colocou a mão gelada na porta abrindo-a. Deu consigo a entrar num espaço húmido com pouca luz. Ao fundo estava uma secretária onde aparecia um homem inundado pelo escuro. A pouca luz que entrava, era de uma janela pequena com grades por cima da sua cabeça. As paredes estavam cheias de bolor e Emi sentiu um cheiro forte a cigarros a pairar pelo ar. Dois homens corpulentos encontravam-se ao lado dele. Viu a sua silhueta levantar-se. Quando apanhou um pouco mais de luz, ela conseguiu descrever a sua postura forte, cabelo castanho curto e desalinhado. Aparentava ter uns 50 anos. Sorriu ao vê-la mostrando os seus dentes amarelos pelos cigarros.

-A que devo tamanha gentileza de recebe-la? perguntou colocando as mãos atrás das costas.

Emi viu os dois homens que o protegiam dirigirem-se um pouco para a frente.

-Quero que deixem o Jaejoong em paz!

-O quê?! perguntou o chefe lançando um olhar para os outros homens que sorriram. – Achas que vamos fazer o que dizes?

-É a mim que querem não é? Eu estou aqui. Deixem-no em paz!

Emi deu um pulo ao ouvir o chefe como os homens a rirem as gargalhadas.

-Só podes ser doida! Quem disse que eras tu o alvo? Nunca quisemos saber de ti.

-Como assim eu não era o alvo?! perguntou surpreendida. – Eu ouvi o que disseram ao Jaejoong. Disseram que estavam à minha procura.

-Ele tinha uma pequena divida para pagar. Senão fosse por ti ele nunca aceitaria ficar do nosso lado. É o acontece às pessoas apaixonadas que chamamos de idiotas.

O chefe voltou a olhar para os homens soltando novamente uma gargalhada dirigindo-se novamente para trás da sua secretária.

-E pensando bem minha querida, acho que vais voltar a ser um alvo para apanha-lo.

O corpo de Emi gelou. Não sabia o que ia fazer. Como um impulso, queria fugir mas não ia conseguir com aqueles dois homens a olha-la constantemente. Sentiu que tinha feito tudo mal. Como podia adivinhar que quem eles queriam era o Jaejoong e nunca ela. Agora estava metida num buraco sem saída e iam voltar a usa-la para apanhar Jaejoong. Como podia ser tão estúpida. Como podia ter deixado com que ele sofresse durante tanto tempo. Mas se era ele que queriam, o que ela podia fazer. Nada podia fazer. Agora voltará a coloca-lo numa situação perigosa.

-Levem-na! ordenou o chefe aos dois homens.

Emi viu os dois homens deitarem algo num pano e quando se aproximaram, colocaram o pano na sua boca. Ela tentou resistir mas acabou perder os sentidos não sabendo para onde estavam a leva-la.

Yunho andava de um lado para o outro na sala. Estava desesperado.

-Hyung, pára com isso! Vais estragar o chão. disse Changmin que estava sentado no sofá.

-Eu preciso de fazer alguma coisa.

-Estou a ficar mal disposto de só te ver andar as voltas. falou novamente Changmin.

Yunho parou sentando-se ao lado de Changmin colocando as mãos na cabeça. Nesse momento, Yoochun entrou desesperado na sala com um papel na mão.

-Yunho, os bandidos apanharam a tua irmã! disse respirando profundamente.

Jaejoong agora andava sem destino. Vinha com a cabeça baixa sentindo-se doente. As pernas doíam-lhe mas não conseguia parar de andar. Olhou para a frente esperando reconhecer a rua onde estava. Ficou espantado ao reparar que estava á frente do edifício onde os DBSK estavam. Escondeu-se atrás de um poste esperando que ninguém o tivesse visto. A porta estava cheia de jornalistas. Tinha de voltar rapidamente para trás. Mas se voltasse para trás, para onde ia? Não tinha nenhum lugar para onde ir. Talvez tivesse que falar com o Yunho. Deu por si a caminhar em direcção ao edifício entrado pelas traseiras.

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Qua Set 09, 2009 1:42 pm

Yunho lia atentamente o papel que Yoochun tinha trazido. Yoochun e Changmin olharam para o papel por cima do seu ombro:

“Temos a tua irmã. Senão queres que alguma coisa que mau aconteça, encontra o Jaejoong e trá-lo até aqui.”

-Isto é grave. disse Yoochun preocupado.

Yunho abandonou a folha em cima da mesa, colocando a mão na cabeça.

-Que vamos fazer? perguntou Changmin olhando para Yunho

Yunho encolheu os ombros.

Nesse momento, alguém bateu à porta e Yoochun levantou-se para abri-la. Jaejoong apareceu com um ar triste.

-Jaejoong! exclamou surpreendido Yoochun.

Ao ouvirem o nome dele, Yunho e Changmin viraram a cara para a porta também surpreendidos.

-O que fazes aqui? perguntou Yoochun.

Jaejoong não teve tempo para responder ao ver Yunho dirigir-se a ele com um ar furioso e dar-lhe um murro na cara. Ele caiu violentamente no chão, sentindo o lado direito da cara a arder. Esfregou a bochecha com a mão, lançando a Yunho um ar frio.

-Porque fizeste isso? perguntou Yoochun espantado agachando-se para ajudar Jaejoong.

Jaejoong recusou a ajuda. Tentou levantar-se sozinho com alguma dificuldade.

-Talvez tenha merecido isto.

-Talvez?! Merecias muito mais pelo o que tens feito à minha irmã!

Yunho voltou a levantar o punho mas Changmin apareceu por trás impedindo-o.

-Podes repetir? A Emi é tua irmã?!

Jaejoong estava surpreso. Ele não sabia que Emi era irmã do Yunho. Recordou-se do dia em que os viu juntos. Afinal estava enganado. Eles nunca podiam ser namorados.

-Não finjas agora que não sabias que era minha irmã!

-Estás enganado Yunho. Eu não sabia que ela tinha um irmão.

-Mentiroso! insistia Yunho furioso.

-E se ele estiver a dizer a verdade? perguntou Changmin sempre a segurar a mão de Yunho.

Yunho olhou para o Changmin e disse:

-Isso agora não me interessa Changmin. A minha irmã foi apanhada por aqueles bandidos por causa dele.

-Não acredito que conseguiram apanha-la.

Os três viraram a atenção para Jaejoong que já tinha conseguido levantar-se.

-Eu tenho que ir lá busca-la.

-Não vais fazer nada Jaejoong. Vamos chamar a policia e colocar-te na cadeia.

Jaejoong sem saber como, sorriu deixando Yunho surpreso com aquela reacção. Logo, levantou o punho dando um murro em Yunho que quase caiu descontroladamente mas Changmin conseguiu agarra-lo.

-Se fizeres isso, nunca terás a tua irmã de volta. Se eu for apanhado pela polícia, como queres que vá ter com os bandidos. Nunca percebeste o que realmente se passou comigo Yunho. Não fiz o que fiz para fazer mal à Emi mas para salva-la. Prometo que vou traze-la sã e salva.

Yunho estava espantado. Colocou a mão na bochecha vermelha. Viu o olhar determinado de Jaejoong. Sem dar por si, fechou os olhos sorriu e disse:

-Talvez tenha merecido isto.

Jaejoong sorriu colocando a mão no ombro dele. Abandonou a sala.

-Podem explicar-me o que aconteceu aqui? perguntou Yoochun de boca aberta.

“Agora percebo tudo. Andei a fugir porque tive medo. Fugir faz parte dos cobardes. Eu sou um cobarde mas não quer dizer que não possa mudar o meu destino de ser cobarde. Podes não ganhar um canto no céu por salvares alguém mas podes ganhar um lugar no coração de alguém que ames. Podes salvar a vida e dá-la a quem procurar vida. Talvez seja isso que se chama “Amor”. Eu não sei explicar o que é mas creio que faz parte disso. O amor só é amor, secreto, inseguro, sem palavras…indescritível aos sentimentos de quem o sente.”



Jaejoong telefonou á polícia dando as indicações de onde ficava o bar dos bandidos. Queria que a policia chegasse no momento exacto em que ele tirava Emi de lá. Não queria saber se fosse para a prisão. O que lhe interessava naquele momento, era coloca-la em segurança. Quando chegou ao bar entrou sem dar satisfações a ninguém. Foi direitinho à sala onde o chefe estava entrando sem bater. Por detrás da secretária e ainda com a respiração ofegante, Jaejoong viu o seu chefe a brincar com um anel ouro. Passava o anel de um dedo para o outro. Quando viu Jaejoong sorriu e disse:

-Eu sabia que virias.

-Onde é que ela está?

O chefe colocou o anel no dedo mindinho, depois colocou o queixo sobre as mãos e disse:

-Uma pergunta de cada vez.

-Não me faça perder a paciência. Onde é que ela está? gritou.

O chefe levantou-se colocando as mãos atrás das costas. Começou a andar de um lado para o outro.

-Meu caro Jaejoong, devias de ser mais educado. Esqueceste-te com quem estás a falar?

Acho que estás com o nariz muito arrebitado para o meu gosto.

-Deixe-se de rodeios e diga-me onde é que ela está!

Jaejoong tentou aproximar-se, desejando agarrar no pescoço do chefe mas viu os seus guardas sempre alerta. Aqueles dois podiam desfaze-lo num segundo mas ele pouco se importava com isso.

-Tudo bem! Vamos deixar que a vejas mas só por uns segundos. Depois regressas para cá. Temos assuntos a ajustar.

O chefe fez sinal para os seus guarda-costas que obedeceram. Agarram nos braços de Jaejoong e logo colocaram um pano que tapava a sua cabeça.

-Calculo que logo que visses onde ela estava, quererias salva-la mas como quero fique aqui e a tu também, esse pano vai impedir que estragues os meus planos.

Os guardas levaram Jaejoong até onde Emi estava. Ele não sabia exactamente onde estava mas sentia um cheiro a terra molhada mesmo com o pano na cabeça. Depois sentiu os guardas desamarrarem os braços a tirarem o pano e a empurra-lo para dentro de algo impedindo-o de ver alguma coisa. Jaejoong caiu fortemente no chão. Tentou sentar-se mas tinha sido uma queda muito feia. Quando abriu os olhos reparou que estava num quarto. Á sua frente, estava Emi deitada numa cama de olhos fechados. Assustado, a primeira coisa que fez, foi ver se ela estava viva. Respirou de alívio ao ver que estava apenas a dormir profundamente. Pensou que lhe tivessem dado algo para ela adormecer. Observou as suas roupas sujas e os joelhos arranhados. Jaejoong sentiu um aperto no coração. Colocou a mão em cima da mão dela e disse:

-O que foi que te fizeram? perguntou para si apertando a mão dela na dele. – Desculpa!

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Última edição por Lili em Qua Set 09, 2009 3:38 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Qua Set 09, 2009 1:45 pm

O seu olhar dirigiu-se para o seu rosto sereno adormecido. Algo cresceu dentro dele. Algo que ele não soube explicar bem o quê. Olhou para os lábios dela sentindo uma grande vontade de os beijar mas a sua cabeça dizia que não devia de fazê-lo. O coração batia aceleradamente e um suor frio percorreu-lhe a espinha. Deu por si a aproximar dela. Sentia uma grande confusão de sentimentos e alguns deles diziam que não devia de fazer aquilo a alguém que estava precisamente a dormir. Outros, eram o medo e uma certa vergonha mas o coração não tinha meias palavras e Jaejoong estava perdidamente apaixonado por ela. Não ia importar se os lábios tocassem apenas por um bocado, ele não ia deixar escapar uma oportunidade daquelas mesmo que isso fosse a razão de ela não sentir nada, nem saber que ele a tinha beijado. E foi isso mesmo que aconteceu. Os seus lábios tocaram nos dela apenas por alguns segundos. Sentiu os lábios dela frios. Depois, afastou-se um bocado colocando a testa dele contra a dela. A respiração dela bateu-lhe na cara. Isso foi uma pequena sensação agradável estar tão perto dela. Nisso disse algo que nunca teve coragem de dizer antes:

-Eu amo-te!

Abraçou-a sentindo a culpa cair nos seus ombros por ela estar assim por causa dele. Tinha feito de tudo para conseguir salva-la mas agora tinha falhado. Apertou-a mais contra si tentando esconder as lágrimas.

-Jaejoong…és tu?!

A voz dela soou fraca no seu abraço e Jaejoong sentiu o coração pular e imediatamente largou-a. Esperava que ela não tivesse visto nada. Tentou ficar sentado direitinho. Aos poucos ela abriu os olhos. Logo que viu Jaejoong ao seu lado sorriu.

-Onde estou?

Ela tentou sentar-se na cama mas Jaejoong a impediu.

-Precisas de descansar. disse num tom meigo.

Ela olhou em redor do quarto surpreendida e depois dirigiu o olhar novamente para ele.

-Estás aqui há muito tempo?

Jaejoong coçou a cabeça atrapalhado dizendo com um ar inocente:

-Nã…não! Acabei de chegar. Não te preocupes eu vou conseguir tirar-te daqui.

Emi sorriu colocando a mão na cara dele e disse:

-Não estou preocupada desde que esteja aqui contigo.

Jaejoong corou tentando esconde-lo por detrás de um sorriso atrapalhado e disse:

-Eles não deixaram que eu visse o lugar onde estavas mas vou tentar arranjar maneira de conseguir tirar-te daqui.

Emi desta vez não sorriu mas ficou com um ar mais sério e disse:

-Existe uma coisa que tenho que contar-te Jaejoong. Eles não me queriam a mim mas sim a ti. Tudo o que se passou há 5 anos foi apenas para apanhar-te e usaram-me só para o conseguir.

-Eu?! perguntou Jaejoong começando a ficar ainda mais preocupado.

-Não sei qual é a razão mas tens de ter cuidado. – sentou-se ao lado dele e colocou as mãos na sua cara. – Por favor tem muito cuidado. Não te preocupes comigo.

Jaejoong observou o seu olhar preocupado e bem lá no fundo um brilho. Sorriu agarrando nas mãos dela.

-Não te preocupes Emi. Eu estou bem mas porque vieste para aqui?

Ela sorriu aproximando o seu rosto ao dele e disse com uma voz calma.

-Por ti.

Jaejoong voltou a corar e sem saber o que dizer ou fazer levantou-se sem olhar para ela dizendo:

-Tenho de ir. Logo, logo eu regresso.

Quando Jaejoong preparava-se para ir, a mão dela agarrou a sua impedindo-o.

-Espera Jaejoong! Tenho uma coisa que preciso de fazer.

No momento em que Jaejoong se virava, Emi apanhou-o de surpresa abraçando-o e beijando-o. Jaejoong sentiu o corpo estremecer da cabeça até aos pés. O coração voltou a bater mais depressa mas desta vez ainda mais. Ele não estava espera daquilo mas deixou-se levar. Fechou os olhos para completar melhor o momento. Foi um beijo leve mas algo inesperado. Quando Emi o largou, disse com um sorriso ao colocar a sua testa contra a dele:

-Isto é o meu contributo pelo de antes.

-Quer dizer que…viste tudo?! perguntou Jaejoong envergonhado.

Emi sorriu apenas dizendo:

-Eu também te amo!

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Qua Set 09, 2009 3:39 pm

So podes tar no gozo!

Vicias uma pessoa nisto e ainda por cima não é o fim!

BAKA Lili!

..... No entanto amei!
KAWAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

TA BRUTAL! DESPACHA-T COM O FIM Sad-.-):

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sab Set 19, 2009 10:45 am

Notas de autor: uhuhuhu finalmente o ultimo capitulo. Ainda não terminei mas vou colocar a parte que já fiz. Logo, logo coloco o resto. Espero que gostem. Finalmente sana e nayo podem respirar de alivio que já tá aqui um pedaço do fim.

Capitulo 7

Jaejoong despediu-se de Emi com um sorriso prometendo que ia arranjar maneira de tira-la dali. Ficou frente a frente com ele, olhando-a nós olhos sentindo apenas os guardas amarrarem as suas mãos. Por fim, num adeus inacabado, sorriu novamente para ela até o lenço finalmente tapar o seu rosto. Emi tentou esconder as lágrimas. Sentou-se na cama aos soluços vendo-os sair.
Jaejoong sentia as mãos dos guardas apertarem-lhe os braços. Os seus pés pisavam terra molhada e o cheiro era evidente. Novamente aquele cheiro a terra molhado, confundiu os seus pensamentos. Soube logo que estava na sala do chefe pela maneira como o empurraram, desamarraram as mãos e tiravam o lenço. E lá estava o chefe atrás da secretaria sentado e a bater os dedos uns nos outros. Logo que viu Jaejoong, levantou-se com um ar furioso e disse-lhe olhando-o nos olhos:

-Chamaste a polícia, não foi?

Jaejoong deu um sorriso de vitória e respondeu:

-Agora vão todos presos.

O chefe abriu a boca soltando uma gargalhada que ecoou pela sala. Virou-lhe as costas.

-Tens a mesma personalidade que o teu pai mas um pouco mais furiosa. Ele também teve essa ideia mas acabou por se dar mal. As tuas ameaças não me assustam. A polícia está lá fora, contudo, este bar tem milhares de saídas.

Jaejoong aproximou-se do chefe o que fez os guardas ficarem novamente atentos.

-O que tem o meu pai haver com isto? Conhecia o meu pai?

O chefe virou-se encarando-o novamente e com aquele sorriso trocista que Jaejoong tanto odiava comparado ao seu tamanho mais baixo que ele.

-Não sabias?! – abriu a boca como se tivesse surpreso. – Pois esqueci-me que tu nunca soubeste de nada.

Jaejoong levantou a sobrancelha não percebendo o que ele estava a falar. O chefe contínuo ainda mais deliciado por estar a contar algo que ele não estaria à espera.

-O teu pai era um ladrão, fazia parte do nosso grupo. Só que um dia, conheceu a tua mãe e quis desistir de tudo. Só que para mim, ninguém sai daqui senão morto por isso, ameacei o teu pai dizendo que se ele fizesse isso, ia sofrer as consequências. Lá ele concordou connosco mas o teu pai não era tão forte e as emoções começaram afecta-lo ao ponto de já não querer ouvir as minhas ameaças. A tua mãe ficou gravemente doente e ele foi novamente obrigado a ficar para poder receber dinheiro por ela. Um dia ela fez “puf” o teu pai deixou uma grande dívida e logo depois suicidou-se com tanta pressão.
Jaejoong não acreditava no que estava a ouvir. Lembrou-se do dia em que o pai o pôs num orfanato prometendo que ia voltar mas acabou por não regressar e logo depois ele recebeu a carta a avisar a morte do pai.

-Está a mentir! disse no meio da raiva e dor.

-Já me conheces o tempo suficiente para saberes que não sou de inventar histórias. Deve ter sido difícil para a tua mãe, ter um homem daqueles em casa, daí a sua doença ser tão dolorosa.

Jaejoong serrou o punho.

-Então é por isso que nunca quiseram a Emi e só a usaram para aproximarem-se de mim?

-Ela nunca nos serviu para grande coisa. O teu pai tem uma divida e alguém tem de paga-la. Nada melhor do que o próprio filho. Ele neste instante deve estar a dar voltas na campa.

O chefe voltou a rir e Jaejoong forçou-se para não lhe dar um murro na cara. No meio das sombras na sala uma figura surgiu, alguém que ele ainda não tinha reparado que estava ali. Este, era um homem magro, cabelo preto e bochechas calvas. Trazia um fato reluzente e uns olhos vermelhos de assassino. Ele sorriu ao olhar para Jaejoong o que fez com que ele sentisse um incómodo no estômago.

-Acho que não o conheces mas apresento-te o autor da morte da tua mãe, o Kyu.

Jaejoong sentiu um choque, os seus membros paralisaram, o corpo gelou. Por momentos, lembrou-se daquele menino sozinho esperando o regresso do pai e as melhoras da mãe, fechado num orfanato. A raiva possuía-lhe o corpo em segundos e a cabeça estalava contra todos os sentimentos. Estava ali á sua frente, o homem que causou toda a sua infelicidade o responsável por ele estar a viver assim agora. Jaejoong tentou atirar-se a ele mas os guardas já tinham previsto isso. Agarraram-no com força. O homem cuspiu para os pés do Jaejoong e depois olhou-o nos olhos com um sorriso trocista. Jaejoong não deixou de o seguir com o olhar.

-Tenho pena meu cara Jaejoong. disse o chefe batendo-o no ombro.

Jaejoong olhou para o chefe com um olhar cheio de raiva.

-Não olhes para mim assim. Não tenho medo desses olhares. Vamos. ordenou o chefe.

Antes de saírem, Jaejoong voltou a ver o homem a sua frente com o mesmo olhar. Ouviu-o surrar algo no seu ouvido:

-Tenho pena! Era uma mãe muito bonita…não durou muito.

Jaejoong voltou e explodir de raiva tentando agarra-lo mas os guardas eram demasiado fortes para ele. Continuavam a apertar-lhe os braços.
O chefe sorriu metendo as mãos nos bolsos preparando-se para sair. Nesse momento, a porta da sala abriu de rompante empurrando o chefe que caiu de boca aberta ficando com o rosto e língua colados ao chão. Jaejoong não acreditava no que estava a ver.

-Jaejoong!!! Estás aqui dentro! gritou Junsu.

-Podiam ter feito menos poeira. Isto aqui está um nojo. reclamou Changmin sacudindo o pó do ar devido ao embate da porta.

-Querias que isto fosse o quê? Um hotel de 5 estrelas? perguntou trocista Yoochun a Changmin.

Changmin olhou para ele de lado, cruzou os braços e respondeu:

-Não mas pelo menos podia haver alguma higiene.

Yunho surgiu por detrás dele com um sorriso e uma vassoura na mão.

-Estou contente por vos ver. disse Jaejoong feliz.

-Mas que raio! Porque trazes uma vassoura?! perguntou Junsu olhando para Yunho com um ar espantado.

Yunho fez beicinho e respondeu:

-Foi a única coisa que encontrei.

-Alto! gritou Kyu agarrando Jaejoong e apontando uma arma junto á sua cabeça.

Os membros pararam por um bocado com um ar espantado. Levantaram os braços no ar e Yunho foi obrigado a deixar cair a sua vassoura. Os guardas também tiraram armas dos bolsos, apontaram para eles. O chefe ainda estava a tentar levantar-se com uma grande dificuldade.

-Boa! Agora vemos que essa vassoura não serve para nada. disse Junsu baixinho para Yunho.

-Cala-te! Tens uma ideia melhor?

-Não. A não ser que tenhas um armamento de 1ºcategoria escondido na vassoura.

-Calem-se!!! Se algum de vocês faz algum movimento brusco, o miúdo aqui sofre.

-Ainda bem que já não vou ficar com a alcunha de miúdo. disse Changmin olhando o tecto.

Yoochun deu-lhe uma cotovelada.

-Pois bem…! – tentou falar o chefe recuperando o folgo. – Não façam nada. Nós vamos todos sair com calma.

Kyu avançou sempre com Jaejoong ao seu lado. Ordenou com a cabeça que os membros afastassem-se da porta. Obedeceram ficando do lado direito da porta e ainda com os braços no ar. Jaejoong viu Yunho tentar puxar a vassoura com o pé. Nisso, Jaejoong disfarçou que ia tropeçar o que fez com que Kyu desequilibrasse.

-O que estás a fazer idiota! reclamou Kyu apontado a arma mais para ao pé dele.

Yunho aproveitou o momento que eles se distraíram e agarrou na vassoura escondendo-a atrás das costas. Junsu, Yoochun e Changmin tentaram esconde-lo. Encostaram-se uns aos outros. Jaejoong olhou para Yunho que fez-lhe sinal. Este abaixou-se e Yunho deu com a vassoura na cara de Kyu que deixou cair a arma. Jaejoong conseguiu escapar dos braços de Kyu empurrando os guardas confusos juntamente com o chefe. Jaejoong agarrou os colarinhos do chefe e perguntou-lhe aos gritos:

-Onde está a Emi?

Os membros afastavam as armas das mãos dos guardas.

-Não..sei!

-Não me minta. Onde é que ela está? gritou ainda mais algo apartando-lhe os colarinhos

-Está debaixo do bar, existe uma entrada por baixo do palco.

Jaejoong largou-o que caiu no chão tentando respirar. Juntou-se aos membros.

-Temos de ir! disse com um sorriso.

-A policia deve estar a chegar. anuncio Yunho.

Nisso, o chefe tentou fugir e os guardas também.

-Eles estão a fugir. anuncio Changmin.

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sab Set 19, 2009 10:54 am

-Deixa estar a policia vai acabar por apanha-los. Vocês vão busca-la, tenho um assunto a tratar. disse Jaejoong com um sorriso.

-Tens a certeza que ficas bem? perguntou Yoochun colocando a mão no ombro de Jaejoong.

Jaejoong abanou a cabeça afirmando que sim. Os quatro saíram da sala com um sorriso e Jaejoong deixou-se ficar a vê-los. Por fim, o seu olhar dirigiu-se para o objecto que estava ao pé dos seus pés. A arma de Kyu reluziu nos seus olhos. Ele baixou-se para apanha-la sentindo o frio do cabo de aço. Examinava as pequenas letras, á medida que algo crescia dentro de si e um sorriso pouco conhecido na sua faceta habitual formou-se.

-Vou vingar a vossa morte! anuncio saindo da sala com a arma na mão.

Os membros localizaram uma entrada que ficava debaixo do palco.

-Acho que é aqui. disse Yunho abrindo uma pequena porta de madeira.

Olharam para dentro onde viram o buraco fundo com umas escadas de acesso. Um por um, desceram até ao fundo até sentirem que os seus pés tinham tocado chão. Mais ao fundo, havia umas lanternas que iluminavam um caminho até uma porta. Junsu olhou para as paredes reparando que aquilo era tudo feito de terra e rocha. Com cuidado conseguiram chegar até a porta e Yunho abriu-a. Lá estava Emi sentada na cama ficando surpresa ao vê-los. Abraçou um por um com lágrimas nos olhos. Ao olhar em volta e não ver o Jaejoong perguntou:

-Onde está o Jaejoong?

-Ele disse que tinha algo para resolver. respondeu Changmin

Nesse momento, o sorriso de Emi desapareceu ficando preocupada. Para surpresa dos membros ela saiu a correr do quarto.

Jaejoong caminhava devagar e baixo para não ser visto. Kyu dirigia-se para um estacionamento dentro de um edifício. Jaejoong seguia-o de longe sempre com a arma na mão. Kyu por vezes olhava para trás e Jaejoong tinha que esconder-se logo atrás de uma coluna. O coração estava acelerado e um suor frio percorria-lhe a espinha. Kyu tinha parado ao pé de um carro preto, procurando agora freneticamente dentro de uma bolça a chave dele. Jaejoong voltou a esconder-se atrás de uma coluna observando-o. Não estavam muito longe um do outro, apenas alguns escassos metros. O pé de Jaejoong tocou sem querer numa garrafa vazia que chamou a atenção de Kyu que largou tudo procurando o sitio de onde vinha o barulho. Viu a garrafa escorregar mesmo á sua frente e por detrás de uma coluna saiu Jaejoong apontando-lhe a arma.

-Tu! disse com um ar espantado e levantando as mãos no ar.

-Não vais sair daqui. disse Jaejoong calculando os seus movimentos.

-Não tinhas coragem pois não?! afirmou Kyu com um sorriso.

-A é?! Experimente!

-Queres tornar-te num assassino?

-Por tua causa os meus pais estão mortos. Não te vou deixar escapar. Vou vingar a morte deles.

Jaejoong deu um passo para a direita e o homem fez o mesmo andando ao contrário.

-Vá atira! Atira se tens coragem! incentivava Kyu sempre com um sorriso trocista.

O dedo de Jaejoong tentou apertar o gatilho. O suor percorria-lhe a testa e o cabelo tinha-se colado a ela. A mão tremia e as pernas também. Não tinha as forças necessárias para conseguir mata-lo mas tinha de o fazer, tinha de vingar a morte dos pais. Kyu continuava a rir como se tivesse a gozar dele e a gostar da brincadeira.

-Não tens coragem! És um fracassado!

As memórias da infância começaram a surgir na sua mente:

“-Desculpa-me Jaejoong! Logo estou de volta. Dentro de 3 semanas. Vai contando o tempo meu filho.”


-Cala-te!

-Não prestas nem para matar!

“-Ela vai ficar boa? – Lamento anunciar que os teus pais morreram. – Não papá volta”

-Cala-te! gritava mais alto Jaejoong fechando os olhos.

-És igual a eles. Nem para dar um tiro consegues. Não és nada que se valha. O que vais fazer senão conseguires matar-me? Vais Jogar-te de um arranha-céus? brincou rindo de boa vontade.

-Cala-te!!! gritou Jaejoong conseguindo apertar o gatilho.
O som do tiro ecoou pelo espaço por fim deixando-se de ouvir. Jaejoong tremeu de olhos fechados.

-Não!!! gritou uma voz familiar atrás de Jaejoong.

Jaejoong olhou para trás abrindo os olhos. Viu Emi que tentava chegar até ele a correr com uma grande dificuldade. Jaejoong foi ter com ela abraçando-a e deixando cair as lágrimas, disse:

-Eu matei-o! Eu matei-o!

Emi apertava-o com força chorando.

-Ainda não conseguiste matar-me.

Jaejoong ao ouvir aquela voz, olhou para trás espantado. Lá estava Kyu ainda vivo. Ao lado estava uma coluna com um buraco e a bala estava lá.

-Afinal não és capaz de nada.

Jaejoong voltou a levantar a arma apontando para ele mas a mão de Emi impediu-o de fazer isso. Ele olhou para os olhos dela ternos.

-Por favor Jaejoong, não faças isso.

-Mas…
-Tu não és um assassino.

Jaejoong baixou a arma sorrindo. Ela tinha razão. Ele não era nenhum assassino. Tinha acabado de se tornar numa coisa que não era realmente. Pouso a arma no chão abraçando-a e esquecendo-se completamente de Kyu.

-Ela tem razão! Tu não és um assassino mas eu sou.

Nesse momento, Kyu tirou uma arma que tinha escondido atrás do casaco e numa fracção de segundo, apontou para Jaejoong e atirou. No meio da confusão de sentimentos, Jaejoong não teve tempo de olhar sentindo apenas o seu corpo a ser atirado para o lado. Voltou a ouvir o som do tiro ecoar mas desta vez antes de terminar, olhou para o lado vendo Emi que acabará de levar o tiro.

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sab Set 19, 2009 1:47 pm

XAMAS A ISTO BOCADO D CAP FINAL???? EU KERU O RESU!!!!!!!!!!!! O_O

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Sab Out 31, 2009 1:42 pm

Nota de autor: Bem por fim terminei o resto do capitulo e acaba assim esta fanfic. Lamento se o fim não está grande coisas mas como já não tinha mais ideias ficou assim lol. Espero que tenham gostado de acompanhar esta fanfic. Smile

Jaejoong aproximou-se em estado de choque. O corpo tremia e a sua mão tentava tocar no corpo dela. Olhou para a ferida ao pé do estômago causada pela bala, depois, dirigiu o olhar para Emi que tentava respirar. Sentiu um medo que não soube explicar, uma angústia que lhe percorreu o estômago até á garganta. Não sabia o que devia de fazer, estava tão confuso nos seus sentimentos, que ficou parado a olha-la. Emi tentou virar a cabeça para observa-lo. Com a sua mão fraca e suja de sangue, tocou na mão dele. Jaejoong deu um pulo ao sentir o frio dela. Mesmo no estado em que estava, Emi ainda conseguiu dar-lhe um sorriso, um sorriso que Jaejoong conhecia bem e difícil de conseguir. Numa reacção repentina, abraçou-a o mais que pode. Tinha medo de perde-la, de deixa-la ali. As lágrimas escorreram no seu rosto apertando-a mais contra si.
-Desculpa! disse Jaejoong repetindo a palavra vezes sem conta.
Emi tossiu sangue o que fez com que ele sentisse a angustia cada vez mais forte. Deixou o abraço de lado tentando levanta-la ao colo.

-Tens de ir para um hospital!

Nesse momento, ouviu-se um barulho de algo cair o que fez com que Jaejoong virasse a cabeça na direcção do som com Emi ainda nos braços. Kyu ainda estava ali. Tinha acabado de deixar cair a arma. As suas mãos tremiam e de uma forma estranha, olhava para elas ao mesmo tempo que soltava um riso de perfeita loucura. Jaejoong tentou colocar-se em posição de ataque mas Emi desfalecia nos seus braços. Olhou mais uma vez para ela pensando que tinha de leva-la rapidamente para um hospital, não podia esperar mais tempo. Pegou na arma que ainda tinha ao seu lado e tentou fazer pontaria para Kyu que continuava a rir que nem um louco. O espaço fazia com que o seu riso, ecoa-se de uma forma sinistra que Jaejoong achou da melhor forma, cala-lo vingando o que ele tinha acabado de fazer. Ele mordeu os lábios tentando apertar o gatilho mas não tinha forças e os sentimentos estavam todos baralhados mas tinha de ganhar coragem e fazer o que tinha a fazer. Foi nesse momento, que Jaejoong voltou a sentir a mão de Emi que lhe tocou com firmeza. Jaejoong parou por uns instante ainda com a arma na mesma posição, olhou para ela tentando perceber o que ela queria dizer. Emi com os seus olhos cheios de lágrimas e um rosto cada vez mais pálido e fraco, abanou a cabeça como que dizendo que não vali a pena.

-Por…favor…não! pediu ela num tom fraco.

Jaejoong voltou a sentir-se como lixo. Tinha voltado a ter os mesmos pensamentos por causa da vingança. Kyu aproveitou o momento e correu o mais que pode escapando e desaparecendo entre alguns carros ali perto. Os seus passos em corrida deixaram-se de ouvir. Jaejoong viu Emi tossir mais uma vez. Desta vez, conseguiu levantar-se com ela ao colo. Procurou a saída encontrando-a ao fundo. Quando estava prestes a chegar, os membros saíram desta mesma porta. Quando viram Jaejoong foram a correr para junto dele. Yunho vinha a olhar para a irmã desde que tinha posto os pés dentro do estacionamento.

-O que aconteceu? perguntou Yoochun tentando recuperar o folgo.

-Ela precisa de uma ambulância urgentemente.

-Deixa que eu levo-a. disse Yunho tentando tira-la a força dos braços de Jaejoong.

Jaejoong deu um passo atrás impedindo-o e disse:

-Não és o único que está preocupado com ela, sabes?! Nem serás o único que vai cuidar dela! falou Jaejoong de forma ríspida.
Yunho olhou para ele com um ar furioso mas o que parecia que ia acabar em discussão e luta, acabou num sorriso inesperado dele coisa que os membros acharam completamente estranho e fora do normal.

-Vamos! disse Yunho dando uma palmada nas costas de Jaejoong.

Depressa chamaram uma ambulância e Emi foi colocada numa maca pronta para ser levada. Yunho e Jaejoong entraram no carro para ficarem junto a ela. A ambulância deu o sinal de alarme e saiu a toda a velocidade. Os enfermeiros tentaram a todo o custo impedi-la de perder muito sangue. Eles vinham calados observando apenas o trabalho deles. Atrás, vinham os membros na sua carrinha privada. Chegaram ao hospital e Emi foi transferida rapidamente para o bloco de operações. Jaejoong e Yunho seguiram a maca até os médicos dizerem que não podiam entrar. Jaejoong passou a mão na testa, sentando-se e suspirando. Yunho fez o mesmo encostando a cabeça á parede. Olhou para Jaejoong e perguntou:

-O que aconteceu?

-Ela colocou-se a frente da bala. respondeu Jaejoong baixinho a olhar para o chão.
Yunho virou o olhar para o tecto amarelo. Deixou que os seus pensamentos se perdessem numa falha que tinha encontrado e disse:

-Aquela rapariga não tem emenda.

-Eu…eu…não queria que isto acontecesse-se. Eu devia tê-la impedido.
Jaejoong enterrou as mãos no cabelo sentindo um grande desespero e raiva ao mesmo tempo. Yunho deixou a falha, olhou para Jaejoong e colocou a mão no ombro dele e disse tentando reconforta-lo:

-Não tiveste culpa. Quando a minha irmã mete algo na cabeça não há ninguém que consiga tirar.

Yoochun, Junsu e Changmin dirigiam-se para junto deles com o manager e um polícia. Logo que Jaejoong viu o manager, engoliu em seco sentindo um nó no estômago. Desvio o olhar na esperança que o manager nem reparasse nele. Yoochun sentou-se ao seu lado e depois Junsu. Changmin dirigiu-se para uma janela que ficava ao fundo do corredor a escassos metros deles.

-Já resolvi alguns assuntos. falou o manager.
Este dirigiu o olhar logo para o Jaejoong que estava de cabeça baixa.

-Já falou com a polícia? perguntou Yunho aliviando Jaejoong por alguns segundos.

-Sim contei tudo o que tinha passado e alguns detalhes. respondeu não tirando o olhar de Jaejoong.

-Mas precisamos de falar com esse rapaz aí. falou o policia magricela apontando com uma caneta para Jaejoong.
Jaejoong deu um pulo levantando a cabeça para olhar os dois.

-Vou preso não é? perguntou entre gaguejos e um olhar meigo.

Jaejoong olhou para o policia que abanou a cabeça como que afirmando que sim ao mesmo tempo que abanava a caneca. Sentiu um frio na barriga.

-Não! respondeu a voz firme do manager.
Jaejoong olhou para ele de boca aberta e espantado. Sentiu a mão de Yoochun que lhe deu uma leve palmadinha no ombro ao mesmo tempo que disse:

-Estás safo, hun?!

-É verdade! Contamos tudo aos polícias. falou Junsu.

-Embora tenha sido uma grande irresponsabilidade tua nunca nos teres contado nada sobre a tua vida. Interrompeu o manager agora mais sério.
Jaejoong sorriu sentindo o abraço de Junsu e Yoochun afogar-lhe até ao pescoço.

Passaram 2 horas e ainda não havia nenhuma notícia de como Emi estava. Viam vários médicos passar mas nenhum se disponha a dizer alguma coisa. Yunho andava de um lado para o outro, Junsu falava com o manager juntamente com Yoochun, Changmin estava sentado ao lado de Jaejoong vendo as pessoas passar. Nisso o manager falou:

-Eu vou ter que voltar para a impressa. Tenho alguns assuntos a tratar e tenho de explicar bem esta situação toda. Quando tiverem alguma notícia avisem.

-Junsu, Changmin e Yoochun, podem voltar com o manager. sugeriu Yunho amigavelmente.

-Não temos intenções de deixar-te aqui. resmungou Yoochun cruzando os braços.

-Embora sejas um chato. falou Changmin.

-Mas não há necessidade que ficarem aqui. Eu e o Jaejoong tratamos do assunto.

-Nem penses! Vamos ficar aqui convosco. Nós somos um grupo! lembrou Junsu soltando um riso.

Jaejoong e Yunho sorriam para ele.

Mais 1 hora passou e Junsu já estava quase a adormecer juntamente com Changmin. Jaejoong tinha mudado de lugar estando agora a ver a paisagem da janela. Yunho estava sentado atento a todos os médicos que passavam e Yoochun trazia cuidadosamente 3 copos pequenos de café servindo um a Yunho e depois outro a Jaejoong. Por fim, sentou-se ao pé de Yunho.

-Como estás? perguntou Yoochun a Yunho afogando a voz no café.

-Bem…penso eu. respondeu Yunho rolando o copo do café nos dedos.

-Nunca mudas! afirmou Yoochun com um sorriso que desapareceu logo a beber café.

Depois foi para junto de Jaejoong que olhava o horizonte com um olhar distante. Sorriu e perguntou:

-Então?!

Jaejoong dirigiu o olhar para ele sorriu e disse com tristeza:

-Estou igual Yoochun. Não deixo de me culpar a cada segundo que passa. É por minha culpa que ela está assim.

-Não digas isso homem. Sabes bem que não tiveste culpa nenhuma e que ela fez aquilo para proteger-te. Podias ser tu a estares nesta situação.

-Não me importava nada. Fazia qualquer coisa para protege-la. Queria estar na situação em que ela está agora, era o mais correcto.

-Gostas muito dela não é?

Jaejoong soltou uma gargalhada corando profundamente.
Yunho viu um médico de cabelo encaracolado, jovem e com óculos sair desesperado da porta onde Emi tinha entrado. Levantou-se logo colocando-se a frente dele.

-Como ela está? perguntou sem dar tempo de o médico respirar.

Jaejoong e Yoochun olharam para ele. Dirigiram-se logo para junto deles.
O médico suspirou fechando os olhos com uma certa angustia o que não deixou de preocupar os seus ouvintes.

-Conseguimos remover a bala com sucesso mas afectou-lhe alguns órgãos vitais. Também perdeu muito sangue e teve uma hemorragia interna. Fizemos os possíveis para estanca-la mas não temos a certeza se conseguimos parar por completo. Fizemos o nosso melhor, agora é só esperar para ver o resultado.

Jaejoong escorregou para trás, caindo em cima da cadeira. Yunho deu um murro na parede e o resto dos membros, baixaram os olhos sentindo um grande peso no coração.

-Se quiserem, podem ir vê-la. disse o médico saindo logo de seguida para outra sala.
Yunho olhou para Jaejoong que estava de cabeça baixa e disse:

-Vai vê-la.

Jaejoong levantou a cabeça espantado.

-Tens a certeza Yunho? Ela é a tua irmã.

Yunho sorriu respondendo.

-Tenho sim. De certeza que ela ficará muito feliz por te ver primeiro.

Jaejoong levantou-se da cadeira com um sorriso. Bateu no ombro de Yunho dirigindo-se para a sala. Quando entrou, reparou na grande janela ao lado de Emi. Olhou para ela vendo o seu rosto pálido e de olhos fechados. Foi até á janela fechar um pouco mais por causa do frio, depois puxou a cadeira sentando-se ao lado da cama. Observou o seu rosto por mais um pouco, até o olhar dirigir-se para os fios ligados aos braços e a maquina ao lado que Jaejoong ainda não tinha reparado dava um apito a medida que o coração dela batia. Levantou a mão afastando uma madeixa do cabelo dela de frente dos olhos. Sentiu um peso no coração por vê-la assim. Preferia estar naquela situação, do que vê-la assim. A mão que tinha afastado a madeixa do cabelo, pouso em cima da mão dela. Estava fria e Jaejoong puxou o cobertor tapando-a um pouco mais. Voltou a colocar a mão em cima da dela, acariciando-a suavemente. Olhou para o seu rosto mais uma vez, e sem saber como deu um sorriso dizendo:

-Parece que estiveste sempre na minha vida para salvar-me. Nunca perdeste a esperança, sempre acreditaste. Eu apenas vivia sem nenhuma expectativa no futuro mas tu ensinaste-me a tê-la. Eu é que devia estar agora aí deitado nessa cama gravemente ferido.

Tu não, tu que sempre tiveste conquistas e objectivos.
Jaejoong deixou escapar uma lágrima apertando ainda mais a mão dela. Soluçou levantando o olhar para o tecto querendo engolir todas as lágrimas para não saírem mas era impossível. O seu corpo tremeu, deitou a cabeça sobre a cama sentindo a solidão e um certo frio até as lágrimas começarem a cair sem nenhum controle.

-Jaejoong!
-Hun? Quem me chama?
-Jaejoong! O que estás a fazer?

Jaejoong abriu os olhos vendo a imagem de um grande jardim á sua volta. Estava um dia lindo com um sol forte e brilhante. Ao fundo uma rapariga corria pelo jardim alegremente, apanhando flores amarelas que cobriam todo o jardim. Quando reparou em Jaejoong correu para junto dele com um sorriso. Ele reconheceu-a logo sorrindo também.

-Já estás bem? perguntou Jaejoong levantando-se de um salto.
-Do que estás a falar? Eu sempre estive bem, desde que estejas ao meu lado.

-Mas tu…

Jaejoong não teve tempo de acabar porque ela acabara de colocar um dedo na boca dele para o calar deixando-o espantado.

-Não digas nada! Eu estou muito feliz por te ter conhecido. Não voltes a dizer que não tens nenhum objectivo. Lembra-te da promessa.

Ela estendeu o dedo mindinho a frente do rosto dele.

-Promessa?! perguntou sem perceber.

-Poderei ficar em paz quando conseguires realizar a promessa que me fizeste. Amo-te!



Jaejoong acordou de um salto. Foi apenas um sonho. Levantou a cabeça tentando abrir os olhos. Viu a luz da janela que batia agora na cara. Levantou a mão tentando proteger a vista ainda meio sonolenta. Olhou para Emi que ainda estava de olhos fechados. Tinha se deixado dormir e já tinha amanhecido. Levantou-se esticando os braços e dirigindo-se até ao corredor para ver os membros. Yoochun e Junsu dormiam lado a lado, Yunho estava também ao lado deles adormecido e de boca aberta e Changmin estava no outro lado também a dormir mas abanando a cabeça devido ao facto de nada a estar a suportar. Jaejoong sorriu voltando a entrar no quarto e sentando-se ao lado de Emi. Nesse momento, uma enfermeira entrou pedindo que Jaejoong saísse por uns segundos porque precisava de verificar o estado dela e dar-lhe alguma medicação. Ele obedeceu saindo do quarto. Foi para junto dos membros mas depois quis ir buscar um café para ver se ficava mais acordado. Pelo caminho viu o manager que entrava no hospital.

-Como estás Jaejoong? perguntou o manager com um sorriso.

Jaejoong encolheu os ombros colocando o café a boca.

-Onde estão os outros?

-No corredor ao pé da sala. Estão a dormir.

-Claro foi um grande dia para vocês. Ontem, eles insistiram em ficar cá contigo quando passei por cá mais tarde.

-Hyung, esteve aqui?

-Sim mas tu estavas a dormir ao pé da rapariga. O Yunho pediu para que não te acordasse.
Nesse momento, Jaejoong lembrou-se do sonho e da promessa que tinha de cumprir. Olhou para o manager com um certo receio e perguntou:

-Hyung, tenho um favor a pedir.

-Diz lá! falou o manager cruzando os braços.

-Será que me podia arranjar um pequeno concerto?

-Concerto?! Para que queres um pequeno concerto? Não achas que isto não é boa altura para pedires coisas dessas. Além disso, como vou explicar ás pessoas o teu suposto aparecimento repentino?!

-Por favor, peço-te Hyung! É por ela. Eu fiz-lhe uma promessa e tenho de cumprir custe o que custar.

O manager sorriu e disse num tom amigável:

-Está bem! Farei o que me pedes. Hoje mesmo consigo com que cantes. Existe um programa que irá ao ar hoje. Achas que vais conseguir cantar sem ensaio?

Jaejoong quase pulou, sentiu uma felicidade enorme e uma nova esperança.

-Obrigado! Sim, vou conseguir!

Jaejoong dirigiu-se para o quarto de Emi, despindo-se. Antes, agarrou na sua mão e depois deu-lhe um beijo da testa. Com um sorriso deixou-a. Falou com os membros e Yunho disse que ia ficar ao pé da irmã, os outros foram juntamente com o Jaejoong gravar o programa.
O estúdio estava cheio de staff que andavam de um lado para o outro a organizar as coisas. Jaejoong sentia um certo nervosismo. Depressa o programa começou e Yunho no hospital tinha ligado o televisor a tempo mas uma enfermeira acabou por chama-lo o que fez com que saísse do quarto deixando Emi sozinha. Os apresentadores continuaram a falar no programa até anunciarem que Jaejoong ia cantar. Foi nesse momento que Emi abriu os olhos instintivamente. Com a visão ainda um pouco desfocada, olhou em volta do quarto até os olhos ficarem posto no ecrã da televisão. Viu a imagem de Jaejoong que entrava no palco com um sorriso. Nisso ele disse:

-Dedico esta canção aqueles que me ajudaram a seguir o meu caminho e a realizar todos os meus sonhos. Dedico também, aquela pessoa que me fez acreditar e a ter sonhos nos momentos mais tristes que tive na vida.

Nesse momento, Emi sem saber como sentiu as lágrimas escorregarem pelo o seu rosto. Yunho entrou no quarto nessa altura, ficando surpreso por vê-la acordada. Saltou para a cadeira que estava ao lado da cama agarrando logo a mão dela. Emi virou a cabeça para ele devagar olhando-o.

-Acordaste! Pensei que nunca fosses acordar. – olhou para a televisão – O Jaejoong vai começar a cantar. Ele queria que visses.

Emi olhou novamente para o televisor e Jaejoong começou a cantar. A música era suave, acalmava o coração com alegria mas ao mesmo tempo entristecia. Mais uma vez, sem saber, Emi chorava, chorava imenso como se nunca mais fosse ver aquela imagem nem ouvir aquela música. Apertou a mão de Yunho com força deixando-o surpreso com essa reacção. Ela queria falar mas não conseguia. A voz estava fechada com todas aquelas emoções. Yunho começou a ficar preocupado e perguntou:

-Que foi? Precisas de algo?

Emi abanou a cabeça anunciando que sim. Os seus olhos pálidos brilharam com as lágrimas e com uma mão fez um gesto no ar para Yunho perceber o que ela queria.

-Precisas de papel e caneta para escreveres?
Emi abanou a cabeça que sim e Yunho foi a correr buscar. Quando regressou entregou o papel e a caneta, observando-a depois a escrever.

Jaejoong terminou o programa com sucesso. Ainda estava com um certo nervosismo mas agora não estava preocupado. Junsu, Yoochun e Changmin vieram felicita-lo com um sorriso.

-Muito bom Jaejoong! disse Yoochun

-A tua voz vale muito! disse Junsu.
Um dos staff dirigia-se lentamente para junto deles e disse:

-Jaejoong tenho uma notícia para te dar.

Ambos pararam de sorrir e o coração parou de imediato.

Ele queria chorar mas não conseguia. Parecia que tudo em si tinha parado e as lágrimas secado. Foi logo a correr para o hospital quando recebeu a noticia. Yunho estava lá tentando esconder as lágrimas. Os membros também com os seus olhares tristes tentavam dar o máximo de apoio. O seu corpo continuava ali mas agora tapado e sem o barulho das maquinas que anunciavam o batimento do coração. Tudo isso agora estava parado. Yunho dirigiu-se para junto dele e com uma mão entregou-lhe um pequeno papel. Jaejoong abriu e leu:

“Por fim consegui cumprir o meu dever em realizar a promessa que fiz há muito tempo. Quero que o Jaejoong realize o seu sonho e esse será o meu sonho também. Ver-te nunca me deixou tão feliz. Nunca deixes esse sonho morrer. Mas porque acaba assim?! Porque já estava escrito e talvez porque eu quis assim ou então talvez, nunca conseguisses realizar a tua promessa como também não conseguiria realizar a minha se não acabasse assim. Não percas tempo em pensar como é que seriam as coisas se não tivesse acontecido assim. Nem nunca penses nas coisas que devias ter feito. Pensa apenas nas coisas que fizeste e podes vir a fazer.
Amar-te foi uma das regras onde eu podia desobedecer e aprender sem nunca me arrepender. Não chores. Nada acabou aqui.

Amo-te. Adeus.


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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Dom Nov 01, 2009 9:50 pm

AMEI!

Confesso q pensava q o ias matar a ele.... mas claro sempre soube q ias matar um... es tão dramatica!

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Seg Nov 02, 2009 7:14 am

yah! tipico|!!! tinhas que matar um senao nao te sentias bem contigo propria!!! -.-'' lol! tb pensei k o fosses matar a ele, mas nao deixou de ser um optimo final! AMEI| parabens pela conclusao da fic, lili-sama! =)

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Seg Nov 02, 2009 8:48 am

hahahahaha pois voces acham que eu ia fazer isso ao pobre do Jaejoong??? lolol fico contente que tenham gostado ^^

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MensagemAssunto: Re: DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"   Hoje à(s) 8:40 am

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DBSK Fanfic "Uma Promessa de Ouro"
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