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 [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"

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nayomira
Deusa Odisseia
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Ter Fev 17, 2009 3:43 pm

NOTAS DA AUTORA:

olá, cambadaaaaa!!!!! saudades da destino??? eu tambem, meus amores!!! espeor que gostem! o proximo ja vai ser o novo capitulo...esta é a ultima parte deste capitulo!!!!! divirtam-se e espero que gostem, shiiiiim???=)


“Algo assim pode ser o final da nossa procura e o princípio das nossas vidas.”
Susana Ferreira


[Capítulo 4 – “Cinco visões”]

[Parte 5 – “Pessoas perdidas”]

Lili abriu os olhos. Virou-se, olhando para o relógio que estava na sua mesinha de cabeceira. Brilhante, um oito e dois zeros desenhavam-se no ecrã digital. A rapariga de cabelos claros bocejou. Demasiado cedo para pensar. Virou-se para o outro lado e adormeceu novamente. Acordou uma hora mais tarde, bastante sobressaltada. Era o sonho outra vez. Aquele sonho que andava a ter e que se tinha intensificado desde que tinha saído do hospital, há dois dias. Tinha estado demasiado ocupada nesses dois dias para sequer ter pensado nesse sonho. Festas, recepções, papéis, padrões, desenhos e todo o tipo de coisas enchiam a sua cabeça. Bocejou. Pelo menos hoje e amanhã eram os seus dias livres. Nem podia acreditar. Levantou-se preguiçosamente e foi tomar o pequeno-almoço, pensando no que faria naquela manhã. Comeu e foi preparar-se. No momento em que estava em frente ao espelho, a arranjar o cabelo, viu uma sombra no espelho. Como uma cara. Assustada, olhou para trás, violentamente. Mas não viu nada senão o quarto vazio e calmo por trás de si. Suspirou e voltou para a frente, pensando que deveria ser do cansaço. No momento em que se virou para a frente, algo lhe assomou ao nariz. Era um perfume. Sim. Mas não um qualquer perfume. Era aquele perfume. O perfume que tinha sentido naquela noite tão estranha e no hospital.

Virou-se novamente para trás e viu uma figura desenhar-se à sua frente. Era um rapaz. Mas não qualquer rapaz. A cara dele era-lhe familiar. Tão familiar como se já o tivesse visto noutro sítio. Levantou-se da cadeira e a figura permaneceu imóvel. Era bastante mais alto que ela, pelo menos uns trinta centímetros. Era bonito. Bastante bonito, com um rosto jovem e atractivo. Os olhos brilhavam como os de uma criança e ele fitava-a demoradamente, mas nenhum dos dois falou. Aquele perfume inebriante continuava a encher a habitação e provinha dele. O silêncio prolongou-se por largos minutos até que o rapaz estendeu a mão para a cara dela. A rapariga de olhos de água, instintivamente, fechou os olhos, mas ao cabo de alguns segundos, voltou a abri-los e não viu ninguém. Abriu ainda mais os olhos, não podendo acreditar que ele realmente já não estivesse ali. Deu alguns passos para trás e sentou-se violentamente na cadeira em frente ao espelho. Pôs as mãos na cabeça e pensou que provavelmente estaria a ficar louca. Precisava…Precisava mesmo de falar com alguém. Levantou a cabeça outra vez, lembrando-se de algo.

-Raios…A Ahri…Não lhe telefonei.

Acabando de se pentear, vou até à mesinha de cabeceira e, pegando no telemóvel, marcou um número, chamou e ficou à espera.

Longos minutos passaram até que alguém atendeu, mas ninguém respondeu.

-…Estou? – disse, a medo que se tivesse enganado no número ou algo do género.

-Ai! Desculpe! Estou sim? – disse uma voz do outro lado, aliviando a loira.

-Ahriana?

-Sim, sim, é a própria. Quem fala?

-Olá! É a Lili!

-Oh, claro! Olá! Tudo bem?

-Sim, sim, tudo óptimo. Queria confirmar o nosso encontro amanhã.

-Sim, claro. Onde e a que horas?

-Não sei…Como te der mais jeito. À tarde? Talvez…Num café ou assim?

-Sim, claro. Pode ser…Sei lá, às quatro da tarde?

-
Combinado! E onde?

-Hm…Isso não sei…Escolhe tu.

Lili pensou durante um momento e lembrou-se do pequeno café que tinha visitado com uns colegas no dia anterior.

-Ontem fui com uns colegas a um café bastante simpático e onde não entra muita gente. É discreto e serve um bom café.

-Ok, então! Dá-me a morada que eu vou lá ter.

Depois de alguns segundos, a interlocutora encontrou algo onde escrever e a rapariga de cabelos claros começou a recitar a morada.

-Então encontramo-nos amanhã, não é?

-Sim! Às quatro! Até amanhã.

-Adeus.

A jovem terminou a chamada, pousando novamente o telemóvel na mesa. Suspirou. Apostava que não ia faltar assunto para discutir no dia seguinte. Voltou para os seus afazeres e tentando afastar a visão de apenas a algum tempo, pensou novamente no que iria fazer naquele seu primeiro dia de folga.

O seu chefe, o senhor velhote, simpático, estava bastante satisfeito com o seu trabalho, e, apesar de apenas terem passado três dias, estava seguro que aquela portuguesa tinha sido um bom investimento. Inclusive lhe tinha dado um adiantamento do salário, apesar dos grandes protestos da rapariga.

Decidiu então que iria visitar a baixa. Ainda não tinha lá estado e podia aproveitar para fazer algumas compras e gastar um pouco do seu primeiro salário coreano. Pegou na carteira e encaminhou-se para a porta. Quando já a tinha quase fechado, olhou para o sóbrio e pequeno apartamento pensando no que se tinha passado naquela manhã. Já tinha tido muitas experiências estranhas, mas aquela tinha-as batido a todas. Suspirou pela enésima vez nesse dia e fechou a porta, trancando-a à chave. Dentro de casa, ao pé da janela, desenhou-se uma figura, com as mãos nos bolsos, que lentamente se virou em direcção à porta da rua e ficou a fita-la, como se pudesse ver o que estava do outro lado.

-Pois, pois…Com que então “Lili”?

Alheia a tudo isto, a rapariga saiu do prédio, não pensando no resto da tarde em nada daquilo. Durante toda a manhã e toda a tarde tinha andado a visitar Seoul, convencendo-se que realmente tinha vindo parar a uma cidade lindíssima, apesar de barulhenta e cheia de poluição.

“Mas suponho que isso aconteça com todas as cidades deste género.” – pensou.

Feliz e com imensos sacos nas mãos, a rapariga divagou mais um pouco até chegar a uma parte escondida, com um parque. Era um parque lindíssimo. Estava repleto de árvores, que pareciam tocar o céu e escondiam o Sol, de tão altas e flores, de todos os tipos e feitios. Lírios, rosas, violetas, todo o tipo de flores inimagináveis se encontravam naquele parque. Era realmente como um pequeno paraíso. Lili pensou que so faltava ter uma fonte ou algo desse género para que fosse perfeito. Riu. Mas antes que pudesse sequer terminar de pensar isto viu que, à medida que andava em direcção ao centro do parque, qualquer coisa se desenhava. Era uma fonte. Tinha realmente uma fonte? Então, sim, tinha a certeza que tinha encontrado o jardim de todos os contos de fadas. Um pouco mais afastado da fonte estava um baloiço, cujos cabos de ferro estavam cheios de trepadeiras e flores, como se o próprio baloiço fosse uma planta que fazia parte da flora daquele lugar. E de facto, encaixava perfeitamente, pensou a rapariga. Andou mais uns metros e acabou por se sentar na berma da fonte. Era velha, mas tinha um certo ar histórico e estava muito bem conservada. Era como esses castelos que parecem imutáveis à passagem do tempo.

Passou a mão pela água que havia na fonte. Era gelada, mas de algum modo aquela sensação era cálida, boa. Pousou os sacos ao pé dela e olhou à sua volta. Não havia ninguém. Como era possível que um parque tão lindo estivesse tão vazio. Era quase como um crime. Fechou os olhos e recostou-se um pouco para trás, apoiando-se na fonte com as mãos. Inspirou profundamente, aproveitando o ar puro que emanavam tantas árvores juntas. Sorriu inconscientemente. Estava feliz. Não sabia bem porquê, mas estava feliz. A única coisa que a deixava inquieta era aquela estranha visão que tinha tido aquela manhã. Pensando nisto abriu os olhos, apenas para se encontrar com alguém à sua frente.

Lili apenas desvendou os longos cabelos compridos, negros como a noite, pois a figura estava de costas. Caíam livremente, lisos, ao longo do vestido que usava, branco como a neve, fazendo um estranho contraste com os cabelos. A rapariga de olhos claros estava petrificada. Como teria aquela personagem aparecido ali? Quem era? Dava-lhe uma estranha sensação, apesar de estar de costas. Abriu a boca para formular uma pergunta, mas não teve tempo de o fazer, pois a estranha jovem virou-se e olhou-a nos olhos. Tinha uns olhos profundos, estranhíssimos, de uma cor indefinida, que parecia mudar em cada segundo. Tinha uma figura esguia e era oriental. Os cabelos voavam com o vento, e Lili seguia petrificada e calada, tal como a sua companheira.

Depois de alguns segundos, a estranha rapariga aproximou-se ligeiramente, como se estivesse a voar e sorriu, dizendo:

-A este parque só chegam os que estão perdidos…

A loira olhou-a desconfiada e franziu o sobrolho.

-D-Desculpe?

A figura sorriu mais uma vez. O cabelo começou a fazer os ramos das árvores mexerem-se violentamente, criando um som, que aliado às palavras da estranha personagem, parecia uma melodia.

-Este parque foi desenhado há muito tempo…Mas nem todos conseguem encontrá-lo. Apenas quando estás perdido consegues encontrar um lugar tão bonito como este. Irónico, não?

Lili continuava estupefacta. Levantou-se e aproximou-se um pouco da rapariga. Era estranha. A sensação, digo. Era uma sensação muito estranha. Como que quase sobrenatural, mas ao mesmo tempo, emanava uma calma e confiança que desarmava qualquer um.

-Quem é você? – perguntou a rapariga de olhos claros.

A figura sorriu mais uma vez.

-Irás saber. Um dia. Mas não agora. Ainda não. Mas…Sabe que quando estiveres perdida…Este parque estará aqui. Sempre. Até que te encontres e não consigas voltar. Sempre que conseguires chegar aqui, pensa no que estará perdido na tua alma. No teu destino.

Sorriu uma última vez e virou costas, absorvida pelos bosques e desaparecendo pouco depois.

Para trás, Lili fitava o vazio como se não acreditasse o que tinha acontecido. Pestanejou um par de vezes e pensou que estava tudo a ficar demasiado confuso para que pudesse assimilar. Definitivamente, não sabia porquê, no dia seguinte, iria ter muito que falar com a Ahriana.

Pegou nos sacos e saiu do parque, quase a correr, como se alguém a seguisse. Chegou a casa pouco depois e fechou a porta com violência, suspirando e deixando-se escorregar pela porta até ficar sentada no chão. Suspirou novamente.

-Viagem mais estranha da minha vida: 1.
Vida normal noutro país: 0. Nada mal para os três primeiros dias.

-Concordo contigo.

A rapariga de cabelos claros sobressaltou-se quando ouviu uma voz estranha. Era profunda, masculina. Levantou-se lentamente e olhou em volta. Não se vislumbrava nada nem ninguém a não ser a vista da sua janela sobre a noite da capital coreana.

-Q-Quem disse isso?

Olhou novamente em volta e sentiu-o outra vez. Aquele perfume. Aquele cheiro que a inebriava desde que o tinha sentido pela primeira vez. Tão familiar. Tão místico.

-Estou aqui.

Seguindo a voz e o cheiro, a rapariga virou-se para trás e viu-o. O mesmo rapaz que lhe tinha aparecido naquela manhã. Alto, cabelo curto, mãos nos bolsos, feições masculinas e expressão indefinida. A rapariga aproximou-se dele uns passos. Ele não recuou.

-Tu consegues ver-me, não consegues?

Lili não conseguia falar. Apenas acenou com a cabeça, positivamente.

-Eu sabia…

Alguns longos segundos passaram e a língua da rapariga pareceu ganhar vida novamente.

-Quem és tu? Tu…Não és…Normal, pois não?

-Como sabes?

-A sensação que me dás é demasiado estranha. Como se fosses e não fosses real ao mesmo tempo. Foi a mesma que me deste esta manhã. Quem…Ou o que és tu?

O rapaz olhou para ela demoradamente, um pouco surpreendido.

-Não tenho muito bem a certeza. Creio ser o que as pessoas chamam um…Fantasma.

O pânico reflectiu-se nos olhos da rapariga.

-U-Um fan-fantasma?

Ele sorriu e falou amavelmente.

-Não precisas de ter medo. Não te vou fazer mal.

-És um fantasma e aparentemente entraste em minha casa a flutuar ou a atravessar paredes. Claro! Porque deveria eu preocupar-me? – respondeu, sarcástica.

-Tens umas piadas muito engraçadas, mas não estou com disposição.

-Tu é que entraste translucidamente na minha casa sem ser convidado. Estavas à espera de quê? Alguma recepção?

-Preciso da tua ajuda. – respondeu o rapaz, tentando ignorar o último comentário.

-Porquê?

-Mais ninguém consegue ver-me. Durante três dias vaguei sem destino e tu foste a única que conseguiu ver-me e ouvir-me. Estou preso aqui e não sei o que fazer. Preciso da tua ajuda.

-O que te faz pensar que te iria ajudar?

-O facto de me pareceres uma muito boa pessoa…Lili.

-Como raio sabes o meu nome?!

-Ouvi-te a falar ao telefone com a tua amiga. Dessa língua enrolada só percebi o teu nome.

-Estavas aí?

-De certa maneira…

-Seu…Seu!!!

-Insultas-me mais tarde. Vais ajudar-me?

-Hoje não! Estou cansadíssima e tive um dia no mínimo estranho. Amanhã falamos.

A rapariga começou a dirigir-se ao quarto.

-Hey! Que giro! E entretanto, que faço eu?

-Sei lá! Entra em estado alfa ou assim…Eu tenho que dormir. Se continuares aí de manhã a gente fala. Já agora, como te chamas?

-Changmin.

-Pois então boa noite, Changmin. Até amanhã.

A rapariga desligou a luz e deitou-se, esperando que talvez isto tudo fosse um sonho e no dia seguinte acordaria sã outra vez.

O jovem sentou-se no sofá, no meio das trevas, olhando pela janela, ainda coroada com a noite sobre Seoul.

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Fev 22, 2009 1:18 pm

NOTAS DA AUTORA:

brigadinha os que leram e que comentaram, sim?? voces sao umas keridas!!!!! -.-'' LOL! anyway...gomen pelo duplo post! XP esperu k gostem...comentem, please, senao fiku deprimidaaaa!!! T_T


Cinco raparigas, cinco rapazes, vida, morte, destino …

“Um maravilhoso facto sobre o qual reflectir, que cada criatura humana é constituída para ser um profundo segredo e mistério para todos os outros”.
Charles Dickens



[Capítulo 5 – “Cinco encontros”]

[Parte 1 – “Sem voz”]

A morena abriu os olhos. Demoradamente, olhou em volta, sem se mexer e percebeu que precisava dos óculos. Levantou-se, esfregou os olhos com as mãos e endireitou-se na cama. Virou-se e agarrou na haste vermelha que descansava em cima da mesinha de cabeceira. Colocou os óculos e bocejou, espreguiçando-se. Olhou novamente em volta, agora vendo o mundo muito mais claro. Tentou recordar-se do que tinha acontecido enquanto absorvia cada pormenor do quarto. Quando olhou em direcção da janela, viu um sofá e nele, a sua amiga dos cabelos encaracolados dormia placidamente, de respiração pausada. Sorriu, sentindo pena pela amiga, que deveria estar toda torta pela posição de como tinha dormido. Apesar disso, ela parecia bastante bem. Para variar, tinha os pés para cima do sofá e as sapatilhas brancas e pretas descansavam à beira do pequeno sofá. Mas havia algo estranho, notou a morena. Era a mão dela. Estava numa posição estranha. Como que desviada do corpo. Como se estivesse de mãos dadas com alguém. Franziu o sobrolho. Aquilo era estranho. Encolheu os ombros e suspirou. Provavelmente não era nada. Eram os seus dotes de observação e a dedução de detective a funcionar outra vez. Olhou o relógio do telemóvel. Oito e meia da manhã. Demasiado cedo para pensar no que quer que fosse. Bocejou novamente e levantou-se, dirigindo-se à casa de banho. Não tinha as suas malas nem roupa a não ser a do dia anterior, mas era sempre melhor que sentir-se suja. Olhou-se ao espelho e depois de agarrar na pequena escova que tinha roubado na carteira de Nayomira, que era, como sempre, enorme e tinha todo o tipo de coisas lá dentro, desde maquilhagem a canetas; passou-a pelos cabelos distraidamente enquanto os seus pensamentos voavam novamente em direcção ao rapaz de cabelos claros e sorriso quente. Suspirou. Nunca tinha suspirado tanto na vida. Nem quando o seu ex-namorado se foi embora de Portugal. De qualquer maneira, porque pensava nele agora? Não interessava. Aliás, parecia que qualquer coisa perdia importância quando se lembrava do belo rapaz. Olhou-se ao espelho e depois de se maquilhar (com a maquilhagem que tinha roubado, mais uma vez, da bolsa da amiga) exclamou um “Yoshii!” sonoro e saiu da casa de banho.

Quando olhou para a cama não podia crer no que via. Sentado nela estava ele. Novamente. Aquele estranho rapaz, sentado na sua cama. Na expressão da morena misturava-se confusão com uma felicidade imensa de o ver ali. Não conseguiu dar um passo. De facto, todo o seu corpo estava como que paralisado. Não esperava vê-lo ali. Aliás, continuava sem perceber qual era o padrão para que ele aparecesse. A sua cabeça moveu-se na direcção do pequeno sofá e constatou, com alívio, que a amiga continuava a dormir. Quando se voltou novamente o rapaz tinha desaparecido. A sua expressão de confusão deu lugar a uma de desapontamento. Caminhou até à cama furiosa.

-Ora bolas! Porque é que anda sempre a desaparecer? Que nervos!

Atirou-se para trás e caiu na cama, violentamente, abrindo os braços. Corou instintivamente. Não queria mesmo que ele desaparecesse. De facto, desejava que ele pudesse estar ali agora, outra vez. Fechou os olhos e por um momento imaginou que, quando os abrisse, o rapaz de feições delicadas e maravilhosamente belas, estivesse à sua frente, como um anjo. Sorriu e corou novamente.

Abriu lentamente os olhos e fixou-os noutro par de olhos negros, profundos e lindos que estavam à sua frente. Era ele! E estava a escassos centímetros dela. As suas bocas estavam quase coladas. Baixou os olhos até ao seu sorriso e subiu-os até ao cabelo. Voltou a fitar-lhe os olhos e sorriu abertamente, com expressão gentil. O seu desejo tinha sido atendido. Voltou a corar e o corpo paralisou novamente, mas não se importou.

O rapaz de cabelo claro, por sua vez, olhou-a com certo ar de surpresa e depois sorriu. A morena podia jurar que nunca tinha visto um sorriso tão bonito. Repentinamente, sem qualquer tipo de aviso, Shyra sentiu o rapaz a aproximar-se e a cerrar o espaço que restava das suas bocas. Ela sentiu os lábios suaves do rapaz e a pressão leve que faziam sobre os seus. Abriu muito os olhos, fitando os dele, que tinham agora uma mirada gentil e doce. Lentamente, a morena fechou os olhos, corando ainda mais. Nunca tinha sentido algo tão suave. Um momento antes de ela os fechar o rapaz forçou-a a abrir os lábios e aprofundou o beijo. A rapariga sentiu algo quente a entrar na sua boca e sentiu como um choque eléctrico a percorrer-lhe todo o corpo. Levantou-se, sem quebrar o contacto e pôs, inconscientemente as mãos ao redor do seu pescoço, respondo-lhe. Entrelaçou a sua língua com a do rapaz, tentando devorá-lo e aproximando-o ainda mais para si. Continuaram assim por largos minutos e a rapariga desejava que aquela sensação nunca desaparecesse. Fugaz, ele aproximou-a ainda mais para si, os corpos deles estavam colados, com ela ainda com aos mãos no seu pescoço e ele com as suas na cintura dela. Shyra não tinha muito bem a noção do que fazia mas continuava a saboreá-lo, querendo ainda mais. O beijo começou a ficar cada vez mais agressivo, sensual, como se ambos necessitassem disso para viver.

Depois de alguns segundos, ambos ficaram sem ar e separaram-se. Shyra reparou no que tinha feito e corou imenso, mas não largou as mãos do seu pescoço, ficando a alguns centímetros da cara do belo rapaz. Respiravam os dois com dificuldade, mas ele sorria-lhe. Voltou a aproximar-se e beijou-a novamente docemente nos lábios, passando lentamente para o seu pescoço. Ela arqueou a cabeça para trás, não conseguindo controlar o contínuo choque eléctrico pelo seu corpo, com apenas o toque daquele rapaz.

De repente, um murmúrio quase inaudível captou a atenção dos dois jovens. Tanto a morena como o rapaz olharam para a origem do som. No sofá, a rapariga dos cabelos encaracolados começava a mexer-se. Shyra sabia que isso queria dizer que estava perto de acordar. Largou as mãos do pescoço dele e levantou-se violentamente, afastando-se dele, pois sabia que não conseguiria resistir se continuasse naquela posição. Ele olhou-a surpreendido e levantou-se também. Caminhou até à porta e olhou-a uma última vez, saindo. A morena foi atrás dele, mas quando saiu do quarto ele já não estava em sitio nenhum. Tinha desaparecido. Outra vez. Ouviu-se outro murmúrio no outro lado do quarto e a rapariga voltou-se.

Nayomira começava a abrir os olhos.


A rapariga de cabelos encaracolados abriu os olhos preguiçosamente, tentando lutar contra o sono. A sua primeira reacção foi pegar no telemóvel e ligá-lo, vendo que horas eram. Nove e um quarto. Hora razoável para acordar. Espreguiçou-se e bocejou. Pôs as pernas para baixo e tentou levantar-se mas quase caiu, pois a posição em que tinha dormido tinha-a deixado toda torta. Depois de recuperar o equilíbrio voltou a espreguiçar-se, provocando que toda a sua coluna se estendesse, estalando. Ainda sonolenta, olhou em frente e viu a amiga sentada na cama, fitando-a fixamente. Estava já vestida com as suas roupas normais e maquilhada mas algo estava estranho. Para além dos seus olhos, que a fitavam quase sem pestanejar algo mais estava estranho. Um sorriso bailava-lhe nos lábios, que, agora que reparava, estavam muito vermelhos e marcados. Nayomira franziu o sobrolho, mas nenhuma delas falou. Mais alguns minutos se passaram e nenhuma das raparigas se mexeu nem falou.

Quebrando o contacto visual, a rapariga de cabelos encaracolados pegou na carteira e dirigiu-se à casa de banho.

-Bom dia. – disse, subitamente, a rapariga de cabelos pretos.

Nayomira olhou para ela distraidamente. Aquela manhã, a amiga estava definitivamente estranha. Seria dos sedativos do dia anterior? Mas eles não tinham uma acção assim tão potente. A sua acção já devia ter desaparecido. Encolheu os ombros. Demasiado cedo para pensar como uma médica.

-Mexeste na minha mala, não mexeste? – disse, em resposta.

Shyra olhou-a surpreendida. Tinha voltado a pôr tudo no sítio. Como raio tinha ela reparado?

-Desculpa. Não tinha maquilhagem nem escova…E como tu tens sempre um mundo aí dentro e estavas a dormir pensei que não houvesse problema. – voltou a sorrir inocentemente.

Nayomira suspirou. Claro que não se importava. Apenas não sabia o que haveria de responder.

-Vou só arranjar este cabelo e lavar a cara e já vamos para casa. – disse, entrando na casa de banho.

-Ok.

A jovem entrou na casa de banho e fechou os olhos. Começou a lavar os dentes o melhor que podia e a cara. Tentou também arranjar o cabelo, pois parecia sempre uma bruxa, cada vez que acordava. Bocejou mais uma vez. Estava a precisar de um banho. Ainda bem que iam para a residência agora. Não se maquilhou, pois queria tomar um banho quanto antes, e colocou a boina, tentando esconder a desgraça do cabelo. Quando se olhou uma última vez ao espelho, o reflexo de mais alguém apareceu. Nayomira, surpresa, mandou um pequeno grito e ficou imóvel, esperando que Shyra não a tivesse ouvido.

-Bom dia. – disse a figura.

-Quase me matas de susto! – respondeu a rapariga, virando-se para o rapaz que estava atrás de si, furiosa.

Ele sorriu docemente.

-Desculpa. Não era minha intenção.

Nayomira acalmou a raiva. Não podia chatear-se com alguém com um sorriso tão lindo. Não estava certo. Corou e virou-se para a frente, para o espelho outra vez.

-Desculpa. Não estou habituada a acordar com um fantasma atrás de mim. “Ainda para mais tão bonito.” – disse, menos a última parte, que foi dita em pensamento.

O rapaz riu.

-Afinal o mau humor é constante. De manhã, à tarde, à noite. Nunca mudas as tuas rotinas?

-Não é uma rotina. É a minha personalidade.

-Podias mudar um bocadinho para variar.

O moreno aproximou-se dela, baixando a cabeça até ao seu ombro e fitaram-se no espelho. Ela podia jurar que conseguia sentir uma coisa quente emanando daquele toque inexistente. Depois de alguns segundos, a morena quebrou o olhar e dirigiu-se à porta.

-Vamos voltar para minha casa. Alguma coisa aconteceu durante a noite?

Micky pôs a mão no queixo, fingindo-se pensativo.

-Nem por isso…Agora de manhã…Hm…

Nayomira virou-se para ele, confusa.

-O quê?

-Pf…Nada. Esquece. Não é importante. Um dia destes digo-te. – respondeu ele, com um sorriso.

A rapariga encolheu os ombros e saiu da casa de banho. A amiga continuava sentada na cama, mas desta vez tinha um olhar sonhador, fitava o chão e passava a mão pelos lábios. A rapariga de olhos claros franziu o sobrolho outra vez. O que raio se passava com aquela rapariga hoje?

-Hey! Bela adormecida! Estás pronta?

Shyra pareceu acordar de um sono profundo. Olhou a amiga meia confusa.

-Pronta? Para quê?

-Para ir embora, óbvio, não?

A rapariga de cabelos negros olhou a outra com surpresa. Ir-se embora? Não podia. Deixar o rapaz? Apesar de não saber muito bem quem ele era, não podia ir-se assim embora.

Nayomira olhou-a novamente e falou mais rispidamente.

-Ângela! Não tenho o dia todo. Ainda têm que assinar a tua alta. Anda lá.

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Última edição por Nayomira em Dom Fev 22, 2009 2:43 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Fev 22, 2009 1:18 pm

A outra rapariga pensou que não podia contar tudo o que se tinha passado à amiga. Provavelmente quando estivesse sozinha voltaria. Para ir à procura dele. Sim, era isso que ia fazer. Levantou-se e seguiu a amiga para fora do quarto, até à recepção.

Nayomira continuava a achar que a amiga estava muito estranha, mas não disse mais nada. Quando estivessem a tomar o pequeno-almoço perguntaria algo, se lhe apetecesse. Poucos minutos passaram até que chegaram à recepção. A rapariga de cabelos encaracolados olhou para a amiga mas esta parecia estar noutro mundo aparte. Franziu o sobrolho e começou a falar com a enfermeira para que lhe dessem alta.

-Preciso da assinatura da doente.

Nayomira olhou para Shyra e viu que ela continuava num mundo aparte. Puxou-a e mostrou-lhe o documento.

-Assina!

-O que é isto? – perguntou a morena.

-A tua alta. Se estivesses com atenção em vez de estares no mundo da lua, tinhas-te dado conta. Assina!

A morena pegou na caneta e assinou. Pegaram no papel e saíram do hospital, apanhando um táxi. Depois da rapariga de cabelos encaracolados ter dito a morada, começaram a andar pelas ruas matutinas da cidade de Seoul.

Shyra olhou tristemente pela janela do carro, enquanto via o hospital desaparecer de vista. Quando poderia voltar? Para o ver. Não sabia de onde ele era ou o que fazia, ou como se chamava. De facto, nunca lhe tinha ouvido a voz. Teria sido aquele o último encontro deles? Como seria suposto esquecer-se dele? Agora que a tinha beijado daquela forma, tinha a certeza de que isso nunca iria acontecer. Continuava perdida nos seus pensamentos e ainda mirava o mundo para lá da janela, agora distraidamente.

Nayomira continuava olhando a amiga, completamente confusa. Decididamente estava muito estranha naquele dia. Olhou para Micky, que estava ao seu lado.

-O que raio se passa com ela? Sabes alguma coisa? – sussurrou, apesar de ter a certeza de, com o distraída que estava, a amiga não se iria dar conta.

Micky olhou-a e sorriu, de forma trocista.

-Quem sabe? Se calhar teve uma boa experiência hoje. – respondeu o rapaz.

-Hã? – voltou a rapariga.

Mas ele simplesmente se riu e virou-se para o outro lado.

“Mas hoje todos acordaram dementes ou quê?”, pensou a jovem, enquanto chegavam ao seu destino.

Entraram no sumptuoso edifício e depois de deixarem as coisas no quarto de Nayomira e de terem sido avisadas pela senhora simpática (que quase sufocou Shyra quando a conheceu) que o pequeno-almoço so estaria pronto daí a uma hora, decidiram relaxar um pouco.

Shyra deitou-se na grande cama, enquanto a amiga abria a mala, arrumando algumas coisas e separando outras que iria precisar para o seu banho.

-Podias ter-me dito que a mulher é maluca. Quase me sufocou com aquele abraço tão…entusiástico. – disse Shyra, mirando a amiga com ressentimento.

-Hey! E qual teria sido a piada disso? – respondeu a outra.

-Sim! Lá piada achaste tu! Não paravas de te rir.

Nayomira riu-se e agarrando em duas bolsas e alguma roupa, dirigiu-se à casa de banho.

-Fica à vontade. Vou só tomar um banho e tentar ter um aspecto decente.

-Ok. Eu fico por aqui a bisbilhotar.

-Cusca… - terminou Nayomira, entrando na casa de banho.

Algum tempo depois, Shyra começou a ouvir a água a correr e decidiu dar uma volta pelo quarto, mas rapidamente se aborreceu e voltou a deitar-se na cama. Uns segundos passaram até que um toque a acordou da sua divagação. Era o seu telemóvel. Correu em direcção à carteira e tirou-o, atendendo.

-Sim?

Do outro lado ninguém respondeu.

-Estou sim? – repetiu a morena.

-Ângela?

-É a própria. Quem fala?

-Já não reconheces a minha voz?

Shyra tremeu. Sim, reconhecia. Só esperava que estivesse errada. Não disse nada durante uns segundos.

-Não sou adivinha. Para além de que estou a gastar dinheiro. Quem é e o que deseja?

-Sou eu…O Lei.

A morena estremeceu novamente e o seu corpo paralisou. Foi como se a tivessem pregado ao chão. Aquelas palavras ecoaram-lhe durante um momento na cabeça até que a voz do outro lado do telefone a voltou a trazer de volta.

-Sim? Sim? Ainda estás aí?

-S-Sim…Estou… - respondeu ela, com a voz trémula. – O que queres, Lei?

A voz do outro lado riu-se trocistamente.

-Falar contigo, é obvio. Estava com saudades da tua voz.

-Não brinques comigo, Lei Chong Heng! Não estou com intenções de retomar a nossa última conversa.

-Foi por isso que fugiste para a Coreia?

A morena voltou a estremecer. Como raio sabia ele que ela estava na Coreia?

-Eu não fugi! Vim para cá trabalhar. E como raio sabes tu para onde eu vim?

-Bem…Porque eu também estou cá.

-O QUÊ????????????!!!!!!!

-Exactamente! E vou-te descobrir, minha querida. Não tens saudades minhas?

-Nenhumas!! Desaparece de uma vez, Lei!

Shyra pegou no telemóvel e terminou a chamada violentamente. O seu coração batia demasiado rápido.

Entretanto, na casa de banho, Nayomira também tinha os seus próprios problemas.

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Fev 22, 2009 2:15 pm

WOW
Amei....

Oh Shyra... baba-te ai, mulher... e vai sonhando... UUUUUUUUUUUU
Q calores me deu, tava mesmo a imaginar o Jae a beijar a Shyra.

Mas isto ta brutal....
A indiferença da Lili a falar com o Changmin como se nada fosse.....
Tou a amar.
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Fev 22, 2009 3:08 pm

Adoro, adoro, adoro! *-*

Tens de continuar! E RÁPIDO! Mwahahahahahah

Ganda beijo, meu! Já consigo ouvir a Shyra a dizer "morri e vim para o paraíso"! Uhuhuh *.*
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Fev 22, 2009 4:04 pm

KAMI-SAMA affraid

Não posso acreditar. Está do melhor.
Bem como já deves clacular fico com calores e bué de vergonha quando leio a minha cena com o Jae. :>.<:



Agora vem a parte do sermão.
FILIPA MARIA ALVES RODRIGUES COMO É QUE TU ME PÕES O MIKE HE NESTA CENA?????
QUANDO VI QUE ELE REALMENTE ME TELEFONAVA QUASE ME DEU UM TRECO.
Bem o meu sermão fica por aqui isto é se quero ter futuras interacções com o Jae lol!

Thank you so much
:bjs:
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Fev 22, 2009 4:09 pm

Shyra46 escreveu:
KAMI-SAMA affraid

Não posso acreditar. Está do melhor.
Bem como já deves clacular fico com calores e bué de vergonha quando leio a minha cena com o Jae. :>.<:



Agora vem a parte do sermão.
FILIPA MARIA ALVES RODRIGUES COMO É QUE TU ME PÕES O MIKE HE NESTA CENA?????
QUANDO VI QUE ELE REALMENTE ME TELEFONAVA QUASE ME DEU UM TRECO.
Bem o meu sermão fica por aqui isto é se quero ter futuras interacções com o Jae lol!

Thank you so much
:bjs:

MAS TAS-TE A KEIXAR DO QUE??? EU disse-te que o Lei/Mike He ia aparecer, n disse??? ou axas que te estive a perguntar o nome pa nada? xD *e sim, meninas, o Lei é real...so pa deixar a coisa clara!!!!! MUHAHAHAHAHA!!!!*
e sim...cala ess bikoide senao futuras interacçoes com o jae nepia, boa??portantu...calou! xD


e siiiim, eu sei que sou fantastica em descriçoes!!! MUUUITO obrigadaaaaa!!!!!! *faz venias* eu sei que sou um maximo!!! nao fosse eu a brilhante escritora desta fic!!! hihihihihihi

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Seg Fev 23, 2009 3:24 am

Bem primeiro nayo, preciso de fazer um grande discurso antes de falar desta fanfic. Quero te pedir muitas desculpas por não ter comentado os outros capítulos antes, sabes como foi fiquei praticamente sem tempo e depois foi o pc com avaria, daí fiquei super atrasada na fanfic. Depois também voltei a reler os capitulos todos para recordar e perceber melhor. Muitas desculpas espero que não tenhas ficado chateada comigo :(please):
Agora esta fanfic tá demaissss!!!!!!
Que beijo foi aquele hun?! O.O Realmente consegui imaginar a cena de vocês os dois.
Tu e o Micky demais aquelas respostas estão mesmo um gozo. Adorei a parte do flutuar loool
As partes do Yunho e da Ahri estão fantásticas. Quer dizer está tudo fantástico tens um grande jeito para escrever *.*
Ah....quase esquecia...também estou adorar como me descreves, realmente ia reagir dessa maneira se visse um fantasma, própria era essa resposta que ia dar ou simplesmente para ele fazer tricô ou qualquer coisa do género lol

Continuaaaaaaa........

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Mar 01, 2009 7:01 am

acabei de descobrir uma coisa fantástica: o meu pc tinha guardado a pass para entrar aqui :yupi: sinto-me uma pessoa extremadamente FELIIIIIZ :amor: amo o meu pc Razz

adoro as tuas descrições. adoro a maneira como escreves e como pões tanto sentimento na história (Sad: adoro adoro adoro ^^
se paras de escrever levas Very Happy Very Happy

beijoooo em si *** gosto bué de ti
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Mar 01, 2009 11:38 am

anabeu escreveu:
acabei de descobrir uma coisa fantástica: o meu pc tinha guardado a pass para entrar aqui :yupi: sinto-me uma pessoa extremadamente FELIIIIIZ :amor: amo o meu pc Razz

adoro as tuas descrições. adoro a maneira como escreves e como pões tanto sentimento na história (Sad: adoro adoro adoro ^^
se paras de escrever levas Very Happy Very Happy

beijoooo em si *** gosto bué de ti

ja alguma vez te disse o quao maluca tu és???? LMAO!!!! XDDDDDDD eu amo-te, pah! xD

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sab Mar 07, 2009 3:53 pm

Tão fixe :(ui): *quem é a oriental e quem é o Lei mesmo???? loool*

Maissssssssss

kisu*

PS n acredito que tive 3 capitulos por ler tanto tempo :(oh): tenho estado mm off :S
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Ter Mar 17, 2009 4:16 pm

NOTAS DA AUTORA:

sim, nao posto há imenso! peço desculpa!
sim, é enorme! temos pena!
nao, nao sei como me saiu uma cena inicial destas! nao me perguntem!
este capitulo ta uma grande porcaria! prometo melhorar! xD
hmm...espero que gostem (?)
ah! comentem, please! T_T


“Um maravilhoso facto sobre o qual reflectir, que cada criatura humana é constituída para ser um profundo segredo e mistério para todos os outros”.
Charles Dickens



[Capítulo 5 – “Cinco encontros”]

[Parte 2 – “Uma multidão de duas pessoas”]

Nayomira bocejou. Estava cheia de sono. Apesar de ter dormido bastante bem na última noite. Fechou a porta da casa de banho e pela primeira vez contemplou-a. Era pequena. Bastante pequena. Ridiculamente pequena em relação ao quarto. A “banheira” era um chuveiro fixo em que não se podia esticar os braços mais de 20 centímetros. Ao lado do chuveiro tinha a sanita e ao lado o espelho. O espelho era enorme. Ridiculamente enorme. A rapariga franziu o sobrolho e começou a pensar se aquela residência não teria um problema de proporções. O quarto era um mundo, tinha a certeza que caberia lá a sua antiga residência inteira e, no entanto, naquela casa de banho, se coubessem duas pessoas seriam uma multidão. Suspirou. Bocejou novamente, pondo a mão na boca. Agarrou nas pontas da camisola vermelha com bolas pretas e começou a puxá-la, tirando-a com vagarosamente, ficando apenas com o soutien vermelho e as calças negras. De repente, ainda com a camisola na mão, a rapariga de cabelos castanhos sentiu um arrepio na espinha. Virou-se lentamente para trás de si e deu de caras com um familiar sorriso torcido e uns olhos trocistas.

A rapariga congelou da cabeça aos pés, ainda com a camisola na mão.

Micky riu.

-Ora, ora, ora…

A morena corou com todas as suas forças, mas não conseguiu emitir nenhum som. As suas pernas pareceram ganhar vida e deu um passo para trás, mas a casa de banho era tão pequena que só conseguiu dar meio passo e bateu na parede gelada com as costas. O rapaz, ainda com um sorriso torcido avançou uns centímetros e ficou apenas a alguns milímetros da cara da jovem. Apesar de saber que ele não lhe podia tocar, a rapariga paralisou novamente, sem saber o que dizer ou o que fazer.

Alguns segundos se passaram até que ela pestanejou e, parecendo ganhar alguma consciência, mas sem se mexer em nenhuma direcção, tentou cobrir o corpo com a camisola e falou baixinho.

-O-O-O-O q-que p-p-e-e-ensas q-que estás a-a-a f-fazer?

A sua mente trabalhava a mil à hora. O que raio pensava ele que estava a fazer? Aliás, porque estava ela tão incomodada? Meu deus, o que se passava com ela agora? Não conseguia mexer-se e ele continuava a sorrir, quase em cima dela.

-Estás a esquecer-te que eu te sigo para todo o lado?

-E-Esta parte não é suposto seguires! Meu Deus…Não digo coisa com coisa.

Ele aproximou-se ainda mais e a rapariga, instintivamente, tentou chegar-se mais atrás, pondo as mãos na parede e largando a camisola, descobrindo-se de novo.

O rapaz riu e ela corou ainda mais. O seu coração batia depressa, demasiado depressa, como nunca batera antes, ameaçando verdadeiramente sair pela boca.

-Estás nervosa?

A morena olhou-o com ar desafiante, mas ainda no mesmo sítio, sem se conseguir mexer.

-Eu? Claro que não! Mas agradecia que…

Enquanto ela falava ele meteu uma mão por cima da cabeça dela e a outra ao lado, encurralando-a e ela não conseguiu acabar a frase.

-Afinal também ficas sem resposta às vezes.

Nayomira começava a ficar cada vez mais nervosa. Não apenas pela situação em que estava mas porque poderia jurar que ele começava a ficar mais sólido. Era apenas impressão dela? Abriu mais os olhos. Não. Não era. Micky nunca tinha sido completamente translúcido, mas a sua figura emanava uma leveza diferente das outras pessoas. Mas agora estava distinto. Decididamente mais sólido, mais…humano. Ele voltou a sorrir, trocista.

-O que estás a fazer?

-Ai reparaste?

A rapariga continuava de olhos abertos, sem saber o que pensar.

-O QUE ESTÁS A FAZER? – gritou, desesperada.

-Acabei de descobrir que posso fazer isto. Não é interessante?

Ela abriu a boca para falar mas sentiu uma mão da sua cintura desnuda. Não precisou de olhar. Sabia que era a mão dele. Nunca tinha sentido um toque daqueles. Era como uma corrente de electricidade passasse pelo seu corpo. Olhou-o nos olhos e falou, mas a sua voz saiu mais fraca do que pensava. Era como se tivesse perdido a força no corpo.

-Como fizeste isso? Tu…Tu não consegues tocar-me.

Ele fitou-a, sério.

-Não sei…Apenas…Desejei que te pudesse tocar e…Acho que consegui.

Uma das mãos dele continuava em cima da cabeça da rapariga, mas nem que ela quisesse escapar não podia, pois ele estava praticamente em cima dela, barrando-lhe qualquer tipo de saída. A outra mão do rapaz movimentou-se da sua cintura para as costas dela, separando-as da parede. Ela sentiu o calor da mão dele nas suas costas geladas e sentiu que a mão dele se movimentava pela linha central das suas costas. Não fazia ideia como ele teria adivinhado que ela adorava isso, mas não se importou. Fechou os olhos e depois de alguns segundos, sentiu uma respiração quente no seu pescoço, que fez com que o seu corpo todo estremecesse.

Não sabia o que fazer. Isto não podia estar a passar-se. Tinha que acordar. Mas como raio poderia fazer isso quando a mão dele continuava a aquecer-lhe as costas e sentia aquela respiração agora a descer pelos seus ombros, tão quente? Parecia que todo o seu raciocínio se tinha desvanecido. Lutou para se livrar daquela sensação, abrir os olhos e fazer com que ele parasse mas o único som que conseguiu emitir foi um suspiro misturado com um pequeno murmúrio à mistura.

Micky sorria por dentro. Nunca pensou que precisasse tanto de a tocar. Afinal, tinham-se conhecido a apenas um dia, mas isso era a última coisa que a sua mente recordava neste momento. Acabou de lhe passar a mão pelas costas, envolvendo-a com o braço e aproximando-a ainda mais. A pele branca, o calor que emanava dela, o seu perfume, era algo que já o tinha levado à loucura, ainda mesmo de a poder tocar. À medida que avançava pelos seus ombros e o seu pescoço, ouvi-a emitir aqueles murmúrios quase inaudíveis e sabia que ela também estava na sua mesma posição. Baixou a mão que ainda tinha por cima da cabeça da rapariga e passou-lha também pelas costas, mais acima da outra, a abraça-la ainda mais. Continuando a passar os lábios pelo pescoço dela, baixou cada vez mais chegando ao peito.

Nayomira percebeu, mesmo de olhos fechados, aonde ele tinha chegado. Mas não podia deixar. Não ali. Não agora. Shyra ainda continuava na divisão ao lado e sabia que o deixava continuar, então não nenhum dos dois conseguiria parar.

-N-Não… -murmurou, quase em surdina – Micky…Não…

Ele ouviu o que ela dissera e parou. Subiu até ao ouvido da rapariga e sabendo que ela continuava de olhos fechados, murmurou.

-Da próxima, não vais ter tanta sorte…

Aquela voz arrepiou-a. Abriu os olhos. O seu coração continuava a bater fortemente no peito e ao abrir os olhos, encontrou os dele, fitando-a. Estavam demasiado próximos. Ele continuava a abraçá-la e os seus lábios cada vez mais perto dos seus. Ele aproximou-se cada vez mais e tocou levemente com os seus lábios nos dela. A rapariga, sentindo aquele toque, pensou que tinha que resistir mais uma vez ou não sabia onde aquilo a levaria e afastou a cabeça.

-Por favor, afasta-te.

Ele, surpreso, largou-a e afastou-se. A morena agarrou na camisola que ainda descansava no chão e voltou a cobrir-se, entrando no chuveiro e correndo as portas. Lentamente, o rapaz foi ficando mais translúcido até que ela pode ver, por uma pequena abertura das portas, que voltava ao seu estado “normal”. Olharam-se, mas ela rapidamente desviou o olhar, deixando-o ainda mais surpreso.

-V-Vais ficar aí? – perguntou, a medo.

-Não. Fico à espera no quarto, não te preocupes.

Quando Nayomira olhou novamente, o compartimento estava vazio. O belo rapaz de cabelos negros havia desaparecido.

A morena virou-se novamente para a frente e respirou num ritmo muito rápido, quase compulsivo, com a mão no coração, tentando acalmar-se.

-Um dia o meu coração pára! De vez! O que raio lhe deu na cabeça daquele fantasma pervertido? – disse em voz alta.

Apesar das palavras que proferia, não podia ter dito que não tinha gostado, de todo, da experiência, pois seria mentira. De facto, tinha gostado, e muito. Este pensamento fez o rubor subir às suas faces. Abanou a cabeça tentando esquecer-se disso, pelo menos momentaneamente. Se bem que sabia que aquela respiração quente e o cheiro que aquele rapaz emitira a iria deixar irrequieta por um bom tempo.

Depois de ter tomado um banho, sentia-se como nova. A água a cair na sua pele ferozmente, era como uma massagem grátis e um momento em que podia descansar e pensar no que quisesse, pois todos os sons e as suas próprias mágoas, alegrias e tudo o que lhe apetecesse, morriam no som do chuveiro; das grossas gotas de água límpida e morna a cair no solo do chuveiro.

Vestiu-se lentamente, cantarolando uma qualquer música de embalar perdida na sua memória e ouviu Shyra, do outro lado da porta, barafustando com alguém furiosamente, ao telemóvel (já que não ouvia qualquer outra voz). Quando tomassem o pequeno-almoço, logo lhe perguntaria. Depois de vestida, olhou-se ao espelho e fez um sorriso torcido, satisfeita com a combinação. Passou então para o cabelo e enquanto isto um nome saiu-lhe dos lábios.

-Micky… - chamou.

Durante um momento, nada aconteceu. A casa de banho continuava sepulcral como se ninguém estivesse lá dentro. Nayomira suspirou. Estaria ele chateado com ela?

-Micky…Vá lá…Preciso de ti… - não sabia muito bem porque tinha dito a última frase, mas saiu-lhe como por instinto.

Sem tempo de pensar em nada, uma figura reflectiu-se no espelho, ao lado da rapariga. Esta sorriu genuinamente, conseguindo fazer com que a cara de enfado do companheiro passasse a um sorriso torcido.

-O que queres?

-Estou habituada a ver-te ao espelho, aqui, ao pé de mim…Fica aqui.

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Ter Mar 17, 2009 4:21 pm

Ele riu. Era um riso com um misto de emoções. Estava confuso o que se tinha passado há uns momentos, mas vê-la tão inocentemente pedindo que ficasse, fazia-o feliz, por alguma razão ainda desconhecida para o próprio.

Encostou-se à parede e ficou a vê-la arranjar o cabelo.

-O que raio estás a fazer ao cabelo?

-A pô-lo alguma coisa de decente. – respondeu ela, sem tirar os olhos da sua imagem reflectida.

-Sim…Mas estás a fazer algum penteado? É que se o vais alisar todo nunca mais saímos daqui. Para além de que ficas muito bem com os caracóis. – disse ele, sorrindo, de braços cruzados no peito.

-Logo vês o que vou fazer…Anyway…Não achas que devíamos era começar a falar um bocadinho sobre ti?

-Sobre mim?

-Sim! Quer dizer…Queres descobrir quem és, não? Alguma ideia de por onde começar?

-Não sei…Quer dizer…Não me lembro de nada. Nem o meu próprio nome (o que já seria uma grande ajuda…).

-Não estás a ser grande ajuda!

-O que queres que te faça? Se não me lembro! Podemos começar por perguntar a alguém se me conhece, sei lá…

-Ah, sim, claro! Boa ideia! Posso andar contigo por Seoul inteira dizendo “Desculpe, reconhece este fantasma, que, de facto, por definição, nem sequer consegue ver?”? REALMENTE uma boa ideia! Como não me ocorreu antes? – respondeu a jovem, em tom sarcástico, fitando-o e com uma mão na anca.

-Já estavas a demorar muito para ser sarcástica! Mais alguma ideia, Senhora Eu-sei-posso-e-mando?

-Não! Porque é que achas que te perguntei? – replicou ela, cortante.

-Então não ponhas a responsabilidade toda em cima de mim! Ou já te esqueceste que eu sou um fantasma? Não é propriamente a minha melhor situação, de certeza!

-Não tens que me estar sempre a lembrar, sabes? Eu consigo ver isso muito bem!

-Aparentemente, uma pessoa tem que te andar sempre a lembrar de ceeertas coisas. Como por exemplo, de teres um feitio terrível…Ou de seres sarcasticamente irritante, ou ainda—

-OK! Já percebi! Tu também és um idiota com serradura em vez de um cérebro e eu não ando sempre a lembrar, pois não?

-Acabas de o fazer! – respondeu ele, aproximando-se mais, com ar carrancudo.

Ele preparava-se para lhe desferir a resposta final, que a iria calar instantaneamente, quando ouviram um baque seco na porta da casa de banho. Alguém batia.

-Ouve lá! Vê lá se te despachas que eu estou cheia de fome! Pára lá de fabricar o tecido da roupa e sai, possa! – disse Shyra do lado de fora.

Micky e Nayomira olharam-se e como que recebendo uma ordem mental de uma cabeça para a outra, ele voltou a encostar-se, de braços cruzados, à parede e ela pôs alguma espuma no cabelo e mirou-se no espelho. Ele voltou a olhá-la. Realmente tinha ficado um bom penteado. Estava liso à frente mas deixara-o encaracolado atrás, o que lhe dava um ar jovem e descontraído, mas cuidado ao mesmo tempo. Ele sorriu. Ficava muito bonita. Viu-a maquilhar-se em 5 minutos, aumentando a beleza dos seus olhos profundos castanhos.

Ela esticou a mão para a maçaneta da porta e no ultimo segundo, virou-se para trás, sorrindo ao rapaz de cabelos negros. Ele, surpreendido, descruzou os braços e sorriu também, meigamente.

-Eh pah! TAVA a ver que era para amanha, Filipa Maria! – ripostou a morena que estava do outro lado da porta. – Está aqui uma pessoa cheia de fome e ela ali a fazer tricô!

Nayomira não conseguiu conter uma gargalhada – Desculpa, lindinha! A fazer o quê?

-Tricô! Só pode! Estavas para ali a murmurar sozinha! Devias estar a contar os pontos do tricô!

A outra rapariga riu perante o enfado da amiga e saíram as duas do quarto, em direcção à cozinha do sítio, seguidos por um ser translúcido, que estava imerso nos seus pensamentos.


__________________________________


Munny estava no seu quarto, deitada na cama, enquanto Mariana andava de um lado para o outro, como uma barata tonta. A rapariga de olhos verdes estava a ficar verdadeiramente irritada. Podiam ser as melhores amigas, mas aquilo estava a irritá-la.

-Ó Mariana! Pára lá de andar às voltas! Parece que ganhaste bichos-carpinteiros, porra!

-O que queres que faça? Enfiaste-te num hospital desconhecido onde conheceste mais portuguesas que num dia normal em Leiria e…Num hospital, Munny! Tu odeias hospitais!

-Ouve lá! Vais passar o dia aí a vaguear a chatear-me porque estive num hospital? Estás a ficar cada vez mais demente, rapariga…

Mariana preparava-se para responder quando um toque na porta do quarto a interrompeu. Olharam ambas em direcção à porta, e voltaram a olhar-se, desconfiando de quem estaria por detrás. Lentamente, chegaram-se à porta e Munny perguntou:

-Quem é?

-A professora Carla, Melanie. – respondeu uma voz do outro lado.

Estrelas apareceram nos olhos das duas raparigas. Miraram-se e começaram uma festa silenciosa pelo quarto.

-Baza daqui! Não te quero aqui quando estiver cá a Kah. – disse Munny, fitando a amiga, séria.

-Nem penses! Eu não perco esta nem por nada! Vou estar no armário.

E sem dar margem de manobra, a rapariga dos óculos escondeu-se dentro do armário da amiga, apesar dos seus protestos. Estes foram interrompidos por outro toque suave na porta.

-Melanie…Está tudo bem aí dentro?

-Ahhhhh…Sim…Sim, claro que sim, stora! Espere só um bocadinho. – respondeu a outra, atrapalhada.

Arranjou-se o melhor que pode, passando a mão pelos cabelos e abriu a porta.

-Olá. – disse, sorridente, à mulher que estava no corredor.

-Não estou com disposição, Munny! – disse a outra, atravessando o quarto apressadamente e sentando-se na cama, exausta. – Porque saíste sem dizer nada a ninguém?

-Desculpa…Não pensei que iria fazer algum mal… - respondeu a rapariga, fechando a porta.

-Deixaste-me preocupada, caramba! Pensas o quê? Que sou tua mãe?

Munny olhou-a desconfiada.

-De minha mãe não tens é nada!

A outra riu, acenando-lhe para que ela se sentasse ao pé dela. Munny obedeceu.

-Estás bem, não estás? – perguntou a mulher morena, pondo-lhe uma mão na cara à rapariga.

-Estou. Não te preocupes. A sério! – respondeu Munny, um pouco nervosa.

Fitaram-se durante alguns momentos até que ambas se aperceberam que estavam cada vez mais próximas. Mariana não perdia nenhuma das cenas, desde do armário, como se estivesse no cinema. Munny começou a pensar no que fazer, quando um toque estridente se ouviu. Era o telemóvel de Munny.

Mariana barafustava sozinha, em protesto e em silêncio, ainda no seu esconderijo. A mulher a quem chamavam Carla largou a aluna e deu-lhe um beijo rápido na cara, levantando-se e avançando até à porta.

-Cuida-te. – disse, saindo do quarto.

Munny suspirou fortemente, com o seu coração a cem à hora. Os seus pensamentos foram interrompidos pelo toque estridente do telemóvel, que continuava, incessante. Apanhou-o, distraidamente e atendeu, enquanto a amiga saía do armário.

-Sim?


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aaaai...precisu d dormir...

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qua Mar 18, 2009 11:19 am

Já disse q amo esta FanFic?

Brutal mesmo.
Amei....
(N percebi mt bem a parte da Munny... mas adiante)


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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qua Mar 18, 2009 12:05 pm

shadows_owner escreveu:
Já disse q amo esta FanFic?

Brutal mesmo.
Amei....
(N percebi mt bem a parte da Munny... mas adiante)


Keep it up-

LOL! sim, ja disseste, mas eu adoro ouvir! xD

(pah..digamos que eu lhe prometi este tipo de cenas com esta pessoa e estou a cumprir a minha promessa! xD)

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sex Mar 20, 2009 12:31 pm

Eu fiz alto capitulo e tu apresentas esta amostra.... onde para o resto?

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sab Mar 21, 2009 10:41 am

shadows_owner escreveu:
Eu fiz alto capitulo e tu apresentas esta amostra.... onde para o resto?

ja te tera passado pela ideia, alguma vez, na tua vidinha, QUE EU EU TEREI MAIS QUE FAZER??? -.-'' n tenhu culpa! vim de fds..n tenhu net, TÁ? --' e nao tenhu paciencia pa tar sempre a pensar na fic...ke keres??? baaah!

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Mar 29, 2009 5:56 am

Nayomira escreveu:
shadows_owner escreveu:
Já disse q amo esta FanFic?

Brutal mesmo.
Amei....
(N percebi mt bem a parte da Munny... mas adiante)


Keep it up-

LOL! sim, ja disseste, mas eu adoro ouvir! xD

(pah..digamos que eu lhe prometi este tipo de cenas com esta pessoa e estou a cumprir a minha promessa! xD)

EI!! TU NÃO ME PROMETESTE NADA! Primeiro de tudo, a ideia de pôr a coisa aí dentro foi tua!! xD
Depois de uma carrada de confusão protestante, lá chegámos a acordo e aceitei :3 MWAHAHAHAHAHAH

Manias vossas de tornar a cena pervertida... Ainda compreendia se fosse com a Sora, mas com a Carla? Não meterá um bocado de impressão? :-.-:
Mwahah, mas fiquei curiosa xD
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Abr 05, 2009 5:03 pm

NOTAS DA AUTORA:
pois...novo capitulo..totalmente dedicado à Suri e a uma nova personagem!! nya nya nya!! *.*
esperu que gostem!
por favor, comentem!


“Um maravilhoso facto sobre o qual reflectir, que cada criatura humana é constituída para ser um profundo segredo e mistério para todos os outros”.
Charles Dickens



[Capítulo 5 – “Cinco encontros”]

[Parte 3 – “Destino retorcido”]

Era o terceiro dia que ia ali. Não sabia muito bem o que estava ali a fazer, afinal, o que esperava daquele sítio? Algum milagre? Era (quase) médica, um milagre era uma anomalia científica. Mas, pela primeira vez, ficaria feliz se algo assim acontecesse. A expressão calma e pacífica daquele rapaz fazia-a ficar ali para sempre. Mas não era só isso. Não só isso a prendia ali. Algo naquele quarto, algo que não conseguia muito bem explicar, a intrigava. Não era algo mau, bem pelo contrário, era como uma presença que permanecia ali, e Suri não tinha muito a certeza como explicá-lo. Para além do que poderia jurar que esse “algo” para o qual não tinha resposta a incitava a ficar ali. Nos últimos dois dias, tinha a certeza que algo tinha dito o seu nome e falado com ela, ali, no recônditos escuros de um perdido quarto de hospital.

Apesar disso, por mais que tentasse, não conseguia ter medo ou assustar-se. Era como se algo a atraísse, e ela não se importava.

Sentou-se na habitual cadeira, ao lado da cama, depois de ver os sinais vitais do frágil empregado e reparar que continuava tudo igual a si mesmo. Ele continuava em coma, sem qualquer prognostico de quando poderia acordar. A tristeza invadiu a rapariga e a sombra de uma pequena lágrima assomou¬-lhe ao olho. Mas não caiu. Não iria deixar-se chorar por ele. Por alguém que não conhecia. Para além do que não podia perder a esperança.

Mas…A esperança do quê? Não conhecia este rapaz e não fazia ideia porque continuava a vir a este hospital, a este quarto, a esta existência perdida. Ninguém o tinha vindo visitar. Tinha confirmado pelos registos do hospital. Perguntava-se porquê. Será que ele não tinha família? Mas isso não explicava a cesta d frutas do primeiro dia em que ela viera. Não trazia qualquer cartão ou nota, por isso era impossível saber quem a teria enviado. Estava imersa nos seus pensamentos, quando algo lhe quebrou a concentração.

-É a terceira vez que vens aqui…Obrigado.

A rapariga de caracóis deu um salto na cadeira e levantou-se, alarmada. Era a maldita voz novamente.

-Q-Quem é você? Estou a falar a sério!

-Tens a certeza que queres ver-me?

Suri ficou calada, sem compreender a pergunta.

-Podes ver-me, se quiseres. Tenho estado aqui todo este tempo. Apenas…Abre a tua mente e ao teu coração ao que não entendes…Só assim poderás ver-me.

A rapariga ficou calada mais uma vez, paralisada pelo medo, mas algo na mente dela dizia que tinha que fazer o que a voz jovem e masculina lhe dizia. Fechou os olhos e sentiu uma onda de energia a passar por ela. Voltou a abri-los pouco depois, convencida de que estaria a ficar louca, pois não viu nada de novo. Franziu o sobrolho e olhou em volta.

-Ao lado da cama…Em cima da mesa…

A jovem olhou na direcção que lhe era indicada e deu um passo para trás, instintivamente. Alguém estava sentado ali. Era um rapaz. A cara estava tapada pela sombra, mas estava sentado em cima da mesa, com uma perna para cima, e o braço apoiado nela. Suri sentiu o coração a bater intensamente no peito quando ele se levantou e saiu da sombra, aproximando-se lentamente dela. Era translúcido, mas não completamente. Era como se tivesse uma existência e uma leveza diferente das outras pessoas. Não era real. Apesar de tudo isto, quando viu a face do jovem, apenas uma palavra lhe saiu dos lábios, quase inaudível.

-Junsu…

Ele sorriu, meigamente, derretendo o coração da rapariga.

-Olá, Suri…Prazer em conhecer-te.

Ela sorriu de volta. Era ainda mais bonito do que ela se lembrava no supermercado. As feições de rapaz, mas o corpo e a postura de um jovem crescido eram duas imagens que lhe davam um maior carinho por ele. Não sabia porque sentia tudo isto e porque estava feliz quando na realidade estava na presença de um fantasma, mas, neste momento, não se importava.

-Tens…Estado sempre aí? Desde do início?

-Sim. Desde que chegaste, eu tenho estado aqui. Obrigado por cuidares de mim. – respondeu o rapaz, fazendo uma vénia.

Ela sentou-se, e ele seguiu-lhe o exemplo, sentando-se na beira da cama, perto do seu próprio corpo, mirando-o tristemente.

-Sabes o que aconteceu?

Ele virou a cabeça, encarando-a e acenou afirmativamente.

-Lembro-me de tudo…Bem, menos da parte em que estive inconsciente. Quando “acordei” estava assim.

-Então, sabes quem és?

-Kim Junsu, empregado de balcão num supermercado nos subúrbios de Seoul. Numa manhã rotineira, um louco com uma arma entrou no supermercado, atingiu a minha supervisora, uma cliente e espalhou o pânico na loja, até chegar a mim e me atingir à queima-roupa.

Ela mirou o corpo do rapaz novamente. Ele lembrava-se de tudo. Devia ser horrível.

-Também me lembro de ti.

Ela virou-se para ele, com cara inquisidora.

-De mim? Pensei que já estavas inconsciente quando te estanquei a ferida.

-Não…De antes. Eras tu com o miúdo, a protegê-lo, não eras?

-Ah! O Chin, claro…Eu tinha-o nos meus braços.

-É o teu filho? – perguntou ele, sorrindo docemente.

Ela corou violentamente.

-Não! Não, não é…Ele é o meu “irmão”. Estou cá para estudar e a família dele está a acolher-me.

-Percebo.

Ficaram os dois calados, sem saber o que dizer. Suri pensava na situação improvável em que estava agora. Afinal, estava a falar com um fantasma. Um fantasma! O que era suposto dizer? Quer dizer, tinha tantas perguntas, mas agora simplesmente nenhuma delas lhe vinha à mente. Mas não podia negar que o rapaz a atraía. Era bonito, muito bonito. Corou um pouco e sorriu, longe do olhar dele.

Junsu também pensava. Pensava em tudo o que tinha acontecido. Ainda não podia crer que era realmente um fantasma.
Como raio se tinha transformado num fantasma? Para além de não saber o que fazer a partir dali. A sua vida quando estava “vivo” já era demasiado complicada, tinha acabado de complicar um pouco mais. Mas depois…Depois havia ela. A primeira vez que a tinha visto no supermercado, algo tinha atraído a sua atenção, mas depressa se esqueceu. Mas quando viu a porta do seu escuro quarto abrir, e a viu, o seu coração bateu mais forte. Era mesmo ela. Aquela misteriosa rapariga. Tinha tentado falar com ela, mas os olhos dela estavam demasiado habituados à realidade, por isso, não o tinha conseguido ver. A partir desse dia, decidiu que se ela continuasse a vir, ao terceiro dia fazer-se-ia conhecer. E ela voltara. À mesma hora. Todos os dias desde aí. Como se velasse por ele. E ele desenvolveu algo parecido com carinho em relação a ela. Era difícil de explicar.

Encolheu os ombros instintivamente. Quem sabe? Poderia ser o destino. Destino? Isso lembrava-lhe algo.

-Sabes… - disse o rapaz, quebrando o silêncio – Antes de desmaiar…Vi um pequeno papel a boiar, no chão. Consegui ler o que dizia e foi a ultima palavra que me ecoou na cabeça antes de tudo ficar negro.

Ele olhou-a e ela fez o mesmo, adivinhando o que ele ia dizer.

-O último cliente que tinha atendido, uma jovem de cabelos negros, tinha deixado isso, conjuntamente com o dinheiro. “Destino”. Era o que dizia. Simples. Destino. Achas que algo disto…Pode ser…Destino?

Ele olhava-a profundamente, como que percutindo a sua alma. Ela abriu a boca para responder, quando uma voz de lá de fora se ouviu, aos gritos.

-Porra!!! Tenha lá cuidado para onde vai! Hey…Hey! Onde estás?? Espera!! Bolas…Hoje não é o meu dia de sorte.

Suri levantou-se da sua cadeira e olhou Junsu, saindo pela porta. Era uma jovem, mais ou menos da sua idade, ocidental, com cabelos compridos e lisos, magra e extremamente bonita. Ela olhou na direcção de Suri e esta sorriu.

-Precisa de ajuda?

-Sim, por favor! Estou a tentar encontrar um quarto.

-Venha. Eu levo-a até à recepção e descobrimos qual é o quarto.

-Muito obrigada! Eu…Perdi-me. – respondeu a outra, rindo-se, com a sua voz fina e feminina.

-Não faz mal. Já agora, eu sou a Suri. Muito prazer.

-Ah, sim, claro. Prazer. O meu nome é…Bony.

Chegaram à recepção e perguntaram pela pessoa que a jovem procurava à enfermeira corpulenta com voz grossa.

-Quarto 390!

-Obrigada. – disseram as duas raparigas.

Enquanto se dirigiam ao quarto que lhes fora indicado, começaram a falar.

-Então, de onde és? - perguntou Suri.

-De Portugal. Fica no Sul da Europa. E tu?

Suri abriu muito os olhos e falou em português.

-Eu também!!

-Oh! És portuguesa? – inquiriu Bony, surpresa.

-Sim! Estou a fazer uma espécie de “Erasmus”. E tu?

-Vim ter com um…Amigo. Mas quando cheguei soube que ele tinha tido um acidente e deram-me a morada deste hospital. E depois quando entrei…Hm…Bem…Esquece. É muito estranho.

-Não…Conta, por favor. Acredita que também já tive a minha quota de coisas estranhas. – respondeu a rapariga de cabelos encaracolados, sorrindo abertamente.

Bony sorriu de volta e sentiu que devia confiar nela. Afinal, tinha vindo encontrar-se com o Ian, e descobre que ele tem um acidente. Logo quando ele tinha voltado á Coreia. E depois de terem perdido as suas malas e ter tido que esperar imenso tempo no aeroporto, quando finalmente chegara ao hospital…

-…Uma rapariga muito estranha veio ter comigo. Tinha cabelos negros, compridos e usava um vestido branco. Tinha uns olhos grandes, de cor indefinida. Era uma personagem estranha. Abordou-me e disse…


“-Precisa de ajuda?

-Não, obrigada. – respondeu Bony.

Começou a andar para dentro do hospital, quando se apercebeu que a estranha rapariga ainda a seguia.

-Desculpe, mas precisa de alguma coisa?

A rapariga sorriu-lhe e falou numa voz doce.

-Não, mas antes de ires ver o Ian, precisas de saber uma coisa.

Bony abriu muito os olhos. Recuou um passo. Como raio sabia aquela personagem onde ela ia e com quem ia ter?

-Como é que você sabe isso?

-Há muitas coisas que eu sei. - respondeu a figura, sorridente.

Quando a rapariga olhou em volta, descobriu-se no meio do hospital, sem saber onde estava. Olhou em volta, mas não reconheceu nada.

-Onde estou?

-Onde a tua jornada começa. O teu destino está interligado a alguns outros destinos…”especiais”. Ah, um último conselho, Bony…Não te esqueças de acreditar no que é até invisível para os teus olhos. Vê com o coração, não com a mente.

Nesse momento, uma rapariga morena, de cabelos negros e óculos vermelhos bateu-lhe no ombro, distraidamente. Bony virou-se para ela e os seus olhos encontraram-se, num momento silencioso. A morena murmurou um “desculpa” e continuou o seu caminho, distraidamente.

-Porra!!! Tenha lá cuidado para onde vai! – gritou a rapariga de cabelos compridos, mas a outra já não lhe prestava nenhuma atenção.

Olhou novamente em volta e viu que a estranha figura de cabelos negros já não estava. Ficou furiosa. E principalmente porque não sabia voltar.

- Hey…Hey! Onde estás?? Espera!! Bolas…Hoje não é o meu dia de sorte.”


-E foi aí que apareceste.

-Uau! Que história.

-Desculpa…Provavelmente nem sempre acreditas em mim, mas nunca me aconteceu uma coisa deste género. – desculpou-se Bony.

-Não, não faz mal. – respondeu a outra, sorridente. – Olha, chegámos
.
A rapariga de cabelos lisos entrou no quarto, virando-se depois de alguns segundos.

-Vemo-nos por aí? – perguntou.

-Se vens mais vezes aqui…Sim, seguramente! – respondeu Suri.

Bony respondeu um “obrigada” e entrou no quarto, sendo engolida pela escuridão.

A rapariga de cabelos escuros foi deambulando até ao seu quarto, e quando entrou, deparou-se com Junsu, que esperava por ela.

-Então?

-Como era a rapariga que te entregou o papel que dizia “Destino”?

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Última edição por Nayomira em Seg Abr 06, 2009 4:53 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Seg Abr 06, 2009 10:29 am

Amei... está brutal... mas curto! :-.-: para variar!
Sabes como manter o "publico" suspenso.

Continua...

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Seg Abr 06, 2009 2:28 pm

O desenrolar da história está maravilhoso as usual Smile

Em relação à minha parte só tenho isto a dizer: "perhaps it wasn't fate... but coincidence" Sad

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qua Abr 08, 2009 1:49 am

Uhhhhh adorei adorei!!! Continua...

Estou como a sana....muito curto lool :-.-:

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sex Abr 10, 2009 5:13 pm

NOTAS DA AUTORA:
Obrigada pelos comentariooooos!!!!! *-*
Adoro a cena Ahri x YunHo, deixem-me ja que vos diga! xD loool!! tenhu o direito, mesmo sendo autora, nao? muhihihi! =P
Estava à espera de por a Lili-sama neste capitulo, mas como sempre me acontece, ficou grande demais, por isso ficará guardada para o proximo! xD
continuem viciadas! continuem a gostar! continuem a comentar, shim??? arigatou! ^^


“Um maravilhoso facto sobre o qual reflectir, que cada criatura humana é constituída para ser um profundo segredo e mistério para todos os outros”.
Charles Dickens



[Capítulo 5 – “Cinco encontros”]

[Parte 4 – “E foram felizes para sempre”]

A rapariga acordou violentamente. Passou a mão pela cara e recolheu algumas gotas de suor que lhe caiam, pela intensidade do sonho que tinha tido. Suspirou, sentando-se na cama. Não sabia bem o que pensar porque não se lembrava completamente do sonho. Apenas sabia que aquele parque estava outra vez no seu caminho. Onde o tinha visto pela primeira vez. Esse era outra coisa que lhe ocupava a mente agora. Tinha acordado várias vezes durante a noite pensando nele. Sentia-se culpada. Como podia tê-lo mandado embora assim? Tinha sido bastante cruel.

Levantou-se da cama com uma sobrancelha franzida.

-Espera lá! Cruel? Vá lá! O tipo é um fantasma!! Decididamente, já não digo coisa com coisa! – disse, em voz alta, avançando para a cozinha.

Durante o pequeno-almoço, a rapariga de cabelos compridos ouviu as mensagens do telemóvel, já que se tinha tornado rotina o Chul mandar-lhe uma mensagem de voz todos os dias com os compromissos para o dia seguinte.

Ligou o telemóvel e ouviu a mensagem daquela manhã. Não que a primeira voz do dia que quisesse ouvir era a do seu subordinado, mas era uma boa maneira de não se distrair.

“Olá, olá, patroazinha! Como dormiu? Bem, espero! Então, para ordem do dia, hoje temos, por volta das 9 horas, uma reunião com o consórcio da empresa finlandesa, depois não se esqueça de rever aquele inventário dos livros da parte da ciência e a seguir—“

-Eh pah! A sério! Este homem sequer respira enquanto fala? Já me cansa só de o ouvir falar. – soltou a morena para o ar, enquanto a mensagem se prologava por longos minutos, sem nenhuma interrupção.

“—e é isso! E como eu sei que está a precisar de uma folgazinha consegui que saísse uma hora antes da hora combinada e consegui-lhe a tarde livre que me pediu!”

Ahriana não conseguia acreditar no que ouvia. Ele tinha realmente conseguido. Estava livre durante essa tarde.

-YES!!!!!!!! – gritou, com uma alegria que ecoou pela casa.

Desligou o atendedor de chamadas e correu a arranjar-se. Aquela boa notícia tinha-lhe dado mais animo. Iria ter toda a tarde de folga e iria encontrar-se com a Liliana novamente. Este dia tinha começado bem. Vestiu-se numa quase fracção de segundo e saiu de casa apressadamente, sem qualquer pensamento senão no de chegar a horas, deixando uma sombra familiar para trás, de olhar ausente.

Depois de mais de quarenta minutos num trânsito infernal, conseguiu chegar ao seu escritório, no centro da cidade. Subiu as escadas com ânsia, entrando no seu escritório com grande alarido e respiração ofegante. Quando abriu a porta, porém, viu que alguém estava sentado na sua cadeira, de costas para ela. Desconfiando de quem seria, esperou uns segundos até que a pessoa se virasse para ela e revelasse o seu mais fiel (e chato) subordinado.

Ahriana cruzou os braços no peito, fingindo enfado.

-Chul, posso saber o que raio estás a fazer na minha cadeira?

-A apreciar! – respondeu o homem com o fato cinzento e poeirento.

-Desculpa? – perguntou a rapariga, incrédula.

-A apreciar a cadeira da minha chefe e de quem se sentou neste mesmo escritório antes de si. – voltou Chul, levantando-se, com um sorriso inocente na cara.

-Hm…Não percebi! Antes de mim? O que queres dizer?

A rapariga fechou a porta com cuidado e avançou até à cadeira, agora desocupada, sentando-se.

-Não sabia? – perguntou o jovem empregado, pasmado – A nossa sede não era suposto ser aqui! Era para ser uns prédios mais à frente…Mas umas semanas antes de chegar, a empresa que estava aqui instalada quis ver-se livre disto, alegadamente, porque se iriam dissolver. E nós aproveitamos e comprámos isto…Eles davam um bom preço e as instalações são óptimas, como se pode reparar.

A jovem ficou a fitá-lo durante um momento. Era algo estranho. Algo lhe dizia que o que Chul lhe acabara de dizer tinha alguma importância. Porque seria? Decidiu seguir o seu instinto, como sempre, ele não falhava, e falou novamente.

-E quem estava aqui antes de nós?

Chul aproximou-se da janela, com as mãos atrás das costas, para não sujar o enorme cristal e falou solenemente.

-A Empresa Jung. Eram uns dos líderes de mercado. Um miúdo com ambição fundou a sua própria empresa e depois de uns anos, conseguiu ser o empresário de sucesso que era. Um dia, simplesmente, fartou-se de tudo e começou a vender todo o seu património. Ninguém sabe muito bem porquê. Dizem que ele teve a desilusão de alguma coisa, outros clamam que estavam a falir. Ninguém sabe realmente o que aconteceu. Simplesmente decidiram fechar. Apesar disso, o director continuava a ser uma pessoa influente e com uma avultada fortuna. Aliás, ele deveria ter estado na nossa festa de inauguração, mas por qualquer motivo não apareceu. Ainda estou a tentar saber o que é feito dele. Provavelmente, decidiu que não lhe apetecia vir. Apesar de genial, muitas vezes não se importava nada com as aparências e de aparecer nos eventos sociais deste tipo.

Virou-se para a patroa, exibindo mais uma vez o seu sorriso.

-E este era o escritório dele.

Naquele momento, alguma coisa fez com que Ahriana se agarrasse ao peito. Uma sensação muito estranha, como se alguma força invisível estivesse a agarrá-la e a fazer com que o seu corpo, o seu coração e o seu estômago estivessem às voltas. Porque aquilo a estava a afectar tanto? Não conseguia perceber. Instintivamente, foi como se uma sombra escura se tivesse abatido pelo escritório, como se algo de muito negro estivesse a povoá-lo. Mas, a julgar pelo ar de Chul, apenas ela tinha essa noção.

O empregado suspirou e virou-se una vez mais para a janela. Segundos depois virou costas à enorme janela e começou a caminhar em direcção à porta.

-Vamos começar o nosso dia de trabalho, patroazinha?

A rapariga lutou contra a dor que sentia e com alguma dificuldade pôs-se em pé, seguindo-o.

-S-Sim…

Tal como o enfadonho homem tinha prometido, Ahriana teve o privilégio de sair uma hora mais cedo que o previsto. Quando saiu do prédio, sentia-se demasiado cansada para ir a pé, por isso, chamou um táxi e entrou, indicando-lhe a morada que seguir. Mas, um minuto antes de que o condutor arrancasse, alguém abriu a porta.

-Desculpe, posso entrar?

Ahriana olhou em direcção à voz. Era uma rapariga. Oriental, bonita, com longos cabelos negros e olhos sem expressão nem cor definida. Exibia um sorriso cálido e vestia longas vestes brancas, que contrastavam com o seu cabelo. Era como a personagem saída de um sonho, de um qualquer conto de fadas. Se uma princesa desse género existisse, ela seria assim, de certeza. A rapariga de cabelos castanhos e vermelhos estava imóvel no seu sítio, admirando a estranha, até que o taxista falou com a sua voz forte e rouca.

-Não vê que já está ocupado? Espere pelo próximo!

A rapariga fitou Ahriana com um sorriso, mas os seus olhos diziam algo diferente. Algo enigmático, que ela não conseguia desvendar.

-N-Não…Não importa. Por favor, leve-a também. Pagar-lhe-ei as duas corridas, não se preocupe. – disse Ahriana ao motorista.

-Como queira. O cliente é que manda. – respondeu este, sem sequer encarar nenhuma das duas clientes.

A rapariga misteriosa sentou-se, ao lado da outra e sorriu-lhe.

-Obrigada. – disse.

-N-Não tem de quê.

O carro começou a avançar, sem pré-aviso, com as duas passageiras. Alguns minutos passaram em silêncio. A rapariga de cabelo vermelho não sabia o que dizer. Era uma situação demasiado incómoda e a verdade é que cada vez que olhava a companheira, sentia algo muito estranho. Como se aquela rapariga fosse feita de algo não muito real. Apesar disso, manteve-se calada. A outra sorria-lhe, cada vez que a apanhava a olhar para ela. Ao cabo de mais alguns minutos, a rapariga misteriosa mandou o motorista parar e fez sinal à outra que a acompanhasse. Ahriana, como que enfeitiçada, seguiu-a e saiu do carro, que arrancou novamente a grande velocidade, deixando uma cortina de fumo para trás.

Ahriana, depois de alguns segundos, olhou em volta e percebeu que não sabia onde estava. Olhou novamente para a rapariga de cabelos negros, com uma expressão inquisidora.

-Onde estamos? – perguntou.

-Onde precisas de estar agora. – respondeu a outra, ainda sorrindo.

A rapariga ocidental olhou em frente, ainda sem perceber nada, e viu um cenário familiar. Era a entrada de um sítio. Um parque. Mas não qualquer parque. Era aquele em que o tinha visto pela primeira vez. O parque retirado de um qualquer sonho longínquo de conto de fadas. Sentiu uma pontada no peito e o seu coração a bater mais depressa, como se soubesse o que lhe esperava. Olhou para o lado, mas notou que a rapariga de cabelos negros tinha desaparecido. Apesar de surpresa, estava à espera de algo do género.

-Ora porra…Agora é que estou mesmo perdida! – disse, alto, para o ar.

Tomou um passo em frente, como se fosse um fantasma, pois era como não sentisse qualquer dos passos que tomava. Quando se deu conta, a fragrância das árvores e das flores encheu-lhe os pulmões. Encontrava-se novamente em frente à pequena fonte de água gelada. Sentou-se numa berma e olhou em volta. Estava tudo deserto. Um baloiço de aço com uma bonita trepadeira enfeitava ainda mais aquele lugar.

Depois de alguns segundos a mirar o céu, a rapariga sentiu que algo tinha mudado no ar. Não precisou de olhar para o outro lado da fonte. Sabia quem lá estava.

YunHo não falou. Sabia que ela estava do outro lado. Não sabia muito bem como o teria encontrado, mas, pensando bem, este tinha sido o sítio do seu primeiro encontro. Irónico. Estava de costas para a misteriosa rapariga. Apenas o cair da água os separava. Ela também não tinha dito uma palavra, mas ele tinha a certeza que ela o tinha sentido. Não a percebia muito bem. É verdade que apenas a tinha visto alguns dias e falado com ela alguns minutos, mas aquela rapariga de cabelo multicor continuava a intrigá-lo. Porque o teria mandado embora? Acaso saberia ele quem era o YunHo? Porque seria algo mais do que ele sabia. Para além do que, apesar de não querer admiti-lo nem a ele próprio, sentia-se fortemente atraído por ela. O que era suposto fazer? Falar? Levantar-se? Voltar a ir embora? Abanou a cabeça. Ficava demasiado confuso na presença dela.

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sex Abr 10, 2009 5:18 pm

O vento estava cada vez mais forte. A rapariga sentia as furiosas ondas de ar frio brincar-lhe com o cabelo, trazendo-o para a frente dos olhos, mas não se importava. De facto, nem sequer lhes tinha tomado atenção. Outra coisa a captava. O rapaz do outro lado da fonte. Quanto tempo iam ficar sem dizer nada? Supunha-se que ela deveria dizer algo? Afinal…Tinha sido ela a “expulsá-lo”. A verdade é que não percebia inteiramente o que se passava quando estava na presença dele. Era como se o seu coração se encolhesse, uma sensação agoniante e maravilhosa ao mesmo tempo. Baixou a cabeça, mirando o chão de pedra fustigada. Essa sensação sequer existia? Seria tudo aquilo o destino? O que ela queria até agora? Estava revelar-se mais difícil do que pensava. Decidiu que era altura de falar. Não iam estar assim o dia todo, ou iam?

-Desculpa…- disse, mirando o azul céu novamente. O vento aumentou.

O rapaz surpreendeu-se. Não esperava aquele inicio de conversa. Mas…

-Porquê? – respondeu, enquanto observava as arvores serem castigadas pelo cruel vento.

-Não devia ter dito aquilo. Afinal…Não tiveste culpa…Eu…Não sei bem o que me deu.

-Não faz mal…Quer dizer…Eu entendo, apareci em tua casa e arrastei-te para um problema que não é teu e um mundo que não conheces. É normal que não me deixasses…Ficar… - respondeu ele, mirando o chão e sentindo cada palavra que dizia como facas cravadas no seu peito, sem saber muito bem a razão.

-Não. Eu quero ajudar-te.

O rapaz alçou os olhos, não apenas pela frase, mas porque a voz estava muito mais próxima a ele. Ali estava ela. De pé. À sua frente. Dizendo que queria ajudá-lo. Ele levantou-se, mirando-a profundamente nos olhos. Eram castanhos. Eram brilhantes. Eram lindos.

Ela continuava a olhá-lo, sem desviar os olhos, com o vento ainda brincando com o seu cabelo e trazendo pedaços de folhas e flores, envolvendo-os como numa dança. Os seus olhos reflectiam um castanho-escuro, quase negro, mas eram profundos, como se permutassem toda a sua alma e o seu ser, deixando-a vazia. Não era uma sensação desagradável, bem pelo contrário e, quando se deu conta, tinha um sorriso, genuíno, iluminando-lhe a face.

YunHo voltou a ficar surpreendido com aquele sorriso. Era fresco, genuíno, e fazia-o lembrar-se de algo mais. De alguém mais. Quem seria? Alguém de quando ainda estava “vivo”? Não sabia, mas a verdade é que sentiu mais que nunca que queria proteger aquele sorriso. Tinha que protegê-lo. Como se seu se tratasse. Instintivamente, avançou um passo e abraçou-a. Envolveu-a nos seus braços e ganhou consistência, podendo realmente tocá-la. Era como envolver uma flor. Delicada, que pode murchar a qualquer momento, por isso fê-lo muito gentilmente. Não sabia porquê, mas queria protegê-la. Aquela flor iria ser apenas sua. Apenas sua para proteger. Como a sua missão. Tinha-se esquecido de qualquer calor humano, mas apostava que nenhum se comparava aquele. Era quente. Tê-la assim, tão frágil, no seu abraço, era como uma qualquer história de encantar que tinha chegado à sua última página. “E foram felizes para sempre.”

Ahriana abriu muito os olhos, mas, antes de qualquer reacção, ele já a abraçava. Queria perguntar como era possível que ele o conseguisse, pois ainda a noite anterior tinha comprovado que não o conseguia fazer. Mas nenhum som deixou a sua boca. Nenhuma palavra, como se algum outro movimento pudesse partir aquele frágil momento. Ele era quente, era seguro, era nada e era tudo, por isso, permitiu-se a si própria ficar naquele abraço e naquela calidez um pouco mais.

-Obrigado. – disse ele, baixinho.

Ela sorriu para si, no peito dele. Largos minutos passaram., num parque encantado, de flores e árvores desconhecidas. E o vento abrandou, trazendo ondas de ar quente e palavras de destino, rodopiantes.

Ninguém viu, ninguém soube, a não ser por uma estranha personagem, que sorria e virava costas, embrenhando-se nos bosques, sem que o vento batesse sequer nos seus longos cabelos pretos que contrastavam fortemente com as vestes brancas e olhos de cor indefinida.

Algumas horas depois, a seguir ao almoço e tentando organizar o que iria ser feito para o próximo dia e fazendo tempo para o encontro com a Lili.

YunHo estava ao seu lado, silencioso, pois percebia que aquilo era algo de grande importância para ela.

-Ainda não me disseste em que trabalhavas…

-Ah…Sou a gerente de uma loja. Como uma…Livraria, mas maior! Tem CD’s, livros, informática, uma imensidão de coisas.

-Hm…Coisa culta, então. – disse ele, sorrindo. – Deves ser muito esperta.

-Tinhas alguma dúvida? – respondeu ela, cortante, corando um pouco.

À hora marcada, Ahriana encontrava-se em frente ao café combinado. Suspirou. Ainda estava a pensar como raio iria explicar-lhe toda aquela confusão, se é que lhe chegaria a explicar. Virou-se para YunHo.

-Preciso que estejas…Caladinho e quietinho enquanto eu falo com esta rapariga.

YunHo olhou-a com desconfiança.

-Sou algum cão para tu amestrares? – disse, rispidamente.

-Não é isso! Apenas não estás á espera que eu esteja a falar com alguém que ninguém consegue ver, não achas? Aliás, já devo estar a parecer uma maluca aqui a falar sozinha no meio da rua! Dá-me um desconto, sim? – respondeu ela, cortante.

-Dou-te um desconto? Acho que andas com as prioridades um pouco trocadas! Prometes-te ajudar-me!

-E vou fazê-lo! Mas hoje és fantasma, amanhã vais continuar a ser! Que diferença faz um dia?

-Esse foi um comentário bastante desnecessário, sabes? Tu funcionas com esse cérebro todo ou ele também tira férias?

Ahriana abriu a boca para responder, mas calculou que começar aos gritos no meio da rua iria parecer bastante estranho, pois já algumas pessoas tinham passado e ficado a olhar para ela.

-Podes fazer um esforço? Pequeno? Pequenino? Do tamanho da tua consideração pela única pessoa que te consegue ver? – disse, baixinho, sarcástica.

-Vou tentar. – respondeu ele, frio.

A rapariga entrou no café e olhou em volta. Havia poucos clientes. Entre eles duas raparigas que falavam muito seriamente. Uma delas era morena e a outra tinha o cabelo castanho claro. Esta última parecia pronta a saltar ao pescoço da outra. Mas porque razão lhe soava familiar aquela cara? Já a teria visto em algum sítio? Encolheu os ombros e pensou que provavelmente era apenas a sua imaginação. Depois de alguns segundos, encontrou a rapariga loira e de olhos claros que procurava e dirigiu-se na sua direcção, sentando-se na sua mesa.

Depois de alguns minutos de conversa, outra rapariga entrou no café. Era elegante e com uns grandes olhos verdes, realçados com eyeliner, ocidental. Dirigiu-se á mesa das outras duas raparigas que tinha visto anteriormente, mas antes que chegasse, o seu rosto encheu-se de um terror explícito. Ahriana olhou na direcção do olhar da rapariga e viu que mirava a rapariga morena, de óculos vermelhos. Liliana também tinha desviado a sua atenção para a cena.

A jovem de olhos verdes apontou na direcção da morena de óculos vermelhos e o seu terror tornou-se ainda maior.

-O-O QUE…O QUE ÉS TU????? – gritou, no meio do café, ainda apontando a morena.

Mas outra coisa surpreendeu Ahriana. A rapariga tinha falado português. No seu genuíno espanto, viu a morena e a rapariga de cabelos encaracolados correr em direcção a ela e olhá-la com surpresa. Aquelas raparigas davam-lhe uma estranha sensação. YunHo também fixava o olhar na cena. Ahriana levantou-se, acompanhada de Lili em direcção às jovens.

“Quem são vocês, afinal?”

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sab Abr 11, 2009 2:23 pm

Não que n tenha amado isto pq tu sabias mt bem q eu iria gostar qd escreves-t isto...
Mas pronto continuo a querer mais... By the way... Acho q tivemos a visita dos DBSK por aqui e n estou a brincar. A nossa grande sorte foi eles n perceberem português... aliás a minha... pq se eles viram os meus trab d photoshop viram os Funnys... ainda bem q eles n percebem port
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Hoje à(s) 4:06 am

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[DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"
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