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 [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"

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nayomira
Deusa Odisseia
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MensagemAssunto: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qua Nov 12, 2008 7:47 pm

DISCLAIMER: Pois, pois, já sabem...eu nao sou dona de nenhuma das personagens nesta historia, a nao ser eu propria *lol*, incluindo os dbsk...eles sao propriedade da gente *sortuda* coreana, incluindo as histericas das Cassiopeia! -.-''
esta fic visa apenas e só o entretenimento das massas massudas! ^^ enjoy! =P



NOTAS DA AUTORA:

Sim!!!! Exactamente!!! Outra fanfic!!! hehe! ^^ Sendo que a da borboleta está praticamente no fim venho apresentar-vos o meu novo projecto. Como hoje estou em transe tive a ideia desta fic. SIM, é drama! Nao me chateiem! Sabem que eu me dou bem no drama...Que posso dizer? :-.-:
Esta fic é protagonizada pelos DBSK, of course, e numa tentativa de fazer algo decente, por mim, a Munny, a Sana-nee-sama, a Lili-sama e a minha rivaru-chan. O nao me venham chatear com os eventuais pares que nao tenho peciencia pa isso! :-.-: lol!
De qualquer maneira, deixo-vos a primeira parte do primeiro capitulo. Espero que gostem. (?)
Comentem e ajudem-me a melhorar a minha escrita! ^^

P.S.: proximamente, a parte 2! =P




“A morte não é a maior perda na vida.
A maior perda é o que morre dentro de nós enquanto estamos vivos.”

Norman Cousins

“Todos dizem, “Que mau que temos que morrer” – uma estranha queixa que vem das bocas daqueles que tiveram que viver”
Mark Twain


“DESTINO”


by Nayomira


Cinco raparigas, cinco rapazes, vida, morte, destino…

“Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a verdadeira tragédia da vida é quando um homem tem medo da luz”
Platão

[Capítulo 1 – “Cinco tragédias”]

[Parte 1 - "Um acidente, uma queda e tudo muda"]

Morte.
Vida.
Duas palavras.
Ele conheci-as bem.
Ficava horas a olhar para o teto, esperando que qualquer réstia do que quer que fosse acordasse nele o que já tinha esquecido há muito. Balançava a cadeira do escritório vazio e frio, olhando pela janela. Era quase noite. O dia estava quase a acabar. Quase. Como em toda a sua vida. Quase. O moreno levantou-se e divagou pelo escritório cinzento até à janela. Era a única coisa que ele gostava naquele sítio. A sua enorme janela.
Morte.
Vida.
Como tudo podia mudar de um momento para o outro.

“-Acho que nos conhecemos.
-A sério?
-Sim!
-De onde? Acho que me lembraria de ti.
-De uma vida passada?”


Esse sorriso. Essas palavras. As luzes da cidade começavam a acender-se, mas o atraente jovem coreano estava perdido nos seus pensamentos. De mãos nos bolsos, perguntava-se o que fazia ele ali. Não gostava daquele sítio. Achava-o estúpido, fétido e carregado de energia negativa. Ou seria ele que tinha passado a ver tudo negro desde esse dia? Continuava a fitar a janela e num momento, viu um rosto reflectindo-se nele. Voltou-se para trás, com um misto de mágoa e alegria mas não viu nada. Apenas o seu escritório, frio, vazio e a sua sombra projectando-se no chão perfeito, negra.

“-O que fazias?
-O que fazia se quê?
-Se eu morresse. O que farias?
-Deixa de pensar em tolices. Ninguém vai morrer.
-Responde-me.
-Morria contigo.
-Ou talvez te mantivesses vivo…Mas ninguém te poderia ver…Ou quase…
-Mas a que vem esta conversa?
-A nada…Haha! Que ninguém te visse…Que tonta sou, não?
-Para mim? Claro que sim! Mas foi por isso que me apaixonei por ti!”


Tudo vazio. Incluindo o seu coração. Tudo vazio e gélido.
-Hey! Acorda, homem! – disse uma voz atrás do rapaz à janela.
-O que queres? – respondeu o jovem, ausente.
-Estás-te a esquecer que tens a festa de inauguração da nova filial daquela loja europeia?
-Ah, sim…Obrigado. Já vou.
-Ok.
O jovem fitou novamente a janela e viu o reflexo do colega a desaparecer pela porta do escritório. A cidade tinha sucumbido completamente à escuridão da noite e apenas as imensas luzes davam a ilusão de que o dia ainda perdurava. Um suspiro. O moreno voltou-se e dirigiu-se à sua secretária. Pegou nas chaves do carro e saiu, batendo a porta e deixando o escritório envolto em trevas, apenas com a sua vista espectacular sobre Seoul, a brilhar, na sóbria janela.
Tinham passado poucos minutos desde que tinha começado a andar pela estrada quase vazia, quando aconteceu. Depois de ter passado um sinal verde, o rapaz viu um carro descontrolado vir em direcção a si, de uma esquina. Puxou instintivamente o travão mas o outro veículo apenas aumentou de velocidade. Não se ouviu nenhum som, apenas o terror mudo e a certeza da morte espelhadas nos olhos escuros do moreno.
Houve uma grande colisão e o rapaz sentiu uma grande força empurra-lo para a frente, batendo no vidro da frente, com a cabeça, violentamente. Tudo ficou nublado e pareceu-lhe ficar ali horas até começar a ouvir sirenes ao longe. Sabia que estava gravemente ferido pois sentia como se o seu corpo estivesse a ser trespassado por milhares de facas. Tinha a certeza que não demoraria muito tempo a perder a consciência. Começou a sentir um sabor metalizado na boca e percebeu que estava a sangrar. Tentou olhar para si próprio mas não conseguia mover o pescoço. As lágrimas turvaram-lhe a vista e qualquer som se desvaneceu.
-Senhor? Senhor? Consegue ouvir-me?
O jovem viu uma cara e um uniforme vermelho ao seu lado mas apenas leu nos lábios a pergunta do homem e usou as suas últimas forças para responder.
-Yu…Yun…YunHo…o…meu nome…
E tudo ficou escuro.

__________________________________

-Destino!
-O quê?
-Destino! Acreditas?
-Porque me estás a perguntar isso? E toma atenção à estrada, pelo amor de Deus.
-Ora. Vá lá. Não acredito que não tenhas uma crença, uma superstição, qualquer coisa.
O rapaz de cabelo castanho que viajava no sítio do passageiro olhou para a condutora com uma sobrancelha franzida. Ela sorria.
-O que é que isso tem a ver com o destino? Destino? Destino… Não sei…Mas a ideia de os meus movimentos e acções estarem já predestinados não me mete muita graça. Quer dizer…É como se tudo de mau ou de bom que me pudesse passar estivessem já destinados a acontecer. Dá-me uma sensação de impotência quanto ao que eu posso fazer…Porque de todas as maneiras, já estava destinado a fazê-lo.
A rapariga desviou os olhos da estrada e mirou o amigo.
-Isso é uma visão muito deprimente, ChangMin.
-Achas?
O rapaz virou a cara para a janela e fitou a noite que aumentava de intensidade lá fora. Os seus pensamentos voavam. Apesar de saber que a amiga fazia aquele tipo de observações apenas para ter tema de conversa não lhe agradava pensar que tudo pelo que passara, tudo o que tivera de aguentar era… Não. Aquilo não tinha sido obra do destino. Apenas…Um ciclo. Morte. Vida. Como um ciclo. E tinham-se passado nove anos. Nove dolorosos anos em que tinha sido apenas capaz de sobreviver graças àquele pensamento. Custava-lhe a acreditar que tivesse passado tanto tempo pois lembrava-se de tudo tão claramente, tão assustadoramente. Os gritos ainda lhe ecoavam na cabeça. Aquela explosão fatal e um pensamento rápido. O corpo inerte por cima do seu e aquelas últimas palavras. Os fantasmas ainda o assombravam. As recordações dolorosas como pequenos espinhos cravados no seu coração.

“-Estás bem?
-Eu…Não sei…Hyung…É muito barulho…
-Fica aqui. Não te mexas, ok? Fica aqui quieto. Promete-me que não te mexes.
-Eu não me mexo. Prometo. Mas…Hyung…
-Diz.
-Vamos demorar muito para sair daqui? Tenho medo.
-Não. Vais ver que a policia não tarda aí e depois podemos ir para casa.
-Eu só queria um gelado…
-Eu sei, Min…Eu sei…
-Olha quem eu encontrei! A tentarem esconder-se?
PUM.
-MIIIN!”


O moreno abanou a cabeça. Não. Não tinha esquecido tudo aquilo. Terapias. Médicos. Tudo coberturas. Nove anos. Como teria passado tanto tempo? Tanto tempo…Destino? Recusava-se a acreditar nisso. Se o fizesse, tinha a certeza que ficaria louco de vez.
-ChangMin? Está tudo bem?
-Está, está, não te preocupes… De qualquer maneira, onde é que nós vamos?
-A uma festa. Uma inauguração. Vais-te divertir. E pode ser que conheças alguém interessante.
-Pois sim. Isso é que tu dizes sempre. E mantém os olhos na estr–

O jovem voltou a olhar para a frente, e, sem tempo de terminar a frase, arregalou muito os olhos e apontou para a frente.
-KEYLA!
A rapariga virou-se rapidamente para a frente e viu um carro, quase em cima deles. Pisou o travão e desviou-se por um milímetro do outro veiculo, evitando a colisão, mas bateu com a cabeça no vidro da janela. Ouviu-se o estilhaço de vidros e o rapaz fechou os olhos. Quando os voltou a abrir, notou que ainda estavam em movimento. Desviou o olhar em direcção da amiga e viu, aterrorizado, sangue na cabeça da jovem misturando-se com os seus longos cabelos loiros. Tinha os olhos fechados, estava desmaiada, mas com os pés ainda nos pedais do carro.
-KEYLA!! KEYLA!!!
O aterrorizado jovem tentou acordá-la, mas em vão. O carro aumentava de velocidade vertiginosamente e tinham acabado de passar um sinal vermelho, numa esquina. Quando o rapaz, que tentava controlar o volante, olhou em frente, percebeu que estavam perdidos. Outro carro apareceu, negro, guiado por outro jovem.
Os dois carros embateram violentamente e a jovem foi projectada para fora do carro, ainda desmaiada. O rapaz que seguia ao lado dele perdeu a noção de tudo e fechou os olhos. Ouviu vidros a partirem-se com grande ruído e fez mais pressão nos ouvidos. Sentiu o carro ainda em movimento e uma grande dor no peito.
O carro parou e ele abriu os olhos. Estava tonto e sentia uma dor latente por todo o corpo. Tentou mexer as pernas mas não conseguiu. Olhou para o lado e viu o rapaz do outro carro quase desmaiado, praticamente esmagado pela colisão. Levantou o braço e levou-o à cabeça, ainda a sentir-se tonto. Sentiu algo pegajoso e quando voltou a olhar para a mão viu mais sangue do que nunca tinha visto em toda a sua vida. Começou a sentir-se outra vez tonto mas sabia que se adormecesse talvez nunca mais voltasse a acordar.
Minutos depois, que lhe pareceram horas, começou a ouvir sirenes e viu a tentativa dos bombeiros de tirar o rapaz acidentado do outro carro.
-A…Aqui…
A voz falhava-lhe e sentia-se ainda mais tonto. Começou a fechar os olhos e com um último pensamento, o mundo escureceu
.

“Min…Promete-me…Por favor…Promete-me…Que vais continuar…E cumprir o teu sonho…O teu sonho…Min…”


__________________________________

“-Isto é fantástico, Eun.
-De facto, Heul. Temos aqui um novo talento que tenho a certeza que vai fazer sucesso.
-Exactamente. Este novo sucesso musical vai decerto arrasar as nossas tabelas.
-Não via um talento tão promissor desde a debut de Park Yuu—“


O ecrã da televisão ficou negro e a imagem desapareceu. Um rapaz, com cabelo desalinhado deitou o comando furiosamente ao chão e despenteou o cabelo ainda mais com a mão.
Levantou-se e andou pela sala até ficar em frente à janela. Viu o movimento da rua e os prédios que se erguiam ao lado do seu. Olhou por uma janela e viu uma rapariga de cabelos claros fechar a cortina da sua janela rapidamente.
Indagou quem seria mas os seus pensamentos rapidamente voltaram à divagação.

“-Hey, meu! Anda ver o que eu comprei.
-Acabamos de vender uma canção e tu já gastaste a tua parte? Não existes mesmo.
-Pois sim. Tu deves demorar muito a gastar a tua.
-Wow! O que é isto, Hyung?
-Gostas? Comprei-a hoje. Não é linda? Duas colunas, som stereo e um computador incorporado para fazer as misturas.
-Muito bem, muito bem. Parece que não gastas o teu dinheiro tão à toa como eu pensei.
-Ha! Já devias saber que eu sou assim!”


Claro. Sempre tinha sido. Suspirou. Como tudo muda num segundo. Um instante. O rapaz de cabelo negro olhou para trás de si. O seu apartamento não era o que se podia chamar de um “apartamento”. Estava sujo, deprimente e com comida rápida espalhada por toda a parte. Não tinha forças. Desde que tinha acontecido aquilo, simplesmente não tinha forças para nada. Muito menos para compor. E quem iria querer um cantor falhado e sem inspiração? Todas as suas composições andavam sempre à volta do mesmo. Morte. Vida. Uma tempestade que não parecia ter fim à vista. Como teria chegado a este ponto tão deprimente? Nem ele tinha a resposta a essa pergunta.
Voltou a mirar a janela, com a esperança de se poder perder naquele imenso arrufo de pessoas, que não pensavam em mais nada que não em si próprias. Que gentinha insignificante eram. Como os odiava. No entanto, como desejaria ser um deles. Com todas as forças, voltar atrás, poder escolher outro caminho.

Toc. Toc.
-Sim?
-É Park YuuChun?
-É o próprio!
-Somos da policia.
-O que desejam?
-É conhecido do senhor Chung-Hee?
-Sou sim.
-Lamento muito. Tenho uma má notícia.”


Um pio desesperado acordou o moreno da sua divagação. Abriu a janela e olhou para todos os sítios e viu-o. Um pequeno pássaro, preso na calha da janela.
-Oh, pequenino. Eu ajudo-te.
O jovem empoleirou-se na janela, pondo os pés no parapeito e projectando o corpo para fora da janela, perigosamente.
Agarrou o pequeno pássaro e libertou-lhe a pata que tinha ficado presa, oferecendo-lhe de novo a liberdade. Nesse momento, a campainha tocou e o rapaz perdeu o equilíbrio nas pernas, e perdeu o seu apoio, ficando pendurado na janela apenas com as mãos na calha. Começou a ficar muito nervoso mas por mais que tentasse não conseguia voltar para dentro. Ouviu um ruído estranho e num segundo, olhou para cima, vendo a calha rompendo-se. As mãos dele soltaram-se, o medo espelhou-se nos seus olhos, e o seu corpo caiu no vazio, sem apoio.
Fora da porta, uma rapariga esperava ansiosamente que lha abrissem.


Última edição por nayomira em Sab Set 04, 2010 7:46 pm, editado 14 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qui Nov 13, 2008 12:35 am

Cruz credo... que aperto... não sei que comentar mais... sente-se o drama desde o inicio!! Mas está muito bem escrito!! ^^ Pobre ChangMin!!! E pobres todos... e pobres de nós que já antevejo o fim... :xoro:
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qui Nov 13, 2008 12:48 pm

Estou chocada....e estou como a sandrita não sei o que dizer. Fiquei sem palavras e já estou aqui há uns minutos a olhar para o ecrã de olhos esbugalhados Shocked Esta fanfic promete e mais um drama *.*

Escreveste tão bem cada momento cada detalhe como sempre...(e não digas que queres ser como nem sei quem, que não tem jeito nenhum...desculpa eu é que quero ser como tu quando for grande :-.-: )

Continuaçãooo....

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qui Nov 13, 2008 2:16 pm

NOTAS DA AUTORA:

Muito obrigada, meninas!!!! *.* Deixo-vos com a parte 2 do capitulo 1! Espero que gostem!!! =)=) E digam-me o que acharam!! lol!!

p.s: O QUE FIZ EU??? matei os dbsk!!!!! T_T ou quase...sera?? muhah!! nao percam o proximo episodio porque nós, também nao!!! ^^




“Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a verdadeira tragédia da vida é quando um homem tem medo da luz”
Platão



[Capítulo 1 – “Cinco tragédias”]

[Parte 2 - "Inspirição e asas"]

Um documento em branco. Um travessão intermitente e desafiante. Um rapaz mirando o monitor de um computador. Tinha que conseguir. Desta vez iria conseguir. Suspirou, derrotado. Estava naquilo há horas e os seus dedos ainda não se tinham movido. Nem uma ideia. Nem um lapso de nada. Apenas um documento em branco e um travessão desafiante. Sentia como se a mente, aquele computador, tudo estivesse a rir-se na sua cara. A gozá-lo. A verdade é que há meses que não escrevia nada. Simplesmente nada lhe ocorria. Apenas fragmentos. Fragmentos de frases e de vidas que ele desconhecia por completo. O travessão continuava ali. À espera. Gozando. Regozijando-se da maneira como o seu oponente não conseguia encher o documento com qualquer palavra.


“-Olá. Trazemos-lhe um novo inquilino.
-A sério? Ah…Que bom. Onde o encontraram?
-Na rua. Creio que não tem família.
-Olá, pequeno. Tudo bem?
-Podes responder. Não há problema.
-Como te chamas?
-N…Não…Não sei…”


O loiro atirou o corpo para trás, na cadeira, derrotado. Não ia conseguir. Novamente, não ia conseguir. Nada lhe ocorria. Estava perdido. Precisava de entregar um novo prólogo até ao próximo mês e sabia que não o conseguiria fazer. Os últimos meses tinham sido muito duros. Fantasmas do passado traziam-lhe pesadelos constantes, apesar de ele ter pensado que os tinha enterrado bem fundo. Mas eles voltavam. Voltavam sempre. Às vezes pensava em morrer. Já o tinha tentado fazer várias vezes mas nunca conseguia levar a cabo o plano e sabia que não tinha nem nunca teria coragem para o fazer.


“-Lamento, querido. Tens que ir embora.
-Outra vez?[/justify]
-Desta vez vai resultar, vais ver.
-E se for como os outros? E se não resulta? Eu quero ficar aqui. Por favor, não deixe que me levem.
-Lamento…”


Lamento. Aquelas palavras ecoavam-lhe na cabeça desde essa altura. Sempre pensou que realmente tinha acertado. Depois de tantas famílias, finalmente tinha acertado. Mas quando aconteceu, quando descobriram. Ninguém sabia, ninguém tinha ideia que as coisas estavam tão mal. Ninguém sabia. Esse era o problema das pessoas. Nunca ninguém sabia de nada e tão-pouco se importava em saber. Preocupavam-se com si próprias e as suas vidas, ignorando tudo o resto à sua volta.

Sempre teve o objectivo de ajudar alguém, de poder ajudar outros como ele, que soubessem que não estavam sós, como ele esteve. Tentou várias maneiras mas sempre pensou que a escrita conseguiria resolver o que ele não conseguiu resolver por si próprio. Mas estava enganado. Nunca estivera tão errado.


“-O que é que se passou?
-Não ouviste? Acho que eles não estavam nada bem. Mas ninguém desconfiava que chegasse a estes extremos.
-Mas eles não tinham acabado de adoptar um miúdo?
-Sim, e por isso toda a gente pensou que—
-Olha, estão a sair.
-É aquele o miúdo?
-É.
-Pobrezinho. Vai ficar traumatizado para sempre. Ele…assistiu?
-Assistiu. A tudo. Pobre miúdo.
-Qual é o nome dele?”


-Hey! Toca a acordar preguiçoso.

O loiro deu um salto na cadeira e virou-se para trás.

-Como raio entraste tu aqui?

-Deixas sempre a porta aberta. Não foi muito difícil. Se alguém alguma vez quiser assaltar-te não deve ser muito difícil.

-Pois…Mas quem é que quer assaltar um escritor falhado? O ladrão tinha que ser muito burro.

-Vá, anda lá. Eu pago-te um café.

O loiro olhou o amigo com desconfiança.

-Tens alguma fisgada. É um blind date, não é?

-Ora…Vá lá…Esta tem mesmo a tua cara.

-Não vou.

-É a última. Juro. Não volto a chatear-te com isso. Mas tenta esta, por favor.

O jovem revirou os olhos, descontente. Como se essa fosse a primeira vez que ele ouvia aquelas palavras. Relutante, levantou-se e desligou o computador, cessando o fantasma branco que se desenhava, o documento vazio ainda à espera de palavras.

Saiu de casa, acompanhado pelo amigo e começou a caminhar em direcção ao café habitual. Onde mais uma esperava. Mais uma tarde desperdiçada em alguém que não valia a pena. Começava a ficar cansado. Cansado de tudo.

-Vai andando que eu já te apanho. Vou comprar o jornal.

-Vê mas é se não demoras que não estou com muita vontade para isto.

-Ok…Ok…Senhor maldisposto.

O loiro virou costas e avançou pela passadeira. Perdido nos seus pensamentos só ouviu um guincho de um carro na estrada e quando se virou, não teve tempo para pensar. Um instante. Um minuto. Uma hora. Um século. Aquele momento que lhe pareceu durar eternamente. Um grito do outro lado da estrada. Um condutor sonolento. Uma tragédia.

-JAEJOONG!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mas era tarde demais.


__________________________________


Pum. Pum. Pum. Um ruído opaco. Uma cadeira balançante. Um cabelo esvoaçante. Uma bola contra a parede. Um par de olhos frios. Recordações do que não devia ter acontecido. Pum. Pum. Pum. Um ruído opaco. Uma sala vazia. Uma parede onde uma bola bate incessantemente. Como tinha chegado aqui? Atrás de um balcão. Não era isto que pensava ser quando fosse grande. E pior, este era o terceiro emprego no espaço de dois meses.

Sabia que a sua vida não podia ir pior. A atirar uma bola a uma parede branca numa loja deprimente. Uma parede branca. De repente, o ruído da bola cessou e toda a parede ficou vermelha. O rapaz de cabelo negro olhou para as mãos e largou a bola, vendo as mãos carregadas do mesmo vermelho da parede à sua frente. Fechou os olhos violentamente e tentou convencer-se que aquilo não era real. Era apenas a sua imaginação a pregar-lhe partidas. Partidas. Outra vez.


“-O quê? Onde é que ele está? No hospital?? Oh meu Deus…Sim, sim…Sim, claro. Nos vamos já para aí!
-O que se passou?
-Ele está no hospital. Não sei o que se passou.
-Oh meu Deus…
-Anda, vamos de elevador até à garagem.
-Querido…Nós vamos já.”


-JunSu!

O rapaz da cadeira assustou-se ao ouvir o seu nome tão repentinamente e quase caiu.

-Qual é a tua? Quase caí!

-Já te disse para parares de fazer isso na parede. Se o chefe te vê, é hoje que és despedido! E tira os pés de cima da mesa. Já viste que imagem dás aos clientes?

-Ouve lá! E por acaso tu és a chefe?

-Não. Mas sou a supervisora e isso para mim chega!

-Que seja. Tenho a impressão que esta coisa da promoção te subiu à cabeça.

-O que disseste?

O jovem de feições delicadas olhou para todos os lados e apontou para si próprio, com sarcasmo.

-Eu? Nada.

A rapariga olhou para ele desconfiada e virou costas.

O rapaz, ao vê-la a desaparecer para dentro do seu escritório, voltou para a sua cadeira, com os pés em cima da mesa, ignorando a ordem da supervisora.

Imerso nos seus pensamentos tirou um papel do seu casaco que estava por baixo do uniforme. Leu. “Destino.” Destino? E ser um bocadinho mais especifico, não era simpático? Destino…de todas as formas, não acreditava no destino. Ou melhor, a previsão de que o destino poderia ser real, deixava-o assustado. Destino. Uma palavra engraçada, destino. Tanta gente que se regia pelo que eles chamavam de destino. O seu destino, neste momento, atrás de um balcão, atrás da única caixa aberta no supermercado inteiro.

Olhou os clientes. Havia não mais de cinco. Uma velhota, que o jovem conhecia bem, pois ia ali todos os dias. Os seus olhos pararam na imagem de outros dois clientes. Uma jovem com uma criança, seguramente seu filho, de mão dada, falando e sorrindo contentes. Os olhos do rapaz ficaram nublados, prendendo-se naquela imagem.


“-Mãe? Pai? Onde é que eles estão?
-Querido…O teu pai…Eles…
-O que se passa?
-Eles não podem vir buscar-te.
-Porquê?
-Houve um…acidente…no elevador…Eles…”


Ouviu-se um forte som e o vidro da porta do supermercado partiu-se em mil pedaços. O rapaz ao balcão tapou os ouvidos instintivamente, toda a sua atenção apontada para a porta. Um homem alto, com uma grande cicatriz na cara desenhava-se na soleira da porta de vidro partida. Trazia uma pistola na mão e não tinha obviamente boas intenções.

O rapaz do balcão ouviu um grito e virou o olhar em direcção ao som e viu a velhota estendida no chão. Tinha sido atingida pela bala que tinha partido o vidro. A mãe protegia o filho com o corpo dizendo palavras ao seu ouvido para o acalmar.

A supervisora saiu do seu escritório, acudindo ao barulho e aos gritos mas o homem da cicatriz, sem pensar, apontou a arma à rapariga e disparou, antes que ela tivesse tempo de murmurar o que quer que fosse. O jovem viu como a amiga caía com um ruído opaco no chão, tornando-o vermelho e tapou novamente os ouvidos, em terror.

Os outros clientes não se atreviam a sair dos seus sítios para não correr o risco de ser alvejados. O homem da cicatriz continuava em silêncio e dirigiu-se ao balcão.

O rapaz, ainda com as mãos nos ouvidos, virou-se mas não teve tempo para nenhuma reacção, pois viu apenas o cano da bala e uma dor imensa e um calor intenso no ombro atacou-o de surpresa. Sentiu-se tonto e caiu no chão. A dor e o calor continuavam e o homem da cicatriz, impassível tirou todo o dinheiro da caixa e partiu, sem antes disparar uma vez mais para o ar.

O moreno sentiu algo líquido debaixo de si e virou-se, vendo o seu próprio sangue confundir-se com a cor do chão. Viu um papel pequeno ao longe, quase completamente empapado no seu sangue. “Destino”, leu. Destino? E sucumbiu à dor, desmaiando.




Não muito longe destes acontecimentos, cinco estranhas acabavam de desmaiar. Os dados do destino tinham sido lançados.

_________________
FANFICS:

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Última edição por Nayomira em Qui Dez 25, 2008 8:02 pm, editado 6 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qui Nov 13, 2008 3:15 pm

Niceeeee *-*
Trágico, though... Poe um bocado mais de comédia! xDDD


Continua ^-^
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qui Nov 13, 2008 3:42 pm

Aishhhhh
Amei!
Lindooooooooo.
Trágico e tal mas muito fixe. Morta por ver a continuação
QUero mais, muito mais!

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qui Nov 13, 2008 7:43 pm

NOTA DA AUTORA:
a pedido de muitas familas E ESPECIALMENTE DA SANA-NEE-SAMA, estou a postar o segundo capitulo às 4 e meia da manha *espenholas*. Pois entao, como vao reparar por este capitulo, cada uma de nos, protagonistas vai ter direito a um capitulo introdutorio. ah, sim...Esta fanfic vai ter uma organizaçao um pouco diferente, que é...vou dividir em capitulos e esses capitulos em partes, ok?? cada um dos quais, tanto capitulos como partes tem o seu proprio titulo! =)
todas as pessoas presentes ate à parte em que entro no aviao sao reais, okix? =)
Hm...Pronto...Que posso eu dizer? espero que gostem! ^^ Comentem, please! ^^


Cinco raparigas, cinco rapazes, vida, morte, destino …


“O que reside atrás de nós e o que reside à nossa frente são pequenas coisas comparadas com o que vive dentro de nós”
Oliver Wendell Holmes



[Capítulo 2 – “Cinco estranhas, cinco destinos”]

[Parte 1 – “Nayomira”]


Acorda. Uma respiração acelerada. Um sorriso. Um perfil. Acorda. Duas mãos juntas e um raio de luz. Acorda. Um abismo desenhado no meio de duas figuras. Acorda.

Uma rapariga de cabelos encaracolados abriu os olhos subitamente e levantou-se subitamente da cama, assustada. O quarto estava escuro, a persiana alguns metros à sua frente fechada até cima, como sempre. A jovem percebeu que estava no seu quarto, a meio da noite.

Suspirou e passou a mão pelos cabelos. Fechou os olhos e sentiu a cabeça a latejar. Olhou para o lado, tentando orientar-se no escuro e carregou no botão do relógio que descansava na mesinha de cabeceira. 5:55 am, viu, na luz verde. Suspirou outra vez e a luz do relógio apagou-se de repente e a rapariga bateu no candeeiro que estava também na sua mesinha de cabeceira, fazendo um barulho considerável. “Merda”, pensou.

Um vulto, do outro lado do quarto, numa segunda cama, agitou-se e murmurou em espanhol.

-Filipa, está tudo bem?

-Sim, está tudo bem, não te preocupes. – respondeu a rapariga na outra cama, também em espanhol. – Podes voltar a dormir, Irene. Desculpa se te acordei.

-Não faz mal. Boa noite.

-Boa noite.

Este era o problema de acordar à noite na sua residência. Não estava sozinha no quarto e corria o risco que a outra se apercebesse. Se apercebesse da maior frequência com que ela acordava à noite nos últimos dias. Irene não sabia. De facto, poucas pessoas sabiam, pois a rapariga fazia questão de manter esse facto em segredo a não ser que visse necessidade de o contar. Mas…Seria aquele um daqueles sonhos? Teriam sido todos aqueles dos últimos dias um daqueles sonhos? Não sabia porque, mas tinha a impressão que sim. Maldito dom.

Voltou a deitar-se e pensou que nem os seus sonhos premonitórios lhe tirariam o bom humor. No dia seguinte, ia para a Coreia. Embalada por este pensamento, não demorou muito a voltar a adormecer. Tinha um sorriso nos lábios.

Não podia crer que estava realmente a acontecer-lhe isto. Toda a gente tinha vindo felicitá-la ao aeroporto, em conjunto com os seus pais.

-Oh, querida, nem acredito que vais para tão longe. Tens a certeza?

-Claro que tenho, mãe. Tive esta oportunidade única de passar um ano na Coreia, com bolsa, a fazer o quinto ano de medicina. Sabes o quanto eu quero ir lá.

-Sim, sei. Mas um ano é tanto tempo. Já te tenho fora de casa há tanto tempo mas acho que desta vez vou estranhar mais.

-Sim, vais ter que passar a discutir mais com o pai. Haha.

-Pois sim. Vai ser difícil de a aturar a partir de agora.

Os três riram para afastar a tristeza.

-De qualquer maneira, faz uma boa viagem, e cuida-te.

-Sim, mãe.

-Ah sim…A tua tia mandou isto, em conjunto com a tua prima.

O pai estendeu-lhe um presente.

-Que prima? Que tia?

-A Tia Paula e a Alexandra.

A rapariga desviou o olhar do presente e fitou o pai, com os olhos muito abertos. Tinha medo daquela resposta.

-Essas pessoas não são da minha família. Não tenho nenhuma tia nem nenhuma prima que com esse nome. Não as vejo há anos…Não tenho saudades nenhumas, e estou com intenções de manter o meu record dessa maneira
.
-Filipa…Não sejas tão inflexível.

-Tão inflexível? Que eu saiba, tu não as vês há tanto ou mais tempo que eu, por isso não me dês lições de moral, pai.

A mulher de cabelos loiros encaracolados mantinha-se calada. Mas sabia que a filha tinha razão.

O homem alto, de cabelo grisalho e aspecto duro de professor que era, assentiu e assumiu mentalmente que a filha realmente estava certa. A sua irmã era um assunto morto há muito para aquela pequena família de três pessoas.

-Portanto, podes levar essa coisa de volta e dar-lha, porque eu não vou ficar com ela.

-Vamos tentar não estragar o momento, ok?

A mulher de cabelos encaracolados tinha decidido que era altura de terminar com aquilo.

A família abraçou-se e a jovem despediu-se de todos os seus amigos, espanhóis, portugueses e de outras nacionalidades que tinha vindo acumular naqueles anos, com lágrimas nos olhos. Não chorou. Não queria deixar todos os presentes com lágrimas. Iria feliz e assim voltaria. Obrigada. Era o seu pensamento. Obrigada.

O avião descolou. Dentro de muitas horas estaria na Coreia. Um dos seus sonhos. Finalmente. Realizado.

Ao cabo de algumas horas, adormeceu no banco.

Um sonho. Um perfil desenhou-se na sombra. A rapariga tentou tocá-la mas algo parecido com vidro partiu-se em mil pedaços. Fechou os olhos e quando os abriu de novo viu a figura com o rosto envolto na sombra tão perto que podia sentir a sua respiração. A figura aproximou-se do seu ouvido e murmurou algo que a jovem não ouviu. Acorda, dizia o instinto. Uma mão. Uma junção. Uma luz. Acorda.

A morena abriu os olhos e acordou violentamente, projectando o corpo para a frente. A sua respiração estava acelerada. Outra vez. A sombra. O vulto. A luz. Todo o seu corpo tremia. Sentiu uma mão pousada no seu ombro e quando se virou viu uma rapariga com cara de preocupada que viajava a seu lado.

-Desculpe, você está bem?

A pergunta foi feita em Inglês.

-Estou sim. D-Desculpe.

-Não faz mal. Foi um pesadelo?

-Sim…Mais ou menos isso.

A morena mirou a sua companheira de viagem. Oriental, cabelos compridos, negros e lisos. Tinha um sorriso bonito e tinha um bom pressentimento acerca dela.

A oriental rompeu o silêncio.

-Como se chama?

-Fi—

A jovem de cabelos encaracolados, castanhos, olhou instintivamente para o seu pé esquerdo, que estava dentro das suas All Star brancas e pretas, as suas favoritas.

-Nayomira. O meu nome é Nayomira. O seu?

-Hee, Eun-Hee. Muito prazer.

-Muito prazer. Desculpe a indiscrição. É coreana?

A oriental olhou a interlocutora com curiosidade.

-Sou sim. Estou a voltar a casa. Estive em Espanha uns anos a completar os meus estudos.

-Percebo. Eu vou fazer o mesmo, mas vou de Espanha para a Coreia.

Desta vez, a jovem tinha respondido em coreano, um pouco lentamente, pois era a primeira vez que falava com um nativo, depois dos seus dois anos a aprender a língua.

A outra olhou para ela com os olhos muito abertos e falou também em coreano.

-Fala coreano.

A outra riu-se, embaraçada.

-Tento.

O resto da viagem foi feita maçadoramente, depois de Eun-Hee ter adormecido. Nayomira olhou pela janela ao seu lado. Por mais vezes que andasse de avião aquela imagem continuava a fazê-la sorrir. Uma imensidão de nuvens, que pareciam algodão. Tinha vontade de sair e poder andar por aquela paisagem, imaginando as pessoas como formigas.

Como sempre acontecia quando fitava algo durante muito tempo, a sua mente voou em direcções longínquas. Começou a pensar no que encontraria quando chegasse lá. Á sua terra prometida. Nayomira acreditava no destino. Apesar de sempre querer ter querido negar o seu, acreditava. Acreditava que algumas coisas só poderiam ser obra do destino. O seu dom era uma delas. Num instante, um pensamento de uma grande janela passou-lhe pela mente. Uma janela e uma pessoa de cabelo escuro ao longe. Ficou gelada. Já não bastavam os sonhos? O que raio faltaria a seguir? Começar a ser possuída por um demónio e começar a saltar a cantarolar ou começar a espumar e a virar a cabeça ao contrário, como boa vidente. Abanou a cabeça. Que tolice. Suspirou e continuou a mirar para lá das nuvens. Destino. Estava curiosa. Sabia que algo a esperava. Só não fazia ideia do quê.

O avião aterrou algum tempo depois e a morena seguiu para o terminal, em busca da sua bagagem.

Tinha calor, sentia-se suja e o seu cabelo estava num estado lastimável debaixo da boina que usava, de onde saíam os seus caracóis bem definidos, emoldurando-lhe a face.

Chegou ao terminal buscando as suas duas malas vermelhas enormes. Depois de ter verificado que estavam no tapete à sua espera, agarrou nelas e preparou-se para ir embora quando foi interpelada por uma mulher de meia idade com cara de poucos amigos que começou a falar-lhe rapidamente em coreano. De todo o discurso, a morena só tinha entendido a palavra “ladra”.

Ficou a olhar para a mulher, embasbacada, e esta recomeçou a falar, apontando para as malas que a jovem tinha na mão.

Nayomira retomou a sua postura e replicou.

-Ouça! Por favor, vai ter que falar mais devagar senão não a percebo.

Mas a mulher não abrandou. Pelo contrário, começou a falar mais alto e mais rápido.

-Ouça…Ouça…PORRA! CALE-SE CINCO MINUTOS, SUA GRALHA ENRRUGADA.

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Última edição por Nayomira em Qui Dez 25, 2008 8:03 pm, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qui Nov 13, 2008 7:43 pm

As últimas duas frases foram ditas em português e num tom mais alto ao que a mulher falava, ou seja, praticamente aos gritos.

A mulher baixinha calou-se e ficou a olhar para a rapariga demoradamente.

A jovem suspirou e acalmou-se. Falou em coreano novamente.

-Ouça…Não sei o que está para aí a dizer, mas pelo pouco que entendi, acha que estas são as suas malas. Lamento, mas não são. Estas são minhas. Vê? Está aqui o nome e o país. “E-s-p-a-n-h-a”. As suas malas não devem tardar a sair.

Mas a mulher, depois do momento de espanto ter passado voltou a falar muito rapidamente e voltou a repetir o “ladra”.

Nayomira voltou a perder a calma novamente.

-OUÇA LÁ PELA ÚLTIMA VEZ!!!!! CALE-ME ESSA BOCA ANTES QUE A CALE EU! A PORRA DAS SUAS MALAS DEVE ESTAR A SAIR, POR ISSO DESAMPARE-ME A LOJA ANTES QUE EU A ENFIE NO TAPETE ROLANTE E SAIA DENTRO DAS SUAS MALAS EM VEZ DE COM ELAS. CAPISHE?

E virou costas, ainda balbuciando todas as asneiras que sabia em português, espanhol inglês e coreano.

À saída do aeroporto esperava ver a pessoa que a levaria à sua nova residência e quando viu uma velha senhora, muito activa, segurando um cartaz com o seu nome seguiu rapidamente nessa direcção. Sem tomar atenção ao caminho, bateu numa rapariga de cabelos compridos de raspão
.
Disse inconscientemente, em português.

-Desculpe.

-Não faz mal.

Retomou o seu caminho e só depois reparou que a rapariga lhe tinha respondido em português. Virou o olhar para trás de si, tentando encontrá-la, mas não conseguiu. Pensou que talvez tivesse sido só a sua imaginação e continuou em direcção à mulher do cartaz.

Quando chegou e se apresentou a mulher, sem pensar duas vezes abraçou-a, quase sufocando a morena.

-Ora, deixe-se de formalidades! Eu sou a responsável pela residência onde vai ficar. Sou a directora.

-M-Muito prazer. M-Mas podia largar-me? Estou com algumas dificuldades para respirar.

A mulher riu-se e largou-a.

A jovem tossiu um par de vezes e agarrou-se ao pescoço.

-Então, Fo…Fe…Fi…

-Nayomira.

-Como?

-Pode chamar-me de Nayomira, se não se importa, por favor.

-Claro que não me importo, rapariga! E é mais fácil para mim, porque cá entre nós, o teu nome é mesmo muito estranho.

E deu-lhe uma palmada nas costas que quase deixou a rapariga sem ar.

-Pois olha quem fala. Vai para Portugal a ver se alguém consegue dizer sequer a primeira sílaba do teu nome, inteligência.

-Disse alguma coisa?

-Não. – sorriu.

Depois de cerca de uma hora de viagem no carro que a levaria à sua nova morada, a morena chegou ao seu destino.

Gostaria de ter apreciado a viagem mas o carro era tão velho que em qualquer pedra por que passava parecia que se ia descompor a qualquer momento. Quando pôs de novo os pés no solo, tremia por todo o corpo e doía-lhe o rabo de ter estado sentada tanto tempo e com os solavancos do carro.

-Então? Gostou da viagem? Seoul é uma cidade bonita, não é?

-Amei! Agora poderia ver o meu quarto, por favor? Estou exausta. “E mais parece que não me vou sentar por um tempo. Possa, o meu rabo dói-me mesmo.”

-Claro. Siga-me.

Nayomira entrou na sumptuosa residência para estudantes. Quem tinha dito que quem ia com bolsas para fora da sua universidade ficava sempre em residências de segunda categoria decididamente não estava onde ela estava agora
.
Parecia um hotel, com música ambiente, uma recepção, câmaras de vigilância e inclusive pequenos sofás para quem se quisesse sentar no hall de entrada.

Ainda deslumbrada, a jovem e a senhora entraram no elevador e subiram até ao terceiro andar. Quando saíram, a mulher abriu uma porta que estava ao lado do elevador, a primeira de uma serie de portas que se estendiam por um longo corredor e convidou-a a entrar.

-O jantar é servido às 9. Não se atrase.

E, deixando-lhe as chaves em cima da mesinha de cabeceira, saiu do quarto.

A morena olhou em volta e ficou deslumbrada. Era enorme. Ou pelo menos, em relação ao seu quarto em Espanha. Tinha uma secretária, uma cama de casal no centro, um pequeno sofá vermelho e uma janela. Uma enorme janela com cortinados vermelhos requintados. A rapariga aproximou-se da janela e pôs a mão no vidro, admirando tudo. Era uma vista linda. Via outros prédios, erguendo-se com vontade de chegar ao céu mas também se via o horizonte, lindo, infinito.

Sorriu e sentiu que ia dar-se bem ali. Quando olhou para baixo viu-o e percebeu tudo. Era a sua visão. Um rapaz, numa janela, num prédio em frente ao seu, de cabelos escuros, que olhava a rua e os transeuntes com tristeza. Ele, como notando que ela o observava, olhou para cima e os seus olhos encontraram-se com os dela.

A rapariga corou imenso e fechou violentamente as cortinas, esperando que ele não a tivesse visto bem.

Vagueou pelo quarto, absorvendo cada pormenor com ânsia. Tudo era perfeito. Feliz, como nunca se tinha sentido, deitou-se com violência na cama, abraçando-se á almofada.

Enquanto estava deitada pensou novamente no rapaz que tinha visto pela janela. Tomou uma decisão e levantou-se.

Saiu do prédio e dirigiu-se ao prédio da frente. Entrou e fazendo as contas do sitio da janela onde o tinha visto chegou ao que presumia ser o apartamento dele. A sua mão esticou-se para tocar a campainha mas refreou-se de o fazer e suspirou. O que lhe diria? Que era a nova vizinha de janela? Que ridículo. O seu coração começou a bater fortemente no peito, ameaçando sair pela boca. Respirou profundamente e retomou a mão para a campainha. Quantas vezes iria ter esta oportunidade? Tinha que a aproveitar. E tocou. O seu coração bateu cada vez mais forte dentro do peito e os minutos passaram lentamente.

A jovem começou a pensar que talvez ele tivesse saído, e achando isso uma pena, virou as costas à porta e começou a encaminhar-se para a entrada do prédio, desiludida. Antes de sair, olhou de soslaio para a porta a que tinha tocado mas convenceu-se que decididamente ele não estava.

Saiu do prédio e suspirou. Não tinha mesmo sorte nenhuma. Porque é que sequer continuava a tentar?

Mas algo captou a sua atenção a poucos metros da porta. Um amontoado de pessoas estava num circulo, obviamente preocupadas e olhavam para o que estava no centro do círculo e logo para cima, apontando para uma janela lá no alto.

Nayomira encolheu os ombros e pensou “Mas o que raio se passa ali?”. Aproximou-se e ouviu alguém ao telemóvel.

-Sim, sim. Acho que ele caiu. Não sei. Por favor, mande uma ambulância rápido.

A jovem franziu o sobrolho e ficou ainda mais curiosa. Aproximou-se cada vez mais e quando conseguiu chegar ao centro do círculo, ficou paralisada. “Mas…O que raio…?”


___________________________

p.s: sim...teve que ser dividido....lamentu! T_T

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Última edição por Nayomira em Sab Nov 15, 2008 12:36 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Qui Nov 13, 2008 8:29 pm

BRUTAL, amei.
WOW.

Muito muito muito fixe
Mal posso esperar pelo proximo capitulo!

Mulher tinhas que ser a causadora das desgraças do Micky
:rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir:

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sex Nov 14, 2008 1:53 pm

Oh meu Deus... estou completamente baralhada!!!
loool
a sério... mas estou a adorar!!! e curiosa para ver o que imaginas da minha personagem :rir:

:bjs:
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sab Nov 15, 2008 12:35 am

NOTAS DA AUTORA:

novo cap!!! às 8 da matina pa voces!! lol! e eu estou de directa! oh yeah! ^^ eu sou um max!!! divirtam.se!!!! hehe!

esta porcaria vai ter que ser dividida...outra vez...é o que dá escrever cap grandes1 xD

p.s: sim, eu sei que nenuma fnac esta aberta às 5 da matina e muito menos alguem entra ali a pedir aquele livru fantastiku que eu n resisti a referir! xDDDD lool!!! mas tentem ignorar estes pormenores! xDDDD enjooooooooy

sana-nee-sama, peço de já desculpa se por acasu alguma coisa que escrevi sobre a tua vida te ofender! xD





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[Capítulo 2 – “Cinco estranhas, cinco destinos”]


[Parte 2 – “Ahriana”]


Tic. Tac. Tic. Tac. Quanto tempo faltava? Tic. Tac. Tic. Tac. Dois minutos? Tic. Duas horas? Tac. Dois dias? Tic. Dois milénios? Tac. Suspirou. Outra vez. Estava com a sensação que aquele Tic Tac irritante a iria levar à loucura.

Não vendo ninguém à vista, estendeu-se em cima balcão com os braços a apoiarem a cabeça. Estava tão farta de estar ali. Tão farta de tudo. Se ao menos tivesse algo que a distraísse. Claro, tinha os amigos. Mas não era a isso que se referia.
Destino. Provavelmente o seu não demoraria muito a mudar.


“-Susana, chegue aqui, por favor.
-Sim?
-Tenho uma boa notícia para lhe dar.

‘Para estares com essa cara de parva, deve ser boa, deve.’
-Vai para a Coreia.
-…
-Susana?
-VOU PARA ONDE?”


Coreia. Realmente, tinha sido uma fantástica notícia. Era tudo o que sempre tinha desejado desde que chegara ali. E agora tinha essa oportunidade. Quase lhe custava a acreditar.

Sempre soube. O seu destino. E sempre esperara. O dia em que o cumpriria. Sabia que algo a esperava do outro lado. Tudo. Nada. Qualquer coisa distante. Apenas. Destino.


“De qualquer maneira como raio se lembrou a Fnac de abrir uma filial na Coreia? Estão mais loucos do que eu imaginava. Mas sendo que vou ser responsável, este presente é muito bem-vindo.”

Ultimamente sentia-se estranha. Mais que o habitual, pelo menos. Não sabia muito bem porquê. Ou tentava não pensar muito nisso. Os seus sonhos e aquela pessoa. A pessoa do seu destino. Destino. Parecia que tudo à sua volta se regia por essa palavra. Na sua alma, no seu coração trancado, sentia sempre um misto de alegria e profunda tristeza.

Ter que seguir algo, um caminho, sem muita certeza aonde levaria. Era isto? Destino? Porque cada vez mais se sentia como a andar à beira de um abismo, nas trevas da noite, sem saber quando cairia.

Os seus longos cabelos, lisos, brilhantes, descansavam nos seus braços, alheios. O seu olhar perdido, como sempre, fitava um horizonte invisível. Estava perdida nos seus pensamentos.

-Desculpe!

A rapariga pestanejou um par de vezes e reparou que uma figura se desenhava à sua frente. Levantou-se.

-Ah, sim. Desculpe. O que deseja?

-Finalmente. Estou a chamá-la há imenso tempo.

“E o que é que isso contribui para a minha felicidade, sua coruja velha?”

-Peço muita desculpa. O que posso fazer por si?

-Queria saber se o livro “A teoria dos 100 chapéus” está disponível.

-A teoria do quê?

-Não percebeu? Para além de má empregada, é burra. “A-teoria-dos-100-chapéus”. E despache-se.

“Mas eu juro que lhe parto a cara! Burra? Pelo menos dou valor ao meu Q.I. e não leio coisas ridículas que se dão pelo nome de “A teoria dos 100 chapéus”. Juro que me ia dar um gozo tremendo que não tivesse isso em stock.”

Uma mensagem apareceu no ecrã negro e a jovem sorriu, com um brilho maléfico nos olhos.

-Lamento. Não temos esse livro em stock, de momento.

-O QUÊ? Isso é um ultraje! Como é possível não ter essa obra da literatura numa loja que se gaba de primar pela excelência?

“Por acaso estás a ver se me confundes com palavras caras? Estás feito, amigo.”

-De facto, este estabelecimento visa pela qualidade e assistência lídima que temos em relação ao nosso cliente e é um facto lamentável que não possamos corresponder às expectativas de algum dos nossos compradores. Mas, se fizer o obséquio, reserva-se o direito de perfazer os formulários referentes ao pedido em questão ou de pedir o livro de reclamações que temos á disposição de todos os nossos fregueses.

“E estou-me pouco nas tintas para o que faças ou deixes de fazer porque eu amanhã vou para a Coreia e tu ficas nessa tua vidinha deprimente. Hahaha.”

O homem olhou-a espantado e virou costas, ainda embasbacado.

-Ja ne, besta quadrada disfarçada de coruja velha. E eu vou para a Coreia!

Pôs a mão na cintura e tomou uma pose de vitória. Estava feliz e nada estragaria isso.

De repente, teve uma dor no peito e, ao fechar os olhos a imagem de uma sombra em frente a uma janela trespassou-lhe a mente.

Agarrou-se ao peito, com vontade de o tirar cá para fora. Tem calma. Respira. Não se passa nada. Não se passa nada. Respira. Novamente. Abriu os olhos. Olhou para o relógio.

-Deve ser o cansaço. É o que dá estar a trabalhar às 5:55 da manhã.

Voltou para a sua rotina, sabendo que o que dissera era talvez uma das maiores mentiras que alguma vez tinha contado a si própria.

No dia seguinte, a jovem, sentada no avião que a iria levar ao outro lado do mundo, pensava, tentando controlar as lágrimas, que ameaçavam saltar-lhe dos olhos a qualquer momento. Tinha lutado ainda mais quando estivera a despedir-se da família e dos amigos mais chegados. O pensamento de não os ver durante tanto tempo tirava-lhe a vontade de estar naquele momento sentada naquele avião.

Mas sabia que não podia voltar atrás. Não podia e não o faria. Tinha esperado demasiado tempo por isto para deixar-se vencer agora. Não falharia. Destino. Sim, destino.

A viagem passou rapidamente, com sonhos de que não se lembrava e as vistas que tinha da sua janela. Para além da parada que tinham feito em Espanha para apanhar mais passageiros, tornava a viagem ainda mais maçadora.


“-Isso não é perigoso?
-Perigoso? O que raio queres dizer com isso, Dário?
-Quer dizer…Coreia? Mais um bocadinho e ias parar ao deserto, que tal?
-Mas tu às vezes pensas antes de falar?
-De vez em quando…
-O que ele quer dizer é que tens que admitir que é muito longe. Vais-te dar bem por lá?
-Também tu, Vanessa? Claro que sim! Vá lá…Não se preocupem.”


Sim. Era longe. Sabia-o melhor que todos. Mas tinha que o fazer. Sabia que algo a esperava. Não sabia o quê, mas sabia que algo. Outra vez, destino.

Finalmente o avião aterrou e a jovem saiu. Contente, inspirou fortemente o ar. Tinha chegado. Tudo podia começar agora.

Depois de recolher as suas malas, dirigiu-se ansiosamente na direcção da porta. Sem tomar muita atenção ao caminho, bateu com o cotovelo numa outra rapariga, de cabelos claros.

-Desculpe.

-Não faz mal. – respondeu, sem pensar.

Continuou a andar e ao cabo de alguns minutos algo se acendeu na sua mente. A rapariga que tinha batido nela tinha falado em português. Olhou para trás, curiosa, à procura dela. Mas era tanta gente que em breve desistiu. Encolheu os ombros e continuou em direcção à rua.

Tomou um táxi e deu-lhe a morada que lhe tinham dado, que seria a sua nova morada a partir de agora.

Quando saiu do táxi, olhou para o prédio que se erguia à sua frente e quase paralisou. Era enorme. Olhou para cima e pensou por escassos minutos se não seria o suficientemente grande para tocar no céu.

Entrou no prédio e foi saudada por uma mulher que lhe fez uma respeitosa referencia, baixinha, de meia-idade.

-É a nova inquilina, não é verdade?

-Sou sim.

-Muito prazer, Menina…

-…Ahriana. O meu nome é Ahriana.

-Muito prazer, querida. Deixe-me levá-la até ao seu apartamento.

-Obrigada.

Depois de a pequena mulherzinha se ter despedido dela e a ter deixado na sua nova casa, a rapariga decidiu-se a investigar cada canto da casa. A sala, a cozinha, o que havia dentro dos armários, a vista da janela e decidiu que era perfeita. Simples, mas bonita. Perfeita.

Um toque despertou-a das suas divagações pela casa. Tirou o telemóvel do bolso e carregou na tecla verde.

-Estou sim?

-Quem fala?

-Ahriana. Quem fala?

-Ah!! É a nova gerente, não é?

-Desculpe?

-A nova gerente. Da loja. É você, não é?

-Ah…Sou sim.

-Muito prazer. Chamo-me Chul mas teremos tempo de nos conhecer na festa de inauguração.

-Festa de inauguração?

-Sim, às 9 e meia. Está a morada no cinzeiro, na sua sala. Vá elegante e não se atrase, sim? Vemo-nos aí. Adeus.

-Ei! Espere aí! Ei!

Mas a única coisa que ouviu foi um bip bip, significando que o seu interlocutor já tinha desligado.

-Bonito. Só me faltava mais esta. Festa de inauguração.

Algumas horas depois, Ahriana entrava na festa. Vestia um vestido simples, mas que lhe marcava as formas. O cabelo solto e brilhante, lindo, como sempre. Maquilhara-se de forma discreta e com um sorriso a emoldurar-lhe as formas delicadas da cara.

Logo que entrou, um homem jovem, activo de cabelo castanho e fato poeirento veio cumprimentá-la.

-Muito prazer, sou o Chul. Falamos ao telefone.

-Ah, sim. Muito prazer, Chul. Espero que me ajude a adaptar-me aqui.

-Claro que sim. Se precisar de qualquer coisa por favor, diga. Mas siga-me. Vou apresentar-lhe alguns figurões.

Depois de mais de uma hora a sorrir tanto que já lhe doíam os maxilares e a falar com gente muito importante, segundo Chul, Ahriana sentia-se cansada. Dirigiu-se à mesa das bebidas e tirou um pouco de ponche.

-Não se canse muito, chefa. Ainda tem muita gente para conhecer.

Chul não a tinha largado um segundo durante toda a noite. Não que se importasse, ele era simpático e era uma boa maneira de saber como se deveria comportar mas ele era maçudo…Muito, muito maçudo.

-Ainda mais? Já conheço toda a gente que está nesta festa.

-Falta ele. Ainda não chegou.

-Ele?

-Sim. Um empresário de grande calibre por aqui. Vem em representação da sua empresa. Deve estar a chegar.

-Um empresário, huh? Isto vai ficar interessante.


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ei! afinal n foi precisu dividir! fixe! ^^

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Última edição por Nayomira em Qui Dez 25, 2008 8:04 pm, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sab Nov 15, 2008 2:55 am

uhhh um empresário!! Quien es??? :rir:

motto motto!!!

:bjs:
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sab Nov 15, 2008 11:18 am

EU QUERO MAAAAAAAAAIS *-*
Continua continua continua! xDD

Estou MESMO a imaginar a Sana-nee-san nesta situação... Se ela não teria já morrido com a novidade de ir à Coreia, de certeza que já tinha dado um tiro ao tal Chul por espremer-lhe a paciencia! :rir: :rir: :rir: :rir: :rir:
Isso promete!
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Nov 16, 2008 8:54 am

OH MEU DEUS YUNHO!
O.O
affraid affraid affraid affraid
Fazes um raio de uma ideia do quão bem me descreves-t (excepto a historia da descrição... emoldurar a figura, -.-", pois sim)

UA! Quero mais!
Ponho (E fica mais que prometido) 2 Capitulos completos além do final do terceiro se quando chegar a casa Tiver o final disto! (do capitulo da Ahriana)
Tou morta por saber como vai ser...

Sim provavelmente terme-ia desfeito do tal Chul, com simpatia e não ao murro claro (pode n parecer mas eu controlo-me, sabem?), há muito tempo.

Oh Nayo...MAIS, PLEASE

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Nov 16, 2008 11:31 am

Ohhh adoro como descreveste tudo!!!! Tu espantas-me

Lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo (já tenho os dedos cançados mas ainda não chega) lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo lindo (tá no fim) lindo lindo lindo e simplesmente lindoooooo loool

continua por favor

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sab Nov 22, 2008 10:23 pm

NOTA DA AUTORA:

ja que ninguém liga puto a estes comentarios que faço aproveito pa me esticar...eu acho que nunca expliquei muito bem a base desta fanfic...bem...a questao é simples...

eu acreditu no destino..tal como já leram no "meu" capitulo...e a verdade é que pessoas que conheço agora e que sei que estivemos muuito proximas no passado e nunca nos conhecemos até agora...e nao achoq eu quando conhecemos alguem, neste caso, como eu conheci a lili-sama, a munny-chan e a sana-nee-sama seja coincidencia...longe disso...e também acredito de os dbsk estao de certo modo no detsino de todas nos...a mim falaram-m duas vezes da mesma banda, duas pessoas que nem sequer se conhecem até que eu me decidisse a investigar dbsk...

sim..acerdito no destino...nesta fic, teem algumas das minhas crenças quanto a esse assunto! =P de todos os modos, este é o capitulo da lili-sama! esperu que gostem! ^^

e o que andarei eu a tramar?? muhaha!! isto vai ser giru...oh yeah! xD

p.s: lili-sama, se alguma coisa da tua vida te ofender, peço desde já desculpa! T_T





“O que reside atrás de nós e o que reside à nossa frente são pequenas coisas comparadas com o que vive dentro de nós”
Oliver Wendell Holmes



[Capítulo 2 – “Cinco estranhas, cinco destinos”]

[Parte 3 – “Lili”]

O vento. Aquela essência. A calma. Os sons. A maresia. Sim. A maresia. Enchia a sua cabeça sempre. Sempre que vinha ali tudo enchia a sua cabeça. A sua alma. Sentia-se sozinha ali, naquele sítio, mas ao mesmo tempo rodeada de gente. Era uma sensação estranha. Mas por isso a adorava. Simplesmente adorava sentir o vento pregando-lhe fortes golpes na cara e brincar com o seu longo cabelo claro, olhando o horizonte e pensando o que poderia estar na linha infinita que fitava tantas vezes procurando respostas.

Respostas. Suspirou. Nem sabia o que pensar. Diante daquele cenário lindo não sabia se o queria fazer. Porque não podia ficar sempre assim, daquela maneira, parando aquele momento para sempre? Não? Porque não? Apenas um desejo inocente que podia ser ouvido no seu coração. Parar aquele momento. Não sabia o que pensar. Continuava sem o querer saber. Ela sabia-o. Há muito. Que algo assim ia acontecer. Um destino. O seu destino. Prestes a mudar, para sempre. Sabia-o. Sim…Há muito que sabia…


“-Estou sim?
-Fala Liliana Jardim?
-É a própria.
-Tenho uma proposta para lhe fazer.”


Um telefonema que mudava tudo. A vida era engraçada. Coreia. Não sabia muito bem como, mas…Era aí que residia o seu próximo destino. Sabia que tinha que o cumprir. Sempre sabia este tipo de coisas. Apenas não sabia tudo. Nunca sabia tudo. Isso irritava-a. Era como montar um puzzle ás escuras sem saber muito bem onde estão as peças. Mas pelo menos sabia onde estava a próxima peça. Coreia. Nunca se tinha imaginado estar tão longe. Iria? Sim…Provavelmente iria, já o tinha decidido, mas o seu instinto dizia-lhe que algo se passaria lá e as suas visões diziam-lhe o mesmo, apesar de ser de forma nublada. Era demasiado para que pudesse ignorar. Iria. O que se passaria lá, bem…Destino, supunha.

A rapariga de cabelos compridos virou costas ao cenário idílico onde se encontrava e começou a caminhar de volta a casa. O vento agora batia-lhe nas costas. “Não vás já. Fica mais um pouco.”, dizia-lhe a voz do mar. “Lamento.”, respondia em silêncio. Sim…Ia ter saudades de muita coisa. Mas daquela voz que ninguém ouvia, ainda mais que de tudo o resto.

Resignada, retomou o caminho de casa, lutando contra lágrimas escondidas no canto dos seus olhos brilhantes.
Quando entrou em casa, o ar quente aqueceu-a por dentro. O ar familiar. Mais algo para sentir saudades.

-Mãe? Onde estás?

Não ouvindo nenhum som, divagou pela casa até entrar no seu quarto e ver a mala, que tinha preparada há dois dias, em cima da cama e a mãe na janela, mirando o que se estendia por fora do vidro.

-Mãe? Estás bem?

A mulher virou-se e encarou a filha.

-Estou. Quer dizer…Estou e não estou…Quer dizer…Vais para a Coreia, Liliana. És tão nova. Tens a certeza que estás a fazer o correcto?

A rapariga de cabelos claros fitou o olhar da mãe como se lhe pudesse ler a mente. Abraçou-a.

-Sim, eu também tenho medo, mas…Sabes que tenho que o fazer, não sabes?

-Sei…E eu apoiar-te-ei em qualquer posição que tomes.

A noite chegou depressa e envolta pela noite que entrava pela sua janela, a rapariga adormeceu
.
Abriu os olhos e viu que estava num bosque. Olhou em volta e viu-se rodeada de árvores. Mais árvores do que alguma vez tinha visto. O aroma da Natureza envolvi-a. Levantou-se e caminhou para dentro do denso bosque. Ao chegar ao centro, viu uma casa. Era uma casa velha, mas linda, cheia de ornamentos. Aproximou-se e abriu o portão, caminhando pelo jardim maltratado. Quando chegou à porta da casa, um frio percorreu-lhe a espinha. Algo no seu instinto dizia-lhe para não entrar, mas, não podendo resistir à curiosidade, empurrou a porta e entrou na sombria casa.

Estava vazia. Despida de qualquer ornamento ou móvel. Ou vida. Apenas espelhos. Muito espelhos, partidos, a maior parte deles, e cheios de ervas e trepadeiras que subiam e os cobriam quase por completo. A rapariga olhou para o centro do enorme salão e viu algo. Uma figura. Uma sombra. Algo pequeno, sentado num banco, envolto nas trevas.

A jovem ficou gelada e não se mexeu do seu sítio, apesar de querer fugir, voltar para trás e esquecer que estivera ali. Mas um misto de curiosidade e instinto dizia-lhe que tinha que ficar. Precisava de ficar.

A figura no centro da sala levantou-se e caminhou em direcção à rapariga. Ia aumentando de tamanho à medida que andava e passou do tamanho de uma criança ao tamanho de um homem adulto.

O terror da rapariga, apesar disso, não aumentava, pelo contrário, diminua, à medida que a figura se aproximava.

O homem chegou ai pé da jovem e parou. Apenas se podiam ver os pés, nada mais. O resto estava ainda envolto em sombras. A jovem sentiu uma calma extrema e a sensação de maresia chegou ao seu corpo, apesar de saber que era impossível o mar estar sequer perto dali.

A figura pousou um dedo nos lábios da rapariga e outro no seu peito, no lugar do coração. A jovem começou a sentir-se tonta, com imensos flashes a passarem-lhe pela cabeça. Uma loja, um tiro. Um corpo. Um carro. Um volante. Um carro preto. E tudo ficou escuro.

Liliana acordou sobressaltada. O que tinha sido aquilo? E um dia antes de ir para a Coreia? Isso é que não era nada recomendável. Tentando esquecer o sonho, voltou a adormecer.

No dia seguinte acordou e olhou para o relógio distraidamente, sonolenta. Virou-se para o outro lado e voltou a adormecer.
Nesse momento, a mãe entrou no quarto.

-Hm…Não sei se te interessa, mas…Falta menos de meia hora até acabar o tempo de fazeres o check-in no aeroporto.

A rapariga abriu os olhos muito violentamente.

-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!! PORQUE NÃO ME ACORDASTE?????

-Eu acordei. Tu é que não ligaste.

-Ah….Esquece….

Fez tudo à pressa e saiu de casa para apanhar o táxi, ainda com um pedaço de pão na boca. Quando se viu sentada no banco do avião, ainda mal acreditava que ia realmente para o outro lado do mundo.


“-Desculpe? Eu ouvi bem?
-Creio que sim. O que acha que ouviu?
‘Tás a gozar comigo, meu?’
-Deixe-me ver se percebi. Quer que eu, uma portuguesa, vá para a Coreia trabalhar com a sua empresa que faz decoração para festas e eventos privados e quer que eu seja a consultora?”
-Exactamente.
-Desculpe, mas isto parece-me um pouco…Como ponho isto de uma forma delicada…Um grande embuste.”


Mas, de facto, não o era. Era mesmo verdade. Não sabia muito bem como a tinham encontrado, apesar do respeitável senhor ao telefone lhe ter explicado. Não interessava. A verdade é que ia. Ia e estava mais feliz que nunca. As suas visões diziam-lhe que algo a esperava lá. Perguntava-se o que seria.

Depois de umas horas permitiu-se a si própria pensar no sonho que tinha tido naquela noite. Aquelas imagens a passaram-lhe pela mente. Pareciam-lhe…Memórias. Mas do quê? Ou melhor, de quem? Não sabia. Mas sabia que chegaria o momento em que saberia. Apenas a irritava não saber quando seria esse momento.

Quando o avião aterrou, a rapariga de cabelos claros correu para as suas malas e ao sair do aeroporto, tropeçou na alça da carteira e caiu.

-O mundo odeia-me mesmo.

-Precisa de ajuda?

Liliana olhou para cima e viu uma rapariga de cabelos compridos, caracóis, ocidental, com um amplio sorriso. Aceitou a ajuda e pegou na mão da rapariga.

-Obrigada.

-De nada. Adeus.

-Adeus.

Apesar de terem falado em coreano, tinha a certeza que a rapariga tinha algo de familiar. Era óbvio que não era coreana, mas…Olhou em volta, mas a rapariga já tinha ido embora. Viu uma senhora gorda e muito activa segurando um cartaz com um nome ocidental, mas não ligou e entrou no táxi que esperava por ela, com buzinadelas consecutivas.

Seoul era mesmo uma cidade linda. Tudo a fascinava enquanto olhava pela janela do pequeno carro. Estava perdida nos seus pensamentos, quando o motorista, com muito mau humor, lhe disse que tinham chegado.

Ainda fascinada, a jovem desceu e viu-se em frente a um enorme edifício, com caracteres coreanos no topo da entrada, indicando o nome da empresa.

Depois de muito brigar com o guarda para o convencer que a esperavam, chegou ao escritório que lhe tinham indicado. Abriu a porta e viu uma enorme secretaria e a sombra de um homem recortando-se na janela.

-Ah…Liliana! Por favor, entre.

-Lili.

-Como?

-Pode tratar-me por Lili.

-Ah, claro. Lili, então. Sente-se.

-Obrigada.

-Bem, Lili, não tenho muito que lhe explicar, já sabe as bases do trabalho. Para que se possa ambientar melhor, queria que fosse a esta festa, hoje à noite. É uma inauguração de uma filial de uma loja europeia. Aí também poderá conhecer alguns figurões. O que lhe parece?

-Óptimo. Estou ansiosa por começar.

-Muito bem. Muito bem vinda à nossa empresa. Tenho a certeza que não me vou arrepender.

O sorriso cálido daquele homem acalmava-a e dava-lhe uma sensação de confiança.

-Muito obrigada. Vou fazer tudo para que nunca se arrependa.

-Ainda bem. Mas agora que estão dadas as boas vindas, aposto que quer descansar um pouco. Aqui tem as chaves do seu novo apartamento. Fica apenas a alguns metros deste edifício.

-Muito obrigada.

Tomou as chaves na sua mão e sentiu que ia dar-se bem ali.

Quando entrou no que iria ser a sua futura casa pelos próximos meses, quem sabe anos, sentiu algo diferente. Algo…Quente. Cálido. Sim. Ia dar-se bem ali.

Olhou pela janela que tinha na sala e viu como o tráfego lá em baixo se movimentava. As pessoas pareciam formigas. Era essa a vantagem de viver num oitavo andar, suponha.

Reparou no cartão que ainda segurava que lhe dizia a hora e a morada da inauguração a que tinha que assistir.

“Inauguração, huh? É melhor vestir algo decente, para variar um pouco…”

Às nove em ponto, a rapariga entrou no edifico onde se ia realizar a suposta inauguração. Levava um vestido comprido, simples, com algumas flores na parte superior no peito e no rebordo do vestido. Era azul-escuro, contrastando com os seus lindos olhos claros. Suspirou e olhou em volta. Era tanta gente. Tinha a impressão de que se ia aborrecer. Olhou para um grupo de pessoas, todos com fatos e com ar importante. Naquele grupo alguém se destacava. Uma rapariga. Com cabelos compridos, com mais de uma cor, brilhantes e que falava alegremente mas com respeito. Era ocidental. Tinha uma aura estranha à sua volta. Uma aura de dor, e de alguma forma, cicatrizes, mas sentiu que aquela pessoa estava de alguma forma ligada ao seu destino.

Pestanejou um par de vezes. Aquelas “visões” vinham sempre sem avisar. Às vezes ficava tão absorvida que não notava o quão estranha era uma rapariga estar de pé, sozinha, mirando um grupo de convivas.

Depois de algumas horas, Liliana sentia-se cansada e saiu da festa para tomar um pouco de ar.

Quando chegou cá fora, encostou-se a uma parede e suspirou. Seguidamente, olhou para o céu e ficou espantada como numa cidade tão poluída e industrializada se podiam ver tantas estrelas. Eram milhares e milhares, como pequenas luzinhas que iluminavam o manto escuro no céu. A jovem sorriu involuntariamente de tão feliz que estava de ver tantas estrelas. Aquela noite aquecia-lhe o coração.

Fixou o olhar nas estrelas e sentiu-se tonta por instante, como se algo se tivesse quebrado.

Nesse momento, ouviu um estrondo ao longe e a rapariga viu carros de bombeiros e paramédicos a irem na direcção no estrondo minutos depois. Vozes cresciam em volta dela.

-Um acidente.

-Dizem que aquele empresário…Aquele, sabes? Esteve envolvido…E outro miúdo também…Tu sabes…Aquele novo cantor que anda aí…

-Coitados…O que se terá passado?

“Acidente? Mas…Um acidente? Porque será que me sinto tonta?”


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prox cap: ahhh nao digu!!! fikem na espectativa! xD

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Última edição por Nayomira em Qui Dez 25, 2008 8:05 pm, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Sab Nov 22, 2008 10:33 pm

Opá.... esta fic... ta brutal
Mulher... despacha-te com isto....
quero saber o que andas a planear.

lindo mesmo

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Nov 23, 2008 1:44 am

aaahh do escreves tão bem!! E tens o dom de me deixar completamente confusa e curiosa a pensar "mas o que RAIO se passará na cabeça desta moça????" *curious*

:bjs:
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Nov 23, 2008 2:46 am

Shocked Shocked Shocked ADOROOOOOOOOO!!!!!! loool a minha famosa casa obrigada por a teres utilizado, sempre a achei muito estranha. E escreveste muito bem a minha famosa rotina sempre aos tropeções infelizmente :-.-:

continua continua

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Seg Nov 24, 2008 2:47 pm

Amoooooo *-* Quero mais, mais, MAIS!
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Nov 30, 2008 3:41 pm

NOTA DA AUTORA:

Sim, eu sei que demorei imenso tempo e peço desculpa por isso! lol! xD mas aqui o teem, o capitulo daaaa...da minha rivaru-chan, precisamente! =P

portantu, obviamente, a seguir vem o da munny e acabam as apresentaçoes pa começar a festa que eu já tenhu muuuuita coisa aqui na cabeça!!! xDDD por enkuantu..divirtam-se! =P e digam o que acham! ^^ e pah...o destino é tramado...




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[Capítulo 2 – “Cinco estranhas, cinco destinos”]

[Parte 4 – “Sasurinda”]

O calor. Como gostava da sua terra. Da gente. Da maneira como tudo se desenrolava. Era a sua terra. E estava afastada há quatro anos. Foi para a faculdade e teve que mudar a sua vida radicalmente. Não que se arrependesse. Era o seu sonho. O seu curso. A sua vida. O seu destino, portanto. E nem podia acreditar que estava realmente prestes a ficar ainda mais longe do que alguma vez pensou.


“-Reitor? Mandou chamar-me?
-Mandei sim. Sente-se, Sandra.
-Obrigada.
-Bom…Vou direito ao assunto. Recebemos um pedido de um certo país para enviar um dos nossos estudantes para lá por alguns meses. Menos de um ano. Como…Um estágio.
-Da faculdade de Medicina?
-Sim.
-…E…O que tenho eu a ver com isso?
-Bem…Pensámos em si. Está no 4º ano, não é verdade? É perfeito para um estágio.
-Pensaram em mim?? Mas…E…É onde? Qual é o país.
-Coreia, Sandra. Coreia.”


Coreia. Como uma palavra podia conter tanto significado. Era a sua vida, que estava prestes a mudar. Ainda não conseguia acreditar. No dia seguinte, estaria na Coreia.

Não fazia ideia do que encontraria quando lá chegasse, aliás, não sabia se sequer encontraria algo. Às vezes gostava de saber o futuro. Devia ser interessante saber como as coisas iriam ser. Mas não tinha qualquer tipo de…Como lhe chamar? Habilidade? Sim…Habilidade para esse tipo de coisas. Riu. Para que direcção tão estranha voavam os seus pensamentos.

Não acreditava no destino. Ou melhor, era algo em que nunca se tinha preocupado muito em saber muito bem se acreditava ou não. Achava que formar uma opinião sobre isso não iria mudar a maneira como vivia a sua vida. Afinal, se realmente coisa como “destino” existia, não podia fazer nada para mudar esse facto. Se não existia, pois, isso também não iria mudar nada. Por isso, não se importava muito com esse assunto. Vivia a sua vida à sua maneira e isso era o que interessava.
Quiçá viesse a mudar de ideias. No fim de contas, era a Coreia.

Olhou o relógio. Estava quase na hora. Não podia chegar atrasada. Não à sua própria festa de despedida.

-Vamos sentir a tua falta.

-Eu também.

-Promete que nos escreves…E que nos telefonas…E que mandas fotografias de lá.

-Prometo! Não se preocupem! São só alguns meses…

-E a família? Já os conheces?

-Não…Só vou conhecer quando chegar lá…Devem ir buscar-me ao aeroporto.

-Hm…Ok.

-Mas isto é uma festa ou quê? Sorrisos, minna! Sorrisos! Hehe.

Nessa noite, adormeceu, pensando que, talvez…O destino existisse mesmo.

No dia seguinte, a jovem teve a impressão que só acordara quando se viu sentada na cadeira do avião. Até ali tinha estado demasiado sonolenta e pensou que tudo talvez não passasse de um sonho. Mas não. Sentada naquele avião, sentindo a pressão do aparelho ao levantar, convenceu-se…Não era mesmo um sonho. Estava ali e ia em direcção ao outro lado do mundo.

A viagem foi maçadora…Comprida…E cansativa. Ou talvez fosse a sua tão grande ansiedade de chegar que falava mais alto naquele momento.

Num momento que pensou que nunca mais chegava, o aparelho começou a descer. Sair dele foi uma verdadeira aventura, já que pensou que ia ser esmagada pela pressão de tantas pessoas a tentar sair dele ao mesmo tempo. Desistiu e esperou na borda da porta, que saíssem todos e então poderia sair com toda a tranquilidade.

Olhou para trás e viu que um passageiro ainda estava dentro do avião, sentado na sua cadeira. Uma rapariga, de olhos distantes e cabelo claro. Antes de ter tempo para qualquer reacção, uma vaga de gente levou-a para fora do avião.
Depois de se ver na pista de asfalto em direcção ao terminal, agarrou-se ao pescoço e respirou violentamente várias vezes, pois parecia que ia sufocar.

-Bem…Pelo menos saí…Mas pelo amor de Deus…Que gente apressada, caramba.

Caminhou calmamente até ao terminal e retirou as suas malas. Quando passava ao lado de uma das enormes janelas, virou e apreciou a vista. Num momento, pareceu-lhe ver uma sombra no vidro. Uma sombra de um rapaz. A jovem pestanejou e viu-se sozinha. Ninguém estava no terminal. Olhou em volta e pensou que estava a sonhar. Só podia estar a sonhar. Olhou novamente para a janela. A sombra tomou forma e transformou-se num jovem, mas o seu rosto continuava envolto em sombra. O rapaz estava de costas e passou a mão pelo vidro que se tingiu imediatamente de sangue. A rapariga deu um passo em frente, com um misto de terror e ansiedade que não percebia muito bem. Mas o seu instinto dizia-lhe para se aproximar dele. O rapaz olhou para trás, e, apesar do seu rosto estar envolto em trevas, os seus olhos encontraram-se com os da rapariga. Ela ficou imóvel, como se aquele rosto vazio lhe tivesse mandado um feitiço. O rapaz virou-se outra vez de costas e atravessou o vidro, flutuando e transformando-se numa pena.

A rapariga arregalou os olhos, pousou a mala e esfregou-os violentamente. Quando voltou a abrir tudo tinha voltado à normalidade. Milhares de pessoas se passeavam no terminal, o vidro estava limpo e a pena tinha desaparecido. Pensando que era só o cansaço, a jovem voltou-se novamente para a porta e saiu do aeroporto, com o coração a bater violentamente no peito.

Passou pela porta automática e procurou alguém com uma placa com o seu nome, que seria o seu contacto, quando ouviu um ruído opaco atrás de si.

-O mundo odeia-me mesmo.

Ouvindo a voz, virou-se para trás e sorriu. Era a rapariga do avião. Tinha caído. Estendeu a mão e perguntou.

-Precisa de ajuda?

A rapariga no chão olhou para a outra com os seus grandes olhos claros e sorriu. Agarrou a mão que lhe era oferecida e levantou-se.

-Obrigada.

-De nada. Adeus.

-Adeus.

Ela virou costas à rapariga e voltou a procurar a placa com o seu nome quando viu um homem segurando uma folha de papel com o seu nome. Correu em direcção a ele.

-Senhor Hyun Shin?

O homem, bastante mais alto que ela, olhou para baixo e sorriu.

-San…San…San qualquer coisa? A rapariga do intercâmbio.

A jovem sorriu.

-Sasurinda.

-O quê?

-Pode chamar-me Sasurinda. É mais fácil.

O homem olhou para ela e sorriu. Gostava dela.

-Muito bem, Sasurinda.

Abraçou-a, levantando-a no ar.

-Eu vou ser o teu novo “pai”.

-Muito prazer.

-Anda, vamos para casa para poderes conhecer o resto da família.

A jovem entrou no carro e sentiu-se feliz. Ia conhecer o resto da sua família de acolhimento e estava na Coreia. Nada podia correr mal. À medida que avançavam, Sasurinda não tirava os olhos da janela. Estava fascinada por aquela cidade. Era linda. Os prédios, as pessoas, o arrufo das ruas. Era tudo tão diferente. Mas tão…Vivo. Sentiu que se iria dar muito bem ali.

Alguns minutos depois, chegaram ao seu destino. Hyun Shin abriu-lhe a porta e a jovem saiu do carro. Estava em frente a uma casa singela, simples e mais quatro pessoas esperavam à frente dela. Todos fizeram uma vénia quando o homem alto a apresentou e ela retribuiu.

-Vai ser bom ter-te aqui. Somos gente simples, mas boas pessoas. Eu sou a mãe, Ae Cha. A tua nova “irmã”, Chung Ae e o pequeno é o Chin Ho.

-Muito prazer. Chamo-me Chung Ae e tenho 15 anos. Trata bem de mim.

O miúdo agarrou-se à rapariga e sorriu.

-És a minha nova irmã? Eu sou o Chin Ho. Tenho 10 anos.

-Somos bastantes, mas espero que te dês bem. Chin, larga-a. – disse Hyun Shin, a sorrir.

-Não te incomoda teres irmãos?

-Não, de todo. Tenho um irmão mais novo que eu, da idade da Chung Ae e damo-nos muito bem.

-Óptimo, então tenho a certeza que vamos passar tempos muito felizes todos juntos. Vem, deves estar cansada.

A rapariga entrou na casa. Era simples, com uma cozinha e uma sala no rés-do-chão e os quartos ficavam em cima. Chung levou-a ao seu quarto. Iam dormir juntas, mas Sasurinda não se importava.

Algumas horas depois, a “mãe” chamou ambas “filhas”.

-Queridas, importam-se de me ir fazer algumas compras ao supermercado aqui ao lado? É coisa pouca.

-Chin pode ir?

Ae riu.

-Podes, querido. Suri, não te importas de cuidar deles?

-Claro que não!

Saíram. Na viagem, que foi curta, pois o supermercado ficava a alguns quarteirões da casa, Suri reparou o nervosismo de Chung.

-Estás bem?

-Ah…Sim. É só que…Ele deve trabalhar hoje.

-Ele?

-Sim…O empregado de balcão do supermercado. É super simpático e tão giro. Pena que seja demasiado velho para mim. Mas ainda assim damo-nos bem. Vou apresentar-to quando formos pagar.

Suri sentiu um arrepio na espinha mas riu.

-Ok.

Entraram no supermercado e quando estavam a meio das compras ouviram um forte estrondo. Suri olhou para a porta e viu que estava desfeita em pedaços. Olhou para o lado e viu um homem com uma cicatriz e uma arma na mão. “oh oh…”.

Uma rapariga saiu de um escritório mas antes de qualquer reacção, Suri viu como ela era baleada a sangue-frio e, aterrorizada, agarrou em Chin e agarrou-o contra o peito, protegendo-o do barulho e da visão que aquele supermercado oferecia naquele momento. Olhou de relance para Chung e viu que ela estava agachada como ela, com as mãos nos ouvidos. Felizmente estavam numa das fileiras do supermercado e o homem da cicatriz não os conseguia ver.

Suri tentou controlar o sue pânico. Nunca lhe tinha acontecido uma coisa destas. Olhou para o homem mais uma vez e viu-o em direcção ao empregado da loja, tão aterrorizado quanto ela. Num momento, o homem apontou a pistola ao empregado e disparou. Sem saber porquê, os olhos de Suri começaram a encher-se de lágrimas e viu-o cair no chão.

Começando a pensar que talvez não saísse dali com vida, a rapariga agarrou o garoto mais contra si e fechou os olhos violentamente. Passaram-se alguns minutos que lhe pareceram séculos e ouviu um novo tiro. Fechou mais os olhos e decidiu a olhar novamente.

O assaltante tinha ido embora. Suri olhou á sua volta e viu Chung destapar os ouvidos e tentando controlar a respiração. Olhou para baixo, soltando Chin do seu abraço e viu o garoto chorando, com gordas gotas caindo-lhe pela face. Abraçou-o mais e olhou para o lado. Viu o chão envolto em sangue e aterrorizada olhou para um pequeno papel que boiava no sangue. “Destino”, leu. Olhou para a origem do sangue e viu o empregado. Chung tinha razão. Ele era mesmo lindo. Tinha os olhos fechados e um grande ferimento no ombro. “Eu…Conheço-te…”.


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prox cap: obvio! Munny| ^^

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Última edição por Nayomira em Qui Dez 25, 2008 8:06 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Dom Nov 30, 2008 4:48 pm

uahhhhh :xoro: tu não imaginas as vezes que eu repeti feita parva o nome do JunSu :rir: :rir: :rir: Love yaaaaa :>.<: Só uma questão... eu sou a "mãe"que ele viu a proteger o filho??? ohh tão girooooo Razz mas sim reagiria assim possivelmente (acho que por instinto todas o fariamos Razz)

Agora... incrivel como adivinhaste alguns pormenores meus como o esperar que saiam e só depois vou eu :rir: sou assim em tudo o que é sitio, até para sair do auditório da universidade (quando este está cheio... o que era frequente no inicio... agora nem por isso Sad:b): )

Agoraaaaaaaaaa tenho de salvar o meu JunSU!!!! Estancar o sangue e aplicar manobras de Suporte básico de vida (ohh meu Deus espero que ele não entre em paragem :xoro: ... oh pera foi só o ombro... estancar!!! E chamar ajudaaaa GOSH!!! E a pobre da outra empregada!! ) - mas antes vamos a Munny... ohhh espera cruel :xoro: (não ligues... isto é do sono!! :rir: )

Completaste-me o dia e a noite Rivaru-san!!! ^^

E mais uma vez repito que escreves lindamente!! Adoro ler cada frase tua ^^

:bjs:


Última edição por Sandrita em Qui Dez 04, 2008 6:58 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Seg Dez 01, 2008 2:45 am

Oh meu Deus Yunho!
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Tou sem palavras...
Tu és espetacular a escrever! :-.-: Não voltes a dizer q não tens jeito que eu esfolo-te.
Morro por ver o capitulo da Munny!

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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Seg Dez 01, 2008 8:19 am

Isso é demais XDDDD
Este capitulo foi bués de... Whoa Shocked Shocked (assim! XDDD)
Ainda quero ver o meu... Deve sair dali coisa boa deve.. :-.-:
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Ter Dez 02, 2008 2:06 pm

Bem acabei agora de ler esta fic e ... devo dizer que ...


ESTOU A GOSTAR BASTANTE flower



Filipa meu mori I love you sempre disse que foste para o curso errado. Tu devias era ser escritora ou algo do género.



Está uma fic muito bem pensada sem deixar nenhum pormenor de fora. Altamente mesmo... :yupi:
Essa cena do destino está muito cool ... Não sei dá um ar de mistério à fic

Bem só posso pedir que continues... é que sabes ...

EU QUERO LER MAIS :(ui):
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MensagemAssunto: Re: [DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"   Hoje à(s) 4:05 am

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[DBSK/TVXQ FanFic] "Destino"
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