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 Rumo ao Paraiso

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sex Fev 26, 2010 12:15 am

Eu adoooro ler e escrever fics, mas cm ainda n conheço bem as personalidades dos DBSK ando a ler as fics. Acho q esta foi a unica q li até ao fim xD
Anyway, adooro a tua estrutura de escrita, embora às x possa ser confusa (tambem com tanta gente era de esperar -.-)
Tens uma boa historia para dar seguimento Smile
Qero saber o desenvolvimento romantico do par Munny&Changmin *-*
Força força, continua ^^ **
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qua Mar 03, 2010 6:29 pm

Eu sei q deveria era estar neste momento a postar o resto do capitulo 11... mas tenho andado com a mente em branco!
Deixo-vos com alguns, daquilo que acho que são, os melhores momentos desta fic! Have fun!

or not!



Changmin ia para abrir a boca mas Yunho e Ahri olharam-no de lado: – Já ouviram falar e liberdade de expressão?


– Vocês opõem-se a aceitar-mos o salário mínimo? – perguntou Ahri.
Elas olharam-se: – Só podes estar no crlh do gozo? Achas? – perguntou Nayo. – Nós é que lhes devíamos pagar a eles!


– Já te disseram que és linda!? – perguntou ele subitamente sério.
Ela corou: – Já. Mas gostei mais de ouvir agora.
– Hei! – exclamou Changmin.


Todos olharam em volta. Jae sorrio e passou um braço a volta dos ombros dela: – Esperei tanto tempo por ti! – exclamou ele.
Todos o olharam espantados e Ahri olhava-o de queixo caído: – Na... Nani? – articulou ela.
– Bem, estava há uma eternidade há espera de alguém que conseguisse calar o Yunho e o Changmin ao mesmo tempo. – observou ele e Ahri corou até à alma – Que giro, ficas envergonhada sempre que te fazem um elogio?


– Nem devia comentar, mas vocês começam-me a irritar e quando eu começo a rimar é porque não há raios que me consigam parar... Ok! Tou-me mesmo a enervar... Ai! O car****. Esta merda vai acabar? Ok vou deixar de falar. FDX! – exclamou Ahri enervada enquanto cortava peito de frango em pedaços – Não tem porque se chatear, eles devem estar a chegar e de certeza que vos vem visitar. Estou-me realmente a enervar por estar sempre a rimar. Vou-me calar. Ai o car...


– Não acredito! – exclamou Munny – Só tu para fazeres algo assim
– É uma desocupada diz antes assim.


– És muito teimosa para alguém tão pequeno. Porque não pedis-te ajuda? – perguntou-lhe Yunho.
– Pequena é o dia... – refreou-se quando o olhou nos olhos – Não costumo pedir ajuda. – explicou voltando a pegar na panela para escorrer a água tentando não transparecer a dor dilacerante que lhe corroía o pulso.


Jae abraçou Ahri: – Tu!? Na cozinha? Vai ser giro! Tenta não ser mau para ela e vai ordens para o raio que te parta. – disse afastando-se.


– Vais servir de minha sombra? – perguntou ela enquanto lavava as mãos e as secava com o pano do avental – Fala homem!
– Sinto que te conheço de algum lado, é estranho. Não consigo explicar. – confessou ele.
Ela olhou-o estupefacta e depois pegou na forma do bolo e virou-a sobre um prato: – The greatest thing you’ll ever learn is that the best in life can’te be explained. – disse ela agarrando numa faca e partido o bolo em dois na horizontal.


– Vais, algum dia, chegar a responder às minhas perguntas? – perguntou Yunho sentando-se ao lado dela.


Yunho pegou num bocado de bambu com os pauzinhos: – Não sabia que o bambu fazia parte da cozinha mediterrânea.
– E não faz! Faz parte da cozinha da Ahri. – observou Suri, elas riram.


– Pronto. Esqueçamos o assunto. – passou o queijo a Changmin – Fica bom se puseres um pouco disto por cima.
– Ainda melhor? – perguntou ele aceitando a taça.


Ouviu a campainha e amaldiçoou a própria vida. Ainda faltavam um mês para o natal... portanto o Pai Natal não era. Na verdade nem queria saber. Aquela casa mais parecia a casa pia de tão concorrida que andava.


– Ouve acho que começamos com o pé errado.
– Eu diria que começamos mesmo mal com os dois. – observou ela.


Estavam todos a olhar Ahri estupefactos. Isso pareceu irrita-la ainda mais. Heechul sorriu e falou em inglês: – Calma, nós não mordemos.
– Mas eu posso muito bem faze-lo, pelo menos aparentemente pelas vossas caras. – respondeu ela soltando uma gargalhada que fez Yunho olha-la surpreendido.


– Tu és mesmo bravia não és?
Ela fez o seu tão característico meio sorriso de ironia: – Chegas-te a essa conclusão sozinho ou precisas-te de ajuda?


– Há algo nos teus olhos...
– Pois há. Chama-se retina. – disse voltando-se novamente para o computador mas por dentro tremia.


Leeteuk olhou Lili: – E tu não tens cara de manager. Mais para actriz de Hollywood. – observou ele


Yunho perdeu a paciência com a estúpida teimosia dela. Naquele momento teve firme certeza que ela escondia algo. Tirou algo do bolso que atirou a Yoochun: – Tu conduzes e eu levo a mula teimosa.
– Larga-me! Já! – argumentou ela quando ele a agarrou ao colo.
– É assim, tu já és pesada que baste, portanto faz favor de ficar quieta! – ordenou Yunho num tom tão seguro e tão zangado que ela se calou.


Pelo que Nayo insinuara nem Ahri assim agia e pelo pouco que fala com ela também achava que Nayo tinha razão mas por mais voltas que desse não encontrava explicação para o atrito nato daqueles dois imbecis.


Ele já bufava: – És mesmo muito teimosa para alguém tão pequeno.
Foi a gota de água e Ahri passou-se por completo: – Olha lá oh esqueleto vaidoso! Lá por seres um trinca espinhas com o tamanho da Torre Eiffel não quer dizer que eu aceite que me chames pequena.


Nayo largou-lhe a mão instantaneamente ao aperceber-se que se mantivera de mão dada com ele desde que haviam saído do estacionamento.


– Vocês têm noção que nos conhecem há dois dias?
– Amanhã vão ser 3. – disse ele sorrindo.
Ela suspirou: – Sabes fazer outra coisa que não sorrir?
– Sabes fazer outra coisa que não reclamar?


(...)Respondo-te com honestidade... mas não prometo que também não haja com honestidade.
Ele fez um meio sorriso: – Isso é uma proposta?
– Estás a testar a minha paciência?
– É uma ideia. – observou ele.


– Bate-me... e eu beijo-te! – disse ele num tom de voz tão seguro que ela soube que ele não estava minimamente a brincar


(yunho e ahri)
Ele olhou-a com cara de menino travesso: – Ou isso ou levo-te ao colo. Agora escolhe.
Ela resmungou uns quantos palavrões em português mas acabou por subir para as costas dele resignando-se à sua sorte e preferindo aquilo a voltar a ser carregada por ele. Ao menos assim não tinha que lhe ver a cara.
– E que tal uma dieta? – zombou ele sorrindo.


– You are evil. – disse ele baixinho.
– You don’t know how much. –olhou-o – And look who is talking.


– Ela parece um anjo. – observou ele.
– Crente. – disse Munny entre dentes.
Changmin sorriu: – Deve ser a primeira vez que concordamos com algo.


– Não fazes nem ideia do quanto esses caracóis e esses olhos de mogno me começam a impedir de me conter. Don’t push your luck, curly haired angel; I might snatch you away one of these days. – finalizou ele em inglês enquanto se levantava. Saiu sem mais uma palavra ou sem esperar resposta.


A outra fez um sorriso velhaco e Nayo arrependeu-se de súbito de ter aberto a boca. Yoochun tinha que ter passado por ali para sair. O sorriso de Ahri mudou para uma expressão doce enquanto a observava com atenção, como se tentasse perscrutar-lhe a mente até ao canto mais recôndito: – Baka!
Nayo abanou a cabeça e sentou-se ao lado dela: – Podias ter sido peste, meiga ou mesmo gozar-me e no meio de tanta possível opção a única coisa que dizes é “baka”? – perguntou Nayo – Sinceramente tens um sério problema.


– A minha bola de cristal avariou ontem. – observou Munny mordaz.
– Podias sempre usar a vassoura. – respondeu ele de volta com um sorriso maroto.
– Se for para te dar com ela, Sim! Com todo o prazer.


– Gelo, Munny, gelo. – observou Nayo.
Munny estava vermelha de raiva: – Vai tu por a cabeça no gelo!
– Um bocadinho temperamental, não? – perguntou Yunho às outras.
– Devias ver a Ahri! – exclamou Nayo espicaçada pela raiva de Munny.


Changmin soltou uma gargalhada: – A ti ninguém te quer, é? Também a comeres assim tão pouco não admira.
– Dito por quem come por 3 pessoas levo isso como comer por uma pessoa normal. – acicatou ela mordaz – Espanta como és tão magro se comes que nem um boi!


- Eu vou! - disse Lili - Agora é que deve ser o tipo da SM.
Yunho e Jae olharam-se.
Lili abriu a porta apenas para se deparar com Junsu e Yoochun.
- Bem... - gaguejou ela - Não é o tipo da SM.


(O unico momento civilizado entre Yunho e Ahri!)
- Adeus - disse Yunho - Obrigado pelo pequeno-almoço.
- De nada. - respondeu Ahri


(Primeiro encontro de Nayo com Junsu)
Ele esboçou um sorriso ainda maior e ela imaginou-se a derreter. Em breve teriam que vir com um aspirador para a apanharem do chão.


Ficaram os três feitos parvos a olhar uns para os outros: – Ue Kyang Kyang. Vocês estão com medo de mim? – perguntou ele.
Elas sorriram e Nayo comentou para Suri em português: – Se alguém aqui devia estar com medo... esse alguém és tu.


(Estranho é ter a playlist em aleatorio e enquanto estou a ler a parte em q dançamos a purple line... passar mm a purple line! O.O)


– Só faltava este mete nojo! Há sempre alguém para borrar a pintura. – exclamou Nayo em português sendo acotovelada por Bony e por Suri. – Dêem-se por felizes por eu não ter falado em japonês. – elas olharam-na com cara de poucos amigos. – O quê?


(acrescento q qd estava a ler nos a dançarmos a a parte em q Nayo diz "Yoh Ahri let's get some noise beat".... começou a dar a "O"........O.O ..... muito O.O)


– Eu sei que ela se chama Melanie! – exclamou Changmin apontando Munny. Esta quis um buraco para se enfiar e outro para o enfiar a ele e poder cobrir de terra.


“Uuuu! Começamos bem!” pensou ela “Devo aparentar uma qualquer doença contagiosa. Ou o tipo não me curte nem a lei da bala ou realmente se está nas tintas para a minha medíocre existência. Tens sorte de estarmos em público, porque se não estivéssemos...” enquanto pesava para si teve vontade de lhe dar um pontapé numa canela, no mínimo, “Quem pensava ele que é?” Imaginou Nayo a responder à sua pergunta mental: “Tipo, se calhar ele só é o Yunho dos DBSK, oh Cumida!” sorrio abertamente enquanto agradeciam ao público e regressaram todos juntos aos camarins onde Lili as esperava entusiasmada.


Ahri ouviu-o: – Tu! Baixa a bolinha que eu não me chamo Munny para aturar as tuas bocas. – disse ela apontando-lhe o dedo – Eu também gosto de brincar mas a paciência tem limites e a minha está no limite. Respeitinho, meu menino!
– Uuuuuu! – fizeram as outras cinco ao mesmo tempo. Tinham estado à espera daquele momento. Ahri passara-se em frente a eles, ia ser giro.
(gosto desta parte pq era o meu sonho um dia dizer isto ao Changmin qd ele s pusesse com parvoeiras! -.-' eu sei q posso ir sonhando e tal)


“Raios, que a tipa é osso duro!” pensou Changmin “Com tanto gelo, devia era estar num frigorífico para não derreter.” Concluiu ele não se atrevendo, no entanto, a dizer por palavras o que pensava. Mas Ahri ainda lhe lançou um olhar cortante percebendo o conteúdo dos seus pensamentos. “Gelada, mesmo!”
(ele comparou-m a um frigorifico.... -.-' mas n ha-d ser nada)


– Yep! Não vamos sem elas! – disse Junsu abraçando Munny.
– Elas não vão sem nós! – corrigiu Yunho abraçando Lili, que o olhou chocada. Ele sorrio ternamente – Certo?


Junsu aproximou-se deles com Munny: – Porque é que tu ficas com duas? – perguntou ele em japonês.
Yoochun riu: – Nunca estás contente. De que te queixas tu? Para lá de falar como se elas fossem objectos.
Junsu franziu o sobrolho: – Tas a falar mas também estás agarrado a uma!
– Junsu! – exclamaram os 4 ao mesmo tempo.


– Eh? Agora falam sincronizados? – perguntou ele – É porque pelo que percebi, no que toca a qualquer um de vocês, um “nada” quer dizer muita coisa.
– Vai por a mesa que eu ajudo-a com o jantar. – disse Yunho em tom de ordem.
Jae abraçou Ahri: – Tu!? Na cozinha? Vai ser giro! Tenta não ser mau para ela e vai dar ordens para o raio que te parta. – disse afastando-se.


Munny olhou Changmin de lado: – Agora já não dizes mal dela?
– Eu nunca disse mal dela! – ripostou Changmin.
– Então? – perguntaram Yunho e Ahri ao mesmo tempo.


– Não é preciso ser muito inteligente para saber isso. – observou Munny.
– Olha quem fala! – zombou Changmin
– Queres que te afogue no prato da comida? – perguntou ela enraivecida – Então cala a boca.


– Wah! Afinal também ris! – observou Jae juntando-se a eles.
Ela ficou com ar carrancudo: – Dizendo isso assim até parece que eu estou sempre de mau humor.


– Yah! Citando a Nayo: Começa a por a cabeça no gelo! – observou Bony.
– Eu digo-vos onde vos enfio a cabeça se não se calam já! – ripostou não lhe agradando a ideia de estar a mostrar uma dualidade de personalidades.


Revirou os olhos aos seus próprios pensamentos e a reacção de Junsu. Virou-se para o outro: – Agora deste para atacar mulheres indefesas enquanto dormem? – perguntou tão calmo quanto possível fazendo uso de toda a sua ironia para que o outro não percebesse o quanto isso o afectava.
O outro fitou-o chateado e percebeu que conseguira disfarçar bem usando os pontos francos do adversário: – Eu não preciso desse tipo de coisa porque tipo de pessoa me julgas?
– Não é o que parece! – observou o outro com escárnio.
Junsu levantou-se irritado acordando Munny: – Estás a tentar chatear-me?
– Está a resultar?


Heechul riu: – Eu não vos acho esquisitas. Vocês são divertidas. – olhou Hankyung e deu-lhe um murro no ombro – Ao contrario de certos chatos que eu conheço. Ri-te homem!
Hankyung olhou-o aborrecido: – Pois, fala o rei da esquisitice. Ages e falas como uma gaja mas é o tipo mais mulherengo que conheço além de teres sempre os penteados estranhos.


Embora aquela tivesse um ar aterrado ao fita-lo algo lhe dizia que ela não estava assustada por ele ser feio, parecia que também ela o conhecia. Sorriu e a rapariga corou até à raiz dos cabelos.
– Olha mais uma! – disse ele em japonês.
Ela olhou-o estarrecida e acabou por se compor: – Primeiro Boa Noite para si também. Segundo, peço imensa desculpa. Parece que me enganei na porta… aliás, acho que me enganei no prédio.


Falou antes de pensar e arrependeu-se no momento seguinte a o ter feito: – Tu és um macaco e eu sou um orangotango. No mínimo és um Deus.


Hankyung olhou Lili de lado: – Ora… vejamos… começo a perder a conta ao numero de raparigas… afinal vocês são a cover dos DBSK ou a dos Super Junior.


Por vezes aborrecia-se quando as pessoas falavam de mais mas algo lhe dizia que podia estar dias seguidos apenas a ouvi-la falar que não se iria aborrecer de todo: – Falas muito, tu. Quando te abri a porta cheguei a pensar que tinhas ficado muda muito embora o facto de quase me teres deixado surdo motivasse a minha crença no bem-estar das tuas cordas vocais.


– Volta-me a bater com essa força toda e eu juro que de Cinderela passas a esfregona! – avisou Hankyung.


Heechul abanou a cabeça: – Peço desculpa pela besta insensível. Na verdade quem vai fazer o drama connosco é o Donghae… mas ele não pode vir. Ele voluntariou-se para nos fazer companhia… queria manifestar o meu profundo pesar por morar com tamanha besta.
Hankyung acotovelou-o: – Besta é o raio que te parta, ta!?


– Ora então o Donghae vai contracenar connosco… – pensou ela em voz alta.
Heechul começava a não gostar do tom: – Eu sou mais giro.
– Mas ele é mais novo. – observou Hankyung.
– Queres ficar caladinho? – perguntou Heechul ofendido enquanto Leeteuk se partia a rir – Tens muita razão para rir, tu, és mais velho que eu!


De súbito ela endireitou, pareceu lembrar-se de algo e virou-se para Hankyung que se assustou automaticamente com aquele olhar lacerante: – Nunca me disseste a razão porque não suportas a Ahri.
– Explica porque te haveria de dizer tal coisa? – perguntou ele surpreendido
Ela olhou-o com ar de que sabia o que ele queria esconder: – Interessante, muito interessante.
– Importas-te de não falar como se soubesses que escondo algo? – pediu ele zangado – Parece que sou um criminoso ou que estou ap… HOI! Tu não estás a pensar que eu…? – ela sorriu – Oh! Poupa-me. Ainda bem que não sou eu a ter que vos aturar todos os dias… acho que me matava.


(Reler isto pura e simplesmente partiu-m! Amei este discurso da shyra)
Após deitar Ahri, Nayo, dirigiu-se à sala e deparou-se com Shyra: – Meu kami-sama, que cara*** fazes tu aqui?
– Acolhedora como sempre. – observou Shyra – Podias disfarçar e por um sorriso e dizer: “Ângela, amiga, que prazer em ver-te!”, no entanto, é: “que cara*** fazes tu aqui”. Andamos a evoluir no que toca a qualidade de discurso, nós. Admira-me como é que ainda não és relações publicas, farias um trabalho brilhante e em pouco tempo chegarias a diplomata. – olhou-a de alto a baixo – A julgar pela cara o dia tem-te corrido bem, não. – olhou Yoochun atrás de Nayo que a olhava como um burro olharia um palácio. – A julgar pelo tipo com cara de parvo atrás de ti desconfio a origem de todo esse teu bom humor. Não que possa dizer que não tenhas razão, afinal conheces o meu “amor” pela criatura, no entanto, é sempre bom saber que a tua personalidade afável e amigável te permite receber uma amiga deixando-te isenta de factores externos e tal.


("Será q ainda haverá mais algum escondida por aí?" serio q sou eu q escrevo isto? XD Parti-m a rir)
– A Angel? É amiga delas e parece que lhes veio fazer uma visita e foi surpreendida. – observou Jae.
Yoochun e Yunho olharam-se e depois novamente para Jae: – Será que ainda haverá mais alguma escondida por aí? – perguntou Yoochun. – Começo a perder a conta ao número de raparigas.


– Nada. – observou Heechul não levantando a cabeça mas acabou por olhar Hankyung que bufava a cada 15 segundos – Dás mais uma bufadela que seja e juro por Deus que me passo.


No entanto, havia sempre o olhar distante de Leeteuk que estava a sonhar acordado de tal modo que era capaz de jurar que falhara em levar a comida a boca no mínimo três vezes enquanto comia, fora as vezes em que pegara na chávena de café apenas para se aperceber que estava vazia, voltara-a a colocar na mesa e ficava a olhar pensativamente para o nada para depois voltar a pegar na chávena e aperceber-se que estava ainda vazia. Repetira aquilo umas quatro vezes antes de chegar a brilhante conclusão que se calhar encher a chávena ajudaria.
Heechul, por seu turno, trocara de roupa umas 500 vezes e demorara umas 3 horas na casa de banho. Além de que andava a cantar e a assobiar desde que se levantara e aquilo não era bom sinal para rapariga alguma


Donghae olhava-as perplexo. Não percebera patavina do que haviam dito e sentia que nunca na vida seria capaz do fazer com a mínima decência.
Nayo olhou-o por cima do ombro e não evitou um suspiro de ironia. Voltou-se para Ahri: – Então? Para quando sai o clube de fãs?


Perante as caras de grande surpresa dos rapazes foi Nayo quem fez as honras da casa a explicar o que se passava: – Esta tonta…
– Hey! – atalhou Suri.
– Tens razão, desculpa. – replicou Nayo – Eu deveria ter dito: esta estúpida – ignorou as reclamações de Suri – vai estar aqui apenas um total de 5 dias. Volta daqui a dois dias para Portugal. – explicou


Nayo pôs as mãos a cabeça de irritação e lançou-lhe o seu melhor olhar assassino: – Porque já nos basta ter que vos aturar sempre que querem vir aqui! Não me apetece ter que estar a levar com as tuas fuças 24 horas por dia! Get it?


– Tinha que vir este estragar tudo! – exclamou Munny querendo afastar-se mas foi impedida por Changmin.
– Querias ter vindo comigo era? – perguntou ele.
Munny dilacerou-o com um olhar: – Só se fosse para abrir a porta em andamento e atirar-te de o carro para fora.


(...)Munny corara até à raiz dos cabelos.
Ahri riu com vontade e Munny virou-se para ela carrancuda: – Vai comer o Yunho, ta? E se me chateias muito a próxima vez que disser isto… é numa língua que ele perceba!


Lili percebeu o que se passava: – Ele tem que fazer o papel de líder, sabes? – perguntou ela em português.
– Quero lá saber, parece um lambe botas feito a medida, até enerva. – observou ela.


Pensava que ele só a tratava assim a ela: – Bates-te com a cabeça? – perguntou-lhe baixinho – Porque o estás a tratar assim?
– Mete-te na tua vida – ripostou Yunho que lançou outro olhar pouco amigável a Junki.
Este riu-se e ambos o olharam: – Vocês comportam-se como se fossem casados à uns 30 ou 40 anos.
Ahri afastou-se automaticamente de Yunho e ele fez o mesmo.


Donghae olhou-a atentamente: – Que se passa entre vocês? Tas sempre mal humorada quando se fala em Yoochun. E chamas-lhe um nome qualquer na tua língua… que quer dizer? – perguntou ele curioso.
– Mete Nojo?
– Isso! – assentiu Donghae
Nayomira partiu-se a rir: – Sinceramente? Não queiras saber!


Este não movera os olhos do ecrã e num acto de fúria sua e distracção de Donghae deu-lhe o golpe final e as letras “KO” encheram o ecrã.
– Oh! – fez Donghae olhando Yunho e ficou petrificado com a cara de ira que este tinha – Wow… é só um jogo Hyung! Calma.
– Next! – disse Yunho.
Ahri antecipou-se a Heechul: – Sou eu! – olhou Yunho nos olhos – Está na altura de resolvermos umas quantas questões.


Nayo suspirou: – Começo a achar que andas a passar demasiado tempo com a Ahri. – depois olhou para Junsu – Sim? Tu não tinhas uma reunião não sei onde?
– Não olhes para mim! Eu só estava a caminho da sala quando os encontrei. – observou ele.
– “Os”? – ela levantou uma sobrancelha de suspeita e olhou Jae – Diz-me que não estavas com quem eu estou a pensar que estavas ou eu juro que os DBSK passam a ser 4!


– Não. Mas só um louco tentaria a sua sorte num jogo de porrada com a Ahri – olhou-o de alto a baixo – e tu és louco.


– Porquê? Porque ela age como vossa mãe? Porque ela mostra uma coisa por fora mas está sempre preocupada com toda a gente? Porque tem um sorriso lindo e uma voz ainda mas bonita? Porque por muito em baixo que esteja está sempre a tentar animar os outros? Porque põe os outros a frente do próprio bem-estar? – perguntou ele
Nayo olhou-o com uma vontade mortal de se rir: – Estás mesmo apanhadinho não estás?


Cumprimentou-a e apontou Ahri: – Ela chega a dormir!?
A outra sorriu e serviu-se também de café: – Um dia gostava de te poder dizer que sim, por ora ainda nem sei se te posso dizer não.


(...). Quando eu quero uma coisa agarro-me a ela de unhas e dentes, devias fazer o mesmo!
Ele olhou-a irritado: – É por isso que não largas o Jae!?
Ela sorriu: – Precisamente.


Changmin levantou-se e quando todo o grupo esperava que aquilo resultasse em pancadaria levantaram-se para impedir que algo mais grave que uma caneca partida toma-se lugar. Contra todas a expectativas Changmin levantou-se e abraçou Munny contra si com tanta força quanto podia de modo apenas a deixa-la respirar. Dizer que o grupo estava espantado a olha-los seria uma séria ofensa para o estado de entorpecimento estupefacto em que todo o grupo mergulhara a observa-los.


Changmin entrou na cozinha e viu Munny: – Olha a stressadinha!
– Vai plantar figueiras para o Iucatão!
– Iucatão? Tal sítio existe? – perguntou Changmin sentando-se ao lado dela.
Munny revirou os olhos: – Porque não vais descobrir por ti mesmo e me desamparas a loja? Podias até comprar um bilhete só de ida! – atalhou ela assim que percebeu que ele ia falar – Pode ser que haja um dia de sorte e um talibã te limpe o sebo!

_________________
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sab Abr 03, 2010 3:47 pm

Tô gostando muito da sua FIC..PARABÈNS!!! Very Happy
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kagome_chan
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qua Jul 28, 2010 11:23 am

u nao acredito!!!!!! NAO ACREDITO! 9 paginas e n está completa? COMO E POSSIVEL? ;_;
Por isso e que odeio fics incompletas, fazem esperar por mais '-'
se eu tivesse tido a decencia de ir ver ao fim..... G_G mas valeu a pena!
Adoro a tua fic. é brutal. Não é apenas gira e engraçada, é perfeitamente capaz de fazer o publico gostar sem sequer estar como personagem da história. mt cool, parabéns.

Nayo, coitado do Yoochun!! xD
Apesar de nao gostar mt dele, tb n lhe desejaria tanto mal!!!!! Na fic quase q me apetecia confortá-lo, tadito. Estar a ser espezinhado e mesmo assim reagir daquela forma uhuhuh nao é para todos.

Tadinha da Bony *^* Eu pensava que era Bojae e não Anjae oÔ
Surpresas *.*

Ah e adorei o trailer. really. queria fazer um assim *.*

Anyway, está mt bom e faz favor de escrever o próximo capitulo. nao estou a brincar. muahahah *pistola on*
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qua Jul 28, 2010 4:06 pm

*ands up*



Ainda bem q gostas! Escrevo-a mais por deposto!

Raios!

*Abre o Word*

Ja que tou a ser ameaçada de morte *pensa na nayo e restantes milicias unidas e armadas contra a sua pessoa* convem arranjar mais uns capitulos e ver s acabo esta coisa!


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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Jul 29, 2010 4:23 am

yyooo*-*
e ainda dizem que as armas n resolvem nada

fico a espera entao Razz
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nayomira
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Jul 29, 2010 1:32 pm

@ Kagome_chan: achavas mesmo que estava terminada?? nao conheces mesmo a autora...claramente!!! --'
quanto ao meu ódio por aquele ser idiota...beeeeeeeeem...como se diz na fic...é complicado! =)

@shadows_owner: primeiro..o que raio é "escrever por DESPOSTO"???? estou curiosa, mesmo!
segundo..nao tenhas medo de mim! ja desisti de te tentar convencer a escrever esta porcaria..pa alem do que posts com os "momentos mais divertidos" sucks! toda gente quer é coisa nova, nao o que podes ler 8 paginas atras! --'

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Jul 29, 2010 1:53 pm

nayomira escreveu:
@ Kagome_chan: achavas mesmo que estava terminada?? nao conheces mesmo a autora...claramente!!! --'
quanto ao meu ódio por aquele ser idiota...beeeeeeeeem...como se diz na fic...é complicado! =)

@shadows_owner: primeiro..o que raio é "escrever por DESPOSTO"???? estou curiosa, mesmo!
segundo..nao tenhas medo de mim! ja desisti de te tentar convencer a escrever esta porcaria..pa alem do que posts com os "momentos mais divertidos" sucks! toda gente quer é coisa nova, nao o que podes ler 8 paginas atras! --'

Concordo plenamente. Foi o que pensei.
Era suposto ficarmos mais descansadas com esse post mas nepia. ainda foi pior a ementa que o soneto! xDDD
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Jul 29, 2010 2:02 pm

kagome_chan escreveu:
nayomira escreveu:
@ Kagome_chan: achavas mesmo que estava terminada?? nao conheces mesmo a autora...claramente!!! --'
quanto ao meu ódio por aquele ser idiota...beeeeeeeeem...como se diz na fic...é complicado! =)

@shadows_owner: primeiro..o que raio é "escrever por DESPOSTO"???? estou curiosa, mesmo!
segundo..nao tenhas medo de mim! ja desisti de te tentar convencer a escrever esta porcaria..pa alem do que posts com os "momentos mais divertidos" sucks! toda gente quer é coisa nova, nao o que podes ler 8 paginas atras! --'

Concordo plenamente. Foi o que pensei.
Era suposto ficarmos mais descansadas com esse post mas nepia. ainda foi pior a ementa que o soneto! xDDD

exactly my point! e apesar de aquela tóto, quando ler isto, me acusar que eu tambem nao posto fic assim tao frequentemente, ela abusa da paciencia de qualquer um! XD

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Ago 03, 2010 5:35 pm

Nota da Autora:

Sim, quando isto aparece quer dizer que vem lá fanfic... fresquinha e acabadinha de escrever.
Antes que eu seja dizimada através de uma qualquer batalha épica em que as utilizadoras começam a erguer pás e forquilhas contra a minha... uh...uh... excelentíssima pessoa.
Aqui vai mais um bocado da fic!
Sim, Nayo!
Eu sei que é pouco. Estou a escrever o resto. Mas antes que se erga um motim... vale mais não arriscar e postar mais um pouco do que já tenho... que não é tudo obviamente, fiquei-me por uma parte em que era possível parar sem estar a meio da acção. Have fun
*corre a esconder-se de Munny* Por favor que ninguém lhe diga onde estou!

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Capitulo 11

Sentimentos Revelados


(Continuação)


Bony riu perante o espanto deles: – A refeição mais completa que os portugueses tomam é o almoço. Essa costuma ser a refeição mais pesada do dia.

Changmin tirou as torradas e olhou em volta, encontrou o pacote da manteiga mesmo ao lado de Munny: – Passas a manteiga?

Munny fulminou-o com o olhar mas passou-lhe a manteiga.

Ele barrou umas quantas e pôs num prato enquanto Leeteuk e Lili conversavam, com a atenção dos colegas, sobre os pequenos-almoços das variadas culturas. Changmin pegou numa torrada e fitou o prato de Munny que continha apenas pão torrado simples sem qualquer condimento: – Queres manteigas nas torradas?

Munny olhou-o com tanta raiva que Changmin se afastou: – Qual é o teu problema? – perguntou ela.

– Neste momento? – perguntou ele com ironia – Saber se queres manteiga nas tuas torradas.

– Tu nasceste para me irritar não foi? – perguntou ela num tom mais elevado e o grupo parou a conversa para os olhar.

Changmin fitou-a surpreendido: – Seria uma boa causa mas acho que o mundo não gira a tua volta… portanto, não! Acho que não.

Havia sido a gota de agua: – Foda*** cara***! – praguejou Munny em português mas continuou em japonês – A minha vida sem ti era o paraíso! Não preciso de ti, nem sequer gosto de ti! Entende e põe isso nessa tua cabeça dura: EU. NÃO. GOSTO. DE. TI.

Changmin revirou os olhos: – Há alguém de quem tu gostes?

Munny parecia querer deitar lume pela narinas: – Gosto de muita gente, mas se pudesse limpava a tua existência ignóbil da face da terra!

– WOW! Isso são palavras caras! Não sabia que conseguias fazer um discurso cuidado! – atalhou Changmin também já furioso.

– Uh… Changmin, tem calma. – pediu Junsu mas foi completamente ignorado.

– GRRR! Achas que és muito inteligente não é!? Achas que consegues controlar o mundo? Pois a mim não me controlas! – exclamou ela.

– Munny acalma-te, então? – pediu Liliana.

– Acalmo-me a merda é que me acalmo! – gritou ela – Tirem-no da minha frente e eu fico calma.

Changmin soltou uma gargalhada: – Estás demasiado habituada a atenção. Achas que és o centro do mundo? Lá por seres gira não quer dizer que todo mundo te obedeça!

– E se fosses morrer longe e me largasses de mão? – perguntou Munny – Com tanta gaja aqui porque raio tens que ‘tar sempre a implicar comigo?

Ele fez um sorriso malicioso: – És a única que da realmente luta!

– Queres luta? – perguntou ela agarrando uma caneca – Vai buscar “luta” para o raio que te parta!

Munny atirou-lhe com a caneca mas ele desviou-se e esta foi estatelar-se no armário entre Shyra e Jae e os olhavam chocados.

Changmin olhou-a prestes a levantar-se para lhe dizer das boas. Então viu-as. As lágrimas que cobriam aquele rosto angelical, lágrimas que tocaram o fundo do seu ser tal como ela havia tocado no primeiro momento em que a vira e as marcas nos pulsos dela lhe haviam despertado em si um sentimento completamente novo. No primeiro momento em que a vira e aquelas marcas haviam ficado a vista tivera uma vontade incontrolável de a abraçar, de a proteger do mundo e não deixar que algo de mal lhe acontecesse. Sentira culpa desse sentimento, raiva e por fim confusão. Como podia alguém que mal conhecia e que via pela primeira vez despertar tantos sentimentos em si? A cada dia esse sentimento crescia. Tentara despertar o pior dela para fazer esse sentimento desaparecer e convencer-se que estava enganado. Tentara mostrar a si mesmo que era apenas pelo “gozo”, por ela dar luta. Nunca estivera mais enganado e aquelas lágrimas provavam-no. Aquele era provavelmente o mesmo sentimento que Ahri despertara em Yunho e ele também não queria admitir. Levantou-se de súbito e viu nos olhos dos companheiros que todos naquela sala estavam dispostos a agarra-lo assim que ele sequer tenta-se aproximar-se dela.

Eles não sabiam. Não imaginavam sequer o que lhe ia na mente. Então os instintos falaram mais forte que ele, tudo a sua volta desapareceu e quando deu por si abraçava-a como se o mundo fosse acabar no instante seguinte. Não era uma reacção pensada, era puro instinto e embora achasse que ser guiado pelo instinto era coisa para animais por ser um sentimento primordial, descobriu que isso não lhe desagradava.

Em menos de nada a sala ficara silenciosa porque todos haviam saído deixando-os sós.

Apanhando-o desprevenido enquanto pensava nisso Munny aproveitou para se esquivar do abraço dele afastando-se: – Tu não ‘tas bom da cabeça!

– Pois não.

Ela ergueu uma sobrancelha de desconfiança: – Para que foi isso?

– É uma boa pergunta – disse pesando, não havia sarcasmo ou ironia, apenas a constatação desse mesmo facto – … é pena que eu mesmo mal consiga perceber. É tudo… uh… uh… muito novo para mim.

– Procura um psicólogo.

Contrariamente ao que esperara o seu corpo não havia reagido mal ao toque ele. Não houvera rejeição. Isso irritava-a mas ao mesmo tempo fizera evaporar toda a sua raiva contida, acalmara-a a um ponto que, naquele momento, não tinha como se defender a expressão de sinceridade e honestidade dele. A verdade nos olhos dele e na sua expressão deixavam-na desarmada. Porque raio não fugia dali? Odiava Changmin, não era? Então porque ali continuava a querer ouvir a resposta dele, o que era aquela sensação no seu peito e porque raio lhe batia o coração a mil à hora no peito? As perguntas acediam-lhe a mente em catadupa e começava a sentir-se cansada de mais para sequer falar.

Sentou-se na cadeira.

Ele continuava sem responder e quase saltou quando sentiu as mãos dele nos seus pulsos. Um toque suave, carinhoso até mas completamente inofensivo e apaziguador, como se ao agarrar-lhe nos pulsos lhe estivesse também a tocar a alma e ela nada pudesse fazer para impedi-lo.

A voz dele suou-lhe tão diferente que nem parecia a dele: – Como fizeste isso? – perguntou ele calmamente – Sempre me perguntei o que teria acontecido para te levar a extremos tão grandes.

Ela revirou os olhos: – Não é o que pensas que é.

Foi a vez de ele revirar os olhos: – Não me digas que te curtas-te na faca da cozinha, acidentalmente e que por acaso, só por acaso, até foi logo os pulsos. – a ironia que ele empregava era simples, diferente de antes… protectora. Isso aterrava-a.

– Não é o que pensas. – voltou a repetir

– Acho que precisas que te protejam. – disse ele com um sorriso

Ela puxou-lhe as mãos das dele: – Não, não preciso. E muito menos que sejas tu!

– Gostava de ser eu. – disse ele e a mente de Munny ficou em branco – Gostava de te proteger, garantir que sorris verdadeiramente, que és feliz!
Munny tentou pensar tão depressa quanto podia mas não lhe vinha nada a cabeça. Queria manda-lo embora e destrata-lo mas quando abriu a boca as palavras em que pensara não lhe faziam qualquer sentido: – Mas não és tu. – foi a única coisa que lhe conseguiu dizer. A voz não soara como ela queria. Fora apenas um tom de simples constatação, uma espécie de retirada sem qualquer ironia. Apeteceu-lhe esgana-lo apenas por lhe perturbar os pensamentos daquela maneira, apenas por a deixar sem uma resposta a medida.

– Não me parece que haja alguém para ocupar o cargo… estou a candidatar-me. – disse ele sentindo-se um perfeito idiota. Se lhe dissesse algo mais sentido tinha a certeza que ela o mandava para o “Iucatão”. Aliás, achava-se sem coragem para lhe confessar aquilo que nem mesmo ele queria admitir para si próprio: não era tanto ela que precisasse de ser protegida, era ele que a queria proteger, era ele que queria estar ao lado dela.

Se a ele soara a idiotice a Munny soara a loucura. Aquele tipo de loucura que dava direito a passe somente de ida para o manicómio mais próximo. Parecia-lhe ainda mais loucura quando, estarrecida e de boca aberta, via apenas honesta sinceridade nos seus olhos castanhos.

Face ao seu silencio Changmin tentou atenuar a coisa antes que lhe desse mais um ataque de histeria: – Compreendo que me queiras mandar para o Iucatão ou lá o que é e até compreendo que aches que não sou de tudo a pessoa indicada para a tarefa. – começou ele fazendo com que a ultima réstia de lucidez evadisse a mente de Munny sem quaisquer hipóteses de retorno – Quero apenas que entendas que, apesar de toda a picardia, te considero especial desde o primeiro momento em que te vi. Qualquer pessoa que me conheça minimamente te dirá que apenas sou assim para alguém que realmente estime. – fez uma pausa para suspirar e naquele momento, muito embora só muito mais tarde o tenha admitido, Munny derreteu por dentro não deixando que tal transparecesse ou admitisse para si que se sentira assim – Ouve, sei que te soa a loucura…

– Nisso estás coberto de razão. – atalhou ela.

Ele sorriu: – Eu sei. – disse ele olhando-a nos olhos e naquele momento algo disse a Munny que por muitos anos que vivesse nada a faria esquecer aquela conversa – Como disse, sei que soa a loucura e sinceramente nem eu consigo explicar isto. – olhou-a e levou-lhe uma mão a face – Sim, sei que tenho que consultar um psicólogo com urgência – ela soltou um “humf” e ele sorriu ainda mais ao saber que dissera exactamente o que lhe ia na mente – mas é algo que não consigo controlar, portanto, aqui e agora, em frente a ti, admito a minha derrota.

– Derrota? – Munny passara do choque à surpresa apenas para voltar a ficar chocada com a resposta que ele lhe daria.

– O que sinto por ti é novo para mim. Quis fugir, escapar, enganar-me e até mesmo fingir que não sentia… mas fui derrotado. 100% derrotado por esses olhos, por a tua expressão de puro deleite quando obténs algo que queres. – ela ia ripostar mas ele colocou-lhe um dedo nos lábios – Fui derrotado pela tua personalidade dócil e ao mesmo tempo aguerrida. Quando estás com elas é como se tudo no mundo gira-se em torno de vocês. Nunca vi nada como vocês. Nunca vi nada como tu. Irradias luz. A tua felicidade contagia e sinceramente o que mais me irrita é que não seja eu a causa dessa luz, sinceramente o que mais queria era que, tal como elas, eu também te fizesse brilhar assim!

Como uma espécie de exército napoleónico que rumara para a sua salvação, Munny virou-se para o lado para se deparar com uma Ahri chocada, especada na entrada da cozinha com a mão esticada para agarrar o livro que deixara para trás a olha-los como um boi miraria um palácio. Era obvio que entrara a meio do discurso de Changmin para se aperceber do que se passava a meio da sua ingénua intenção de reaver o livro que deixara para trás.

– Eu… – tentou começar a falar enquanto agarrava no livro ironicamente intitulado Burned de P.C. e Kristin Cast, que agora parecia arder-lhe nas mãos enquanto buscava palavras que a safassem daquele momento verdadeiramente embaraçoso – Fui! – exclamou saindo à velocidade da luz, vermelha de vergonha até a alma por ter interrompido um momento tão sentimental entre Changmin e Munny e ao mesmo tempo irradiando de felicidade por aquele triste se ter finalmente dado ao trabalho de admitir o que sentia.

Munny via a sua salvação fugir como um cego que via uma luz pela primeira vez: – Ahri espera! – gritou correndo atrás dela e fugindo com todas as suas forças, também ela corada até à alma. Nem no seu mais louco pensamento imaginara que aqueles fossem os sentimentos de Changmin e naquele momento, depois de ouvir tudo aquilo, tinha de correr dali para fora. As pernas trémulas pareciam não lhe querer obedecer de tão fundo que a confissão de Changmin tocara na sua alma. Naquele momento a última coisa que queria era enfrenta-lo ou ter que lhe dar uma resposta, primeiro tinha que pensar. Tinha mesmo muito em que pensar.

Yunho entrou na cozinha enfrentando Changmin com um sorriso. Embora soubesse que ele estava feliz por ele também sabia que aquele sorriso de Yunho era também jocoso e não tinha paciência para as piadas do seu “querido” líder naquele momento: – Que foi?

– Nada. Só estava a apreciar o nosso querido Changmin a crescer. – disse-lhe o outro sorrindo ainda mais.

Changmin passou por ele como uma bala. Depois parou e voltou para trás e olhou-o nos olhos com o seu próprio sorriso malévolo: – Tenho que concordar com o Jae-Hyung… agora viras-te sombra da Ahri, foi?

O outro pareceu ficar irritado: – Só andava atrás da maluca mor por causa das filmagens. Queria que ela reunisse o bando de doidas para que possamos começar a filmar este maldito drama. Mas isto mais parece um zoo prestes a entrar no circo que outra coisa. Vi-a a entrar para aqui quando dei de caras com esta tocante cena.

– Sim, pois. Olha lá, oh macaco, tu também fazes parte deste circo.

Yunho franziu o sobrolho: – Estás a testar a minha paciência?

– Não propriamente, mas é uma ideia. – olhou-o longamente antes de voltar a falar – Estás com ar cansado e de fome… o macaquinho quer uma banana ou a Ahri. É ela que te tira o sono ao ponto de nem conseguires comer decentemente de tão “apanhado” que ‘tas?

Yunho desapareceu a grunhir qualquer coisa relacionada com idiotas apaixonados e malucas importadas da Europa que pareciam ter tirado a semana para o irritar até ao ponto mais recôndito do seu ser.

Changmin seguiu para o quarto partilhado para buscar as suas coisas e foi para a tenda principal onde já se encontrava o grupo de raparigas, os restantes membros do seu grupo, excepto o Yunho, Leeteuk, Donghae e para seu grande espanto um muito carrancudo Hankyung.

– O Heechul? – perguntou ele surpreso

Leeteuk sorriu: – Houve uma proposta para ele ser MC de um programa. O Hankyung não tem contractos de momento, portanto, ficou ele no lugar da “cinderela”.

– Tu adoras-nos, não é Hankyung-hyung?

O outro apenas “bufou”, como descrevia Leeteuk em tom imitação de Heechul, e cruzou os braços.

Yunho entrou na tenda e sentou-se na sua cadeira em frente à rapariga da maquilhagem sem uma palavra a viva alma. Frente ao olhar inquisidor de Junsu, Changmin, não pode deixar de sorrir. Se Yunho achava que ele era um “idiota apaixonado” estava no bom caminho para se parecer redondamente com um!

__________________________________
Vá! Pacienciazinha. Prometo q brevemente vem o fim deste capitulo e o chocante capitulo 12 q tanto tenho anunciado!
Muahahaha *cof cof*

Vá! Tenham la piedade!

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Seg Ago 30, 2010 9:55 am

Ohh, beautiful <3
so agr é q pude ler porque estive em viagem mas adoro a tua fic! really!!
Aahahahah, Min apaixonado <3
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Set 12, 2010 5:58 pm

Pois é! Com tantos comentários nem sabia por onde me havia d virar para responder! -.-'
Anyway! Aqui fica o maldito do final do capitulo 11 q me custou como tudo a escrever!
espero q gostem!
Já agora, para que se note, a totalidade deste capitulo... são 16 páginas de word... acho que quando acabar, esta fic poderia dar já um livrito grande! XD
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Capitulo 11

Sentimentos Revelados

Da tenda ao lado, Changmin conseguia ouvir as vozes e os risos das raparigas. Perguntava-se se Munny teria pensado na conversa que tinham tido. Tinha que voltar a falar com ela. Havia algo que ela tinha que saber, algo que lhe devia ter contado na noite anterior, algo que lhe teria contado se Ahri não o tivesse interrompido. Olhou Yunho, conseguia perceber o que ia na mente dele mas não percebia porque não admitia ele as coisas de uma vez por todas.

***

Lee Junki entrou na tenda e cumprimentou todas com um sorriso que parecia saído de um anúncio de pasta de dentes e um arrojado e amigável, talvez de mais, “Bom-dia”.
Ahri levantou os olhos do guião que lia enquanto a maquilhavam: – Bom-dia. Acho que te enganaste na tenda. – disse ela com um sorriso – É a do lado.
Nayo olhou-o de lado: – Eu acho que ele está exactamente onde queria estar.
Ele sorriu novamente: – Vim apenas dizer “Bom-dia” às meninas.
– Correcção, tu querias dizer “Bom-dia” à Ahri. – observou Munny
Não lhe respondendo ele limitou-se a sorrir.
Nayo abanou a cabeça e ignorou-o murmurando algo entre dentes que ninguém conseguiu perceber mas que fez Ahri sorrir. Olhou Junki: – Obrigado e até logo.
– Até logo. – disse ele afastando-se ainda a sorrir.
Lili virou-se para Ahri: – Ele ta interessado.
Bony soltou uma gargalhada: – Boa, Sherlock Holmes! A verdadeira questão é: estará ela interessada também?
Shyra, que se mantivera a ler a sua revista japonesa preferida enquanto lhe arranjavam o cabelo calou-as todas com uma simples frase deixando Ahri sem qualquer argumento: – Por muito que o Lee Junki esteja interessado, ele não é o Yunho.
Nayo soltou uma sonora gargalhada e as outras juntaram-se-lhe. A rapariga que estava a maquilhar Ahri disse-lhe que já tinha terminado e esta saiu à velocidade da luz sem sequer olhar as amigas. Não queria ter um rumo ou pensar no Yunho, apenas caminhar debaixo do céu maravilhosamente azul. Um pouco mais a frente, quase no final da “rua” de tendas, deparou-se com uma cena que parecia saída de um dos seus sonhos: um rapaz alto, com talvez 1.80m e tal, costas voltadas para ela, ombros largos e braços fortes mas não muito musculado, acariciava gentilmente a crina de um cavalo tão branco quanto a neve. Os longos cabelos castanhos-claros estavam atados a meio da nuca por uma tira de couro tão negro quanto as vestes compridas de guerreiro. Com toda a certeza era um figurante ou um outro actor do elenco que ela desconhecia. Caminhou para ele como que hipnotizada.
Os cabelos eram tão longos que lhe davam pelo meio das costas mas o cabelo, do meio da nuca para baixo, eram curtos. Visto assim, de costas, ele quase parecia um dos elfos das histórias de Tolkien. Sem pensar, levou a mão ao cabelo macio e sentiu a leveza e suavidade de cada fio.
– Uau! Quase parece real. – disse ela em coreano – Fica-te muito bem… – o choque que sentiu fazer o rapaz estremecer quando este se virou para ela percorreu-lhe também o corpo quando lhe viu a face.
– São extensões… – a voz morreu-lhe na garganta. O olhar dela continuava preso nos cabelos e no rosto que estes emolduravam. Estavam pintados da cor do fogo e caiam-lhe numa cascata de ondas pelas costas, claramente eram extensões também, mas parecia o seu cabelo verdadeiro. Os olhos negros pareciam flamejar sob aquele manto de fogo como se estivessem já habituados a ele. Depois de uns momentos a olharem-se sem conseguirem exprimir qualquer tipo de som ou palavra, ele apercebeu-se de algo: – Tu falas coreano? – perguntou mais uma vez espantado, perguntou-se quantas mais surpresas ela ainda lhe reservaria; era uma sensação que não estava habituado, poucas eram as pessoas que o conseguiam surpreender tantas vezes e em tão pouco tempo contra aquilo que ele suponha que essas pessoas fossem. Aquela miúda era sem qualquer sombra de duvida uma pequena caixinha de surpresas e contra o seu melhor julgamento, surpresas que lhe agradavam sem mesmo que o soubesse.
Ela deu um passo atrás.
– Corta! – disse uma voz do outro lado da rua de tendas.
Viraram-se ambos a tempo de ver o realizador com um sorriso de orelha a orelha: – Vocês os dois estão perfeitos. E parece que não é só para as vossas personagens, se é que me entendem. Não achas…. Yunho?
Yunho sorriu e Ahri corou incapaz de esconder o embaraço perguntando-se como é que o trinca espinhas conseguia manter a pose e sorrir se a única coisa que ela via nos olhos dele era a vontade de esganar o realizador ali mesmo e fazer desaparecer o corpo para que não restassem quaisquer provas.
– Bom dia, director. – disse Ahri.
– Bom dia, minha querida. Espero que tenham tido algum tempo para ler os vossos guiões.
Yunho puxou de algo debaixo das vestes e mostrou um maço de folhas como o que Ahri trazia na mão. Acabaram por acenar os dois afirmativamente embora Ahri continuasse a olhar Yunho francamente espantada com a sua rápida aprendizagem de como usar aquele tipo de vestimenta para guardar aquele maço de papéis.
– Muito bem – continuou o realizador – Quero que comecemos a ensaiar a cena 13 do capítulo 2.
– Capitulo 2? Não vamos começar pelo capítulo 1? – perguntou Ahri.
– Não. – explicou o homem com um sorriso – Vamos começar pelo 2º porque é uma serie pequena e queria que fosse uma cena que vos ligasse logo à partida. Como é obvio já começamos a filmar as cenas em que vocês não aparecem.
Yunho perdera o sorriso. Olhava o homem de forma seria e quase e se quase desprezo: – Porquê a cena 13? Podíamos começar por qualquer uma das outras. Porquê esta?
O homem sorriu: – Porque vocês vão ser um casal, quero que aprendam a comportar-se como tal.
– O quê? – perguntou Ahri perplexa – Ele é o Shin?
Yunho lançou-lhe um olhar de escárnio: – Não sabias?
– Tu sabias que eu era o teu par?
– Sim.
– Claro que sim. – observou ela com a voz carregada de ironia
– Estou a falar a serio!
– Oh! Mas eu sei que estás. – observou ela – Bem, desculpa mas não sou bruxa para adivinhar.
Yunho sorriu: – Tens certeza?
Ela lançou-lhe o seu melhor olhar assassino: – Afinal qual é a cena 13 para estares tão stressado?
– Chegas a saber alguma coisa? – perguntou ele irritado
Ela cruzou os braços sobre o peito e virou-lhe a cara: – Desculpa se não sou perfeita como tu. Sou uma mera mortal.
– Estou a ver que vos escolheram a dedo para o papel. – observou o homem com um sorriso. Olhou em volta e chamou uma rapariga que estava dentro de uma tenda próxima e pediu-lhe que acompanha-se Ahri e Yunho até ao local das filmagens onde iriam decorrer os ensaios.
A rapariga olhou Yunho e corou até à raiz dos cabelos, não era que não parecesse que estava embaraçada, era mais transparecer. Sempre de cabeça baixa, acompanhou-os até uma bonita clareira onde já estavam montadas as câmaras, as telas brancas para deixar passar apenas a luz adequada e todos os outros artefactos necessários para filmar um filme ou mini serie mas que ela não conseguia descortinar a função. Yunho estava a “jogar em casa”, estava habituado àquela parafernália cinematográfica, aos termos, o que fazer e não fazer e o tipo de postura a ter.
Para Ahri, tudo aquilo era demasiado novo. Sabia que até nem era má actriz por causa das peças de teatro em que participara e pequenas brincadeiras entre amigos, no entanto, tudo aquilo estava a deixa-la nervosa.
– Não fiques nervosa. – disse-lhe Yunho de maneira que apenas ela o escutasse – Sei que eles percebem bastante disto muito mais que tu mas imagina-os a cantar. Eles não sabem tudo.
Ahri ficou atónita a olha-lo.
Ele sorriu-lhe: – Não fiques assim. É o que costumo fazer. Experimenta imagina-los a cantar.
Ahri observou o grupo de técnicos e staff e puxou da imaginação.
Estivera preparado para ouvir o riso cristalino dela mas a reacção que tinha sobre ele era algo para o qual parecia nunca estar preparado. Era como se o ar se houvesse enchido de música, como se o seu coração houvesse saltado uns quantos batimentos.
Riu com ela sem se aperceber, era fácil esquecer-se de tudo com ela, era fácil esquecer-se de usar a sua máscara quando ela estava por perto. Aliás, difícil era mantê-la.
Quando se aperceberam que toda a equipa os olhava como se fossem malucos calaram-se mas à medida que avançavam para as suas posições tinham que conter o riso cada vez que cruzavam o olhar com um deles. Picavam-se um ao outro com cotoveladas e leves encontrões.
Ahri sentou-se na cadeira e olhou o guião. Perguntava-se como raio é que uma cena assim lhe passara ao lado. Leu o texto fazendo de tudo para decorar as frases, não seria muito difícil visto que a personagem não era muito diferente de si. O que era realmente difícil era tentar decorar as frases sabendo o que teria que fazer a seguir, manter a mente clara para se concentrar era sinceramente algo muito difícil naquele momento. Olhou o compenetrado Yunho e perguntou-se qual seria o truque dele para decorar as suas linhas, como é que o conseguia fazer sem pensar no que estava para vir? Até certo ponto admirava a capacidade dele de separar as coisas e ser objectivo no trabalho e na vida pessoal ainda que isso apenas fizesse dele uma pessoa fria. Olhou a equipa de filmagens enquanto estes terminavam os últimos detalhes. Ele fora simpático ao ajuda-la com os nervos. Perguntava-se porque o haveria feito uma vez que fazia questão de estar sempre a discutir com ela. Olhou novamente o texto, a sua personagem estava sempre a discutir com a personagem de Yunho, essa parte não seria de todo difícil.
– Que fofos! – exclamou uma voz à frente deles fazendo-os olhar ao mesmo tempo para cima e para fora das folhas que liam – Parecem mesmo um casal e estão tão concentradinhos a estudar.
– Lee Junki!
– Jong Yunho.
Ahri olhou-os espantada: – Olá novamente, lee. – disse ela e voltou-se para Yunho – Que raio se passa contigo Yunho? Que mal te fez ele?
– Porque raio é que o estás a defender? Eu não lhe disse nada de mal – observou ele carrancudo.
Ela franziu o sobrolho: – Não, não disseste. Mas o teu olhar podia ter morto alguém!
Enquanto sussurravam um ao outro a sua picardia, Junki começava a não achar muita piada àquela troca de segredos. Pôs o seu melhor sorriso: – Vocês estão a faze-lo novamente.
Eles voltaram-se para ele com a interrogação escrita no olhar.
– A portar-se como um casal que já está casado à 50 anos. – observou ele com um toque de gozo na voz só para adicionar um pouco mais de piripiri a uma questão já de si “picante”.
Ahri e Yunho afastaram-se automaticamente.
– Ora, ora. Lee Junki. Encontramo-nos novamente. – disse uma mulher muito bonita aproximando-se. Ela parecia estar, talvez, já na casa dos trinta e poucos anos ou mesmo no final dos vinte. – Há quanto tempo.
Ambos viram a expressão de puro aborrecimento ou até mesmo irritação que ele fez quando a viu antes de mudar a expressão para um sorriso casual: – Olá Hey Jee. – disse ele.
Um dos membros do staff chamou Yunho e Ahri e ambos, por razões diferentes, respiraram de alivio por sair dali. No entanto, a alegria de ambos apenas durou um instante. O ensaio da cena 13 ia começar.
Tal como o olhar de Yunho, o de Ahri também mudou.
Entrar na personagem era muito mais fácil do que pensara, discutir com Yunho tornara-se algo natural muito embora o Yunho que agora tinha a sua frente estivesse também dentro da sua personagem em cada gesto e em cada resposta sabia que ele estava lá “dentro” à espera que ela pusesse a “pata na poça”. Sabia que a sua personagem tinha que agarrar num arco e disparar sobre a personagem de Yunho falhando por milímetros. O director havia dito que ela não tinha que fazer essa parte, bastava tentar disparar a toa, sem acertar em Yunho como era obvio, que um “stunt” faria com que seta acerta-se na arvore ao lado de Yunho. Tinha a certeza absoluta que Yunho esperava rir-se na cara dela quando a visse a pegar no arco e agir como uma tontinha. Como ele estava enganado.
Na sua personagem, Yunho virou-lhe as costas: – A minha resposta é Não. Diga o meu pai o que quiser. Pegai no vosso séquito e voltai para de onde viestes.
O realizador ia mandar parar a cena no entanto ela já pegara no arco e deixou correr imaginando que ela faria como ele lhe indicara e fez sinal para que deixassem seguir a cena, no mínimo esperava-o uma boa gargalhada.
Ahri pegou no arco. A sua personagem atirava uma seta para a árvore mesmo ao lado do príncipe, assim que ele começasse a entrar na floresta, apenas para o irritar.
Um zunido agudo rasou a orelha direita de Yunho e um profundo “plock” ouviu-se na arvore mesmo ao seu lado; virou-se para ver uma seta espetada na arvore mesmo ao seu lado e voltou-se para Ahri como uma expressão de puro espanto: – Tu… tu…
Ahri teria soltado uma gargalhada de puro escárnio se não tivessem a filmar, por muito que estivesse na personagem a expressão que lhe inundava o rosto não era actuação, era a realidade. Manteve-se firme e na sua personagem: – Pensáveis que só na Ásia se usavam arcos e flechas… excelência? – perguntou ela – O meu país está em guerra, todos nós temos que pegar em armas para defender o que amamos!
– Então… à tua chegada… – articulava ele. Ahri percebeu que batalhava para se manter na personagem.
– A carruagem vinha vazia. As mulheres da minha família são eximas guerreiras. Eu vinha a cavalo com outras mulheres.
– As tuas aias…
– Tem muito pouco de aias!
Yunho fitou-a de expressão dura: – Que me vais fazer então? Matar-me? Só vais arranjar mais um país com quem entrar em guerra.
– Não que não desses uma boa almofada de alfinetes… – fitou-o longamente – Porque me salvastes ontem?
– Sois uma princesa, convidada de meu pai!
– A proposta de Rhus ajudaria o vosso país a entrar nas grandes rotas comerciais, também não gostas muito de mim. Ser aliado da Russia seria um trunfo inimaginável.
Ele não respondeu continuando a olhar o arco que ela ainda agarrava, esta atirou-o para o chão aos pés dele: – Ainda estás a tempo de aceitar.
– Sois inacreditavelmente teimosa para alguém tão pequeno.
– Não me respondestes.
Yunho fechou o espaço que os separava em meros segundos agarrando-a por um braço: – Não me tentes!
– Porquê?
– Porque…
Ficaram um longo momento a olhar-se nos olhos.
As câmaras a rodar à sua volta faziam-lhe impressão, tinha a noção que uns 15 pares de olhos os miravam e esperavam a conclusão da cena.
– Porque não consigo… não consigo resistir.
Foi como se o tempo parasse e tudo e todos à sua volta se esfumassem, nos olhos dele via o seu próprio reflexo como um espelho de diamantes castanho-chocolate que lhe derretiam a alma. De alguma forma parecia que as palavras que dissera transcendiam o personagem e o guião e eram dele e não de outrem; era bom actor mas não era assim tão bom, ou pelo menos era o que ela desejava. Sentiu a respiração quente e ofegante na sua face à medida que ele cumpria o guião e se aproximava dela para a beijar, quase sentia o calor dos lábios dele nos seus quando um barulho ensurdecedor de vidros a baterem em metal encheram a clareira silenciosa e expectante despertando-os a todos e fazendo o director gritar um “Corta!” enraivecido, olhou na direcção do barulho para ver Junki a ajudar a filha a erguer-se.
– Desculpem! Ela tropeçou. – pediu Junki. Por um momento, apenas por um momento, Ahri pensou ver um brilho malicioso no olhar dele, no entanto, àquela distância, podia estar a imaginar coisas.
Esbracejando aos céus a incompetência e falta de jeito de certos actores e actrizes, o director mandou parar toda a gravação dando ordens para que aquela cena fosse apenas filmada de tarde para poderem substituir as lentes que se haviam partido e os holofotes. Ou pelo menos Ahri pensava que eram holofotes, quando se voltou para perguntar a Yunho este havia desaparecido, encontrou-o já quase fora da clareira a seguir pelo trilho que a rapariga lhes havia indicado para chegar ali.
– Raios partam o homem mais a porcaria do feitiozinho da merda! –bradou ela em português. Grata por nenhum dos membros do staff, que a olhavam espantados, a conseguir perceber, acabou por também ela sair da clareira.
Quando entrou na sala de convívio parecia que tinha entrado numa espécie de portal que a levara atrás no tempo, todos estavam vestidos de gala menos Yunho.
– Estamos a filmar a cena do baile! – exclamou Lili em tom de resposta ao ar de espanto de Ahri.
– WOW! – exclamou ela ao ver Nayo
A outra ficou com uma expressão carrancuda: – Que foi?
– Estás linda! – observou Ahri olhando-a longamente enquanto lhe passava a mão pelos bonitos cabelos encaracolados aos quais também tinham feito extenções e pintado de vermelho tal como os seus – Pronto! Agora já não podes dizer que não parecemos irmãs! – exclamou ela rindo.
– Baka! – exclamou a outra corada e suprimindo o riso.
– Mas a sério que estás linda.
– Está, não está? – perguntou Yoochun aproximando-se e pondo-lhe uma mão por cima do ombro.
– Pára com isso. – sussurrou Nayo tirando-lhe a mão de cima dos ombros.
Apesar de estranhar a súbita “gentileza” da morena, agora ruiva, Ahri interveio antes que ela responde-se torto ao pobre e apaixonado rapaz: – A Munny?
– Está na varanda, acho eu. – respondeu Lili enquanto conversava alegremente com Leeteuk e Donghae.
Saiu da sala porque Yunho a olhava como se ela fosse um animal mitológico muito perigoso mas não em adoração mas sim em vontade de matar. O tipo mudava de humor como o diabo mudava de camisa, perguntava-se se ele não teria dupla personalidade ou algo do género, ainda assim, com aqueles cabelos compridos, sentia-se demasiado fora de si para o poder enfrentar como devia ser. Aquele cabelo ficava-lhe demasiado bem para poder ter um qualquer tipo de argumento minimamente coerente com ele.

Changmin estava sentado ao lado de Munny: – Estás muito gira. Pareces uma princesa dos contos de fada.
– Bateste com a cabeça onde?
– Ao que parece… nas nuvens.
Ela franziu o sobrolho em puro espanto: – Estás-te a atirar a mim?
– Prefiro o termo cortejar.
Ela soltou uma gargalhada: – Tens umas piadas giras.
– Não estou a brincar, nem estava esta manhã. – observou ele muito serio – Gosto muito de ti. E acredita que custou admiti-lo.
– Conheces-me há dias! – exclamou ela – Não podes estar bom da cabeça.
– Eu posso proteger-te! Só não me negues nem faças mal a ti própria. Eu lembro-me. Eu lembro-me do passado. De nós, rapazes, eu sou o único ou pelo menos nenhum deles comentou nada de relevante. Eu lembro-me de tudo, por favor, confia em mim.
Antes que Munny pudesse falar, devido ao choque, uma outra voz também notoriamente chocada antecipou-se: – O quê? – uma Ahri branca como o cal fitava Munny e Changmin como se fosse desmaiar no momento seguinte.
Munny olhou Changmin como que a culpa-lo por ter falado de mais e correu para Ahri. Changmin seguiu-a e Ahri agarrou-se ao colarinho dele: – Quero saber tudo! Conta-me o que sabes! – exclamou ela a beira das lágrimas.
Sem conseguir processar o que se estava a passar a 100%, foi a vez de Changmin ficar chocado: – Tu… tu…
– Não sou só eu… todas nós! – observou ela.
Uma gota de suor frio percorreu-lhe as costas enquanto se perguntava como é que aquela rapariga tinha o dom de estar sempre no sítio errado à hora errada: – Ouve… eu só me lembro da Mélanie.
Ela agarrou-lhe o colarinho com mais força e olhou-o tão fundo nos olhos que Changmin que Changmin jurou que ela estava a ver para além deles: – Estás a mentir.
Teria ficado irritado por ser chamado de mentiroso, ainda que neste caso fosse verdade, no entanto, aquela frase fora dita com uma nota de tristeza tão grande que chegou a ter pena dela.
– Disseste que te lembravas de tudo! – voltou ela a insistir.
– Tudo o que diz respeito a ela. – olhou-a e foi como se algo o impelisse a dizer a verdade àqueles olhos carregados de preocupação, duvida e medo – Tu já tinhas morrido quando a conheci… a mãe dela também.
Ele não saber nada não implicava uma frase que usara antes: – Então porque mencionas-te os outros?
Changmin ficou sem palavras. Não tinha como lhe responder àquilo: – Eu… desculpa. Não há mais nada que te possa dizer.

Yunho deambulava pelos corredores quando se deparou com Junki encostado à parede ao lado da porta da varanda. Aproximou-se dele. Tinha deixado uma impressão errada, tinha que remediar as coisas: – Acho que começamos com o pé errado.
Junki sorriu: – Eu compreendo o teu ataque de ciúmes.
Yunho franziu o sobrolho: – Não foi um ataque de ciúmes.
Junki riu.
– Esquece! – bradou Yunho – Começamos mesmo com o pé certo! – exclamou afastando-se.
– A Ahri é minha.
Yunho parou e olhou-o: – Desculpa?
– Perdes-te! Agora afasta-te!
Yunho fitou-o e brindou-o com o seu melhor sorriso irónico: – Não querendo dar uma de convencido mas agindo como um: acho que foste tu que começaste com o pé errado.
– Desculpa? – perguntou o outro confuso.
– Não estamos a falar de uma caixa de sapatos, estamos a falar de uma rapariga que sente. – observou Yunho irritado mas aparentando calma.
– Tens uma seria obsessão por pés, não tens? – perguntou Junki desdenhoso.
– Não! E também não sou cego! Vi logo através desse sorrisinho falso, além de que, só um cego não vê que eu e a Ahri estamos apaixonados um pelo outro… ainda que o neguemos!
Junki riu: – Quero ver isso, liderzinho, quero ver isso. – disse afastando-se da parede e aproximou-se de Yunho sussurrando – Eu nunca perco, Jong Yunho, não vou começar agora!
Afastou-se e Yunho encostou-se à parede. De todo aquela não era a sua semana de eleição. Então reparou nas vozes que vinham da varanda reconheceu a voz de Changmin e o sangue gelou-lhe nas veias quando se apercebeu do que ele dizia.
– Tu já tinhas morrido quando a conheci… a mãe dela também. – dizia Changmin num tom de voz notoriamente abalado.
A voz de Ahri fez-se ouvir: – Então porque mencionas-te os outros?
Que raio estariam a falar? Estariam a ensaiar para o drama? Não se lembrava de nada assim no guião. Ouviu Changmin pedir desculpa e dizer que não podia dizer mais. Mas que raio se passava ali?
Ahri apareceu vinda da varanda e fitou-o de olhos arregalados como se tivesse acabado de ser atingida por um raio. Estava num tal nível de choque que nem conseguia falar.
– Que foi? – perguntou ele irritado – Assusto-te assim tanto?
– Tu… tu… ouviste? Que tipo de pessoa anda a escutar atrás das portas?
Yunho ficou tão irritado com aquilo que acabou por se esquecer que o que ouvira era algo que não devia ter ouvido: – Mas quem raio pensas tu que és para andares a assumir o que quer que seja do nada? Acabei de aqui chegar!
Changmin apareceu e ficou também gelado: – Hyung…
Munny soltou um “Oh meu Deus” que gelou Yunho. Que raio tinham estado eles a falar?
– Não ouviste mesmo nada? – perguntou ela parecendo mais calma e mais composta.
– Não! – respondeu e antes que pudesse dizer algo já ela estava em movimento e a paço apressado. Foi atrás dela sendo seguido por Munny e Changmin.
– Espera aí minha menina! – exclamou ele agarrando-a por um braço – Ninguém me fala assim e me vira as costas!
– É porque estás mal habituado! – olhou a mão dele no seu braço – Larga-me!
Atrás de Yunho Munny repreendia Changmin: – Porque raio tinhas que ter dito aquilo? Porque não deixas o passado onde está? Esta é outra vida… – virou-se para o lado certa que falara de mais. Yunho olhava-a de olhos arregalados continuando a segurar Ahri por um braço.
Ele virou-se para Ahri que o fitava horrorizada. Olhou-a e depois largou-a. Parecia confuso mas para grande desespero de Ahri parecia ter percebido algo que ela desejava ardentemente que ele não soubesse.
– Tu? De todas as pessoas… TU?
– Não sei do que estavas a falar. – disse-lhe ela.
Yunho apercebeu-se, então da razão de toda a picardia: – Tu sabias! Sempre, desde o primeiro momento… TU SABIAS!
Ela pôs um ar casual: – Eu sabia o quê? Que tu eras parvo? Sim! Desde a primeira hora!
Mirou-a afincadamente e confuso… depois Munny. Seria possível que ela não soubesse… a conversa da varanda, aquela frase de Munny, estariam ligadas? Não podia dar a entender algo que o pusesse em posição desvantajosa.
– O que é que não me estás a contar? – perguntou ele.
Ela olhou-o com indiferença: – Nada… pelo menos que te diga respeito. Não me és nada para te contar o que quer que seja!
Afastou-se entrando na sala de convívio.
Yunho entrou atrás dela: – Respeito? Lá sabes tu o que é isso!
Dentro da sala todos os miraram. Para variar estavam a discutir. Nayo olhou Ahri apreensiva, a irmã estava tensa, aquela discussão era diferente e conseguia lê-lo nos olhos dela, Ahri estava abalada e Munny, que entrou atrás dela olhou-a com ar de culpa.
– É preciso ter lata! Tu a falar em respeito? Nunca me respeitas-te e falas em respeito?
Yunho revirou os olhos: – Anda meio mundo atrás de ti e afinal não sei até que ponto isso não te agrada, se calhar fazes de propósito!
– Estás a passar das marcas, Yunho!
– Porquê? Porque até gostas do Junki?
– Estás novamente a dizer tolices! Queres levar outra lambada? Tenho todo o prazer em satisfazer a vontade! – ameaçou Ahri.
Olhou-os enquanto discutiam. De algum modo as palavras que lhes saiam da boca pareciam estar isoladas dos gestos dos seus corpos. À medida que a discussão acendia eles aproximavam-se instintivamente um do outro sem sequer notarem esse facto. Foi quando já estavam perigosamente perto um do outro que Yunho se viu, de súbito, sem argumentos. Changmin observava, divertido, Yunho a vasculhar a mente por um argumento para lhe atirar quando Yoochun e Jaejoong se juntaram a ele, levou apenas um dedo aos lábios para lhes pedir que não fizessem barulho. Notou que ambos estavam propositadamente a desviar a conversa do assunto anterior.
Então Changmin viu algo que não tinha ainda visto Yunho fazer, já o vira perder a razão com uma outra rapariga e até chatear-se com antis ou mesmo com fãs mas o nível de Ahri parecia diferente para ele. Como se não se quisesse controlar ou escondesse algo. Olhou novamente os olhos dele e percebeu instintivamente qual das duas hipóteses era a correcta.
Yunho escondia aquilo que olhar dele revelava. À distância seria quase impossível perceber mas perto um do outro, pelo simples passo que os separava, Changmin percebeu que o olhar dele alternava dos olhos dela para os lábios. Então, por mais que eles não quisessem admitir os seus corpos faziam-no por si. Era por isso que desviavam a conversa do assunto que originara aquela discussão, no fundo, ambos sabiam a verdade.
Yunho deu dois passos rápidos em direcção a ela, por seu turno ela tentou recuar mas mal dera um passo e deparara-se com o aparador da sala ficando imobilizada entre o móvel e Yunho. As palmas das mãos dele bateram no tampo do aparador mesmo ao lado das mãos dela. No olhar dela havia medo. Não que fosse medo dele mas sim um medo diferente, como se tivesse medo que ele reagisse como ela queria.
De súbito Yunho olhou-a fixamente nos olhos e afastou-se uns 2 metros. Agora Changmin tinha a confirmação da sua teoria. Vira claramente os olhos dele alternarem dos lábios dela para o olhar.
– Cobarde! – acusou Ahri.
Yunho atravessou o espaço que os separava a uma velocidade que Ahri pensou ser sobre-humana. Num momento estava do outro lado da sala a olha-la com puro desdém nos lábios e no outro agarrava-a por um pulso enquanto a abanava furiosamente: – Repete! – insistia ele enfurecido.
Todos na sala os miravam atónitos, era preciso muito pouco, mas mesmo muito pouco, para aqueles dois começarem a discutir… feio!
– Vá! Grita pelo teu querido! Chama o JunKi! – exclamava Yunho.
Ahri tentava libertar-se dos grilhões de ferro que eram as mãos de Yunho nos seus pulsos: – Eu não preciso dele, não contra ti. – disse-lhe ela azeda. Yunho aumentou a força sobre os pulsos dela – Au! Estás a magoar-me!
Yunho viu a dor sincera que os seus olhos exprimiam. Largou-a por automático, as pernas dela cederam e ela ficou sentada no chão a esfregar os pulsos. Ninguém na sala dizia nada, ninguém se atrevia pois aquela cena podia acabar muito bem ou muito mal.
– Levanta-te! – ordenou Yunho – Estás a ouvir?
Ahri levantou-se e pela segunda vez o grupo assustou-se com o som cortante da mão de Ahri a acertar em cheio na face de Yunho. Ele ficou naquela posição um momento pedindo forças para não retribuir o gesto. Olhou novamente para ela apenas para a ver fugir porta fora. O coração parou-lhe no peito e o sangue gelou-lhe nas veias: ela tinha fugido a chorar.
Praguejou em voz alta e saiu a correr atrás dela.
– Espera, Yunho! Não. – chamou Nayo correndo atrás dele.
Shyra e Yoochun tentaram impedi-la: – Deixa-o. – disse Yoochun
– Isto é com eles. – dizia Shyra.
Nayo fugiu do aperto do punho de Yoochun: – Isto pode-se descontrolar se aqueles dois idiotas não abrirem os olhos. – disse ela correndo saindo pela porta seguida de Jae.
Shyra e Yoochun olharam-se e foram atrás deles.
Os restantes presentes na sala olharam-se e seguiram-nos também. “No mínimo é um espectáculo e tanto” como tão bem dissera Changmin.
Ahri apenas parou na clareira onde haviam filmado essa manhã porque esbarrou com algo. Nem teve tempo de se aperceber o que era que a agarrava, agora, pelos ombros porque uma mão férrea a puxou de lá.
A mão férrea na sua cintura fê-la girar sobre os calcanhares e outra mão agarrou-lhe a nuca fixando-a contra um peito ofegante, ficando ambas as mãos a agarra-la protectoramente.
– Qual é o teu problema? – perguntou a voz que reconheceu como a de JunKi. Então havia esbarrado com ele.
O peito contra o qual estava encostada e que a protegia tão afincadamente pareceu tremer de raiva. Então a voz fez-se ouvir. A voz pertencia ao corpo que lhe dava aquela sensação de segurança falou num tom forte, compassado e contido mas severo: – Porque estás sempre onde ela está? – perguntou Yunho e Ahri foi percorrida por um choque eléctrico. Era Yunho. Olhou para cima, para lhe tentar ver melhor a face, esperando estar redondamente enganada e ele cingiu-a mais contra sim.
– O mesmo te podia perguntar eu. – observou o outro.
– Já te disse o que era uma vez. – observou Yunho – Só não vês se não quiseres, a verdade está mesmo a tua frente.
JunKi riu: – Pensas que estamos na idade da pedra? – perguntou jocoso – Vais agarra-la pelos cabelos e arrasta-la contigo, é isso?
Os outros chegaram a correr juntando-se à já assistência da cena: Nayo, Jae, Shyra e Yoochun.
Nayo começava a achar que algo havia acontecido a Ahri. De maneira alguma, a irmã de alma, se manteria calada frente a tudo aquilo, pelo menos não a Ahri que conhecia.
Foi como se os seus pensamentos houvessem sido ouvidos por ela. Ahri empurrou um muito surpreso Yunho e lançou um olhar aniquilador a um JunKi que ostentava um sorriso que Nayo apenas conseguiu comparar ao de uma raposa. Numa coisa tinha que concordar com Yunho: o Lee JunKi andava a tramar alguma.
– Parem os dois! – gritou ela – Eu não sou um objecto. Se pensam que podem brincar comigo como se eu fosse uma boneca de trapos, estão muito, muito enganados mesmo!
Ela fez menção de sair dali. JunKi tentou agarra-la por um braço mas Yunho foi mais rápido: – Eu não ando a brincar contigo.
– Parece…
– Tu é que andas a brincar comigo.
Ahri tê-lo-ia morto com o olhar se tal fosse possível: – Desculpa? Andas a ver muitos filmes. Eu não sou como tu!
Com um safanão soltou-se dele
Antes que JunKi a voltasse a agarrar, Yunho agarrou-a novamente por um pulso mas não foi rápido o suficiente. Ao mesmo tempo que os amigos corriam para eles para tentar evitar nova discussão, Lee JunKi agarrou a outra mão de Ahri e uma luz ofuscante cegou-os com uma força como a de uma explosão silenciosa lançando-os em voo no que parecia um abismo sem fim.
A última coisa que Ahri conseguiu ver foi a luz, depois… depois apenas as trevas se lhe seguiram.

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Seg Set 13, 2010 1:08 am

FINALMENTE E ALELUIA!!!!!! pah..tinhas-me mostrado este cap,mas omitis-te as partes interessantes! má! XDDD anyway..aleluia qe agora é qe vai começar a festa! uh uh uh i'm soooo freakin' curious! XDDD

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Seg Set 13, 2010 2:14 am

UUHHHHHH LINDO!!!!!!!!!!!!!!!!!

Adorei!!!!!!!!!! Exactamente partes super interessantes na porta! Finalmente acção!!!

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Seg Set 13, 2010 7:30 am

tao giroo *-*

tou msm curiosa! pf continua!! acho que ja tou a ter uma ideia do que esta por tras disto, mas vou esperar p ver.. neste caso, para ler^^
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Seg Nov 15, 2010 7:46 pm



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Antes que ha-ja mortos ou feridos... neste caso a minha pessoa... decidi acalmar os ânimos com mais um pedacinho...
-.-' Não me degolem....

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Capitulo 12
Passado


Ahri


A luz ofuscou-me a vista quando tentei abrir os olhos. Voltei a fecha-los para reprimir a dor que me magoava ao abri-los e me fazia doer a cabeça. Quando os tentei abrir pela segunda vez apercebi-me que não era apenas a cabeça que me doía mas sim todo o corpo. A dor chegou veloz e tomou-me de assalto como se um comboio tivesse vindo contra mim, como se alguém se houvesse dado ao trabalho de me atirar, a rebolar, de um precipício abaixo, como se houvessem operado o meu corpo todo sem qualquer anestesia.
Havia uma qualquer sirene que teimava em encher-me os ouvidos de barulho e a cabeças de dor. Ao contorcer a face de dor, acto que apenas trouxe mais dor, outras sirenes juntaram-se à primeira e em segundos a minha mente foi preenchida pela cacofonia dolorosa de mil e um tambores a rufar na minha cabeça em conjunto com a orquestra de Berlim ou de outra qualquer cidade. Aqueles segundos pareciam horas. Tentei afastar as sirenes, silencia-las com a mente, até que me apercebi que eram vozes. Alguém gritava por mim.
O discernimento tomou-me de súbito, ao lado da luz estava alguém que parecia falar mas eu não conseguia entender o que dizia com o barulho que zunia dolorosamente na minha mente. Atrás daquela pessoa haviam outras com ar igualmente preocupado e que falavam igualmente. Senti uma onda quente aproximar-se tão rapidamente quanto as minhas forças me abandonavam.
À medida que as minhas pálpebras pareciam estar a tornar-se cada vez mais pesadas a minha mente assimilou duas coisas: uma pergunta e uma exclamação:
Porque era a única luz naquele quarto proveniente de um antigo candeeiro de óleo e porque estavam eles vestidos com roupas históricas que eu não conhecia?
A pessoa que berrava o que parecia o meu nome era…
– Yunho!
Foi a única coisa que consegui obrigar a minha voz a exclamar pois o meu corpo teimava em não me obedecer permitindo apenas que uma das minhas mãos o tentasse alcançar mas antes que o conseguisse tocar para saber se era real, a escuridão abateu-se sobre mim, qual manto negro calmante, e deixei de sentir dor, ouvir lacerantes sirenes ou ver pessoas que me eram tão queridas.
Abracei as trevas com prazer num transe ébrio, naquele momento apenas as trevas me davam descanso, sossego, silêncio e paz. Então, por fim, também a minha mente se apagou.



Nayo


Nunca cheguei a tocar Ahri para a tirar do meio dos dois idiotas armados em machos alfa. Não que o mete nojo me tivesse conseguido impedir, teria sido necessário um exercito. O que me impediu foi uma explosão de luz tão branca que pensei ser negra. Nunca tinha visto um branco tão branco.
O voo em que a estranha luz me lançou terminou subitamente comigo a aterrar em cima de algo quente e macio. Pensei que a queda me fosse magoar seriamente mas aquele montinho quente e fofo havia-me aparado a queda. Senti o chão mexer-se e abri os olhos tão rápido quanto a mente me permitiu quando ouvi um grunhido. O meu primeiro pensamento foi de medo, devia ter caído em cima de um animal selvagem ou algo do género mas quando abri os olhos e vi o que era não pode deixar de rir com quanta vontade tinha, só me faltava rebolar enquanto o meu “montinho fofo” me mirava.
– Sim? – exclamou o “montinho quente e fofo” – Tem uma piada descomunal.
Ri ainda mais: – Por acaso tem… e tinha ainda mais se soubesses o que ‘tou a pensar!
– Oh! Vá lá Yoochun! – exclamou animada como não se sentia à anos – Admite que teve piada.
– Ha! Ha! Ha! Pronto, já me ri! – exclamou ele azedo – Agora já podes sair de cima de mim?
Olhei para ele espantada e apercebi-me que estava em cima dos quadris dele numa posição pouco ortodoxa, o que me fez corar instintivamente.
Ele olhou-me e pareceu aperceber-se do que me ia na mente e fez um sorriso maroto: – Ou podes ficar aí e podemos fazer algo interessante…
Não o deixei acabar porque lhe cravei, propositadamente, um joelho no estômago enquanto me levantava: – Desculpa! – pedi fazendo carinha de anjo.
– Isso foi de propósito!
– Chegas-te a essa conclusão sozinho?
– Mau! – exclamou ele levantando-se também enquanto sacudia a roupa – Vamos voltar ao mesmo?
Apercebi-me que ainda estava com as roupas do drama e então, como se me tivessem dado um murro no estômago, recordei-me: – Onde estão os outros? – perguntei olhando a floresta à minha volta – Melhor… onde raio estamos nós?



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Não disse que ia ser curto? XD

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Nov 16, 2010 6:14 am

Curto, curto, curto, curto, curto, curto, curto... *sigh* CURTO!!!!

OMG!!! A Parte da nayo quase cai de tanto rir.

Olha eu não posso fazer um comentário decentemente apropriado para coisas pequenas.

Quero este capitulo maior para uma comentário devidamente construtivo



Mas continua isto promete

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Nov 16, 2010 7:43 am

ja li isto! HÁ MESES! qero mais!
se bem qe a do monte fofo continua-me a partir a rir each time! XD

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Nov 18, 2010 2:51 pm

Tou super chateada T__T
QUERO MUITO MAIS!!
Por favor posta mais *-*
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sab Mar 12, 2011 6:53 am

HELLO! Como estão?
^^
Cool Sim tou viva! ^^


Anyway... é só para dizer que ainda não há fic... mas em breve há mais um capitulo!

*foge das forquilhas e vara-paus e da multidão de fãs enraivecidas*

Ou não?
Querem mais um bocadinho? Mesmo? MESMO MESMO?

XD

ora continuando... sei que é pouco e que provavelmente vou ser linchada depois disto mas não há crise! É só para lembrar que ainda a estou a escrever! ^^
Como já tinha explicado este capitulo anda para trás e para a frente no tempo, portanto n s espantem se dps d lerem uma parte aparecer outra q afinal era antes. A ideia é dar as diferentes versões do que se passou! ^^
Espero que gostem
*começa a preparar o funeral da Shyra* Só pq eu sei que vais morrer com isto! Wink
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Capitulo 12
Passado

(Continuação)




3ºShyra


Gostava que tivessem sido as carícias suaves no meu rosto ou a voz gentil que me chamava a acordar-me, no entanto, o que me acordou foram as insistentes dores no pé esquerdo que pareciam aumentar de segundo para segundo o que me roubava as cores e a força e aumenta a vontade de chorar.

As dores não diminuíram e acabei por me contorcer de dor. Abri os olhos e Jaejoong foi a primeira coisa que vi. A dor abrandou um pouco mas assim que me mexi não pude evitar um pequeno gemido de dor quando esta me percorreu a perna até à anca. A expressão de Jae mudou e este olhou-me preocupado: – Que se passa? Que te dói? – perguntou ele com notória urgência na voz olhando-me com um misto de carinho e preocupação tão intenso que por um momento nem consegui respirar.

– O pé… e a perna. – acabei por conseguir articular alcançando o braço dele para me poder endireitar. Mal lhe toquei porque ele soltou uma espécie de rugido contido que me fez solta-lo automaticamente apercebendo-me que a substancia pegajosa no braço dele era sangue – Oh Meu Deus! O teu braço! – olhei em volta atordoada todas as minhas dores pareciam ter desaparecido face à ideia de ele estar ferido – Quanto tempo estive inconsciente?

– Não muito. – disse despindo parte da sua vestimenta passando-me uma espécie de camisa sem botões e voltou a vestir o resto – Vamos usar isto para tentar ligar o meu braço e a tua perna. Tens ai o teu telemóvel?

Procurei os bolsos e encontrei-o… no entanto, alem de a bateria estar a acabar, não tinha rede. Porque raio é que as malditas coisas nunca funcionavam quando mais se precisava delas? Uma dor aguda correu-me o corpo quando ele começou a ligar-me a perna e não pode deixar de soltar um leve grito de surpresa e dor. Ele olhou-me preocupado e beijou-me a testa.

– Desculpa.

Mordi o lábio tentando não o preocupar mais mas as lágrimas insistiam em cair tanto quanto a dor insistia em me fazer chorar. Ele ergueu o rosto e fitou o meu num misto de tristeza e carinho que me quase me sufocou.

– Quem me dera que não tivesses que sofrer. – disse limpando as minhas lágrimas gentilmente com o pedaço de tecido que tinha na mão – É como um espinho que se espeta no meu peito a cada lágrima tua.

Levantei a mão e toquei peito dele: – Prometo nunca mais chorar, então. Se isso te causa dor.

Ele sorriu: – Doer-me-ia ainda mais saber que tu estás guardar algo assim dentro de ti. Quero que sorrias, e se tiveres que chorar: chora. Quero-te ao meu lado para as coisas boas e más. Apenas para os sorrisos… temos todos os outros. Eu quero ver tudo de ti.

Os lábios dele tocaram os meus com um carinho quase abrasivo. Doce e calmo mas abrasador. Ele agarrou gentilmente o meu pescoço e depois a nuca aprofundando ainda mais o beijo e fazendo-me perder a noção do que era ou não a realidade. Pousei a minha mão no seu antebraço e ele soltou um gemido separando-se de mim de súbito. Ficamos os dois a arfar olhando-nos e eu pode ver um brilho de desapontamento no seu olhar, um simples olhar meu e ele retomaria o que não terminara. Ter-lhe-ia dado um olhar, um gesto… raios! Teria sido eu a agarra-lo… não fosse o sangue na minha mão.

Agarrei num dos pedaços de tecido e afastei a manga da camisola. Limpei a ferida apenas com o pedaço de pano, à falta de melhor, e liguei-a com outro limpo. Inspeccionei o resultado e confesso que se a Nayo visse aqui provavelmente morreria a rir das minhas pobres capacidades de “enfermeira” mas não havia muito a fazer. Quando finalmente o fitei ele sorria:

– Não percebes muito disso pois não? – gozou ele.

Franzi o sobrolho, carrancuda: – Tenho cara de enfermeira!?

Ele riu: – Até tens.

– Tudo quanto diga respeito a hospitais e essas coisas… não me agrada. Deixo isso para a Nayo. – observei aborrecida.

Ele passou os braços a volta do meu pescoço e beijou-me a testa: – És a minha enfermeira pessoal. Não quero a Nayo, prefiro que sejas tu a cuidar de mim.

Corei até a raiz dos cabelos.

Vindo de ali perto alguém gritou pela Ahri. Endireitamo-nos rapidamente olhando a volta.

– Ahri? Aquilo era a voz do Yunho. – disse ele alarmado.

Fiquei preocupada, que se teria passado? O grito era aflitivo: – Oh meu Deus? Que se terá passado? Será que ela também está ferida?

Ele ergueu-se e estendeu-me a mão: – Anda, vamos ver, eu ajudo-te.




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Stay tuned para a próxima parte do 12º capitulo! Muahaha!
Enjoy!

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sab Mar 12, 2011 8:51 am

quero lerr mais! mas tenho uma duvida - com aquela explosao elas magoaram se foi isso? mas tipo mesmo estando em locais diferentes?
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sab Mar 12, 2011 9:24 am

yep, magoaram-se alguns qd "cairam" mas dps percebes o q foi a explosão! Muahahah
Não vou dar spoilers Muhahahah

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sab Mar 12, 2011 9:58 am

Devo confessar que me agradou, mas mesmo assim ta um bocado lamechas...
Sinceramente ñ consigo imaginar nem o Jae nem eu a dizer coisas dakele género
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Seg Mar 14, 2011 3:47 pm

Isto é tão awesome que até fico histérica (não me reconheço o.o).
Amo, amo, amo e amo mais um bocadinho *.*

Olha... podes... não sei, eventualmente... apressares um bocadinho isso? xD É que estou há dois dias meia obcecada com isto, preciso de ler mais, ainda entro em coma ou assim (estou a falar a sério o.o).

P.s.: Já disse que amo cada palavrinha? *.*
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qua Mar 16, 2011 6:14 pm

HELLO! Como estão?
T___________T
SHYRA!

T_T Vou ficar deprimida para a vida! Tanto trab com a tua parte! T_T

Anyway... como foi a parte da Shyra q atrasou isto pq eu queria q ficasse perfeita o resto vai começar a andar mais depressa....
aqui fica a parte seguinte^^ Hope u like!
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Capitulo 12
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4º Changmin



Acordei no chão de terra. Perguntei-me o que raio havia acontecido e comecei a levantar-me e limpei a cara das pedrinhas que estavam agarradas a mim devido ao tempo que ali havia ficado deitado. Porcaria de sítio. Olhei a minha volta e dei com Munny estendida a meu lado. Ouvi vozes mesmo ali ao lado mas quem quer que fosse estava oculto pela vegetação. Espreitei apenas para me dar com Yoochun e Nayo. Ok! Aquilo era algo que eu NÃO queria interromper.
Aproximei-me da Munny e fiquei um pouco a olha-la. Mesmo ali, deitada sobre o chão de terra e erva, era linda. Como se tudo não passasse de uma espécie de cenário montado apenas para realçar a sua beleza e o corpo esguio e delicado. O cabelo era como seda que lhe emoldurava o rosto na perfeição. Raios. Estava mesmo a ficar como o piegas do Yunho. Pior! Estava a ficar como o Yoochun.

Sorri. Para o diabo com o orgulho. Ela estava ali e os outros dois ali ao lado não faziam ideia que nos ali estavam, pelo menos assim parecia. Afastei-lhe uma madeixa de cabelo. Imaginei-a em outros tempos, tempos passados em que as memorias não me deixavam recordar da sua aparência mas me diziam que era ela. Tempos em que não havíamos podido ficar juntos. Certificar-me-ia que isso não voltava a acontecer!

Aproximei-me dela e beijei-lhe os lábios levemente, ela era uma tentação demasiado grande para poder resistir. Sorri ao afastar-me, ela matar-me-ia quando soubesse, mas era uma espécie de vitória, uma memória, mais uma.

Ela mexeu-se e eu afastei-me um pouco, não fosse ela adivinhar o que eu tinha feito. Não conseguia perceber porque me odiava tanto, será que gostava de outra pessoa?
Lembrei-me da cena entre o Yunho e o Junki. O tipinho parecia irritar Yunho a valer e perguntei-me o que se teria passado para o sempre calmo e composto Yunho ficar assim.
Ela abriu lenta e preguiçosamente os olhos começando a espreguiçar-se. Parecia uma daquelas cenas dos filmes românticos. Queria que a nossa história também fosse um filme romântico, esperava que ela permitisse ou iria dar em doido.

– Porquê o sorriso estúpido? – perguntou ela com a voz meia rouca e pareceu que o meu coração saltara um batimento – Ok, o sorriso de raposa é creepy! Pára!

Soltei uma gargalhada. Não era tanto pela graça das suas palavras era mais para afastar aquele nervoso miudinho que sentia sempre que aqueles olhos verdes intensos me fitavam. Podia perder-me neles uma vida inteira e não me cansar.

– Já não se pode apreciar a beleza de uma mulher bonita enquanto dorme? – perguntei fazendo o meu melhor sorriso travesso.

Ela olhou-me de lado e afastou-se de mim ligeiramente: – Isso tem um nome, sabias? Chama-se ser pervertido!

Ri novamente e isso não pareceu agradar-lhe particularmente: – Calma! Não te tentei violar nem nada assim.

Ela ficou carrancuda: – Contigo, nunca se sabe.

– Engraçadinha! – exclamei. Não parecia particularmente assustada com a ideia e só isso já era um bom sinal.

– Onde estão os outros? – perguntou olhando em volta.

Levantei-me: – A Nayo e o Yoochun estão aqui… – não terminei porque ao olhar por cima do arbusto Nayo e Yoochun haviam desaparecido – Ok, estavam aqui mas já não estão. Não nos devem ter visto.

Ela cruzou os braços: – Oh que bom! E agora?

– FINALMENTE! – exclamou Liliana aparecendo de trás de uma arvore seguida por Leeteuk e Junsu – Estava a começar a pensar que não encontrava mais ninguém.

Olhei os três de lado: – Só vocês? E os outros?

Munny batalhava com o telemóvel: – Esta porcaria não está a apanhar rede!

Tirei o telemóvel do bolso e constatei que também não tinha rede.

– Escusam, nos também não temos rede. – observou Leeteuk. – Onde raio estamos?


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Espero q tenham gostado! Next week há mais! ^^

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Hoje à(s) 8:39 am

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