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 Rumo ao Paraiso

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Shyra46
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Out 11, 2009 2:22 pm

Realmente desta vez tenho de concordar com a Nayo, isto nem se devia chamar capítulo... está muito pequeno :xoro:

Bem mas pelo menos a partir de agora a história vai ficar mais interessante
Vamos entrar na verdadeira história

lol!
Isto quase parece um trailer ao drama Sad:b):

Bem mas eu devo ser a única que está a AMAR a ideia de irmos morar com eles
Vai ser do melhor
Confusões e romances todos os dias

Va lá meninas vão-me dizer que essa não é a vida que sonham ter Sad:b):
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sab Out 17, 2009 7:29 pm

LOL! acham isto até agora interessante!? Muahah! isto so ta a aquecer!
A confusão acabou d começar!

Sim, shyra, isto vai mesmo aquecer! oh se vai!

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Out 18, 2009 3:47 am

sim sim sim sim sim....mas despacha te com essa história super interessante -.-

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Nov 01, 2009 10:03 pm

NOTA DA AUTORA: Não me crucifiquem... estou novamente doente, deem um desconto! Antes de reclamarem de ser pequeno aviso já q são mais de 4 folhas A4 de word! Ok? Espero q gostes... ainda n é o final deste capitulo mas como so devo ter net la para quinta feira queria deixar já este pedacinho... garanto q vão gostar!


(continuação)



Nayo arregalou os olhos e levantou-se para enfrentar Yoochun: – Tu só podes estar a brincar, certo?

– Tenho cara de quem ta a brincar

– Devias!

– Porquê?

– Porque até as piadas tem limites e essa é de mau gosto!

– Mau gosto?

Nayo pôs as mãos a cabeça de irritação e lançou-lhe o seu melhor olhar assassino: – Porque já nos basta ter que vos aturar sempre que querem vir aqui! Não me apetece ter que estar a levar com as tuas fuças 24 horas por dia! Get it?

Yoochun olhava-a espantado e ao mesmo tempo magoado. Não percebia o que tinha feito aquela rapariga para que ela agisse assim. Para um muito espantado Jaejoong e um chocado Changmin, Yoochun calou-se e sentou-se no sofá dizendo apenas: – Lamento se a minha presença te perturba assim tanto.

Nem Jaejoong nem Changmin intercederam por Yoochun, não que achassem que um ou outro tivessem razão mas porque desconheciam os antecedentes e preferiam não se meter naquele tipo de querelas sentimentais, aquilo já se parecia o suficiente com uma novela portanto não queriam ajudar com mais discussões inúteis.

– Tenho fome! – observou Shyra.

Nayomira revirou os olhos: – Observação deveras inteligente no meio deste tipo de clima, Ângela Maria!

A outra pôs um sorriso irónico: – Não tenho culpa que tu e o teu queridinho andem a discutir por coisas muito estúpidas! – observou Shyra em português – E se não queres que diga em japonês o que acabei de dizer, porque sabes muito bem que o faço, é bom que não retalies e acabes com o humor de cão, ele nunca te fez mal nenhum, Filipa Maria! Porque não o deixas em paz, que eu tenha visto ele até te trata muito bem.

– Cala-te! – disse a outra em português irritada até ao cerne do seu ser – Ele não devia ser querido, não devia fazer estas coisas, não devia de fazer o que faz… porque não me deixa em paz!?

As raparigas sorriam.

– Se calhar porque és especial para ele! – observou Munny

Lili sorria mais que as outras: – Porque não podes fugir ao teu destino, por muito que fujas dele, há uma estrada que foi traçada para ti… é esse rumo que vais ter que seguir. Eu, sinceramente, espero que esse seja o rumo ao paraíso, no entanto, deixa que te diga que apenas cabe a ti que seja ou não o paraíso, portanto, não desperdices oportunidades quando estas te são estendidas numa bandeja de prata.

As raparigas ficaram caladas a fitar Liliana que sorria de si para si de contentamento por ter posto os seus pensamentos de forma tão coerente e infalível frente as amigas. Para Nayo não era novidade aquele tipo de reacção de Lili e que as palavras dela fossem tão profundas, era habitual, no entanto, achava que nunca, por mais que vivesse, se ia habituar ao quão aguçado era o instinto da amiga.

Os rapazes olharam-se e foi Jae quem acabou por falar por eles: – Detesto interromper uma conversa que parece tão seria… mas quem precisa de tradução agora somos nós!

– Estava-mos a falar do jantar… eu tenho fome! – observou Shyra.

As raparigas riram e por consequência os rapazes. Jae afagou a cabeça de Shyra, apreciando a suavidade dos seus caracóis: – Não vou deixar que fiques com fome, vou preparar um jantar tipicamente coreano para vocês! Pode ser? – perguntou ele com um sorriso.

Shyra ficou radiante e Jae teve que a comparar com um cachorrinho quando ela pareceu saltitar de contentamento em cima do sofá.

Enquanto Jae se afastava seguido por Shyra, que dizia querer saber como se fazia, para fazer o jantar, Donghae sentou-se no braço do sofá onde Nayo estava sentada entregue aos seus mais profundos pensamentos: – 5 dólares pelos teus pensamentos!

– Dinheiro desperdiçado, não valem sequer um terço ou um décimo disso. – observou ela.

Ele sorriu: – Quer dizer que podes partilha-los?

Ela fitou-o atónita e meia chocada.

– Bem me parecia. – disse-lhe ele – Tenho a leve impressão que vocês, na vossa língua, falaram de tudo menos de comida, certo? – antes que ela pudesse dar uma resposta ele continuou – Posso saber porque é que tu e o Yoochun discutiram? Pela expressão do Jaejoong e do Changmin, não é a primeira vez. Ele fez-te alguma coisa?

– Nada.

– Nada?

– Absolutamente Nada.

Donghae olhou-a confuso: – Confesso não perceber.

Ela sorriu: – Nem tudo na vida se pode perceber.

– Demasiado profundo. – observou ele com uma careta que fez Nayo soltar uma gargalhada – Vês! Assim está muito melhor. Ficas muito gira quando ris, devias faze-lo mais vezes.

Ela corou até a raiz dos cabelos e Yoochun cruzou os braços em frente ao peito de puro ciúme.

***


Sentou-se na sala de reuniões e olhou o manager sentado ao seu lado: – Posso saber o que se passa agora?

O manager apontou a porta que se abria para dar lugar a um grupo de 3 homens que entravam. Sorriram e cumprimentaram-nos a ambos com sorrisos corteses mas profissionais. Um deles era o responsável da sua companhia, os outros dois não conhecia. O responsável da sua companhia passou-lhe um aglomerado de folhas A4 com as dimensões de um pequeno livro. Ainda antes de conhecer o conteúdo soube que era ao script ou de um filme ou de um drama. Olhou as folhas com alguma desconfiança.

Um dos outros dois homens fez-se ouvir passando para a sua frente algumas folhas A4 agrafadas, deviam ser umas 5 ou 6: – Sou Kim Seo Geun e este – apontou o colega – é Jung Hyun Ho, somos representantes da SBS, penso que nunca trabalhou connosco. Gostaríamos que ponderasse a hipótese de entrar neste drama. Vai chamar-se “Rumo ao Paraíso”! – explicou ele.

Olhou o contracto a sua frente e novamente para o manager: – E vou fazer isto com quem?

O manager olhou-o de lado e depois para os representantes da SBS. Eles olharam-se e encolheram os ombros. Era igual, ele iria saber mais cedo ou mais tarde, a participação dele ajudaria com as receitas e com a qualidade do drama.

– Temos a presença confirmada, pela S.M. Entertainment, dos 5 membros dos TVXQ e de 3 membros dos Super Junior. – explicou Seo Geun.
– E porque tantos homens famosos? Não há raparigas? – perguntou ele intrigado.

Eles olharam-se: – As raparigas vêem da Europa, são independentes, não tem companhia. A S.M. Entertainment fez contracto com elas. – observou Seo Geun.
– Ou seja: nenhuma delas tem experiencia! – observou carrancudo cruzando os braços sobre o peito.

O segundo representante da SBS, Hyun Ho, que ate ali se mantivera calado, resolveu falar: – Uma delas é escritora. Elas não são propriamente menininhas inocentes.

Engelhou o nariz: – Ainda assim, tanto os meninos da SM como elas pouca ou nenhuma experiencia tem e nem quero entrar pela questão do talento.

– Calma… – começou o manager sendo interrompido por ele.

– Não estou exaltado. Viram o resultado do Heading to the Ground…

– E também vimos o resultado do Heavens Poastman! – cortou Hyun Ho – Este script é muito bom e foi escrito pelos mesmos autores do Iljimae e pode inclusivamente assemelhar-se ao Goong!

Agarrou as folhas do script e folheou-as lendo algumas linhas, deu uma vista de olhos ao resumo e um sorriso aflorou-lhe aos lábios. Não era mau. Os custos estavam a par com Iljimae e era uma grande produção… que teriam feito aquelas raparigas para conseguir um papel em algo assim? Ficou curioso, demasiado para ficar quieto só a observar.

– Contem comigo, onde assino?

***


Yunho agarrou-a pelo braço quando ela se preparava para sentar. Olhou-o surpresa e irritada, não devia contar que fosse atrás dela, olhou o braço e depois novamente para ele: – Tens coisa de 10 segundos para me largar.

– Se não?

– Não abuses da sorte, Chung Yunho, - disse soltando-se com um safanão deixando-o espantado com a força dela – eu não sou como as raparigas com que estás habituado a lidar.

– Pois não! És bem mais mal educada e bruta! – exclamou ele.

– Querias que me deitasse e fingisse de morta? – perguntou ela – Não sou o Typhoong!

– És uma chatinha irritante, não és? – perguntou ele esbracejando – Achas que és o quê? A rainha do Sabat!? Ages como se fosses a dona disto tudo e tens a mania que és boa!

Ahri virou-lhe as costas refreando-se para não perder o controlo de todas as forças que possuía.

– Olha para mim quando falo para ti! – berrou ele voltando a agarrar-lhe o braço – Ganha juízo e responsabilidade! Só fazes com que todos a tua volta se preocupem contigo! Ainda não me esqueci da noite de ontem…

– Estás-me a irritar!

– Tudo te irrita, não é? Ainda ontem estavas quase a morrer numa cama de hospital mas hoje já andas para ai a encostar-te e a roçar-te no primeiro gajo que te aparece pela frente nunca pensei que…

Do lado de fora da porta todos se assustaram com o som assombrosamente nítido da estalada com que Ahri presenteara Yunho e que o calara. Yoochun e Jae olharam-se profundamente assombrados com o desenvolvimento: – Ela é doida! – exclamou Yoochun num sussurro.

– Ele devia estar feliz por não ser um murro! – exclamou Nayo também chocada – Ela não é muito adepta de estaladas.

Yunho fitou-a pronto a continuar com o descalabro de coisas que lhe queria dizer mas percebeu que fora longe de mais quando olhou os olhos dela. A máscara de ferro mantinha-se mas os olhos expressavam uma mágoa desmedida. Contra tudo quanto sentia e o calor que ainda lhe inundava a face, naquele momento a única coisa que queria era abraça-la.

Deu um passo na direcção dela quando Junsu entrou de rompante na sala e se colocou entre ele e Ahri: – Yoochun tira o Yunho daqui.

Yoochun apareceu à porta espantado e ainda tentou abrir a boca.

– Rápido! – ordenou Junsu virando-se para Ahri a tempo de abraçar quando as lágrimas lhe começaram a rolar pelo rosto. Yunho não viu o que Junsu fizera ou a reacção de Ahri porque Yoochun o arrastara para a sala onde as raparigas o olhavam de lado. Yoochun ia para abrir a boca mas Donghae colocou-se a frente dele e deu um murro a Yunho de tal ordem que o outro caiu para trás.

– Estás doido?

– Isso te perguntaria eu! – exclamou Donghae. – Isto não são acções do Yunho que eu conheço.

Yoochun tentou agarrar Donghae mas este largou-se e agarrou Yunho pelo colarinho: – O Yunho que eu conheço jamais trataria uma rapariga assim... jamais. Que raio tens tu!? – perguntou largando-o.

– Quando alguém que tu conheces a bem mais tempo que nós te pergunta algo assim, imagina como nós nos sentimos! – observou Jaejoong – Se o Donghae não te tivesse dado um murro era eu quem o tinha feito! – sentou-se na borda do sofá de costas para Yunho – Não percebo o que se passou. Amanhã vamos para o local de filmagens e vamos conviver todos os dias todos juntos.

Changmin cortou a palavra a Jae: – O que ele quer dizer é qualquer do género: vê se te recompões decentemente até amanhã!

Junsu continuava a abraçar Ahri: – Melhor?

– Obrigado! – disse ela com o sorriso afável. Não a vira limpar quaisquer lágrimas e se as chorara os seus vestígios não existiam mais.

– Peço desculpa pelo comportamento do…

– Não o faças! – pediu ela – Se alguém me vai pedir desculpa que seja o Yunho! Não tens que pedir desculpa por algo que não fizeste!

Alguns minutos depois Junsu voltou para a sala. Yunho estava sentado no corredor a fitar a parede, Junsu não lhe disse nada, depreendeu que já lhe tivessem passado o sermão. As raparigas fitaram-no intrigadas: – Ela está bem.

Sentou-se ao lado de Bony que encostou a cabeça no ombro dele: – Obrigado!

Ele sorriu: – De nada!

– Eu devia…

Donghae impediu Nayo de tentar ir ter com Ahri alegando que ela precisa de uns momentos a sós.

Olhou o sítio no corredor onde Yunho estivera. Eles tinham muito que falar e desta vez de sangue frio.

Jae virou-se para Shyra: – Vamos acabar o jantar? – perguntou ele

Ela sorriu: – Correcção! Tu vais acabar o jantar… eu vou ficar a ver

Ele riu e agarrou-a por a mão para a cozinha. Se o mundo parasse naquele momento teria morrido feliz. Lamentava o sucedido com Ahri mas também tinha direito a sua felicidade. Ao passar pelo corredor reparou na ausência de Yunho, olhou Jae que abanou a cabeça. Apenas falou quando se assegurou que estavam na cozinha e ninguém mais os ouvia: – Deixa-os. Não percebo o que se passa entre eles. O Yunho merecia aquela estalada, mas acho que ainda não acordou para o que esta a passar. Temos que lhe dar tempo.

Shyra olhou-o indignada: – Se ele volta a ofender a Ahri… terá que arranjar um exército para parar a Nayo, porque eu não a vou impedir de o matar!

Jaejoong riu e beijou-lhe a testa: – Tinha saudades de alguém que fosse tão espontâneo como tu! Fazes-me bem.

Ela corou mas sorriu-lhe de volta: – Estamos quites! Alem de que… há muito tempo que queria comer comida feita por ti… obrigado!

Ele atarefava-se de um lado para o outro misturando ingredientes e a cozinhar outros. Shyra olhava-o em completo assombro. Imaginava-o assim, dali a 10 anos, num serão de inverno. As crianças a brincar no chão enquanto ele cozinhava para eles e ela punha a mesa e tratava de outros pequenos detalhes. Seriam tão felizes. Seria tal alguma vez possível? Estar ali naquele momento já era um sonho tornado realidade, tudo quanto viesse dali para a frente era bónus, no entanto, agora que tivera a amostra, queria o pacote inteiro, era aquele o homem que ela queria e ninguém o ia afastar dela.

Lembrou-se de algo: – Oh! Espera aqui!

Ele fitou a silhueta dela a desaparecer pela porta da cozinha que dava acesso a sala. Voltou minutos depois com um embrulho nas mãos. E estendeu-lho. Ele olhou-a atónito e limpou as mãos a um pano para aceitar: – Para mim?

Abriu a pequena caixa de parou-se com um par de brincos. Pequenos anjos com asas em pedras transparentes, pelo brilho pareciam zicornias.

– Gostas? Achei que eram a tua cara. – disse ela – O homem da loja disse que eram em prata. Sei que deves ter melhores e mais bonitos mas… bem… queria dar-te algo.

Ele estava ainda em silêncio. Alguns momentos depois voltou a olha-la: – Anjos? Gostei, não tinha nenhuns assim.

– São anjos, porque acho que pareces um.

Ele riu e abraçou-a: – Obrigado. Adorei… mas tu é que és a Angel. – tirou um brinco da caixa e colou-o na orelha direita substituindo o que tinha depois agarrou o outro e para grande assombro de Shyra colocou-o na orelha esquerda dela. – Agora somos os dois anjos e nunca nos vamos esquecer um do outro! – disse voltando-se novamente para a comida.

– Isso seria impossível, jamais me poderia esquecer de ti. – disse ela e Jae teve a certeza que não havia nada mais verdadeiro que aquelas palavras por reconhecera a sua força e o sentimento que exprimiam no interior do seu peito.

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Seg Nov 02, 2009 7:15 am

nao vou fazer qualquer comentario quanto ao que esta fic me VICIA! portantu..apenas vou dizer que se nao continuas, dou-t na cabeça! e n m interessa que estejas doente! eu tb tou! e que???? -.-''

CONTINUAAAAAAAAAAAAAAAAAA! XDDD

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Nov 03, 2009 5:26 pm

Hai! tou a tratar disso.... e aquela lambadita (tou a ser meiga q aquilo so faltou fechar o punho) ao Yunho? hã? Hã?

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Nov 05, 2009 3:50 pm

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

estou completamente histérica
AMEI
OG GOD Ahri tu vais-m matar antes seker de acabar a fic

*faints after read again*
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Nov 05, 2009 4:36 pm

@Ahri: eu tinha-lhe batido! mas hey!! eu sou mais impulsiva que tu! muhihihihi -^^-

@shyra: mete-te num manicomio (mas eu concordo cntg, nevertheless! XD)

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sex Nov 06, 2009 9:17 pm

@Shyra: Vem bem pior a caminho portanto toma valium pq o chanax n vai chegar

@Nayo: Sabes ler?! Eu bati-lhe mesmo!

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sab Nov 07, 2009 12:52 am

shadows_owner escreveu:
@Shyra: Vem bem pior a caminho portanto toma valium pq o chanax n vai chegar

@Nayo: Sabes ler?! Eu bati-lhe mesmo!

deste-lhe uma lambada! eu tinha-lhe dado um murro! boa??? era nesse sentido! -.-'' e nem keru ver o que por aí vem! --'

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Nov 24, 2009 1:52 am

E tu despacha-te também!!!! rendeer

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Nov 24, 2009 3:29 am

concordo! tou quase a morrer d curiosidade! despache-se!

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Nov 24, 2009 8:18 am

Mais uma k concorda c/ as anteriores
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mendes
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Dez 13, 2009 4:15 pm

kyyyyaaaaaa...hó meu deus.. ....tens mesmo que melhorar desta tua gripe...(as melhoras já agora).. Fight .....esta esta de maiss...lia tudo em duas noites....eu sei é muito mas eu não queria que acabasse muito depressa...mas não pude controlar-me... ...(cooki)....

bem...só me resta pedir aos deuses que façam uma vaquinha por lá de inpiração divina para te presentear, para que assim possas brindarnos com um pouco mais do teu talento...(deuses façam me lá esse favorzititito a pedido de muitas familiassssss...xximmm??? )

ANIMMUUUUU...(ioooche... )
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Seg Dez 14, 2009 5:18 pm

Oh mendes *.* obrigada.... e bem... parece q os deuses t ouviram... n é mt mas aqui fica o final do capitulo 9 (juro q so agora qd vinha para o postar é q vi o teu reply!)
once again obrigada....
Às demais... n m esganem! So queria mesmo n baralhar capitulos... portanto... preparem pq é agora q isto vai começar a aquecer... o tão esperado capitulo 10 vem ai... e a vossa prenda de natal n vai ser nada pequena... portanto:
Posso antecipar que o capitulo 10 vai ser colocado aqui, na integra (o capitulo 9 foram 15 paginas de word e o 10 ja vai em 10 portanto... façam contas) no dia de natal (ou vá, na vespera... dps logo vejo) como prenda de natal para todas as meninas.
Muahah! Eu so queria deixarvos na ansia..... (-.-' agora tenho d ir q tenho q ir acabar o q prometi q s n o ponho aqui inteiro sou atirada aos crocodilos)


Capitulo 9 (ultima parte)


Cá fora, na sala, Changmin entretinha-se com Munny, a espicaçarem-se um ao outro, enquanto Yoochun se limitava a lançar olhares assassinos a Donghae e Nayo que conversavam animadamente sobre o corpo humano. Junsu olhou Bony: – Está tudo bem contigo?
Ela olhou-o atónita: – Porque perguntas!?
– Só para saber.
– Estou bem
– Humm… Passa-se algo com o teu namorado? – perguntou ele.
Ela levantou a cabeça do ombro dele e olhou-o de lado: – Qual a razão da pergunta descabida? Eu e o Ian estamos muito bem, obrigado!
Junsu sorriu: – Se está tudo bem então porque tas tão exaltada!?
– Não tens nada com isso! – exclamou ela. Junsu apenas sorriu e não lhe respondeu. Bony ficou a olha-lo. Porque raio estaria ele a fazer uma pergunta daquelas?
Alguns minutos depois ele deitou a cabeça no ombro dela: – Estou cansado.
Ela riu: – Também eu.
Suri levantou-se: – Vou fazer as malas! – informou ela.
Leeteuk olhou-a de lado: – Vais mesmo embora?
Ela sorriu: – Já vos tinha dito que sim. Amanha assim que a nossa performance acabar eu vou voltar para Portugal.
Nayo virou a cara para não lhe responder torto enquanto as restantes raparigas fitavam a ponta dos sapatos ou ignoravam a conversa. Heechul observou a cena e virou-se para ela: – Isto é uma oportunidade! Podias muito bem ficar e entrar no drama.
Ela levantou o queixo: – Não passam de sonhos estúpidos, nem fui das mais entusiastas a vir nesta viagem! Eu tenho o meu doutoramento para acabar… isso sim é real!
– E o drama? – perguntou Donghae perplexo com a volta que tudo aquilo estava a tomar.
– É a Lili que vai tomar o meu lugar, foi por isso que ela veio.
Heechul ainda ia para retaliar mas Nayo interveio: – Na verdade as Ritmo DBSK actuais não incluem a Suri, ela só veio para mostrarmos a composição original do grupo. – disse ela enquanto se notava que não era das maiores apoiantes de ela ter vindo – Foi a Ahri quem insistiu que ela viesse, mas também é ela que insiste em voltar.
Suri afastou-se sem dizer mais nada. Sabia que era completamente inútil discutir com Nayo e que Bony estava a espera da primeira oportunidade para lhe dizer o que estava a pensar acerca de ela se ir embora.
Passou por o quarto onde estavam os computadores e não pode evitar um sorriso de orelha a orelha. Aquele não era o seu destino, mas não tinha qualquer dúvida que fosse o das amigas. Na divisão por onde passara a cena que a fizera sorrir começara a desenrolar-se no momento em que Junsu passara por Yunho no corredor.

– Ela está bem! – informou Junsu.
Yunho levantou-se e voltou-se para a porta do quarto onde estava Ahri. Hesitou à porta mas assim que ouviu alguém soluçar do lado de dentro a alma corroeu-se em algo que apenas podia comparar a dor. Ela estava a chorar. A culpa e algo mais que não conseguia explicar ou definir fizeram-no entrar na sala a velocidade da luz e abraça-la com todas as forças quantas possuía. Era tudo culpa sua, apenas sua.
Ahri olhou-o chocada: – Tu…
– Desculpa… Desculpa! Perdoa-me!
Ahri olhava-o sem qualquer reacção. Ele tinha que ter uma qualquer seria perturbação mental, disso estava segura. Afinal de contas quem raio lhe dizia que ela era uma vadia e no momento a seguir a abraçava e lhe pedia desculpas? Afastou-o e ele olhou-a surpreendido: – Tu por acaso tens algum tipo de descompensação psicológica? – perguntou ela visivelmente irada.
Passou a mão pela face: – Tenho de ter. Nem eu mesmo te consigo explicar. – disse ele visivelmente abalado – Eu… não percebo o que se passa comigo.
– E por isso descarregas em cima de mim? – perguntou ela mordaz
– Compreendo a tua raiva e não te censuro, aquela estalada foi muito menos que o que eu merecia….
– Estás bem a tempo de levar um murro se me chateias muito e não sais daqui agora! – cortou ela e ele leu a verdade na ameaça das suas palavras.
Sorriu: – Gostava que tudo fosse tão simples assim. – começou aproximando-se dela e ela recuou um passo quando ele deu um em frente. O sorriso dele aumentou – Mas parece que tu e eu somos tudo menos simples.
Ahri acabou por tocar a mesa atrás de si. Olhou a mesa derrotada e voltou a fita-lo irada quando ele ficou apenas a um pequeno paço de si, nem a meio metro do peito dele: – Qual é a ideia!?
Ele fez um sorriso enviesado: – Tenho muitas… mas neste momento não consigo pensar em nenhuma. – observou ele aproximando o rosto do dela. Ahri fechou os olhos com o coração a ribombar-lhe no peito.
Suri afastou-se a sorrir certa que embora aquele não fosse o lugar dela era sem sombra de dúvida o lugar das amigas.
– Não sei o que tens contra mim… mas vou descobrir, não sou o diabo por que me tomas! – observou Yunho que havia parado a milímetros do nariz de Ahri que, naquele momento, desejou com todas as forças que possuía poder cometer assassínio. Ele leu a expressão do seu rosto e, tirando as mãos dos bolsos, agarrou-a pela cintura e puxou-a para si – Sim?
– Deixa-me ou juro que te parto o nariz!
– Então parte!
Ahri fitou-o atónita. Não contava com aquela resposta.
Ele agarrou-lhe a face pelo queixo: – Parte ou eu não paro novamente! – disse aproximando novamente o rosto do dela. Desta vez Ahri apenas fechou os olhos quando os dele também se fecharam. Sentiu na pele a respiração irregular dele enquanto se aproximava e aquele momento pareceu durar para sempre.
O coração ribombava-lhe no peito como se fosse uma orquestra completa, tão alto que ele pensou que ela o podia ouvir a bater, aqueles olhos avermelhados que o fitavam como nunca ninguém o fitara punham-no fora de si. Por detrás de toda a raiva exagerada, por trás da mascara, sabia que ela escondia apenas uma alma de alguém que se esforçava por ajudar os outros. Matara-o ver Donghae com ela nos braços e era um sentimento que não sabia definir. Tão forte e tão indistinto. A cintura dela parecia encaixar nos seus braços na perfeição como se ambos houvessem sido feitos como aquele propósito. Sentiu a respiração quente dela no seu rosto e o perfume floral, que exerciam uma espécie de feitiço sobre os seus sentidos fazendo-o agir por impulso mais que por acções premeditadas e isso irritava-o tão profundamente quanto lhe dava um prazer desconhecido. Entreabriu os lábios para tocar os dela como se todo o seu ser ansiasse aquele culminar mais que o ar que lhe enchia os pulmões.
– O jantar está pronto! – berrou Shyra da cozinha.
– Meninos e meninas vamos comer. – ouviu-se a voz de Jaejoong dizer com uma alegria que o fazia querer esgana-lo ate a morte e repetir a cena no mínimo umas 20 vezes. Olhou Ahri nos seus braços que corara até a alma e não pode evitar um sorriso e uma gargalhada abafada. Ela fitou-o com o seu característico olhar assassino que ele tão bem conhecia.
– Qual é a piada?
Largou-a gentilmente: – Achei que ficas muito fofa quando coras, só isso.
Ela virou a cara e soube que voltara a corar. Acalmara a besta dentro que desejara e continuava a desejar beija-la como se não houvesse amanha. Por um lado tinha que agradecer silenciosamente a Jae por tê-lo salvo de cometer uma imprudência. Ela tinha razão, ele estava a agir como um imprudente. Recuou um passo: – Vamos comer.
Ele era realmente afectado mentalmente, disso ela tinha certeza. Afastou todos os pensamentos relativos aquele momento da sua mente e concentrou-se no jantar.
Na manhã seguinte Suri despediu-se das amigas enquanto elas voltavam a arrumar as malas para partir para o local de filmagens. Não quis muitas lágrimas porque não era para sempre. Mas preferiu ir de táxi para o aeroporto. Os rapazes despediram-se dela com algum pesar. Mas acabaram por perceber o ponto de vista dela, uma vez que não queria despedidas chorosas.
Com todas as malas no carro, optaram por seguir em veículos diferentes para não dar nas vistas mas as diferenças de logística, devido ao número de raparigas, fizeram-se logo notar. Donghae sugeriu que Nayo fosse com eles, Super Junior, e Ahri bateu pé que queria conduzir ela o carro alegando não ter carta por obra e graça do divino espírito santo e que enquanto as suas capacidades motoras lho permitissem nenhum homem conduziria por ela. Como fora óbvio o condutor destacado para elas afastara-se a fumegar das orelhas e a lançar chamas pela boca não lhes dando qualquer explicação do caminho. Devido ao imprevisto Nayo e Lili foram com os Super Junior enquanto que Junsu foi o destacado para ir com as restantes raparigas olhando sempre Ahri de lado como que se a olhasse com um novo tipo de respeito.
Assim 3 veículos fizeram-se a estrada sem que nenhum dos seus ocupantes soubesse o rumo que o seu destino ia tomar no momento em que haviam começado a sua viagem.


______________________________________________________________

pois eu disse q era pouco portanto n s queixem....
vou acabar o capitulo 10...
portem-s bem... e n morram de curiosidade ate ao Natal... preciso de vs vivas para darem a vossa opinião... se bem q algumas d vs vão provavelmente morrer dps de lerem o capitulo... mas isso ja n é cmg!
Peace!

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Dez 15, 2009 2:21 am

Pois tu queres é que a gente morra!!!! -.-" Despacha-te lá com isso e deixa de tagarelar!

Tá fixe estou a adorar!!!!!!!!!!!!! Até já fico com medo -.-

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Dez 15, 2009 4:48 am

qal medo, QUAL QUE!!!!!! EU QUERO ACÇAO!!!!!!!!!! QUERO QUELES SPOILERS QUE LI DO CAPITULO 10, PAAAAAAAAAAAAAH!!!!!! a serio...com tu ja me disseste uma vez em relaçao à minha "acho que nunca te vou conseguir explicar o quanto eu adoro estra fic!" e anda la que a destino tb vai fikar interessante! =P

nyaaaaaaaaa!! e amei, claru!!! GANBATTE, MANINHA, MEU AMOR!!!! ^.^

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Ter Dez 15, 2009 2:39 pm

Uau

Gostei bue deste cap aposto e k tu e o Yunho ñ gostaram nada já que EU tive d ser a cortes outra vez.
Eu relamente sou uma intrometida....mas

SE ALGUÉM SE ATREVE A SER ENTROMETIDA COMIGO E COM O JAE EU MATO-A(O).
SEM DESCULPAS

Ok depois deste pequeno "aviso" queria dizer k gostei muito e k mal poxo esperar pelo próximo cap
Agora é que vai começar a acção a sério
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Sex Dez 25, 2009 5:36 pm


NA:
Digamos q no que toca a sorte eu sou a rainha da coisa!
A luz faltou desde as 6 da tarde por aki e o dia 24 para mim foi para esquecer, mesmo. O d hoje alem d seca... foi... bem irritante.
Aqui fica a primeira parte, espero postar o resto do cap ainda hoje... mas n consigo prometer, no max so mais logo a noite... isto s o João n quiser sair... pq s quiser so no domingo!
OU seja... Lamento... aqui fica o pouco q tenho:

______________________________________________________________________________________________________________________________________


"A person often meets his destiny on the road he took to avoid it."
Jean de La Fontaine

Capitulo 10
Encontro com o Destino


Demoraram uma manhã inteira a chegar à localização onde as filmagens iriam decorrer. Ahri reclamara metade do caminho por causa dos outros condutores e outra metade por causa do resto todo. Junsu tinha a certeza que ela era a primeira mulher que via a reclamar tanto enquanto conduzia até se aperceber que ela o fazia porque as outras achavam esta sua característica hilariante, embora ao princípio tivesse achado irritante acabara por se divertir imenso com elas. Ahri estacionou o carro ao lado do carro em que seguiam os 3 membros dos Super Junior bem como Nayo e Lili. O carro com os TVXQ estacionou mesmo ao lado do que Ahri conduzira. Eles saíram de dentro do carro e ficaram a olhar para Junsu meios estupefactos com o facto de ele estar a rir e conversar com elas tão naturalmente. Como poderia uma viagem tê-lo feito dar-se tão bem com elas?
Changmin aproximou-se: – Hyung!? Como correu a viagem?
– Tinha que vir este estragar tudo! – exclamou Munny querendo afastar-se mas foi impedida por Changmin.
– Querias ter vindo comigo era? – perguntou ele.
Munny dilacerou-o com um olhar: – Só se fosse para abrir a porta em andamento e atirar-te de o carro para fora.
Changmin soltou uma gargalhada: – Tanta afeição disfarçada com hostilidade, – aproximou-se dela descendo o volume da voz – agora que não tens como escapar de mim, vou certificar-me que a hostilidade acaba para ficar apenas a afeição… Melanie.
Ela ficou a olha-lo mas ele não se afastava dela, acabou por empurra-lo mas ele continuava a sorrir virou-lhe as costas apenas para enfrentar, inconscientemente, as amigas e Junsu que encontraram a explicação para o sorriso de Changmin: Munny corara até à raiz dos cabelos.
Ahri riu com vontade e Munny virou-se para ela carrancuda: – Vai comer o Yunho, ta? E se me chateias muito a próxima vez que disser isto… é numa língua que ele perceba!
– Se te atreves a tal… o Changmin vai ter muito mais com que se regozijar em relação a ti!
Ficaram naquela picardia, em português, uma com a outra.
Um homem veio ter com eles, era o representante da SBS: – Boa Tarde, sou Jung Hyun Ho, representante da SBS encarregue de seguir as filmagens. – informou ele – Queiram seguir-me. Queria apresentar-vos o resto do staff e os vossos colegas actores!
Eles olharam-se e após algumas perguntas de circunstância do sempre cortês Yunho, lá seguiram Jung Hyun Ho até um edifício branco, visivelmente antigo e com pouco uso, provavelmente havia sido alugado apenas para aquele efeito pois havia vários pré-fabricados a volta e algumas tendas, aparentemente as filmagens já haviam começado. Entraram no edifício e automaticamente varias cabeças se viraram. Para os rapazes olhavam com espanto e admiração para as raparigas com um misto de inveja e talvez até raiva. Podiam apostar que se corroíam por tentar saber o que elas estariam a fazer na companhia deles. Bony não pode evitar um sorriso monumental e Nayo pura e simplesmente fez de conta que elas não existiam. Afinal estavam ali a trabalho tal e qual como qualquer um dos rapazes.
Yunho viera todo o tempo a falar com Hyun Ho e isso parecia irritar profundamente Ahri, facto que as amigas começavam a notar pelo ar de poucos amigos e as respostas tortas. Lili percebeu o que se passava: – Ele tem que fazer o papel de líder, sabes? – perguntou ela em português.
– Quero lá saber, parece um lambe botas feito a medida, até enerva. – observou ela.
Munny assentiu com afirmativamente, também a irritava que Yunho fosse tão frio com umas pessoas e com outras pura e simplesmente se desfizesse em cortesia de circunstancia.
Nayo fitou Ahri com cara de poucos amigos: – Explica-me a tua implicância com o Yunho que eu ainda não consegui perceber!
Yoochun percebeu que algo não estava bem e aproximou-se: – Passa-se alguma coisa?
Nayo lançou-lhe um olhar fulminante: – Mete-te na tua vida!
As restantes raparigas desculparam-se a Yoochun enquanto Nayo ficava com ar carrancudo e seguia o resto do grupo. Shyra e Jae apareceram a perguntar também o que se passava e perante o olhar fulminante de Nayo, Shyra não pode evitar uma gargalhada que chamou a atenção de todos.
Entraram numa sala onde durante uns bons 50 minutos levaram uma monumental seca sobre o drama épico que iam filmar, na sala estavam já alguns actores que Hyun Ho apresentou. Pelo que parecia faltava um dos actores principais mas parecia ser uma espécie de surpresa de tão empolgados que todos estavam. As raparigas entreolharam-se perguntando-se quem seria. No meio de tanto “monumento” perguntavam-se se poderia faltar mais alguém ali. Supuseram que fosse um actor com mais idade e experiencia, alguém para dar grande prestigio ao drama, mas quem?
Acabaram por sair da sala para ir conhecer as imediações e as instalações onde ficariam alojados, aparentemente ficariam todos numa espécie de pensão conjunta. Um antigo hotel bastante próximo da localização das filmagens por razões de mobilidade e para não haver interferência de fãs. As raparigas também iriam compartilhar o hotel, no entanto, apenas as áreas comuns como a sala de estar e a cozinha. O andar superior fora inteiramente reservado às “raparigas estrangeiras” e aos “meninos da SM Entertainment”. Apesar do atrito obvio, entre algumas raparigas e alguns rapazes, em algo todos estavam de acordo: aquilo era uma péssima ideia, se bem que ninguém o achava pelas mesmas razões e alguns jamais admitiriam quais eram essas razões.
Quando foi dada a autorização de “livre circulação” para conhecerem as imediações e para poderem conhecer melhor a equipa e os outros autores, Ahri afastou-se deles e vagueou sozinha pelo Set de filmagens. Naquele dia, por alguma razão que não se conseguia aperceber, não estava a conseguir lidar com alguns dos rapazes.
– Oh, bem… talvez só um… – disse para sim em português – OK! Até é só o Yunho… Merda! Porque raio me irrita tanto aquele trinca espinhas do tamanho da Torre Eiffel? De todos os gajos neste planeta porque ele?
Deu um pontapé numa lata mas acabou por a ir apanhar e por no lixo.
– Olá! – disse uma voz atrás de Ahri em coreano.
Ela voltou-se para se deparar com a criatura mais bela que, provavelmente, Deus alguma vez criara. De tal forma que lhe roubou as palavras.
Ele disse mais alguma coisa em coreano que ela não conseguiu perceber para alem do sorriso monumentalmente belo que lhe roubava o fôlego a cada palavra e a voz dele era tão profunda que parecia perscrutar-lhe a mente e ficar lá gravada como uma tatuagem eterna. Era como a voz de um Deus, de tão bela que achava.
– Desculpa, não falo coreano. – disse ela em japonês assim que recuperou algum uso da palavra.
Ele sorriu: – Mas também não tens cara de japonesa!
Ela corou: – Sou europeia.
Ele sorriu ainda mais: – Tens nome?
Ela sorriu de volta: – Peço desculpa. Os meus amigos tratam-me por Ahri. Prazer em conhece-lo.
– Ahri? E quem não é teu amigo, como te trata? – perguntou ele.
Ela soltou uma gargalhada que o surpreendeu: – Talvez por Susana, o meu nome verdadeiro.
– Humm. – disse ele – Desculpa nem me apresentei, o meu nome é…
– Lee Jun Ki. Eu sei quem és. – observou ela
– Prazer! – disse ele prazenteiro
– E eu sou Jong Yun Ho. – disse Yunho aproximando-se com cara de poucos amigos – Prazer.
Ahri olhou Yunho boquiaberta com a hostilidade com que ele acabara de tratar Lee Jun Ki. Pensava que ele só a tratava assim a ela: – Bates-te com a cabeça? – perguntou-lhe baixinho – Porque o estás a tratar assim?
– Mete-te na tua vida – ripostou Yunho que lançou outro olhar pouco amigável a Junki.
Este riu-se e ambos o olharam: – Vocês comportam-se como se fossem casados à uns 30 ou 40 anos.
Ahri afastou-se automaticamente de Yunho e ele fez o mesmo.
– Jamais! – exclamou Ahri – Para casar com ele precisava de ser louca.
Yunho franziu o sobrolho: – Eu jamais casaria com alguém como tu! Preferia morrer a casar com uma estrangeira! – disse Yunho afastando-se claramente irritado.
Junki olhou Ahri que embora se mostrasse forte, impávida e serena seria de esperar que estivesse abalada por dentro: – Ele não queria dizer aquilo.
Ahri sorriu: – Não interessa. Se ele é parvo é problema dele.
Junki soltou uma gargalhada: – É uma criança, não sabe nada de mulheres.
– E tu sabes?
– Uns quantos anos a mais de experiencia tem que contar a meu favor, não? – perguntou ele – E que tal uma bebida para espairecer?
– Aceito. – aceitou Ahri garantindo a si mesma que nenhum mal haveria de vir ao mundo por causa de uma bebida com um monumento.
Afastaram-se e Yunho deu um murro numa árvore que a fez estremecer.

Bony atirou o telemóvel para cima do sofá irada com tudo e com todos: – Para o inferno com os homens! – disse em coreano por automático.
– Não somos todos iguais! – observou Junsu sentando-se ao lado dela assustando-a.
– Parece que fazem por o ser! – disse ela – Pelo menos por vezes!
Junsu riu: – Isso é catalogar alguém antes de o conhecer, não é justo. Mas mudemos de assunto. – sugeriu com um enorme sorriso – Que tal a “nova casa” dos próximos tempos?
Ela acabou por sorrir: – É impossível estar chateado ao pé de ti, não é?
– Faço os possíveis para isso!
Desataram a rir sem causa aparente.

Heechul aproximou-se de Yunho: – Que se passa?
– Nada, apenas umas coisas sem qualquer interesse de maior. – disse ele ainda com ar carrancudo.
– Conheço essa cara, o que quer que seja para te deixar assim tem que ser algo de alguma importância para ti! Mas não vou insistir! – apontou o prédio o dormitório. – Temos o resto da tarde de folga. Vai um jogo de Playstation?
Yunho fitou o dormitório e depois Heechul: – Desde que seja de porrada, eu alinho!

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Dez 27, 2009 1:45 pm

Nota da Autora:
Eu sei q mts me quiseram matar qd leram isto:

EU DEIXEI CLARO Q O CAPITULO N ESTAVA COMPLETO!
Lamento ter estado com problemas tecnicos. o capitulo 10 revelou-se... huh.... bem.... diferente do q eu pensava.... assim q virem a Nayomira avisem-m que é para eu poder emigrar ou imigrar ou la o q é... o qt antes, ok?
Espero q gostem



__________________________________________________________________________________________________

(continuação)

Leeteuk passou um papel a Jae: – Aparentemente é tudo muito lindo, mas aparte a grande estrela que vem fazer o drama e que tem direito a apartamento próprio e privado, nós teremos que partilhar o quartos e casas de banho. – informou Leeteuk – O que tens na mão são os nossos horários e os horários de uso de banho, pelo que parece só 2 casas de banho, neste andar, tem duche e teremos que os dividir com as raparigas.
Changmin arrancou a folha das mãos de Jae: – Podiam por uma casa de banho para cada sexo.
– Somos mais que as raparigas, meu inteligente! – disse Yoochun arrancando a folha das mãos de Changmin.
– WOW! Hyung, que se passa? – perguntou Changmin – Que bicho te mordeu. – seguiu o olhar de Yoochun e sorriu – Ou quem, neste caso.
Donghae tinha ligado a Playstation 3 que Heechul trouxera e estava a explicar algo a Nayo, pela conversa estava a tentar convence-la a jogar com eles mas ela parecia não muito animada com a ideia. Ele mostrou-lhe uma caixa e ela riu ao contar-lhe algo que também o fez rir.
Changmin voltou-se novamente para Yoochun que parecia ainda mais aborrecido.
– A esperança é a ultima a morrer, não é Hyung?
– A minha paciência começa definitivamente a esgotar-se para ti, Changmin! – observou Yoochun num claro tom de ameaça que em nada pareceu abalar Changmin que sorriu ainda mais com o claro e obvio ataque de ciúmes. Era divertido implicar com Junsu porque ele se irritava facilmente, mas o prato mais saboroso era sem qualquer dúvida Yoochun porque ele se irritava a um ponto bastante mais alto que qualquer um dos outros e por vezes qualquer coisa o irritava. Também gostava de irritar o Yunho… mas para esse havia limites, o tipo chegava a ser assustador.
Jae riu a socapa: – Sabes, ela só…
– Cala-te! – disse Yoochun afastando-se deixando Changmin, Leeteuk e Jae a rir entre dentes.
Donghae e Nayo olharam-se.
– Que se teria passado ali? – perguntou ele
Ela soltou um “humpf” de escárnio: – Com aquele nunca se sabe!
Donghae olhou-a atentamente: – Que se passa entre vocês? Tas sempre mal humorada quando se fala em Yoochun. E chamas-lhe um nome qualquer na tua língua… que quer dizer? – perguntou ele curioso.
– Mete Nojo?
– Isso! – assentiu Donghae
Nayomira partiu-se a rir: – Sinceramente? Não queiras saber!
Riram ambos com vontade.
– Verdade, onde anda a Ahri? – perguntou Donghae – Já não a vejo desde que nos andaram a mostrar as imediações.
Nayo pensou no assunto: – Agora que falas nisso… ela devia estar aqui! Não faço a mínima ideia de onde esteja.

Lee Junki cedeu uma cadeira a Ahri e sentou-se na cadeira em frente. Olhou-a uns minutos e depois o empregado apareceu.
– Que vais querer? – perguntou Junki a Ahri.
Ela pensou um pouco: – Talvez uma coca cola.
Ele riu: – Coca cola? Já bebes-te Suju?
– Não. – disse ela – Não posso beber em horário de trabalho.
Virou-se para o empregado: – Duas coca colas!
Ahri riu: – Obrigado.
– Aquele era o U-Know Yunho dos TVXQ, não era? – perguntou ele enquanto o empregado lhes colocava as bebidas a frente – Confesso que fiquei espantado por saberes quem era.
– Confesso que estou espantada com o teu a vontade comigo. – observou ela – Convidas todas as raparigas que acabas de conhecer para beber?

Donghae explicava como funcionava o Tekken a Nayo quando Yunho e Heechul chegaram.
– Mas não gostas? – perguntou ele.
Ela sorriu: – A Ahri passa a vida a pôr-nos a jogar isso na PS2 dela, mas prefiro jogos com excelentes gráficos e onde possa andar de espada na mão a dar uma coça a malta! – explicou ela. – Estilo Senhor dos Anéis e assim.
Ele olhou-a francamente espantado: – Uah! Espera… a Ahri tem o Tekken? Então sempre jogas-te!
– Sim, ao menos serve para aliviar stress!
Riram. Heechul sentou-se ao lado de Donghae: – Jogamos?
Donghae olhou Yunho: – Hyung!? Também jogas?
Yunho fitou-o com ar carrancudo: – Preciso de aliviar stress.
Junsu aproximou-se: – Nayo? Posso falar contigo?
– Claro! – disse ela e virou-se para os rapazes – Já volto.
Afastaram-se um pouco e Junsu entregou-lhe uma folha: – Isto são os horários de filmagens e de uso do banho. Sei que sou eu que tenho uso da casa de banho agora… mas será que posso trocar contigo? – perguntou ele – O manager chega daqui a pouco e disse que queria falar comigo, portanto não poderei tomar banho ainda, importas-te?
– Oh! – olhou o horário – Não! Até agradeço, um banho agora dá jeito. Sinto-me a colar do calor que apanhamos na viagem e quando andamos pelo set. Não tem qualquer problema.
Junsu sorriu abertamente: – Muito obrigada! Vou andando, até logo.
Nayomira foi até ao quarto e agarrou na pequena mala com os cremes e produtos de higiene pessoal e nas suas toalhas e dirigiu-se a casa de banho agradecida pela oportunidade de poder tomar um banho para espairecer. Junsu revelara-se o salvador da pátria com aquele pedido, nada lhe agradaria mais que ficar de “molho” uns bons 30 minutos para aclarar as ideias.

Shyra entrou na sala onde eles estavam todos reunidos: – Onde está o resto do pessoal? – perguntou a Lili que estava sentada num sofá acompanhada de Leeteuk, Changmin e Jae, parecia que ela estava a ensina-los a jogar as cartas como em Portugal.
– Não sei da Nayo ou da Ahri. – respondeu Lili. – A Munny enfiou-se no quarto dizendo que tinha que telefonar aos pais… se bem que já lá vai uma meia hora.
Riram. Jae e Shyra afastaram-se para a conversar sobre o drama que iam filmar pois tinha-lhes sido entregues os guiões nessa tarde: – Que achas do drama?
Shyra pensou um pouco: – Para um épico é muito bom.
Chegaram a cozinha e Jae pensou em algo: – Olha vou ver do Yoochun, já volto! Ok? Depois podemos tratar do jantar, pode ser?
– Vou só mudar de roupa e já te ajudo com o jantar. – disse ela com um enorme sorriso.
– Obrigado. – disse ele dando-lhe um beijo na testa e afastou-se. Shyra dirigiu-se ao quarto e parecia saltitar a cada passo.
Encontrou Yoochun com cara de poucos amigos a fazer algo no computador: – Anda! – disse ele agarrando Yoochun por um braço.
– É o horário de banho do Junsu! Apetece-me implicar com ele… e tu vais ajudar-me! – disse Jae.
Yoochun olhou-o de olhos arregalados: – A troco de quê? – perguntou ele – E porquê eu?
– Apetece-me chatear o Junsu, tem andado muito profundo ultimamente… e muito, talvez demasiado, calado para o meu gosto!
Yoochun soltou uma gargalhada: – Qual é a tua ideia?
– Fazemos assim: abres a porta e enquanto lhe pregas um susto eu tiro uma foto a cara de parvo dele mas…

Ahri entrou na sala de convívio com um grande sorriso fazendo com que todos a olhassem francamente espantados: – Que foi? – perguntou
– Porque o sorriso? – perguntou Bony espantada com a assombrosa mudança que o humor de Ahri sofrera desde a ultima vez que a vira – Ainda a pouco estavas com cara de querer matar meio mundo e agora chegas toda sorrisos.
Changmin fitou Ahri: – Meio mundo? Eu diria mundo inteiro.
Ahri sorriu-lhe e ele arregalou os olhos de puro espanto: – Ora, já não se pode fazer amigos!? – perguntou
– Podes… mas nem todos te fazer sorrir assim. – observou Donghae que jogava com Yunho. Este não movera os olhos do ecrã e num acto de fúria sua e distracção de Donghae deu-lhe o golpe final e as letras “KO” encheram o ecrã.
– Oh! – fez Donghae olhando Yunho e ficou petrificado com a cara de ira que este tinha – Wow… é só um jogo Hyung! Calma.
– Next! – disse Yunho.
Ahri antecipou-se a Heechul: – Sou eu! – olhou Yunho nos olhos – Está na altura de resolvermos umas quantas questões.

Abriu a porta com cuidado para ele não ouvir... mas não era Junsu na casa de banho. Nayo estava a enrolar-se na toalha e gotas de água ainda se aglomeram no cabelo húmido, que, repleto de água, lhe descia numa cascata escura de caracóis até a base do pescoço e na pele clara. Pequenas ondas de vapor exalavam da sua pele como se ela fosse uma criatura mística saída de um sonho. O coração ribombava-lhe no peito com tanta força que temeu que ela o ouvisse e o descobrisse a observa-la.
Fechou a porta com tanto cuidado quanto lhe fora possível devido às mãos estarem a tremer como se fossem de gelatina e nem dois segundos depois chegou Jae: – Então? – perguntou ele espantado com a cara dele – Que aconteceu?
– Eu...
– Que fazem vocês aqui? – perguntou Junsu aparecendo do outro corredor.
– Ore!? – Jaejoong olhou atónito . – Se tu estás aqui então quem...
Yoochun afastou-se tão vermelho quanto a t-shirt que tinha vestida. Amaldiçoando-se internamente pela estúpida ideia de tentar ajudar Jaejoong sabendo que as raparigas estavam ali. Porque raio estava ela a tomar banho em vez do parvo do Junsu. Enquanto caminhava pensou nas maneiras em como podia acabar com a raça de Junsu assim que tal lhe fosse possível.
Jae olhou Junsu: – Não era suposto estares a tomar banho?
O outro olhou-o estupefacto: – Pedi à Nayo para tomar banho no horário dela o manager queria falar comigo, mas acabou de me ligar a dizer que afinal já não podia vir, pelo que parece já só pode falar comigo a amanhã porque tem que voltar já para Seul. – a cara com que Jae o olhava acabou por o preocupar – Porque estás a olhar assim para mim? Mas que raio se passou aqui?
– Tu o quê? – Jae olhou na direcção em que Yoochun seguira – Acho que sem querer acabamos de fazer um bem tremendo àquele idiota.
– Estás a falar de quê? – perguntou Junsu olhando-o de lado – Que faziam vocês aqui?
A porta da casa de banho abriu-se e Nayo olhou-os a ambos com ar de fúria: – Eu até entendo que vocês sejam os Dong Bang Shin Ki e tal... Mas tenham lá dó! Há possibilidade de uma pessoa tomar banho em paz? Quem vai tomar banho a seguir é a Ahri, portanto desempestem. – quando viu que eles a olhavam com ar de espanto ficou preocupada – Que foi? Já agora, que fazem aqui?
– Isso também eu queria saber. – observou Junsu.
– Tens o cabelo a pingar. – disse Jae para Nayo
Ela revirou os olhos: – Muito bem, Sherlock, mas se vocês não me interrompessem provavelmente não estaria porque já o teria secado. Não desvies do assunto e responde.
Jae sorriu: – Há certas coisas que por vezes vale mais ficarem no segredo dos deuses.
Nayo suspirou: – Começo a achar que andas a passar demasiado tempo com a Shyra. – depois olhou para Junsu – Sim? Tu não tinhas uma reunião não sei onde?
– Não olhes para mim! Eu só estava a caminho da sala quando os encontrei. – observou ele.
– “Os”? – ela levantou uma sobrancelha de suspeita e olhou Jae – Diz-me que não estavas com quem eu estou a pensar que estavas ou eu juro que os DBSK passam a ser 4!
Ele olhou-a inocentemente: – ‘Tas a falar de quem?
– Ela refere-se ao Yoochun. – observou Junsu farto dos rodeios deles.
Nayo fulminou Jae com o olhar e este teve a certeza que se não escolhesse bem as palavras os DBSK teriam mesmo um membro a menos, perguntou-se como podiam elas ser todas tão amigas se eram todas tão diferentes. Sorriu docemente: – O Yoochun andava a procura do Yunho. Mas para variar não sabemos onde ele se enfiou.
Junsu e Nayo olharam-se e depois para Jae: – À frente da casa de banho? – perguntaram ao mesmo tempo.
– Cruzamo-nos aqui por acaso.
Ahri apareceu e ficaram todos a olha-la. Ela franziu o sobrolho e cruzou os braços em frente ao peito: – Que foi? Que raio estão vocês todos a fazer aqui? Isto é o quê, reunião de condóminos frente à casa de banho?
Nayo entrou para secar o cabelo sem lhe responder e os outros dois afastaram-se. Ela ficou a vê-los afastarem-se de boca aberta: – Yah! – abanou a cabeça – Que queridos. – entrou na casa de banho – Que se passou?
– Não faço ideia. Não me disseram.
– Vou buscar as minhas coisas para tomar banho. – disse Ahri saindo.
Nayo ficou imersa em pensamentos. Jae não lhe contara algo. O Junsu parecia não estar envolvido mas ainda assim gostava de saber o que se passara. Sentira frio, como se alguém houvesse aberto a porta, quando saíra do banho, mas quando olhara para trás esta continuava fechada e pensou tratar-se apenas de uma corrente de ar ou de a toalha estar mais fria que a temperatura do seu corpo. Seria possível que Jae ou pior Yoochun tivessem aberto a porta da casa de banho? Abanou a cabeça tentando afugentar a ideia. Ahri voltou e ficou a olha-la um pouco antes que ela se apercebesse da sua presença deixou-a a falar sozinha resmungando qualquer coisa acerca de andarem a dar com ela em doida ou de agirem como dementes. Não gostava de ignorar a irmã mas não queria de todo confessar-lhe o que lhe ia na mente, era demasiado complicado até para ela e sabia que bastava um olhar de Ahri para saber exactamente o que se passava. Imaginou que ela já desconfiasse de algo mas negava-se a dar-lhe esse gozo. Só por esse pensamento gravou na mente que trataria de fazer com que Yunho não a largasse mesmo, assim ela ia ver o que era bom para a tosse.
Parou e olhou para trás. Agora que pensava nisso, tinha a impressão que Ahri evitava Yunho a todo o custo. Abanou a cabeça. Devia ser apenas impressão sua ou então era mesmo a timidez que ela sempre se esforçava tanto por esconder. De qualquer dos modos não fazia sentido ela tentar afastar Yunho quando ela sabia tão bem o quanto ela gostava dele. A não ser que...
Quando Jae chegou à sala não encontrou Yoochun. Yunho estava com cara de poucos amigos a jogar Tekken com Heechul.
– Que tem ele? – perguntou a Leeteuk e Lili sentando-se ao lado deles.
– A Ahri deu alta abada ao Yunho. – observou Leeteuk baixinho enquanto Lili tentava dissimular a enorme vontade de rir.
Jae olhou-o francamente espantado. A miúda era uma caixinha de surpresas. Bony estava sentada do outro lado da sala novamente ao telefone: – Ela chega a largar o telefone para alguma coisa? – perguntou a Lili.
Ela sorriu: – Está toda feliz porque o Ian chega amanhã. – observou ela.
Jae dissimulou o desapontamento o melhor que pode com um sorriso. Suri comentara uma vez que o tal Ian era parecido com ele ou vice-versa. Mal esperava por lhe mostrar as diferenças.
Nayo entrou na sala como um furacão sentou-se ao lado de Donghae que observava atentamente o jogo de Heechul e Yunho. Ele olhou-a surpreso: – Que foi?
– Quero jogar a seguir. – disse ela para os outros dois em resposta a Donghae.
Yunho e Heechul olharam-na de relance entre socos e pontapés. Yunho ponderou deixar-se perder apenas para não ter que ser vencido por outra fera. No entanto, enquanto o fazia Heechul deu-lhe o golpe de misericórdia.
Yunho riu ao perscrutar a expressão carregada de Nayo, parecia estar pronta a esganar o primeiro que a irritasse, olhou Heechul enquanto entregava o comando a Nayo: – Agradece a Deus ser só virtual.
– Fala quem levou a maior derrota da sua vida de uma miúda. – escarneceu Heechul.
Nayo olhou Yunho: – Jogas-te como a Ahri?
Não era uma pergunta era uma afirmação, suara a pergunta porque ela parecia espantada com o facto de ele o ter feito. Todos na sala desataram a rir, ele olhou em volta e depois para Nayo: – Ela disse-te?
– Não. Mas só um louco tentaria a sua sorte num jogo de porrada com a Ahri – olhou-o de alto a baixo – e tu és louco.
Sentou-se a vê-los jogar mas acabou por se fartar. Decidiu ir apanhar um pouco de ar fresco. Assim que abriu a porta da varanda sentiu o cheiro a tabaco e preparou-se para repreender Yoochun mas espantou-se por ele estar acompanhado por Ahri. A razão dizia-lhe para se mexer dali, que não era bonito ouvir a conversa dos outros, mas a mente e a curiosidade queriam saber de falavam e acabou por ficar ali, encostado à soleira da porta, nas sombras, observando as estrelas, convencendo-se mentalmente que a varanda era pública, o facto de não ter dado a conhecer a sua presença ali devia-se ao facto de não os querer interromper.
– Porque não? – perguntou Yoochun.
Ela suspirou: – Ora. Porque não resultaria. – observou ela – Há melhor que eu.
– Já falámos sobre isto, Ahri. – repreendeu ele. – Não há ninguém melhor que tu, és única.
Ouviu o som da gargalhada dela. Eles estavam inclinados sobre a grade da grande varanda e olhavam as estrelas. Ela deu com o ombro no de Yoochun e ele retribuiu, riram ambos. Yunho perguntou-se desde quando é que eles se tinham tornado tão amigos.
Ela voltou a suspirar: – Não é tão fácil assim.
– Doushitte?
– Logo tu a perguntar-me.
Voltaram a rir.
– O amor por vezes é inexplicável, não é? – perguntou ela.
Yoochun passou-lhe um braço pelos ombros: – Sim. Apenas gostaria que fosse mais fácil. Mas prometo que também não vou desistir, nunca.
Yunho fitou-os com o coração a bater-lhe desenfreado no peito, não podia ser. Negava-se a acreditar. Fartou-se de ouvir e saiu dali. Não quis saber para onde. Só queria sair dali, afastar-se deles, dela. Não queria acreditar que a perdera, no entanto, ela nunca fora sua. Tudo porque não dera um passo em frente. Não quisera precipitar-se e agora perdera-a. Parou ao lado da casa de banho. O cheiro dela. Olhou a porta aberta e as gostas a humidade que ainda imperava lá dentro.
– Raios! – disse dando um murro na parede.
– Se queres partir um pulso aposto que falta só mais uma tentativa. – observou Nayo.
– Que queres?
– Vais juntar-te à Ahri no mau humor? – perguntou ela mordaz.
Ele fitou-a e depois virou-lhe a cara e começou a afastar-se. Nayo seguiu-o.
– Queres parar de me seguir?
Ela sorriu: – Tem condescendência para com as fãs. Só quero um autógrafo.
Ele riu: – Vindo de ti...
O sorriso dela morreu: – Isso quer dizer o quê?
Ele respirou fundo e abanou a cabeça encostando-se à parede cruzando os braços sobre o peito. Quando ouviu a gargalhada dela acordou dos seus pensamentos.
– Só conheço uma pessoa que age da mesma maneira.
– Para com isso!
– Porquê?
– Porque a Ahri namora com o Yoochun. – disse ele zangado.
Foi como se alguém invisível tivesse dado um murro no estômago de Nayo. Ele não podia estar a falar a sério. Havia algo de errado ali, muito errado. Ela nunca lhe faria isso. Repreendeu-se. Ela nunca assumira que gostava dele, nem uma única vez por mais que Ahri insistisse nisso. Teria estado ela a sonda-la para saber se podia avançar? Se assim fora, então ela havia-lhe dado alta luz verde: – Tens certeza do que estás a dizer-me?
– Acabei de os ver na varanda muito românticos um com o outro a falar de amor. – disse ele – Acho que sai a tempo de não ter que testemunhar a cena do beijo.
Nayo quis acalmar-se mas a sua mente começava a magicar sobre como matar Ahri da forma mais lenta e penosa que conhecesse. Ao pensar na traição da irmã olhou Yunho e teve a certeza que algo estava muito mal explicado. Nunca na vida Ahri trocaria Yunho por Yoochun. Ela estava farta de a apanhar a babar-se quase literalmente para ele. Por outro lado depois de tanto despeito de Yunho, embora ela também não andasse a facilitar as coisas, ela podia muito bem ter caído nos braços de Yoochun. Maldito mulherengo arraçado de gente. Quem o ia mandar para o Iucatão naquele momento era mesmo ela e ia certificar-se que o fechava numa jaula cheia de leões famintos.
Ela respirou profundamente para se acalmar: – Explica-me uma coisinha.
Ele olhou-a de lado: – O quê?
– Qual é o mal? E se namorarem? Porque estás tão chateado? – perguntou ela.
– Isso não é uma coisinha!
– Vais-te armar em bom ou vais responder-me?
Ele sentou-se no chão e pôs a cabeça entre as mãos e os joelhos. Nayo soube a resposta mesmo antes de ele falar: – Porque gosto dela. Queria dizer que não, que não sinto nada. Talvez só me tenha apercebido disso agora, quando os vi juntos.
Nayo teve pena dele e agachou-se a frente dele: – És cego, Yunho? Ou não queres mesmo ver?
Ele olhou-a estupefacto: – Falas de quê?
– Não faço ideia porque acabaram juntos, mas posso garantir-te que até a bem pouco tempo ela gostava era de ti. – explicou ela – Se isto não passar de um mal entendido como eu espero, ela vai matar-me por te estar a dize-lo.
– Pensava que gostavas do Yoochun. Não sei como estás tão calma, se eles estiverem mesmo juntos é como se ela te tivesse traído.
Ela sorriu: – Há muito tempo ela fez-me uma promessa. Conheço-a minimamente para saber que ela preferiria dar uma de melodramática e sofrer ela por amor que ver-me sofrer a mim.
– Tens-te em muita conta.
– Queres morrer?
Ele levantou uma sobrancelha de escárnio: – Tu e quantos mais?
– Fdx até a falar vocês são parecidos. Anyway, livra-te de voltar a insinuar que eu não significo nada para ela. – observou ela – Começo a achar que tens uma ideia completamente errada dela.
– Porquê? Porque ela age como vossa mãe? Porque ela mostra uma coisa por fora mas está sempre preocupada com toda a gente? Porque tem um sorriso lindo e uma voz ainda mas bonita? Porque por muito em baixo que esteja está sempre a tentar animar os outros? Porque põe os outros a frente do próprio bem-estar? – perguntou ele
Nayo olhou-o com uma vontade mortal de se rir: – Estás mesmo apanhadinho não estás?
– Não gozes comigo.
– Estou longe disso.
– Não percebo as mulheres. – disse ele voltando a enfiar a cabeça entre as mãos e os joelhos. Nayo não resistiu a abraça-lo. Sabia como ele se sentia e ele parecia tão desamparado e ao mesmo tempo tão fofo que o instinto a forçou a abraça-lo, queria tanto poder fazer algo para ajudar Yunho e Ahri, mas não sabia o quê.
Ahri e Yoochun entraram no corredor. Yoochun ficou ali parado a olha-los sem que eles se apercebessem que eram observados. Ahri olhou-os preocupada e correu para eles agachando-se ao lado deles: – Que se passou? Ele está bem? – perguntou pondo a mão na testa de Yunho para lhe medir a temperatura.
Nayo e Yunho olharam-se. Nayo desatou a rir e Yunho e Ahri olharam-na indignados.
– Qual é a piada? – perguntaram ao mesmo tempo.
Yoochun afastou-se sem dizer uma palavra. Ahri podia ser cega mas ele não era.
– Yoochun?! – chamou Ahri – Que raio deu naquele agora? – perguntou-se ela, depois olhou-os – Que se passa?
– Aqui o cumido acha que namoras com o Yoochun. – observou Nayo sendo dilacerada pelo olhar de Yunho
Ahri desatou a rir acabando por cair para trás ficando sentada no chão. Nayo bateu-lhe no ombro mas só contribuiu para que ela se risse ainda mais: – Acaba lá com isso. – pediu Nayo.
– Desculpa. – pediu ela limpando lágrimas do canto dos olhos. – Tem demasiada piada, não resisti!
Era a primeira vez que Yunho a via agir assim a frente dele e não pode evitar a pergunta: – Então vocês não namoram?
– Onde raio foste buscar essa? – perguntou ela voltando a pôr-lhe a mão na testa – Não pareces doente mas tas um pouco quente.
Ele afastou a mão dela com brusquidão: – Porque mentes?
Ela olhou-o com ar assassino: – Volta a dizer que eu estou a mentir e juro que te arrependes para o resto da vida que não se avizinhará muito longa se o fizeres!
Ele abriu a boca para barafustar mas o que viu nos olhos dela foi verdade. Aqueles olhos não enganavam, pelo menos não a ele. Então as palavras de Nayo atingiram-no como um raio fulminando-o de alto a baixo e fazendo o coração bater-lhe desenfreado no peito: ela gostava dele. Sorriu ante tal pensamento, nem tudo está perdido.
– Bates bem? – perguntou Ahri vendo a mudança repentina de humor de Yunho. – Não me respondeste.
– Nem respondo. – disse ele.
– Desculpa? – perguntou ela. Nayo aproveitou a oportunidade para se retirar de mansinho e escapulir-se antes que Yunho desse com a língua nos dentes e Ahri a quisesse esganar ali mesmo.
– Não me apetece. – disse ele com um sorriso maroto.
Ela olhou-o de esguelha: – Estas a testar a minha paciência, novamente?
– Acho que já fiz disso um hábito.
Ela respirou fundo e levantou-se para se impedir de dar um pontapé numa canela. Ele levantou-se e seguiu-a. Ela parou de súbito e ele quase chocou com ela: – Eu não preciso de sombra, Yunho, acho que já deixei isso claro, pensava que estavas chateado comigo! As tuas mudanças de humor põe-me a cabeça a roda!
Ele olhou-a e apercebeu-se do ar de cansaço que ela ocultara até ali. Ela ia começar a andar quando ele a agarrou por um braço: – Vai descansar.
– Porque é que quando falas comigo tudo sai em tom de comando? – perguntou ela sem mais forças para continuar as batalhas com ele. – Que raio! Também sou rapariga como as outras. Se queres que eu seja menos “fera”, como tu me chamas, então trata-me decentemente e garanto-te que eu passo a agir de modo diferente.
– Comecemos por fazer-te sentar. – observou ele. – Parece que vais voltar a desmaiar a qualquer momento.
Ela abanou a cabeça: – Quantas vezes preciso de te dizer que estou bem?
– Podes dizer isso as vezes que quiseres, eu apenas faço o que acho melhor para ti. – disse ele. Tentando arrasta-la consigo mas ela recusou-se a mover-se. Ainda teve intenção de avisar o que ia fazer. Mas com um sorriso agarrou nela ao colo. Ela esperneou, barafustou e bateu-lhe no peito até se cansar e acabar por ficar com ar carrancudo até ele a sentar na cama dela.
– Isso foi muito mais que escusado. – observou ela.
Ele sentou-se na cama em frente e sorriu: – Eu não acho. Estás com um ar tão cansado. Assim poupaste forças. – tocou o peito que começava a ficar dorido no local onde ela lhe batera – És um bocado para o bruta para uma rapariga.
– És um bocado para o parvo para um rapaz.
– Não te chateies comigo. Desculpa a cena de há pouco... Digamos que não gosto muito de perder. – disse ele sondando a reacção dela.
– Estás assim por causa do diabo do Tekken? – perguntou ela surpresa – Quando queres és tão criança.
Ele sorriu e inclinou-se na direcção dela: – Eu não estava a falar do Tekken. – ela olhou-o com o espanto escrito no rosto. Ele riu: – Que querias ser quando crescesses? – perguntou ele.
Ela olhou-o como se olhasse para um maluco: – Tens certeza que te sentes bem? Isso vem a troco de quê?
Ele deitou-se na cama de Nayo: – Gosto de saber sempre mais sobre os meus amigos.
– Agora sou tua amiga?
Ele virou-se para ela: – Não gostas de mim suficiente para ser teu amigo, é?
Ela engoliu em seco. Ele sabia de alguma coisa e com toda a certeza estava a brincar com ela. Decidiu que ia ver até onde aquele joguinho ia deitando-se também na cama. A única luz no quarto era a da luz que entrava pela janela por cima da sua cama e inundava tudo de uma luz prateada e irreal. Reparou que ele tinha os olhos fechados e perguntou-se se ele faria tensão de dormir ali: – Acho que sempre quis estar relacionada com o mundo das artes.
– Como assim?
Então ele estivera a espera da sua resposta: – Design de moda. Escritora a part-time. O emprego perfeito. – disse ela não se apercebendo que sorria e fechou também os olhos enquanto se imaginava enquanto jovem a desenhar numa folha em branco e a recordar-se da sensação de realização quando terminava um desenho e achava que o produto final era atingível.
Ele olhou-a e o sorriso morreu-lhe nos lábios. Sob os raios de prata que provinham da janela mesmo por cima da cama dela, iluminando parcamente o seu rosto sorridente, ele viu muito mais que o que esperava. Era como se aquela luz que a rodeava surgisse dela, como se ela se fundisse com aquela luz pálida tornando-a irreal e mística. Os lábios rosados tocados pela luz eram tão apelativos quanto as longas pestanas negas que lhe cercavam os olhos agora fechados, a pele clara tocada pela luz prateada fazia-o querer toca-la tanto quanto queria respirar. Não soube quando se levantou mas quando se apercebeu do que estava a fazer as suas mãos tocavam o rosto dela acariciando a face, os olhos dela abriram-se rapidamente fitando-o inquisitoriamente, quando ia a abrir a boca para falar ele colocou-lhe um dedo sobre os lábios: – Shiuu! – disse ele – Alguma vez te disseram que tens uns olhos lindos? – perguntou aproximando-se do rosto dela.
A mente de Ahri ficou em branco: – Sim…
– Tinham razão. – continuou a aproximar-se.
– Não quero saber! – exclamou Bony entrando de rompante no quarto enquanto falava ao telefone e viu Yunho e Ahri sentados a olha-la com cara de culpa estampada no rosto. Abafou o riso e desculpou-se voltando a apagar a luz e a fechar a porta atrás de si.
Yunho afastou-se de Ahri e repreendeu-se em voz alta: – Que estou eu a fazer? Só posso estar doido!
– Sai! – gritou Ahri.
Ele olhou-a espantando: – O Quê?
– És surdo? Eu disse para saíres! – exclamou ela gritando e empurrando-o para a porta – Não te quero ver mais! Desaparece!
Fechou a porta a milímetros do seu nariz deixando-o ali a olhar a porta com cara de parvo. Donghae passou por ele a ler um livro e uns segundos depois parou e voltou para trás ficando a olha-lo enquanto Yunho fitava a porta a milímetros da mesma.
– Posso perguntar o que tas a fazer? – perguntou-lhe fitando ora a porta ora Yunho.
Yunho olhou-o com cara de espanto: – Acho que nunca vou entender uma mulher que seja na minha vida.
Donghae desatou a rir: – Querias ser mais que os outros, era? – passou-lhe um braço pelos ombros e arrastou-o consigo – Conta lá quem é a desgraçada que te deixou neste estado catatónico.
Yunho acabou por o acompanhar. Mas não se demorou muito, preferiu ir-se deitar, no outro dia tinham que filmar cenas muito importantes do drama e tinha que dar o seu melhor. Ou pelo menos o director dissera que eram importantes. Os seus sonhos foram povoados por florestas densas onde a luminosidade que conseguia atravessar os ramos era absorvida pela neblina branca que bailava por entre os ramos verdes e os troncos castanhos dando a tudo um aspecto tão paradisíaco quanto irreal. Há sua frente, como que brincasse consigo à apanhada, uma rapariga de cabelos loiros, envergando um vestido branco que segurava para poder correr, fugia dele, virando-se de vez em quando para o brindar com um sorriso luminoso e uma gargalhada suave e cristalina. A voz dela parecia mágica ficando gravada na sua mente: “Encontra-me”, dizia ela repetidamente, “Tu consegues” repetia “Basta que queiras ver!”. Acordou com o despertador que piscava 7horas da manhã. Apeteceu-lhe matar alguém mas acabou por se levantar. Passou pelos companheiros que dormiam e decidiu não acordar ninguém. Ainda podiam dormir mais meia hora, tal como ele, no entanto, não queria voltar a dormir, não se atrevia a voltar a ver aquela rapariga cujo rosto nunca se conseguia lembrar. Apenas se lembrava do seu riso. Era lindo, cristalino, suave e muito doce, como o de uma criança; fazia-lhe cócegas no estômago. Ao aproximar-se da cozinha ouviu novamente aquele riso. Estaria ainda a sonhar? Correu para a entrada da cozinha mas em vez de cabelos loiros, a rapariga que estava de costas para ele, a ler um livro, era morena. Nem precisou que ela se vira-se para saber quem era, no entanto, achou-se louco por pensar que Ahri pudesse ser a rapariga com que sonhava. Reparou que ela tinha auriculares de um mp3 e conseguia inclusivamente ouvir o característico zunido da musica de tão alto que tinha o som, estava completamente concentrada a ler, tanto que nem reparou na presença dele. Verteu café, que pelo que parecia ela já fizera, para dentro de uma caneca e encostou-se ao balcão a observa-la a ler. Aquele sorriso era tão genuíno, tão sincero e tão límpido que deu por si a sorrir também. Bebeu outro trago de café mas nem isso lhe apagou o sorriso dos lábios, que se lixasse. Sentia-se bem assim. Ela voltou a rir e a suspirar. Quando perdeu o controlo sobre o próprio corpo e se preparava para fazer uma grande asneira, Nayo entrou na cozinha fazendo-o recuperar os sentidos todos e encostar-se novamente à bancada com a sua cara seria de sempre. Cumprimentou-a e apontou Ahri: – Ela chega a dormir!?
A outra sorriu e serviu-se também de café: – Um dia gostava de te poder dizer que sim, por ora ainda nem sei se te posso dizer não.
Ahri continuava alheada de tudo enquanto lia e mordiscava umas bolachas notoriamente integrais e bebia alternadamente goles de leite frio.
– Ela faz sempre aquilo!? – perguntou apontado o livro.
– O quê? – perguntou Nayo – Ler ou alhear-se do mundo quando o faz?
Yunho sorriu: – Ambos.
Nayo soltou uma gargalhada: – Todo o santo dia.
Munny e Lili entraram e sentaram-se ao lado de Ahri que apenas lhes sorriu. Jae e Yoochun chegaram seguidos de Changmin que começou a normal picardia com Munny assim que puseram olhos um no outro. Quando Leeteuk entrou com Donghae e este tocou nos ombros de Ahri, colocando o queixo sobre eles, para ver o que ela estava a ler, esta soltou um grito pondo uma mão no peito e olhando todos a sua volta com ar estarrecido e inquieto. Parecia ter acordado naquele momento e tirou os auriculares rapidamente fazendo com que a risota fosse geral e mal conseguindo articular as palavras.
– Alheias-te mesmo à realidade quando lês, não alheias? – perguntou Shyra.
Ahri corou profundamente: – A ideia de ler é concentrares-te no que tas a ler, não é?
Yunho soltou uma gargalhada com o resto do grupo mas ao vê-lo Ahri virou-lhe as costas e saiu. Ninguém pareceu reparar naquele gesto se não Nayo.
– Que se passou!? – perguntou ela – Pensava que tinhas aprendido a lição.
Ele olhou-a intrigado: – Lição!?
– Que se passou?
– Longa história.
– Gosto de histórias.
Yunho suspirou: – Agora não.
Nayo não disse nada. Yoochun que ouvira aquilo afastou-se também a passos largos.
– Posso fazer uma… aliás posso dar um conselho? – perguntou Yunho
– O quê?
Ele aproximou-se dela: – Não faças como eu. Segue o paspalho antes que ele comece a tirar as conclusões mais idiotas. Ao contrário de mim… ele sim precisa que o façam cair em si! – disse empurrando-a para a porta.
Nayo ainda o olhou mas acabou por seguir Yoochun até a varanda. Ele tirou um maço de tabaco do bolso e estava para acender um cigarro quando Nayo lho tirou da boca e agarrou no maço que ele tinha na mão e o atirou pela varanda.
– Tas doida? – perguntou ele furioso mas assim que ela o olhou nos olhos toda a fúria desapareceu. Entre a fúria e a irritação ele viu magoa e foi como se um ferro em brasa lhe trespassasse o peito.
– Isso faz-te mal! Já não tens idade para ter juízo? – perguntou ela
– Não és minha mãe!
– Se fosse estavas tramado.
– Ainda bem que não és!
– Porquê?
Ele virou a cara: – Muitas razões.
– Que são? – perguntou ela voltando a colocar-se no seu raio de visão.
Ela era deveras teimosa: – Queres brincar com o fogo, Filipa? – perguntou ele
Entre o espanto por ele se recordar do nome verdadeiro dela e as questões que lhe rondavam a mente ela não soube o que lhe responder.
– Tu sem palavras? É uma novidade.
– Não abuses da sorte, Park Yoochun.
Ele sorriu: – Há vezes em que gostava de abusar dela, nem que fosse só um pouco.
Ela levantou uma sobrancelha de desconfiança: – Isso quer dizer o quê?
– Que foges demasiado para que alguém consiga chegar a ti! – exclamou ele – És demasiado evasiva e escondes-te atrás do teu sarcasmo, preferes ofender alguém a mostrar os teus sentimentos verdadeiros.
– Mau! – disse ela enraivecida – Estás a abusar da sorte!
– Qual sorte!? Tu não dás hipóteses a ninguém de se aproximar de ti!
– Quem raio és tu para saber o que eu sou ou o que faço? – perguntou irada – Não sabes tudo, nem para lá caminhas, achas que és o quê? Deus? Tu nã….
A frase morreu-lhe na garganta quando Yoochun a puxou para si e selou os seus lábios com os dele. Tentou libertar-se mas a força dele superava a sua, acabou por se render ao calor do abraço dele e a doçura do beijo que lhe dava, como se o mundo tivesse parado e o chão lhe fugisse debaixo dos pés e estivesse a cair em queda livre.
Ele apertou-a mais contra si, mulher alguma em situação alguma lhe despertara tantos instintos ao mesmo tempo e com uma tal intensidade. Como se não conseguisse respirar sem ela, como se fosse morrer se não a beijasse, se não obtivesse o amor dela… como se ela houvesse sido destinada a si desde o momento em que haviam nascido.
Naquele momento, para ambos, o paraíso não era apenas ficção.
Donghae cerrou os punhos, de todas as mulheres no mundo, Park Yoochun tinha de ter escolhido aquela. Afastou-se da porta da varanda, naquele momento apenas queria sair dali.


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Reclamem o que quiserem!
Este capitulo tem 13 folhas de word... 13!
tenho q terminar aqui para q o 11 faça algum sentido

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Dez 27, 2009 3:20 pm

Como disse a fanfic está muito fixe!!!! Continua

Vamos ver que surpresas mais vais revelar nesta história ^^

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Dez 27, 2009 3:27 pm

estou completamente estupfacta...tinha lido partes mas faltou-me A BRILHANTE ULTIMA PARTE DO CAPITULO!!!!!!! nao sei se te agradeça ou te mande um tiro e esquarteje a seguir...mas....nao seeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei....nao vou pensar nisso agora senão vai-me dar vontade de muitas coisas! XD

anyway...a fic continua xelente e espero pelo resto que sei que deve vir por aí coisa muito boa! =D e pronto...sendo que fui a primeira que teve acçao nesta fic...ah e tal...espero que venha por a+i mais! XD LOL! tao simples como isso! e....adoro mesmo esta fic! e nao dou azo a comentarios!!! eu nunca faria aquilo!!! -.-'' (e so o fiz nesta e na destino..mas eu tou a falr in real life, OK? -.-'')

looking foward for some more! =P

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Dom Dez 27, 2009 4:19 pm

Ok gostei bue

Mx ja k neste cap ñ tive axim mt acção
no proximo devo ter
Mal poxo esperar

Bem ate la aposto k faço os exames tds
Saem as notas
e começam outra vz as aulas
por ixo tenho muito que esperar

Espero ansiosamente
Cumprimentos
Ângela Gil

lol!
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Fev 18, 2010 9:20 am

NOTA DA AUTORA
É assim, este capitulo ainda n esta terminado.... mas como o pessoal ja andava a fazer ameaças silenciosas para ver o proximo capitulo... fica aqui este bocadinho... mas n m chateiem por acabar assim! É tudo qt escrevi! Dps há mais qd tiver tempo!
Shyra.... dps diz a hora do teu funeral.... pq vais MURRER!



“The willing, Destiny guides them; the unwilling, Destiny drags them”
Saneca


Capitulo 11
Sentimentos Revelados


Shyra ficou a olhar Yunho quando Nayo saiu: – Importaste de me dizer o que acabou de se passar? – perguntou ela

Ele sorriu: – Acho que vamos ter romance no ar em breve.

Ela fitou com ar carrancudo

– Que foi? – perguntou ele

– Queres mesmo que te diga? Como diz o outro do anúncio: Make an educated guess! – disse ela.

Yunho desviou o olhar: – Não sei de que estás a falar.

– Oh, grande líder que me saíste! – espicaçou ela – A Nayo e o Yoochun não precisam da tua ajuda, tu, por outro lado, é outra historia.

– Temos que ter esta conversa? – perguntou ela – Não quero ser mal educado, mas mal nos conhecemos.

Ela sorriu: – Já esperava algo assim da tua parte. – disse ela observando Changmin e Munny a discutir por causa de uma torrada – Olha bem a tua volta, já reparaste que todos se entendem tão bem. Não é por se conhecerem a pouco tempo que as pessoas se têm que relacionar de maneiras diferentes. Eu não sou um poço de virtudes ou conhecimento e as sarcásticas do grupo são mesmo a Ahri e a Nayo, eu sou a faladora, nada mais.

– É suposto esta conversa levar a algum lado? – perguntou voltando a encher a chávena de café.

Ela olhou-o nos olhos: – Perdoa-me ser tão directa mas as tuas acções em relação a Ahri são no mínimo suspeitas!

– Não há nada de suspeito. A miúda irrita-me, só isso

– Só isso? – perguntou ela com um sorriso matreiro – Eu bem vi a tua cara quando a trouxeste a casa naquele dia e ontem aquele ataque de estupidez foi por ciúmes ao Donghae.

Ele pousou a caneca: – Quem está a dizer uma estupidez és tu!

Quando ele ia para sair Shyra agarrou-o por um braço: – Conselho de amigo: não é com o Donghae que te tens que preocupar mas lembra-te que a razão que te fez interessar pela Ahri não vai passar despercebida a outros. Quando eu quero uma coisa agarro-me a ela de unhas e dentes, devias fazer o mesmo!

Ele olhou-a irritado: – É por isso que não largas o Jae!?

Ela sorriu: – Precisamente.

Desarmado Yunho não soube o que lhe responder

Ela soltou uma gargalhada que passou despercebida ao resto do grupo por estarem a prestar atenção a picardia de Changmin e Munny. A reacção dele era tão honesta: – Eu não tenho problemas em lutar pelo que quero e o próprio Jae sabe disso.

Yunho virou-lhe a cara: – As coisas nunca são assim tão simples.

– Oh! Estás enganado. A verdade é que as coisas são assim tão simples, és tu e todos os outros com esse tipo de pensamentos que as complicam. – observou Shyra – Podes fugir do teu destino o quanto quiseres, Jung Yunho, mas o destino acabará sempre por te encontrar. Porque não deixas as coisas seguirem o seu rumo? Não achas que também mereces conhecer um pedacinho do paraíso?

– Rumo? Paraíso? – fez Shyra largar-lhe o braço com brusquidão – Não existe tal coisa como um rumo para o paraíso.

Afastou-se a passos largos. Queria tirar as palavras de Shyra da sua mente e fingir que ela estava errada mas na sua mente, paraíso, era a melhor descrição para o sentimento que lhe enchia o peito cada vez que Ahri estava por perto.

Na cozinha Shyra ainda fitava o umbral da porta por onde Yunho desaparecera quando um braço lhe rodeou os ombros: – Obrigado. – disse-lhe Jae ao ouvido fazendo-a corar até a alma.

– Porquê?

– Consigo lembrar-me de algumas quantas razões. – disse dando-lhe um beijo na nuca – Mas a principal é que chegas-te para “iluminar” os meus dias… a segunda é que o Yunho estava a precisar de ouvir algo assim de alguém que ache não estar sob a sua alçada de poder.

– Poder?

– Sim, por assim dizer, os DBSK são a banda dele, ele é nosso líder, acaba sempre por ter uma palavra de maior peso e por assim dizer influenciar as decisões gerais. – explicou ele – Acaba por lhe por um peso maior em cima porque é uma responsabilidade acrescida. Vocês não fazem parte dos amigos mais íntimos dele ou dos DBSK portanto estás fora do que ele considera as pessoas que o conhecem bem. No entanto, acabaste de demonstrar que em apenas alguns dias tinhas visto através dele como quem vê através de vido. No mínimo, abanou os pilares de verdade dele.

Shyra assentiu com a cabeça depois olhou-o: – Acredito mas quando penso no que acabas-te de me dizer… acabo sempre por não conseguir passar da parte do “iluminar”.

Jae riu com um riso tão cristalino e tão honesto que Shyra sorriu ainda mais: – Sem qualquer duvida que gosto de ti! – disse ele e por momentos Shyra podia jurar que no seu peito o coração tinha saltado, no mínimo, uns 10 batimentos.

Com todos a olharem Changmin e Munny que estavam a momentos de se degolarem por causa de uma discussão que começara com um simples “Queres manteiga nas torradas” da parte de Changmin, Jae aproximou o rosto do de Shyra e beijou-a com uma doçura que fez Shyra quase desmaiar de felicidade.

Atirou a discrição aos cactos e abraçou-o beijando-o como se o mundo fosse acabar no momento seguinte.

– Definitivamente gosto de ti! – disse-lhe Jae ofegante após o beijo.

– Espero que em breve essa frase suba uns níveis acima. – disse-lhe ela.

Ele riu mas calou-se separando-se dela bruscamente para a afastar de uma caneca que foi estilhaçar-se no armário entre eles. Olharam ambos estupefactos para Munny que estava de pé a olhar Changmin com lágrimas de raiva a caírem-lhe pela face.

Changmin levantou-se e quando todo o grupo esperava que aquilo resultasse em pancadaria levantaram-se para impedir que algo mais grave que uma caneca partida toma-se lugar. Contra todas a expectativas Changmin levantou-se e abraçou Munny contra si com tanta força quanto podia de modo apenas a deixa-la respirar. Dizer que o grupo estava espantado a olha-los seria uma séria ofensa para o estado de entorpecimento estupefacto em que todo o grupo mergulhara a observa-los.

– É melhor pormo-nos a milhas daqui. – observou Shyra – Se bem a conheço isto vai durar muito pouco, se o Changmin gosta dela, terá que enfrentar a fera, e toda a loiça que ela vai partir, sozinho. Audiência apenas vai piorar as coisas.

Jae agarrou-a por uma mão e tirou-a dali. O resto do grupo seguiu-os.

Donghae olhou a volta: – A Ahri e a Nayo? – perguntou ele

Lili encolheu os ombros: – Acho que saíram antes de nos… a Ahri vai-se roer toda por ter perdido esta cena maravilhosa. – disse ela e os outros podiam jurar que os olhos dela brilhavam fazendo todos rir.

– Vou procura-las. – disse Donghae desaparecendo no corredor que dava acesso ao andar de baixo.

Lili olhou o relógio: – Ainda tenho de ir buscar as minhas coisas, temos que estar dentro de 10 minutos no local de filmagens para nos tratarem da caracterização e guarda-roupa.

– Eu também tenho de ir. – observou Heechul dando o braço a Lili.

Lili olhou-o de lado e Leeteuk bateu na cabeça de Heechul fazendo-o vergar-se: – Hei! – barafustou Heechul – Para que foi isso?

– Vais para o local de filmagens e não buscar as coisas dela. – observou ele

Lili arregalou os olhos olhando Heechul que tinha um sorriso mateiro: – És fresquinho, tu!

Riram os 3.

Suponho, no meio de toda esta confusão, que seja melhor pôr-vos ao corrente dos eventos que levaram a situação em que Changmin e Munny estão neste momento enquanto os eventos entre Nayo e Yoochun, Yunho, Shyra e Jae decorriam.


Changmin entrou na cozinha e viu Munny: – Olha a stressadinha!

– Vai plantar figueiras para o Iucatão!

– Iucatão? Tal sítio existe? – perguntou Changmin sentando-se ao lado dela.

Munny revirou os olhos: – Porque não vais descobrir por ti mesmo e me desamparas a loja? Podias até comprar um bilhete só de ida! – atalhou ela assim que percebeu que ele ia falar – Pode ser que haja um dia de sorte e um talibã te limpe o sebo!

Antes que alguém das raparigas pudesse intervir a seu favor foi o próprio Changmin a responder a Munny: – Ui! Que má!

Bony tentou desviar o assunto: – As torradas estão prontas!

Lili sorriu: – Passas-me uma, por favor?

Heechul estendeu a mão: – Também quero!

Leeteuk bateu-lhe mão: – E que tal um pedacinho de educação? “Por favor” nunca ficou mal a ninguém! – olhou Bony – Se não te importares também quero uma – olhou Heechul de lado – Por favor!

– Desculpa, Bony, passas-me uma… por favor! – pediu Heechul não muito agradado com aquilo.

Munny virou-se para Bony: – Chega para mim?

Bony olhou as torradas que tinha: – Desculpa… mas se quiseres ponho mais a fazer, não deve demorar muito!

Changmin levantou-se: – Senta-te e come que eu trato disso.

– Obrigado, Changmin. – disse Bony sorrindo-lhe.

– Como é que é o vosso pequeno almoço tradicional em Portugal? – perguntou Leeteuk a Lili enquanto Changmin tratava das torradas.

Ela pensou um pouco: – Sinceramente, acho que não temos nada assim de muito tradicional: Leite ou café, pão, manteiga e/ou doces para barrar no pão ou fiambre e queijo também para por no pão. Coisas assim, nada de mais.

Bony riu perante o espanto deles: – A refeição mais completa que os portugueses tomam é o almoço. Essa costuma ser a refeição mais pesada do dia.

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Qui Fev 18, 2010 3:12 pm

Ok Ahri tu acabas-t d melhorar o melhor dia da minha vida, s ixo for possivel.

Knd pensas k a vida ñ t pode ir pior
PUMBA la vem pessoal pra animar

Ñ Nayo já ñ m sinto a única vitima do universo

Bm voltando ao cap
A-D-O-R-E-I

Foi lindo desd a part d eu dar uma descasca ao Yunho (sim adorava fzr ixo na realidade ia sr demais)
ate a prt em k o jae m abraça *desmaia*
a prt em k o jae m beija na testa *desmaia pela 2ª vz*
a prt em k o jae dz k gosta d mim *morre*
a prt em k o jae m beija *morre pela 2ª vz*
a prt em k eu 8segundo palavras da Ahri) aprofundo o beijo *morre defenitivament*

Ok mal poxo esperar por acontecimentos futuros
Sim prk agr daki pra frent vai sr so happiness eterna
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Paraiso   Hoje à(s) 4:05 am

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