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 Fanfic DBSK "O Código Sagrado"

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Lili
Bramble Odisseia
Bramble Odisseia


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Música Preferida : Love in the ice, O, Tri-Angle, Dead End, Miduhyo, The Way U Are, Crazy Life, Rising Sun, Insa, Footsteps, One, Holding back the tears, A Heartbeat Away, Free Your Mind, Dangerous Mind, Mirotic, Wrong Number, Hey! (Don´t Bring Me Down), Force, Picture of you, survivor, Take your hands, Break Out, Shelter(Jae/Yoo)

Data de inscrição : 16/02/2008

MensagemAssunto: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Ter Ago 26, 2008 3:13 pm

Nota de Autor: Razz

Antes de mais quero agradecer pela grande ajuda e apoio que a nayomira me está a dar nesta fanfic e na sua respectiva continuação. MUITO OBRIGADA!!!! ÈS A MAIOR!!!

Depois outro grande OBRIGADO a este vídeo é à pessoa que o fez http://uk.youtube.com/watch?v=alOmUoeToTM onde ajudou-me a ter novas ideias e que se completaram juntamente com as que já tinha. Dou os méritos e créditos a este vídeo. Alguém tinha de escrever uma fanfic que tivesse haver um pouco com ele. Very Happy

Outros méritos, também dedico à música e videoclip Tri-Angle que me deu logo ideias desde o primeiro dia que a ouvi. A história está baseada nessa música^^

Agora passo a mostrar a história começando por uma introdução das personagens que vão aparecer neste primeiro capitulo.



Trailer da fanfic


.



Introdução ás personagens


Filip – Mensageiro dos deuses e guerreiro. Tem como missão proteger os campos do mundo Odisseia. Também é ele que cuida dos animais alados.

O Velho Oráculo – Guia dos deuses, foi escolhido para governar e ensinar os novos aprendizes que entram no mundo Odisseia.

Fiena – Guardiã dos deuses recém nascidos e das águas. Tem poderes curativos e é considerada metade fada, metade anjo.


Capitulo Um - O nascimento das 5 estrelas


“ Alguém já ouviu falar no “Mundo Odisseia”? Talvez não. É um lugar muito secreto e só existe no coração das pessoas, bem pelo menos pensamos que sim. Diz a lenda que já existe desde que a humanidade foi criada e os seus sonhos é a alimentação para este pequeno mundo. Digo pequeno, porque já somos tão poucos comparados há uns séculos atrás. A humanidade perdeu muitos sonhos, muitas esperanças e muitas concretizações. Tudo isso, fez com que um a um, desaparecesse.”


Alguém atravessava apressadamente o corredor carregado de estátuas de anjos. Estas mantinham-se
encostadas ao fundo da parede com o seu ar alegre e por vezes melancólico segurando nas mãos as poucas tochas. Havia pouca luz, dando a possibilidade de tropeçar em alguma coisa, mas os seus olhos mostravam bem que sabia de cor aquele caminho. O seu cabelo castanho-escuro desalinhado, brilhava ao atravessar na pouca luz. Trazia vestida uma capa preta que chegava até aos joelhos e um grande rolo de papel debaixo do braço. Franziu a testa ao apressar mais o passo. Ao fundo já conseguia ver uma porta. Suspirou de alívio.

-Senhor! - entrou sem bater com todo o desespero.

Do outro lado, um homem já de meia-idade, com uma barba comprida até ao peito já sem cor olhou espantado para ele. Tinha vestida uma grande manta branca com algumas linhas de cor ouro desenhadas nas pontas. Os seus olhos verdes escureceram ao reparar no tremendo espanto do rapaz. Levantou-se da cadeira fazendo sinal com a mão para o rapaz esperar. Este, desiludido, baixou o rolo de papel, vendo o velho homem a atravessar a sala com um pouco de dificuldade até a uma porta desaparecendo por detrás de uma cortina roxa. Aproveitou e deu uma espreitadela à sala. Estava completamente cheia de estantes carregadas de livros até ao tecto. À sua frente mantinha-se a secretária onde até agora estava o velho homem. As janelas triangulares, mesmo atrás, iam até ao tecto não mostrando nenhuma paisagem, apenas belos vitrais de algumas fadas. Começou a bater com o pé começando a ficar impaciente. Olhou para a cortina roxa não havendo sinal do homem. Ao lado dele estava um aquário cheio de peixes, todos
eles de cor laranja não havendo nenhuma diferença que os pudesse distinguir. O homem voltou a aparecer afastando a cortina para puder passar.

-Senhor…! - foi interrompido novamente pela mão do homem.

Este sentou-se atrás da secretária sem nenhuma preocupação, arranjando as almofadas do banco. Olhou para o rapaz de mãos em cima da mesa à espera que ele dissesse alguma coisa.

-Sabe, é que…! Voltou a ser interrompido pela mão do velho e pelas almofadas que não estavam direitas nas suas costas.

O rapaz, muito aborrecido encolheu os braços deixando cair o rolo de papel.

-Então meu rapaz! Do que estás à espera para falares do que te trouxe aqui. - resmungou ainda a endireitar as almofadas com alguma dificuldade.

-Sabe, é que…

Voltou a ser interrompido mais uma vez mas agora com as duas mãos do homem que bailavam no ar.

– Eu sei muita coisa meu filho. Ainda não disseste mais nada para além do “sabe que”.

Ele começou a perder a paciência. Encheu os pulmões de ar e gritou o mais alto que pode assustando o homem.

– OS FILHOS DOS DEUSES ACABARAM DE NASCER!!!!!

Fez-se silêncio na sala com o espanto do velho e o rapaz mal conseguia respirar esfregando a garganta com um ar doloroso.

-Porque não disseste logo!!! - disse o velho apresando-se para a porta.

-Eu tentei mas o senhor não me deixou. – resmungou, ainda a massajar a garganta.

Logo sentiu um empurrão nas costas que o fez desequilibrar.

– Vá anda. Não fiques aí especado.

-Vou…vou já! Apanhou o rolo de papel.

Já no corredor, os dois apressavam o passo. O velho homem ia à frente com a manta levantada para não tropeçar. O rapaz ia ligeiramente mais atrás com a respiração afogada. Já estava farto de tanto andar depressa e ainda mais naquele corredor que nunca mais chegava ao fim. Tirou um lenço branco do bolso, passando pela cara transpirada.

-A propósito meu rapaz…

-Sim.

-Porque é que tens a outra metade da cara destapada? – perguntou, apontando para o lado direito da cara do rapaz.

Este pôs a mão no rosto tentando encontrar algum facto desconhecido. A única coisa que sentiu foi o áspero da cara devido a uma queimadura que ocupava todo o seu lado direito, da testa até ao pescoço.

-Devo ter deixado cair a mascara quando vinha para aqui.

-Fiquei muito admirado. Sei que nunca tiras a mascara.

Por fim conseguiram ver o final do corredor. Atravessaram uma porta que deu acesso ao jardim. Havia um lago mesmo no centro com folhas secas que flutuavam sobre a água, e à sua volta, outras entradas que davam acesso a diferentes salas. O rapaz ouviu um guincho familiar dirigindo o olhar para o céu. Kiara, a dragão fêmea voava mesmo por cima das suas cabeças feliz por estar a perseguir um pássaro pequeno. Os seus olhos de cor fogo não tiravam os olhos da ave. As suas longas asas batiam fortemente, sendo para ela fácil mudar de direcção quando quisesse. A cor da sua pele era de um tom acastanhado terra com uma grande gola por cima da sua cabeça e uma cauda longa. Logo desapareceu por cima dos edifícios. Ele voltou a concentrar-se no caminho. Deram a volta pelo lago entrando logo na porta que ficava mesmo à frente. Depois de atravessar mais um corredor chato, mas este carregado de estátuas de deuses, chegaram à chamada “sala de operações”. Era um local muito iluminado devido ao céu. Não havia tecto, apenas quatro paredes. O sol entrava com grande facilidade. Não era aquele sol ofuscante mas sim,
aqueles raios suaves que não aqueciam a sala nem faziam com que as pessoas ficassem com queimaduras. Conseguia-se ouvir o vento que arrastava as nuvens de um lado para o outro e alguns cantos de pássaros ao longe. Ao fundo, estava uma rapariga de cabelo castanho comprido muito bonita. Logo que os viu aos dois, dirigiu-se para junto deles. Os seus pés não tocavam no chão pelo que vinha a flutuar rasteira a este. Usava um vestido branco que esvoaçava com a brisa do seu andar e com penas nas mangas compridas. Deu um largo sorriso.

-Olá senhor. Bem-vindo!

-Olá Fiena. Onde estão os nossos recém nascidos?

-Venha por aqui por favor. - disse indicando o lugar. – Ah e tu Filip…tens ali um conjunto de mascaras se quiseres tapar essa horrível queimadura que te atormenta. Tenho a certeza que a perdeste em algum lugar, como sempre. - Sorriu para ele ao mesmo tempo que apontava para um armário com uma grande variedade de mascaras.

Fiena levou o velho homem até ao outro lado da sala. Olharam para uma parede escura completamente sem nada. Ela levantou a mão carregando no botão vermelho nessa mesma parede. Nesse momento, cinco partes rectangulares se abriram, aparecendo um raio de sol que se dividia nas cinco partes. Em cada uma das divisões, estava um lindo bebé a dormir em cima de uma nuvem branca, tapado com um lençol
de cetim.

-Oh…! - exclamou o homem deliciado com o que estava a ver. – São tão lindos!

-Claro que são! São filhos de deuses. - concordou Fiena.

Filip regressava com uma mascara cinzenta já posta no lado direito do rosto. Por pouco não tropeçava num conjunto de tubos que estavam organizados no meio da sala. Fiena e o velho Oráculo olharam para trás, e reparando na cara infantil de Filip, os dois abanaram a cabeça voltando a olhar para os bebés.

-Temos de tira-los daqui! - falou com um ar sério Oráculo. – Já tenho tudo organizado como os próprios deuses me indicaram.

-O que vai fazer senhor? - perguntou Fiena curiosa.


-Vamos, por agora, separá-los. Terão de ficar em outros mundos. Irão aprender tudo o que um Deus tem de aprender, para que mais tarde consigam lutar e proteger o nosso mundo e o outro, para o que vem aí.

Nesse momento a sala ficou gélida como se uma corrente de ar tivesse entrado e apagado os raios de sol do tecto. As nuvens escureceram o céu do tecto fazendo com que um relâmpago fosse ouvido ao longe. Os três olharam para o céu preocupados.

-Lembrem-se que ninguém fora de Odisseia pode saber do nascimento destas crianças. É mais um motivo que temos para separa-los para que ninguém os descubra. Quando chegarem à maturidade será
altura de junta-los e só assim serão um só.

-Mas isso não vai demorar muito? perguntou Filip a massajar o dedo do pé.

-Não. O tempo dos Deuses não é o mesmo que dos humanos. Quando um Deus consegue um objectivo numa missão, cresce. Não contamos anos mas sim inteligência, coragem, habilidade e acima de
tudo amor. Acredito que será fácil para eles crescer, já que são dotados para isso.

-Tem razão Senhor. - sorriu Fiena

Oráculo pediu que Filip lhe desse o rolo que trazia. Abriu, esticou a folha que foi direitinha até ao chão,
depois levantou a mão e disse:

- Agora estes são os nomes dos nossos cinco Deuses. - um pequeno fumo saiu da sua mão e proferiu. - Xiah Junsu, Micky Yoochun, HeroJaejoong, Max Changmin e por fim U-Know Yunho.

Os nomes apareceram em cada bebé por cima das suas cabeças em forma de nuvem e mais um relâmpago foi ouvido.

-Agora… o lugar que foi escolhido para cada um. Xiah Junsu, irás para o “Mundo dos Anjos.” Lá aprenderás as habilidades mais puras da alma.

Um raio rasgou o céu iluminado o corpo de Xiah que desapareceu.

-Micky Yoochun, o teu será o “Mundo da Terra”. Lá aprenderas a coragem e a força que renasce a partir de uma semente que tenhas plantado.

Novamente um raio e Micky desapareceu.

-Hero Jaejoong, serás conduzido para o “Mundo do Gelo”. O teu coração aprenderá a descongelar as impurezas da alma.

Uma luz, um raio e Hero desapareceu tal como os outros.

-Max Changmin, serás transferido para o “Mundo das Águas”. Tão calma e pacífica será a tua mente num momento de batalha. A tua sinceridade não será igualada.

Desapareceu com o raio.

-Finalmente U-Know Yunho, o teu será o “Mundo do Fogo”. Terno será o teu coração mas também determinação e coragem não te faltará. Declaro-te líder do grupo.

Um raio rasgou novamente o céu e o último bebé desapareceu por completo. Oráculo olhou para o céu com um sorriso nos lábios. Estava satisfeito por cumprir a sua missão.

-Fiena…

-Sim meu Senhor?

-Serás a guardiã destes pequenos. Apenas a guardiã deles. É importante que alguém os ajude a seguir a sua missão.

Fiena dirigiu o olhar também para o céu colocando a mão no ombro de Oráculo.

-Esteja descansado. Farei todos os possíveis.

-Não duvido que já saibam isso. Quando completarem os seus 21 anos voltaram a reunir-se, só temos que esperar até lá. São a nossa única esperança. Os últimos deuses

_________________

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Última edição por Lili em Qua Jan 27, 2010 11:38 am, editado 4 vez(es)
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nayomira
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Ter Ago 26, 2008 3:42 pm

Nayomira, Nayomira!!! sou eu sou eu!!!! digam la que nao fiz bem em motivá-la??? fiz, n fiz??? hihihihihihihihi!!! pah..eu ja disse! adoru adoru adoru! *para alem de saberes que adru a tua escrita!!! ha anos k adoru a tua escrita hihi* portantu...KERU CONTINUAÇAO!!!!! muhahaha!!! ^^

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ariatas
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Qua Ago 27, 2008 7:10 am

Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked
kyah!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! neesan!!!!!!!!!!! adorei!!!
ahhhh... finalmente..... tenho de volta este sentimento...... encontrei! uma boa fanfic! yatta! xD
confesso que é a primeira vez que estou a ler uma fanfic em portugues costumo ler em ingles.... tive sempre aquele medo de achar esquesito as historias em portugues! mas! ihihihihi lili-neesan! ta lindo! uhh mal posso esperar... pff não me faças esperar! :xoro: :xoro: se soubesses há quanto tempo estou á procura de uma boa fanfic! e esta parece ser muito gira!
concordo com a nayomira-neesan, gosto muito do teu estilo de escrita!
ai! que bom!!! ahhh alivio! desculpem lá, pode parecer que estou a exagerar mas quando eu estou há mais de dois meses à procura de uma fanfic que seja bem escrita, com uma boa história e não a encontro.... ao encontrar esta! ai que bom! xD :>.<: :>.<:

obrigada e pff continua quero saber o que acontece a seguir! como eles crescem, como eles são, o que pode destruir os mundos, como eles se encontram! kyah! só de pensar nas milhares de possibilidades! *faints*

obrigada nayo-neesan por a encoragares!!!

bjs :bjs:
p.s. desculpem não tenho estado muito aqui! culpem a minha net! Sad:b):
p.p.s. adorei a tua assinatura lili-neesan! gostei mt nayomira-neesan.... tá mesmo muito fixe! o desenho e as cores! 5* :d
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Sandrita
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Dom Ago 31, 2008 3:35 pm

Uahhhhhhhhhhhhhh Lindo lindo lindo lindoooo :>.<: :>.<: :>.<: quero continuação Sad:b):

Mais palavras para quê?? Motto kotoba wa iranai!!! :amor:

Adoro a tua escrita Lili ^^ muito fluente, requintada e mágica! Razz

Lili-sama to Rivaru-san... ARIGATOU GOZAIMASU!! :bjs:
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Milu
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Dom Ago 31, 2008 4:45 pm

Adoroo! Tens uma escrita bastante literária e é incomum encontrar gente como tu ^-^
Continua o bom trabalho! Tens um nervozinho nascido para a escrita! Aproveita o quanto puderes dele! <3
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Lili
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Seg Set 01, 2008 3:53 pm

Notas de autor:

Bem aqui está mais um capitulo e quero agradecer por estarem acompanhar a minha
fanfic. Muito, muito, muito, muito e muito Obrigada!!! Very Happy



Capitulo Dois – O mundo dos anjos



Oráculo estava sentado atrás da sua secretaria a assinar uns papéis. Olhou de relance para um relógio. A areia estava quase a chegar ao fim e isso significava que o dia estava próximo. Mal podia esperar para voltar a ver os rapazes. Sorriu dirigindo o olhar novamente para o que estava a fazer. Nesse momento alguém bateu á porta.

-Entre. respondeu sem levantar os olhos.

Filip espreitou, olhou em volta e só depois entrou com um ar estafado.

-Mandou chamar-me?

-Sim. Quero que te prepares, está quase a chegar o dia em que os nossos rapazes vão estar de volta.

-Com certeza.

-Quero que entregues estes papeis aos respectivos responsáveis dos mundos onde eles estão. disse entregando umas cartas a Filip que aceitou com um sorriso.

Oráculo levantou-se da cadeira indo até a um espelho que agora ocupava a porta em que Filip o vira desaparecer quando veio dar a notícia do nascimento. Afastou a cortina roxa que o tapava. Era um espelho muito bonito feito de prata e ainda mais alto que o próprio Oráculo. Tinha de ter um 1.73. Havia várias gravuras de Deuses em toda a volta. Oráculo levantou a mão tocando apenas com um dedo na superfície de vidro. Uma luz azul saiu do seu dedo e o espelho começou a ficar como água turva. Filip
aproximou-se para ver mais de perto com um ar espantado. Já tinha ouvido falar daquele espelho. Diziam que mostrava o que nós quiséssemos ver e por vezes, até o futuro era fácil de encontrar. Oráculo já o tinha na sala deste que mandou os Deuses para os vários mundos. Andava a espia-los de vez em quando. A água do espelho ficou quieta e Filip conseguiu ver 5 imagens de uns rapazes que agora não conhecia.


Longe dali mas em outra dimensão, Xiah passeava com o seu unicórnio. Tinha acordado cedo para ver o sol nascer naquela manhã. O seu cabelo comprido de tom branco acinzentado e com algumas madeixas castanhas, estava amarrado e tinha dois fios soltos á frente que desciam sobre o seu rosto agora maduro mas ainda com traços leves de um rapazinho. Trazia umas calças brancas e uma camisola da mesma cor que lhe davam um ar de anjo. O seu unicórnio fêmea também branco mas com uns lindos olhos azuis e um chifre de ouro na cabeça corria alegremente com o dono montado no seu dorso. Xiah e Pérola pararam num rochedo para esperar o sol nascer. Ele desceu do Unicórnio sentando-se na beira ficando a observar tudo à sua volta. Aquele mundo era o local que ele mais adorava. Havia nuvens espalhadas por toda
à parte como algodão e poucos espaços de terra. Debaixo daquelas nuvens, ficava a cidade e atrás de si, o castelo dos Anjos. Pérola afogou o focinho debaixo do seu braço à espera de um carinho. Xiah voltou-se para ela acariciando o seu focinho com um sorriso.

-Hoje estiveste bem não foi pérola.

O animal guinchou de felicidade.

-Já não vais sentir um vazio por causa dos outros Unicórnios. Lá por seres diferente não te vou abandonar. Por isso mesmo, por seres diferente és especial.

Pérola olhava-o com os seus lindos olhos azuis que piscavam intensamente. Xiah sorriu.

-Só te falta mesmo falar.

Ele olhou para o horizonte começando a ver uns raios de sol que desabrochavam das nuvens dando-lhes uma cor alaranjada suave. Sentiu os raios penetrar na pele numa agradável sensação de calor e conforto. Fechou os olhos para entrar na atmosfera de sentimentos. Uma brisa passou e por momentos tudo se tornou mais calmo que antes.

-Bela vista! falou uma voz atrás.

Xiah sentiu a calma desaparecer. Olhou para trás vendo uma rapariga um pouco mais velha que ele mas mesmo assim bonita. Trazia um vestido dourado comprido que lhe dava uma certa elegância nas
formas do seu corpo. O cabelo preto estava amarrado com uns fios de ceda que desciam até ao pescoço. Usava uma coroa em forma de asa que brilhava com os raios. Os seus olhos eram de duas fantásticas cores, o esquerdo era azul e o outro verde. Ele sempre dizia que lhe deviam ter trocado os olhos por dois diamantes quando era bebé. Ela sorriu acariciando o focinho de Pérola que correu logo
para ela quando a viu.

-Pois é. disse apenas Xiah voltando a olhar para a frente.

Ela aproximou-se e Xiah conseguiu ouvir os seus passos através de uns guizos que ela tinha nos sapatos.

-Sabes que antes de me tornar rainha vinha para aqui todos os dias.

-Nunca me tinha dito. disse a olhando de relance.

-Os profetas brigavam sempre comigo por estar aqui em vez de estar a estudar. Foi praticamente o mesmo que se passou contigo quando eras pequeno.

Xiah olhou para os seus pés que estavam de fora da rocha. Abanou-os sentido um leve frio a percorrer a sola do sapato.

-Mas claro que o teu crescimento foi diferente do meu. – olhou para ele – Estás aqui porque queres voltar para o castelo?

-Sabe muito bem que nunca quis morar no castelo. – parou de abanar os pés – Sempre quis viver sozinho desde pequeno. Alguma coisa sempre me disse que devia de lutar sozinho e aprender tudo ás consequências dos meus erros.

-E fizeste muito bem. sorriu abanando a cabeça afirmando.

-Mas estou aqui por outro motivo. – olhou para ela - Disse uma vez que devia de estar aqui para me dar uma noticia.

-É verdade. disse apontando para trás.

Xiah virou-se novamente e viu um rapaz com uma máscara num lado da cara e com uma capa até aos joelhos. Filip deu-lhe um sorriso fazendo logo de seguida uma vénia. Xiah retribui mas não estava a perceber.

-Deves lembrar-te do Filip?

-Não o conheço. respondeu rapidamente.

-Ele veio do mundo Odisseia para nos trazer noticias e dizer o que devia de fazer em relação ao teu caso.

Xiah levantou-se um bocado preocupado sacudindo o pó das calças.

-Não estou a perceber.

-Foi te conferida uma missão desde que nasceste. Foi me dadas ordens para não falar contigo sobre este
assunto só mesmo quando chegasse a altura certa. Agora chegou o momento.

A princesa do mundo dos anjos falou tudo acerca do mundo Odisseia e dos cinco deuses que estavam para nascer. Falou da separação e depois da possível união. Xiah sabia que um dia tinha algo para cumprir mas não fazia ideia que fosse assim tão importante. Já lhe tinham avisado que era filho de alguém importante mas nunca mencionaram quem. Ao saber que ainda havia mais quatro deuses, sentiu o coração polar de
entusiasmo.


Filip entregou á princesa uma caixa juntamente com um papel. A caixa era feita de madeira com um desenho de um círculo. Dentro desse círculo, estava uma estranha imagem em forma de flor mas que ao mesmo tempo pareciam várias asas juntas. Ao ler o papel, a princesa abriu a caixa e de lá tirou um colar de prata com o mesmo desenho que na caixa.

-Este colar é muito importante. Irá ligar-te aos outros Deuses. – entregou-o a ele. – Nunca te separes dele.

Xiah pegou com cuidado colocando logo de seguida ao pescoço, sentindo o frio do metal no peito.

-Oráculo disse que amanhã o portal das dimensões irá se abrir para puderes regressar ao teu verdadeiro
mundo. interferiu Filip com um sorriso.

-Mas não podes demorar. Tens 1 hora para regressar senão vocês podem se perder para sempre. concluiu a princesa.

Xiah abanou a cabeça afirmando com um ar confiante.

-Primeiro tenho que fazer umas coisas.

Xiah desceu até á cidade com Pérola. Queria se despedir de alguns amigos antes de ir embora. Logo que
atravessou o portal que protegia a cidade as pessoas colaram os olhos nele. Faziam comentários, apontavam e umas até se escondiam. Ele olhou para elas um pouco assustadas e outras que paravam de fazer o que estavam a fazer só para olhar. Sentia-se um pouco incomodado. A cidade era muito simples, com casas feitas de madeira muito baixas. A maioria que estava ali tinha sido acolhida pela princesa. Pessoas que vinham de outros mundos onde não tinham lugar para viver ou tinham se perdido e não sabiam o caminho de volta. A princesa pouco podia fazer, pois não tinha autorização para entrar em alguns mundos e por vezes, esses mundos não queriam as pessoas de volta. Havia até locais que
tinham a regra de não deixar entrar um habitante que se tivesse perdido. Foi o caso de um homem que Xiah teve a dor de ver suicidar-se quando ouviu falar que a família não o queria de volta. Sentiu uma dor no peito. Por fim chegou á casa que queria. Na porta estava uma menina que brincava com uns berlindes
juntamente com mais dois rapazinhos gémeos de cabelo negro. Ela tinha uns lindos totós castanhos presos com um elástico vermelho e umas bochechas muito rosadas. Quando viu a sombra de Pérola a cobrir o seu jogo, a menina levantou a cabeça dando logo de seguida um grito de alegria.

-Xiah!!!!! correu para os braços dele que ainda estava a descer do dorso de Pérola.

-Então como estás Vi? disse passando a mão no cabelo dela.

-Ah…estou bem! Estava a brincar com os meus dois amigos. respondeu com uma voz suave ao apontar para o local onde estava os berlindes.

-E onde é que eles estão? perguntou Xiah espantado por não ver os rapazinhos.

Os dois estavam escondidos atrás de uma tábua que tinha ficado esquecida na frente da casa.

Ela largou o seu abraço, espreitando pelo buraquinho da tábua.

-O que estão aí a fazer?

-Temos medo. responderam os rapazinhos a tremer.

-Medo do quê? – olhou para a Pérola – Vocês têm medo da Pérola? Ela é uma boa unicórnio não faz mal nenhum.

Eles abanaram a cabeça negando ao esconderem-se ainda mais para dentro quando Xiah ficou mais perto.

-Temos medo dele. Ele é um Deus.

A menina olhou para Xiah com os braços na cintura desconfiada.

-E depois? Não vejo mal nenhum nisso.

-Mas nós vemos. falou uma voz atrás.

Xiah viu um grupo de pessoas que se reuniam à volta da casa com um ar muito zangado. Vi, puxou a camisola dele assustada.

-O que se passa com vocês?

-Nós é que devíamos de fazer essa pergunta quando o Deuses estão á porta da nossa casa a destruir tudo e a matar famílias inocentes. falou uma mulher baixinha e forte com um cabelo loiro encaracolado e bochechas rechonchudas.

-Pois é verdade. Estamos aqui fora dos nossos mundos por causa de vocês, Deuses de uma figa. gritou outra mulher mais atrás mas mais magra.

-Não estou a perceber o que está a dizer. lamentou Xiah.

-Acontece que os Deuses da sua laia andam a matar e a destruir mundos inteiros só por prazer de o fazer. Vocês não são Deuses, são bichos, demónios.

-Como eu não…

-O que vale é que temos pessoas como a princesa do mundo dos anjos para nos ajudar. interrompeu a mesma mulher forte.

Xiah aproximou-se reparando que nem deu um passo atrás para se salvar das pessoas que andavam cada vez mais para junto dele.

-Eu entendo o vosso sofrimento mas… – fez uma pausa respirando fundo. – será que não estão a exagerar em relação a estas 3 crianças que vivem sozinhas neste mundo?

As pessoas dirigiram o olhar para elas.

-Não estou a perceber o que quer dizer e o que tem haver com o assunto dos Deuses. resmungou novamente a mesma mulher.

-Significa que todos cometemos erros. Até os próprios Deuses. E porque será que deixam estas crianças sós sabendo que ainda não são maiores de idade?

Todos esbugalharam os olhos espantados. Xiah notou que estava a ter um pouco de razão. Os gémeos saíram do seu esconderijo agarrando também na camisola dele fazendo aquele olhar inocente
para as pessoas.

-Ele tem razão.

Mais uma nova voz foi ouvida fazendo virar as cabeças todas na mesma direcção. Era a princesa que olhava para eles com um sorriso.

-Princesa!!! disseram em coro.

-Além disso não são os Deuses que vocês conhecem que estão a fazer mal as vossas casas. – levantou a mão na direcção de Xiah. – Este Deus e os outros quatro que existem vieram como ajuda dos nossos Deuses.

Viraram a cabeça para Xiah que corou um pouco por isso.


As pessoas da cidade já não sentiam raiva pelo Xiah até não o deixavam, sempre a pedir perdão pelo o que disseram. Ele teve tempo de se despedir o mais que pode para regressar ao mundo que lhe fora conferido.

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Seg Set 01, 2008 4:07 pm

Adorooo!
Como disse ah Nayo, nao tenho grande panca por fics com Deuses e Unicornios e Magia, mas a tua cativa-me imenso ^-^
No entanto tens de ter cuidado com alguns erros ortográficos, a maior parte cometidos por falta de atenção ou pressa. Sad:b):

Continua o bom trabalho! *-*
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Seg Set 01, 2008 4:12 pm

WIIII!!!! ixtu esta cada vex melhor!!! o meu querido xiah e a sua unicornio!!!!! uahhh!! sempre fantastiku!!!!! keep on!! e keru novo episodio!!! =P a tua escrita é magika, lili-sama! ^^

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Seg Set 01, 2008 4:28 pm

Uahhh O Xiah é o MAIOR! Go JunSU :yupi: :yupi:

"Longe dali mas em outra dimensão, Xiah passeava com o seu unicórnio. Tinha acordado cedo para ver o sol nascer naquela manhã. O seu cabelo comprido de tom branco acinzentado e com algumas madeixas castanhas, estava amarrado e tinha dois fios soltos á frente que desciam sobre o seu rosto agora maduro mas ainda com traços leves de um rapazinho. Trazia umas calças brancas e uma camisola da mesma cor que lhe davam um ar de anjo. O seu unicórnio fêmea também branco mas com uns lindos olhos azuis e um chifre de ouro na cabeça corria alegremente com o dono montado no seu dorso. Xiah e Pérola pararam num rochedo para esperar o sol nascer. (...) Xiah voltou-se para ela acariciando o seu focinho com um sorriso."

ohhhh eu também quero um unicórnio :rir:

Está muito giro Lili-sama Very Happy Desejosa por ver os mundos dos outros 4 Razz

:bjs:


Última edição por Sandrita em Seg Set 01, 2008 5:03 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Seg Set 01, 2008 4:33 pm

xD unicornios! lol to a gostar continua! mal posso esperar para saber como são os outros mundos! Very Happy
fico a espera!
bjs :bjs:
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Seg Set 15, 2008 3:10 am

Nota de autor:

Primeiro:

Pois *esconde-se* Peço muitas desculpas por ter estado a demorar com os próximos capítulos simplesmente este capitulo deu cabo de mim lol Não conseguia ter boas ideias.

Segundo: Este capitulo não é grande coisa mas apenas uma parte importante para o que vem a seguir hehehe

Terceiro: Faz de conta que não estão a ver erros lol porque se tiver aí um monte deles é porque eu não os consigo ver :-.-: é por falta de prática na escrita porque se paro de escrever, dá nisso. :-.-:

Quarto: Espero que mesmo assim gostem e outra coisa, eu não uso as palavras que eles costumam tratar os membros e as outras pessoas porque isso faz-me confusão. Espero que não se importem^^

Quinto: Terminei o meus discurso agora vamos lá à fanfic XD







Capitulo três – Um dia difícil
para Filip


-Raios! Onde é que acaba isto? perguntou Filip a si mesmo.

Estava há horas naquela floresta densa de ervas daninhas mais altas que ele. Olhou para cima tentando ver algum pedaço de céu, sem sucesso, apenas viu as ervas de tão juntas mais pareciam coladas umas as outras. Sentiu o suor escorrer pela face devido ao tremendo dia de calor. Tirou o lenço do bolso passando na testa.

-Não me pagam para fazer isto. disse olhando para as mãos cheias de cortes de tanto afastar ervas.

Suspirou continuando o caminho cheio de fome, cede e uma grande dor nas pernas que não o largavam. Nesse momento, sentiu algo, uma pinga pesada cair sobre a sua cabeça. Olhou para cima reparando que as ervas começavam a ficar molhadas.

-Não posso acreditar nisto! Primeiro estava um dia de calor, agora está a chover.

Afastou as ervas correndo ao mesmo tempo. A chuva batia fortemente sobre o seu rosto que podia ouvir o
estalido que faziam na mascara. Mais à frente, Filip conseguiu ver uma saída. Sorriu apressando ainda mais o passo. Sentiu um grande conforto e ao mesmo tempo felicidade. Estava a chegar ao fim quando:

-Uahhhhh!!!!!! gritou jogando o corpo para trás surpreendido pelo o que via e ainda mais com o seu eco.

Aquilo não era uma saída, mas sim, um precipício que mal se conseguia ver o fundo. Os seus pés arrastaram algumas pedras que caíram, embatendo em várias rochas lá em baixo fazendo com que sentisse um arrepio na espinha. Afastou-se com os olhos esbugalhados o mais que pode da beira. A chuva estava cada vez mais forte e agora Filip conseguia ver o céu perfeitamente. As nuvens carregadas, estavam com uma cor pesada acinzentada e mal podia ver o horizonte com o nevoeiro denso. A cidade ficava mesmo ali
numa pequena colina coberta de nevoeiro.

-Que vou fazer agora? perguntou ao mesmo tempo que dava uma olhadela para o campo de ervas.

Não podia voltar para trás tentar encontrar outro caminho, assim só fazia com que perdesse tempo e talvez a si próprio.

-Oráculo bem que me podias ter dado as indicações certas do caminho. resmungou olhando para o céu. – Não sei por onde vou.

Nesse momento sentiu uma forte pancada no alto da cabeça. Não conseguiu olhar para ver o que era ficando inconsciente logo a seguir.

Filip acordou ao sentir um pano húmido na testa. Viu a imagem de alguém deformada mesmo por cima do seu rosto. Aos poucos a imagem começou a ficar mais nítida mostrando uma bela jovem que lhe
sorria.

-Já acordou. disse ao passar o pano por água.

Filip levantou-se num salto.

-Onde estou? perguntou ao olhar para todo o lado.

-Tenha calma! Levou com uma bola de madeira na cabeça. falou a jovem olhando para o canto do quarto.

Filip seguiu o olhar reparando numa menina de caracóis perfeitos encostada ao canto com os braços encolhidos entre as pernas. Olhou para ele com uns olhos negros, tristes e arrependidos.

-Desculpe. suplicou com a sua voz fininha.

Filip olhou para a jovem, não entendeu o que se passou.

-Levou com a bola dela na cabeça. respondeu a jovem ao ar duvidoso de Filip.

Filip dirigiu o olhar novamente para a menina agora com um sorriso nos lábios.

-Não faz mal.

Ela reagiu forçando um sorriso.

-Se tivesse ficado em casa, nada disto tinha acontecido. resmungou a jovem na cozinha.

Filip esticou o pescoço para tentar vê-la. A cozinha ficava mesmo ao lado do quarto onde ele estava. Viu-a remexer em algumas panelas e depois desaparecia no outro lado. O quarto pequeno estava cheio de velas e alguns livros. As estantes eram feitas de bambu e as próprias paredes da casa também. Viu alguns quadros com fotos numa mesa de pinho ao lado da cama. Filip notou algo de estranho. Aproximou mais a cara dos quadros reparando que eram desenhos todos eles bem feitos. No outro lado da parede, tinha mais alguns desenhos de belas paisagens e Filip reparou que eram da que se conseguia ver da janela mas com um toque mais pessoal. Deitou a cabeça na almofada tocando no rosto. Reparou que estava outra vez sem a máscara.

-Oh não! disse aborrecido.

Nisso, sentiu um puxão na camisola. Olhou para o lado vendo a menina que lhe entregava a máscara. Filip
sorriu respondendo:

-Obrigado!

Ela deu um sorriso envergonhado dirigindo-se à cozinha com os braços no ar, Filip deduziu sendo uma imitação de um pássaro.

A jovem regressava com um prato de sopa numa bandeja. Sorriu ao entrar no quarto. Olhou para a máscara de Filip.

-Vejo que já a tem de volta. Lamento se tenha visto alguma coisa que não queria. Quando o fui buscar já
estava sem ela.

Filip olhou para o lado.

-Tudo bem.

A jovem dirigiu-se para uma mesa ao canto do quarto. Filip começou a reparar como ela era bonita. O seu cabelo preto, sedoso e brilhante estava amarrado com um elástico rosa. Usava um lindo vestido branco que lhe dava pelos joelhos.

-Hum…desculpa! ela virou-se – Como é que te chamas?

-Amai.

“Amai? Que bonito nome. Significa doce. Realmente tem tudo haver.” pensou Filip espantado para ela.

-E o seu? perguntou Amai ignorando o seu espanto e possível boca aberta de Filip.

-Hun…ah… – abanou a cabeça atrapalhado ao reparar na sua figura. – Filip.

Ela olhou de relance para ele por cima do ombro. Entregou a taça com a sopa. Filip aceitou com um sorriso. Depois a viu sentar-se numa cadeira ao seu lado. Amei, observava a janela estranhamente distante, com os olhos postos apenas num ponto e Filip observava cada detalhe sem reparar que estava a fazer sons ao chupar a sopa da colher.

-Já parou de chover.

Filip dirigiu o olhar distraído para a janela.

-Sim tens razão. - comeu mais uma colher.

Nisso, Amei deu uma gargalhada tão alta que fez com que Filip deixasse cair a colher. No meio da confusão de sentimentos, ele não ligou á colher reparando apenas no seu riso bonito.

-Desculpe. – limpou as lágrimas.– Estou a rir porque acho tanta graça á maneira como come a sopa. Devia de estar mesmo com muita fome.

Filip pegou logo no lenço limpado a boca envergonhado. A menina entrava no quarto com um sorriso gritando:

-Ele está envergonhado, ele está envergonhado!

Filip desejou atirar-lhe com a colher.

-O nome dela é Chibi. – falou Amei ainda a rir. – É a minha irmã mais nova.

-Ah…! falou apenas Filip aborrecido com todo o cuidado a comer a sopa.

-Afinal o que estava a fazer lá em cima no monte?

Filip ficou aterrorizado. Já não recordava o que vinha ali fazer. Não podia perder mais tempo, tinha de
encontrar o segundo Deus mas não podia deixar de acabar de comer aquela sopa deliciosa nem de se despedir da companhia.

-Vim à procura de uma pessoa.

-E posso saber quem é? – aproximou-se da cama. – Posso tentar ajudar.

-O nome dele é Micky Yoochun. Deram indicações de que ele estava aqui.

-Não estou a ver nenhum com esse nome. disse Amei a pensar.

Chibi puxou o vestido da irmã.

-Ele deve de estar a falar do “Magnífico”. falou com a sua vozinha.

-Hum…”Magnífico”? perguntou Filip espantado.

-Oh sim! O nosso “Magnifico”. È uma pessoa muito educada, elegante, simpática e ajuda principalmente nos nossos problemas de coração. falou alegremente Amei com um brilho nos olhos.

Filip não estava completamente convencido. Seria o Deus que andava á procura? Pela discrição até podia ser.

-Que problemas de coração? Alguma doença ou assim?

Amei riu baixinho.

-Nada disso. Não esse tipo de doença. A nossa aldeia é muito fechada, devido a isso, as pessoas não sabem relacionar-se.

Nesse momento para surpresa de Filip, Amai levantou-se da cadeira indo em direcção à janela. Estava com um sorriso enorme quase colado ao vidro. Filip tentou sair da cama, ainda tinha muita dificuldade em ficar de pé. Sentiu a dor na cabeça que quase o fez cair para trás. Quando conseguiu chegar à janela, viu um grupo de pessoas que se dirigia até uma velha casa ali perto.

-Para onde vão estas pessoas? perguntou espantado.

-Vão visitar o Magnífico. É sempre assim todos os dias.

-Ah…! proferiu Filip ao ver a fila enorme que nunca mais terminava.

-Se quer falar com ele, tem de seguir esta fila mas aviso que demorará muito tempo para conseguir vê-lo.

Filip despediu-se de Amai logo ficando na fila. Ainda olhou para trás vendo que ela acenava com um ar de
“desenrasca-te.”

O tempo foi passando e apenas dois passos fizeram com que a fila andasse. Começou a ficar desesperado, ainda tinha mais 3 Deuses para avisar. Tinha de arranjar alguma maneira de sair dali o mais depressa possível. Tentou encontrar alguma solução.

-Por favor guarde o meu lugar. disse a um homem de bigode mesmo atrás.

Saiu do seu lugar, caminhando em bicos de pés tentando não ser visto, até que foi apanhado:

-Ei! O que pensa que está a fazer? perguntou uma mulher que trazia uma saia que lhe tapava os pés e com um ar zangado.

-Estava apenas a… – Filip coçou a cabeça. – Sabe é que a minha mulher irá abandonar-me e eu tenho 10 filhos para criar e nem imagina como eu a amo.

-Oh meu rapaz como eu entendo o teu desespero mas não posso aceitar o teu amor – os olhos dela brilhavam. – Já estou terrivelmente apaixonada por um vizinho.

-Como?! Não quis dizer isso. Amo mas é a ela.

A mulher ficou ainda mais zangada.

-Estás a dizer que eu sou horrível e não presto para ser amada?

Filip ficou sem reacção

-Não minha senhora eu…

Filip não teve tempo de dizer mais nada, fugiu da mulher antes que esta atacasse o seu pescoço. Descansou sentado numa pedra. Olhou para a fila que não se mexeu. Regressou novamente para o seu lugar desiludido mas foi impedido pelo homem de bigode que o empurrou.

-Não podes ficar aqui meu rapaz.

-Não se lembra de mim? Sou aquele que pediu para guardar o lugar.

-Lamento mas não te conheço.

Filip ficou ainda mais desiludido. Regressou para junto da sua pedra com um ar derrotado. Não tinha
outro remédio senão esperar que a fila andasse mais um pouco. Reparou que algumas pessoas saíam da casa com um sorriso nos lábios e com umas caixas de embrulho. Sem saber como adormeceu, só acordou mais tarde sendo já de noite e com o rosto do Micky a olhar para ele espantado.

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Última edição por Lili em Qua Jun 30, 2010 3:00 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Seg Set 15, 2008 3:25 am

yeh! finalmente! xD
mt bom! Very Happy lol tadinho do filip, tô a ver que o rapaz não tens mesmo sorte nenhuma!! lol o micky ajuda nas relações, não sei porque mas acho que é o papel perfeito para ele, com aquele sorrisinho.... xD
obrigada neesan e fico á espera!
bjs :bjs:
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Seg Set 15, 2008 7:08 am

wiii!!! novo cap!! finalmente!!! -^~- lol!! eu ja tinha lido o principio! =P esta muuuuito fixe!!!! micky, o magnifiku?? loool!! n vou comentr!!!! mas ta muuuuito fixe!!!! cont please! :(please):

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Qua Set 17, 2008 10:03 am

FINALMENTEE *-* (olha qem fala, a gaja qe ainda tem meio capitulo a fazer XD)
Aww, Micky o Magnifico XD DEMAIS!! Foi um golpe de ouro para a Nayomira-nee-san *-*
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Qua Set 17, 2008 11:09 am

Milu escreveu:
FINALMENTEE *-* (olha qem fala, a gaja qe ainda tem meio capitulo a fazer XD)
Aww, Micky o Magnifico XD DEMAIS!! Foi um golpe de ouro para a Nayomira-nee-san *-*

sim, realmente, tenx muuuuito k falar, tu, tenx!!! :-.-:

Suspect Suspect exa piadinha foi dirigida à minha pexoa???? Suspect Suspect nao axei piada!!!!!!!!!! --'

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Sab Out 04, 2008 5:43 am

Nayomira escreveu:
Milu escreveu:
FINALMENTEE *-* (olha qem fala, a gaja qe ainda tem meio capitulo a fazer XD)
Aww, Micky o Magnifico XD DEMAIS!! Foi um golpe de ouro para a Nayomira-nee-san *-*

sim, realmente, tenx muuuuito k falar, tu, tenx!!! :-.-:

Suspect Suspect exa piadinha foi dirigida à minha pexoa???? Suspect Suspect nao axei piada!!!!!!!!!! --'

Sem... Comentáros... :-.-:
Porque eu sei que ADOOOORAS todas as referências feitas ao YooChun, oh amore *-*
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Qua Dez 16, 2009 3:27 am

Nota de autor: Oleeeeeee!!!!!!! Oleeee que andei com esta fanfic parada durante séculos. Tive alguns problemas com falta de imaginação. Culpem o Yoochun, ele é culpado disto tudo, fiquei parada na parte dele mas agora regressei com novas aventuras hihihi. Bem ainda não terminei este capitulo mas deixo aqui o pedacinho do que já fiz. Espero que gostem e aos erros...joguem pela janela


Capitulo quatro - O Mundo da Terra



Filip apanhou um susto levantando-se logo. Sacudiu o pó da roupa e tentou recuperar a voz.

-Quem és? perguntou Micky de braços na cintura.

-Bem eu…

Filip foi parado com a mão de Micky que se tinha levantado no ar dizendo:

-Será melhor nós não falarmos aqui.

Micky deu meia volta dirigindo-se até à sua pequena casa. Filip estranhou aquela reacção mas achou por bem segui-lo.
Ao fundo do bosque escuro, um estranho ruído fez-se ouvir. Filip olhou na sua direcção com os olhos esbugalhados. Um arrepio passou-lhe na espinha.

-Não te preocupes. Isto acontece sempre.

Micky parecia que lhe tinha lido os pensamentos e Filip não estava muito seguro no sorriso que ele tinha estampado no rosto. Nisso, virou o olhar mais uma vez para o sitio de onde tinha ouvido o ruído. O horizonte estendia-se com longas árvores escuras que se perdiam por baixo de uma luz azul que vinha do céu. Seguiu a luz com o olhar vendo uma grande lua azul que até então não tinha reparado.

-Vens ou quê? perguntou Micky impaciente quase a fechar a porta.

Filip correu entrando logo e fechando a porta atrás de si. Micky sorriu sentando-se numa cadeira ao pé de uma mesa de cana que estava mesmo à sua frente. Começou a examinar um monte de papéis.
Depois de ter recuperado o folgo, Filip observou a pequena casa. Havia uma cama feita de palha debaixo de uma janela, ao lado ficava a mesa onde Micky estava, algumas panelas pelo chão, folhas e livros. De facto era um sitio muito pequeno e perguntava-se como é que ele conseguia viver ali. Olhou para Micky que continuava a examinar os papéis atentamente com a testa franzida.

-Eu não vivo aqui. Só temporariamente. quebrou o silêncio Micky olhando-o de relance.

Filip coçou a cabeça sentindo que tinha sido descoberto mais uma vez. Nisso, lembrou-se o que tinha ido ali fazer e disse:

-Eu tenho algo muito importante para dizer-te…

Micky largou os papéis em cima da mesa, dirigindo toda a atenção para ele.

-Chamo-me Filip e venho do reino…

-Sim sim…vens do reino Odisseia e tens como missão dar-me essa noticia e que tenho que regressar a esse lugar.

Filip ficou de olhos abertos e de boca aberta. Não estava a espera que Micky soubesse de alguma coisa sobre o reino Odisseia já que lhe foram dadas ordens para este não saber de nada. Tentou falar ainda no choque:

-Mas…mas como é que…

Micky sorriu e disse antes de ele acabar:

-Eu sei que não devia de saber mas não tenho culpa de ter uma visão para o futuro.

Filip ia falar mas nesse momento, foi interrompido por algo que entrou pelas paredes com uma certa cor negra a toda a velocidade passando por ele saindo na parede do outro lado.

-Isso também acontece muitas vezes. falou Micky descontraído apontando para a parede de onde a criatura tinha desaparecido.

Filip olhou para ele e depois para o sitio tentando perceber bem o que era aquilo já que não tinha conseguido ver. Deixou os seus pensamentos de lado e voltou à questão.

-Quer dizer que consegues prever coisas?

Micky sorriu levantando-se da mesa. Passou por ele até aos livros que estavam no chão, pegando num, abrindo e foliando respondeu:

-De qualquer forma, não tenciono regressar a esse lugar.

Filip ficou atónito mordendo os lábios e dando um passo à frente.

-Que estás a dizer? Aquele é o teu lugar!

Micky posou o livro em cima da mesa e disse olhando para a janela com um ar preocupado:

-Não posso deixar este lugar.

Mais uma vez, algo surgiu na parede. Uma luz branca inundou a casa e uma coisa começou a formar-se na parede como que uma mancha de água pura e cristalina. Filip protegeu o olho que estava ao alcance da luz, já que o outro conseguia escapar por causa da mascara. Micky usou as duas mãos para protege-los. Quando tudo terminou, os dois baixaram os braços tentando ver o que era ainda com a vista ofuscada.

-Quanto tempo mais vais demorar? perguntou uma voz diferente no pequeno espaço.

Filip teve a sensação de conhecer aquela voz e quando já conseguia ver, viu a tal mancha na parede que se tinha transformado numa espécie de espelho. Reflectido nele, estava a imagem do velho Oráculo com um ar muito zangado.

-Quanto tempo mais vais demorar? voltou a perguntar agora com a voz mais escandalizada.

-É o senhor! exclamou Filip correndo para mais perto do espelho.

-Estás assim tão feliz por me ver? perguntou sarcasticamente. – Pois eu não estou! O que andas a fazer que até agora só desde conhecimento a um Deus??

-Desculpe! Tive alguns problemas. respondeu Filip encolhendo a cabeça entre os ombros.

-Este é que é o chefe do reino Odisseia? perguntou Micky que se aproximava para salvação de Filip.

-OHHH!!! exclamou Oráculo com satisfação o que fez com que Micky desse um passo atrás. – Deves ser o Deus Micky!

-Sou sim.

-O incompetente do Filip já te deve ter dado as noticias sobre tudo, estou correcto? perguntou ao abanar um dedo.

-Bem na verdade…- falou baixinho Filip com medo da reacção de Oráculo. – Ele já sabia de tudo, não foi preciso eu dizer alguma coisa.

Os dois conseguiam ver através do espelho que a expressão do rosto de Oráculo tinha mudado completamente. Não sabiam o que era mas ele, observava alguma coisa na sala do outro lado. Depois virou os olhos para eles com um ar preocupado e perguntou quase aos gritos na sua voz velha e cansada:

-Como…como é possível, Micky de saberes alguma coisa sobre este mundo?

Micky encolheu os ombros sem perceber muito bem a pergunta: - Na verdade consigo prever alguma coisa do futuro.
A boca de Oráculo abriu ainda mais:

-Isso não é possível! Quando vos mandei para os vários mundos, certifiquei-me que nenhum podia usar os seus poderes máximos, só os teriam de volta quando tivessem os 5 reunidos.

Filip colocou a mão no queixo ficando a perceber a gravidade da situação e disse:

-Isso quer dizer que…

-Quer dizer que alguém por ai algures sabe da existência destes deuses. terminou Oráculo agora com os olhos expostos na janela da casa de Micky.

Uma estranha brisa fria fez com que as folhagens lá fora abanassem com brutidão acontecendo o mesmo com a pequena casa. Filip olhou lá para fora reparando outra vez na tal lua azul que agora brilhava mais intensamente. Teve a sensação de ouvir mais uma vez aquele barulho estranho ao longe mas agora transpirado num som agudo de agonia.

-Não há tempo a perder Filip. Avisa depressa aos outros deuses para se reunirem Vou mandar a Fiena para ajudar. quebrou o silêncio Oráculo.

-Sim senhor! afirmou Filip não com uma cara muito satisfeita.

-Desculpe…- interrompeu Micky – Não tenciono regressar ao mundo Odisseia.

-O que estás para ai a dizer? Este é o teu mundo Micky!

-Está enganado, o meu mundo é aqui…pertence a este lugar até eu terminar a minha promessa.

Oráculo levantou o sobrolho e observou Micky como se tivesse a examina-lo, depois perguntou com a testa franzida.

-Diz-me Micky…viveste sempre sozinho neste lugar?

-Não. Vivia antes com o meu pai adoptivo.

Oráculo coçou a barba numa forma duvidosa. Filip virou os olhos para ele.

-Como é que era o teu pai adoptivo?

Micky sorriu olhando para o tecto pensativo, respondeu:

-Sabia usar magia, era uma pessoa com grande cultura. Ensinou-me a usar os meus poderes.

-E qual foi a promessa que fizeste? continuo a perguntar Oráculo coçando a barba.

-Antes do meu pai morrer prometi que ia salvar as pessoas deste reino. Foi lançada uma maldição em que à noite, as pessoas matam-se umas as outras e no dia a seguir não se lembram de nada. Elas não têm coração, foi-lhes retirado por alguém com muito poderes. Agora não passam de marionetas nas mãos dessa pessoa. O meu dever é devolver-lhes a alma e o coração.

-Estou a ver… – abanou a cabeça Oráculo. – Mais ainda não explicas-te muito bem como era o teu pai.

Micky apenas pôs a mão na cabeça abafando a pergunta com uma gargalhada. Não respondeu. Oráculo duvidou daquela reacção mas não tinha tempo para desvendar os mistérios que Micky lhe transmitia, tinha de ficar concentrado na existência de alguém que sabia dos deuses. Filip também olhou para ele de uma forma desconfiada.

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Sab Dez 19, 2009 4:25 pm

Nota: Ufaaa aqui está o resto desde capitulo


Oráculo tentou deixar os pensamentos de lado e disse:

-Filip trata do resto! Vou falar logo com a Fiena. Sê rápido, quem já sabe dos nossos planos já deve de estar a agir mais depressa que nós.

Filip abanou a cabeça afirmando que sim com um sorriso confiante. Oráculo desapareceu do reflexo apenas deixando um espelho normal e comum à frente de Micky e Filip.


***



Oráculo andava de um lado para o outro no seu gabinete. Ainda não tinha conseguido arranjar uma maneira de descobrir quem era o responsável. Tinha tentado deixar o segredo dos deuses bem escondido mas afinal nada tinha sido como planeara. Acelerou o passo a medida que coçava a barba. Se o senado dos deuses soubesse de alguma coisa estaria condenado para sempre, podia perder o reino como até podia ser morto. Contudo, não estava arrependido do que tinha feito. Os humanos precisavam de deuses, pelo menos os poucos que existiam ainda. Não era uma leia estúpida que ia mudar a sua ideia.

-Senhor! chamou uma voz suave na entrada

Oráculo parou, virou os olhos assustados para a porta com uma respiração afogada. Ficou mais tranquilizado quando viu quem era.

-Ah…Fiena és tu!

-Claro senhor! Porque está tão assustado? perguntou Fiena à medida que aproximava-se a flutuar levemente.

-Deixa estar. – limpou o suor da testa por cima de um olhar preocupado da Fiena. – Chamei-te porque preciso que ajudes o Filip com a missão.

Fiena levantou o sobrolho. – Mas ele não está a cumprir o seu dever?

-Sim está… – tossiu com lentidão. – Mas de uma forma lenta, como sabes Fiena.

-Sei! Eu conheço a lentidão do Filip. disse ao colocar as mãos na cintura.

Oráculo sorriu sentando-se atrás da sua secretaria. Respirou profundamente.

-Então não temos tempo a perder. Vai depressa ter com ele ao reino da terra. Descobriram o nosso segredo Fiena. Alguém sabe da existência dos deuses.

Fiena colocou as mãos na boca espantada. Ela também sabia das graves consequências que isso podia trazer. Disse tirando as mãos da boca:

-Vou já imediatamente senhor!

Fiena levantou um braço e uma grande luz verde enrolou-se no seu corpo como uma serpente e por fim ela desapareceu do gabinete de Oráculo. Ele sorriu mais uma vez encostando a cabeça para trás na sua cadeira observando o tecto.


***


Algures mais distante do reino Odisseia, três pessoas observavam Oráculo através de um balde pequeno com água. No meio e com uma aparência curiosa, estava um rapaz de cabelo preto espigado e olhos verdes penetrantes e pele muito branca numa postura muito esquelética e fantasmagórica. Ao seu lado, estava os gémeos rapazes de cabelo castanho curto e olhos cor de amêndoa. O rapaz de cabelo preto era novo e com mais experiencia que os gémeos. Encontravam-se dentro de uma gruta onde pequenos cristais azuis nas paredes brilhavam intensamente à luz das tochas de fogo. O rapaz de olhos verdes ria-se ao olhar para o balde e disse:

-O plano resultou perfeitamente, não foi?

-Perfeitamente! respondeu uma voz que caminhava pelo eco.

O rapaz levantou a cabeça e viu um homem já com algumas pontas brancas a aparecerem no seu cabelo preto mas ainda tinha um aspecto muito jovem. A sua pele também era branca mas caracterizada por alguns sinais. Tinha os olhos verdes cheio de olheiras que esmagavam na escuridão. Parou diante deles com as mãos nas costas e um sorriso satisfeito nos lábios, disse:

-Correu tudo perfeitamente! Ninguém vai descobrir nada se o tivermos sempre por perto.

Ele dirigiu o olhar para o balde de água onde estava reflectida a imagem de Oráculo agora com os olhos fechados, provavelmente a descansar.

-Vamos passar ao nosso segundo plano. terminou por fim franzido a testa e falando num tom de perfeito desprezo e vingança.


***



Fiena apareceu mesmo em cima dos livros de Micky o que fez com que ela se desequilibra-se e Filip fosse a correr para agarra-la. Micky apenas cruzou os braços olhando para os dois de maneira desconfiada. Estes ficaram a observarem-se durante uns tempos surpresos pelo o que tinha acontecido, até Filip cortar o momento ao dizer:

-Não sei como é que tu tropeças assim. Tu sabes flutuar não é?

Fiena saiu depressa dos braços de Filip virando-lhe as costas tossindo.

-Temos assuntos mais importantes a tratar.

Fiena respondeu toda irritada virando-se para Micky que também tinha encontrado alguma maneira de tossir desesperadamente para espanto dos dois.
Acabaram por explicar tudo ao Micky sobre o reino Odisseia e Filip entregou-lhe um colar igual ao que deu ao Xiah mas este ainda insistia em não ir para o reino Odisseia.

-Eu não quero ir para o reino Odisseia. Já vos disse isso! insistiu passando o dedo pelo colar.

-Não percebo a…

Filip não terminou a frase ao passar novamente por ele a tal coisa estranha que tinha visto há pouco. Micky voltou a dizer com um sorriso o que irritou muito a Filip “isto acontece muitas vezes”. Mas desta vez não ficou apenas por um mas vários entraram pela casa e passavam por eles saindo do outro lado da parede a toda a velocidade.

-O que é isto? perguntou Filip afastando-se o mais depressa que podia deles.

-Ah isto sabes é que….

-Se voltas a dizer que “isto acontece muitas vezes” eu esqueço-me que és deus e acabo contigo. - gritou Furioso Filip – Pelo menos podias fazer o favor de dizer o que é isto?

Micky ficou com um ar mais sério e respondeu:

-Isto são as almas das pessoas deste reino.

-As almas?! falou horrorizada Fiena que estava a flutuar bem por cima da cabeça deles a observar aquelas criaturas a passar.

-Como é que as almas deles estão á solta por ai? perguntou Filip encostando-se à parede conseguindo escapar de bater em algum.

Micky juntou-se a ele e respondeu:

-Alguém anda a controlar as suas almas, o meu dever é devolver as almas aos respectivos corpos como também os seus corações.

Filip só deixou escapar um “ahh” como se tivesse a abrir a boca de sono.

-Temos de sair daqui! disse Fiena.

-Não podemos sair daqui. Esta casa tem uma protecção. Eles não nos conseguem ver, se sairmos, aí já corremos grande perigo. avisou Micky ao olhar para Fiena.

-Isto acaba? perguntou Filip virando-se para Micky.

Este estava agora a olhar para o colar e passar os dedos com um olhar perdido no tempo. Levantou esse olhar agora fixo em outro sitio mas continuando a passar os dedos no colar e disse:

-Mudei de ideias, afinal foi voltar para o reino Odisseia.

Filip e Fiena deixaram escapar um sorriso até que por fim as criaturas deixaram de aparecer.

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Dom Dez 27, 2009 3:15 pm

Ja devia ter comentado isto a mt....

AMEI
Isto ta a ficar taooooo interessante! Tens q acabr isto!

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Qui Jan 07, 2010 3:28 pm

Nota: Bem este é só o bocadinho que já fiz deste novo capitulo. Espero que gostem depois coloco o resto.



Capitulo cinco: O mundo do gelo



O mundo do gelo era bem diferente dos outros mundos que Filip tinha visitado. Um grande manto de neve, prolongava-se até ao horizonte que não tinha fim na sua camada espessa e branca. Cada vez mais que andavam, ele perguntava a si mesmo se alguém era capaz de viver ali, para além de estar um frio que doía nos seus ossos fracos. Olhou para Fiena que estava estranhamente da mesma altura que ele. Baixou os olhos reparando que ela não estava a flutuar como de costume.

-Tens pés! gritou parando de espanto.

Fiena olhou para ele de lado bufando.

-Claro que tenho pés! Que grande conclusão que tiveste!

Filip correu com dificuldade na neve para apanhar o passo dela que continuava a andar, nem se preocupara em parar.

-Como estás sempre a flutuar, pensei que não tivesses pés.

-Idiotice! exclamou Fiena cruzando os braços.

-Agora vais deixar de flutuar?

Fiena parou respondendo a escassos centímetros do rosto dele:

-Claro que não! Só estou assim para que ninguém veja nada de anormal. Caso saibas, existe mundos onde a magia não existe. – reparou na aproximação, afastando-se mais um pouco dele. – Agora deixa de fazer perguntas estúpidas e anda.

Filip engoliu em seco e pestanejou para molhar os olhos secos de tanto estarem há tanto tempo abertos de espanto. Viu-a afastar-se com uma elegância que ele ainda não tinha reparado. Foi apanhado de surpresa com ela a virar-se para trás e a dizer.

-Então? Vais ficar aí durante muito tempo?

Ele voltou a correr com dificuldade na neve até conseguir finalmente apanha-la.
O tempo foi passando e ainda não tinham encontrado nenhuma aldeia nem uma casa que fosse. A cada pedaço que andavam, parecia que o tempo ia piorando e já tinha começado a nevar. Logo, o vendo começou a soprar com força impedindo-os de conseguir andar. Filip levantou um braço para proteger os olhos da neve e aconchegou a capa no corpo. Fiena ia ligeiramente mais atrás com uma grande dificuldade a andar na neve. Nisso, as suas pernas fraquejaram fazendo com que caísse. Filip virou-se para trás correndo para ajuda-la.

-Estás bem?

Fiena olhou para ele com um olhar inocente e com um sorriso envergonhado respondendo:

-Acho que eu não estou habituada a andar.

-Anda eu ajudo-te!

Filip colocou a mão dela por cima do ombro ajudando-a a levantar-se mas ele também estava muito cansado e não conseguiu dar mais que dois passos, caindo logo juntamente com ela. Disse:

-Tem muita neve para conseguirmos andar.

-E agora? Que vamos fazer? perguntou Fiena preocupada.

-Tenta usar a tua magia. sugeriu Filip.

Fiena sorriu levantando a mão esquerda fazendo surgir uma bola de fogo vermelha mas depressa a magia desapareceu deixando-a perplexa.

-Não funciona! disse desesperada.

-Como não funciona? perguntou Filip agarrando na mão que ela tinha feito a bola de fogo.

-Esta neve está a ser controlada por magia. È muito poderosa para mim.

Filip olhou para as redondezas esperando ver alguém surgir a partir do manto de neve agora pouco visível devido ao vento forte e á queda de neve. Estranhamente, sentia o corpo a perder forças á medida que cada pedaço de neve e vento cobriam a pele. Pensou que talvez de tão forte que a magia que estava a controlar o tempo era, estava a fazer com que perdesse as forças. Fiena estava já nos seus braços, agarrando-o com força. Olhou mais uma vez para longe, querendo gritar e pedir ajuda mas nada em si estava a funcionar como queria. Os olhos começaram a fraquejar que fechavam aos poucos e poucos. Filip queria mantê-los abertos usando o resto de força que tinha ainda para conseguir. No entanto, a força já não era muita, logo, deixou-se vencer pela magia estranha e poderosa. Algures ao longe, os seus ouvidos conseguiram captar uma estranha melodia antes de perder os sentidos.

Fiena acordou ao sentir umas pingas caírem-lhe sobre a testa. Quando abriu os olhos ainda meio cansados, viu que as pingas eram de água que vinham de uma fenda de um tecto rochoso por cima da sua cabeça. Depois, a sua vista captou uma luz que vinha do lado direito. Virou a cabeça devagar para ver o que era, até o corpo sonolento de Filip tapar o seu caminho de visão até á luz. Fiena levantou-se logo, observando-o a dormir calmamente ao seu lado.

-Acorda, acorda! gritou á medida que o abanava violentamente.

Filip assustado, levantou-se logo, ficando sentando pronto para enfrentar qualquer coisa.

-Ainda estás a dormir? perguntou Fiena já levantada olhando-o de uma maneira como se tivesse a reprimir uma criança.

Filip levantou a cabeça olhando para ela e depois para a luz que vinha da entrada da gruta onde estavam.

-Onde estamos? perguntou coçando a cabeça à medida que se levantava.

-Faço a mesma pergunta! olhou-a de lado Filip.

-Eu desmaiei primeiro do que tu, portanto, tu é que deves ser o responsável por isto tudo. acossou-o em tom de ameaça.

-Se não tivesses desmaiada tal como eu, serias capaz de ver o que estamos aqui a fazer. Por isso…cala-te! ordenou Filip de uma forma superior para espanto de Fiena que nem teve tempo de falar.

Este dirigiu-se para a entrada da gruta olhando lá para fora. O céu estava limpo com uma manhã de sol quente e agradável. Com os raios de sol a reflectirem-se na neve, dava uma fantástica visão de cristais a brilharem. Fiena aproximou-se dele, ainda um pouco abalada pela reacção de á pouco mas depressa esqueceu isso quando viu a manhã linda que estava.

-Estranho…- Filip olhou para ela. – Já não sinto a magia forte que senti.

-Mas afinal…como é que viemos aqui parar? perguntou Filip

Fiena encolheu os braços olhando na direcção de Filip. O tempo já não estava como tinham visto no dia anterior e ela sentia que tinha recuperado as suas energias.
Nesse momento, apareceu uma figura no horizonte que caminhava alegremente quase aos pulos pela neve. Vinha vestida com roupas de pele de animais de cor castanha, um gorro feito pelo mesmo e umas botas que pareciam fáceis de andar. Filip e Fiena esbugalharam os olhos para tentar ver quem vinha ali. A mesma figura, deu um salto e depois agachou-se apanhando um bocado de neve e formando uma bola que cabia perfeitamente nas suas pequenas mãos. Depois fez pontaria para onde Fiena e Filip estavam e lançou a bola de neve com toda a força que tinha. Os dois afastaram-se de imediato, surpresos pela aquela reacção repentina. A estranha figura, não tinha reparado da presença deles, só quando ouviu os seus gritos estridentes para fugir da bola que lançara. Esta também ficou perplexa. Fiena e Filip depois de conseguirem recompor-se viram a figura a correr desesperada a toda a velocidade para juntos deles. Á medida que corria, Fiena pode reparar que aquela figura era uma menina.

-Não acredito! gritou a menina mais baixa que Filip e Fiena que tiveram de olha-la como duas torres altas.

Filip e Fiena olharam um para o outro e depois para a menina de olhos castanhos e cabelo preto liso escondido por detrás do gorro e bochechas rosadas devido ao frio. Com um olhar zangado e de mãos na cintura, a menina gritou:

-Vocês fizeram com que ele fosse embora! gritou correndo novamente numa direcção oposta da que tinha vindo, afastando-se aos poucos deles desaparecendo

-Que foi aquilo? Quem fizemos ir embora? perguntou Filip de boca aberta olhando para o sitio.

Fiena encolheu os braços e disse:

-Não há tempo para isso! Vamos atrás dela.

Ela agarrou no braço dele obrigando-o a correr juntamente. Seguiram as pegadas deixadas na neve por ela.
Depois de estarem a correr há uns 10 minutos, avistaram uma pequena aldeia mesmo em frente rodeada de pinheiros cobertos de neve. Estava constituída por umas 20 casas todas confundidas no pequeno espaço. Filip respirava com dificuldade mas mesmo assim tentou falar:

-Af…afinal, foi…bom seguir a criança!

-Claro que foi boa ideia! Fomos capazes de encontrar uma aldeia!

Fiena olhou para o céu reparando que umas nuvens cinzentas começavam a cobrir novamente o céu. Pegou novamente no braço dele correndo até á aldeia.
As ruas estavam desertas. Candeeiros de rua pendurados por uma corrente de ferro presos nas casas, abanavam à medida que passava uma brisa fria. Mais á frente ficava uma cabana com uma tableta com o nome de “Bar”.

-Vamos entrar ali. disse Fiena.

-Mas não sabemos que lugar é este.

-Olha para o céu. – disse Fiena apontado para ele. – O tempo está a começar a escurecer tal como ontem. Temos de ficar num lugar seguro.

Filip encolheu os ombros e seguiu-a. Ao entrarem, toda a tenção virou-se para eles. Havia uma grande mesa redonda de madeira no meio, onde estavam sentados 5 homens barbudos com as suas canecas de cerveja a escorrem a sua frente. Aos lados, pequenas mesas de madeira estavam ocupadas com duas a três pessoas, umas com cervejas outras com pratos com pernas de frango. Fiena deu um passo tentando passar por aqueles olhos desconfiados e desconhecidos. Filip endireitou a mascarar á medida que a seguia discretamente. Ao fundo estava o balcão com uma mulher gordinha de avental as ricas brancas e vermelho. O seu cabelo loiro estava apanhado para trás e os seus olhos não se retiravam dos dois ao mesmo tempo que limpava um copo com uma toalha branca. Fiena encontrou uma mesa ao fundo ao pé da janela sentando-se logo de seguida com Filip à sua frente. Olhou em volta, reparando que ainda estavam todos a olhar para eles. Deu uma olhadela a sua roupa e a de Filip que levantou o sobrolho. A mulher gordinha aproximou-se deles com um bloco de notas e perguntou num tom ríspido e rouco:

-Que vai ser?

-Oh…lamento mas nós estamos aqui só porque o tempo está a mudar. falou Fiena no tom mais amigável que podia.

A mulher soltou um gemido de desaprovação e disse:

-Isto não é lugar de esplanada! Se estão aqui vão ter de tomar ou comer alguma coisa.

Fiena olhou para o Filip fazendo sinal para que ele falasse. Este foi apanhado desprevenido e olhou para a mulher que começava a ficar com as bochechas vermelhas pronta a gritar com eles. Falou:

-Nós nem temos dinheiro para…

-Então o que vai ser? insistiu a mulher não deixando-o acabar.

-Bem se tanto insiste. – Fiena lançou um olhar para as pessoas que ainda os observavam. – Qual a especialidade de hoje?

A mulher levantou o seu bloco para mais perto dos olhos pronta para escrever e respondeu:

-Temos a cerveja e pernas de galinha fritas em óleo de veado.

Fiena soltou uma gargalhada seca e disse:

-Então pode trazer-nos isso.

Viram a mulher a apontar as coisas tão violentamente que quase ficaram com pena daquela caneca e daquele bloco. Depois, afastou-se a passos largos com as suas botas de cabedal a baterem sobre o chão de madeira poeirento. Único barulho que conseguiam ouvir. Filip virou-se para Fiena e disse num tom baixo:

-Como vamos pagar isto?

-Não sei. respondeu de volta num tom baixo.

A mulher regressou com o pedido. Serviu uma caneca de cerveja a Filip outra a Fiena e pôs um prato no meio da mesa com duas pernas de frango grandes que fumigavam e estalavam devido ao óleo. Os dois fizeram uma cara de nojo escondida da mulher mas logo pegaram nas suas canecas ganhando coragem para beber um golo. De repente as pessoas que só estavam a dar atenção, começaram a falar como se eles já não tivessem ali. Eles estranharam aquela reacção mas sentiram um alívio. Filip deu um golo na sua cerveja, tossindo logo de seguida como louco ao sentir um gosto estranho a azedo como se fosse vinagre a arder na sua garganta juntamente com o gás.

-Estás bem? perguntou uma voz meiga ao seu lado.

Filip virou a cabeça e viu uma bela e jovem rapariga de olhos castanhos grandes, cabelo apanhado com uma trança longa e uns lábios carnudos.

-Si…sim! gaguejou quase a babar-se e a sair os olhos.

Fiena bufou colocando o cotovelo em cima da mesa e descansado a cabeça sobre o braço.

-A nossa cerveja é muito forte. Pode ser muito forte para rapazes delicados como tu. continuo a rapariga quase a acaricia-lhe o queixo.

-Não sou assim tão delicado. falou envergonhado Filip ao mesmo tempo que coçava a cabeça.

-Estás quase a derramar a cerveja. interrompeu Fiena olhando-o de lado.

A rapariga agarrou na caneca de Filip pousando delicadamente sobre a mesa e disse ao aproximar o rosto para mais perto do dele:

-A tua namorada tem razão.

Fiena mexeu-se violentamente abanando a mesa o que fez entornar as cervejas e Filip levantou-se da cadeira gritando:

-Ela não é a minha namorada!

Nesse momento, alguém abriu a porta do bar entrando juntamente com uma menina ao seu lado de mão dada. Vinha com uma capa feita de pele de animal castanha que tinha um capuz posto tapando a sua cara. Novamente todos viraram a atenção para a porta mas depois voltaram a fazer o que estavam a fazer. Fiena que ainda estava a ver a figura triste de Filip babado a olhar para a rapariga, olhou de relance para a pessoa que entrou e depois para a menina que a chamou logo a atenção.

-Filip! gritou levantando-se para abanar o braço dele.

-Que foi? perguntou não tirando os olhos da rapariga.

-Aquela menina que está com aquele estranho que entrou é a mesma que vimos de manhã.

-Como?!

Filip tirou os olhos da rapariga procurando agora a menina. Foi encontra-la junto ao balcão com o tal estranho.

-É verdade! É ela!

Fiena observou mais o estranho com atenção para tentar perceber quem era mas com o capuz era incapaz de tentar ver alguma coisa. A menina olhou para ela pondo a língua de fora. Filip soltou uma gargalhada o que fez com que Fiena ficasse um bocado irritada. Ele pareceu notar que Fiena olhava-o, pelo que mexeu a cabeça um bocado na direcção deles. Mesmo assim, ela continuava a não conseguir ver o seu rosto. A janela que estava ao lado dela, abanou com o vento e a neve que começavam a formar-se numa tempestade igual a de ontem. Virou a atenção no estranho agora pela janela e com um dedo fez um risco no vidro embaciado.

-Vou embora! anuncio um dos homens que estava sentado na mesa grande do meio.

Os outros também seguiram o exemplo, deixando moedas em cima da mesa e seguindo o homem. Antes de saírem, aconchegaram os casados no melhor que podiam pelo frio. Depressa o começaram a sair um por um e o bar ficou mais silencioso e apenas com Filip, Fiena a menina com o estranho e a mulher do balcão e guardava algumas garrafas. A rapariga a qual Filip ainda não tinha conseguido tirar os olhos, limpava as mesas sujas deixadas pelos visitantes. Este, bebia vários golos de cerveja à medida que tossia como um idiota e voltava a colocar os olhos nela que também não facilitava as coisas olhando para ele também meio envergonhada. Fiena bufou mas ficou satisfeita quando a mulher do bar aproximava-se com um leve sorriso que formavam covinhas nas suas bochechas gordas. Qualquer coisa era melhor que ver o que estava a ver.

-Vão ficar aqui? perguntou ainda com a voz ríspida.

-Nós não podemos sair daqui. respondeu Fiena com medo que a mulher os mandasse a pontapé para a rua.

O sorriso dela pareceu alargar mais o que Fiena achou estranho e perguntou novamente lançando um olhar de desprezo a Filip:

-São viajantes?

-Sim. Chegamos ontem mas não temos para onde ir.

-Tiveram sorte de não terem sido mortos ontem na neve.

Dito isto, a mulher deu meia volta e voltou para o seu balcão deixando Fiena de boca aberta. Sem saber porquê, olhou para o estranho que dava sinais de estar a ouvir a conversa já algum tempo, depois para a menina que para surpresa, vinha a correr para junto de Fiena com um ar zangado e a ponta no nariz toda vermelha disse:

-Vocês são maus! Assustaram-no!

-Não digas disparates! falou amigavelmente o estranho que já estava ao lado deles sem nenhum dar por isso.

A menina encheu as bochechas de ar e com os seus pequenos punhos fez pressão fazendo um barulho estranho com a boca.

-Quem és? perguntou Fiena abaixando um pouco a cabeça para tentar ver a cara.

O estranho tirou o capuz e Fiena soltou um gemido colocando as mãos na boca e finalmente Filip tinha virado a atenção para eles. Estava á frente, um rapaz de pele muito clara, cabelos castanhos compridos e de traços suaves e inocentes. Deu um sorriso por fim.

-Tu és o Hero!

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Dom Jan 10, 2010 11:09 am

oooh adoroo a historia Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Qua Jan 27, 2010 11:36 am

Nota: Aqui mais um bocado deste capitulo. Ainda não está acabado mas já estou a tratar disso. Espero que gostem. Outra coisa, coloquei o trailer da fanfic no inicio do tópico quem tiver curiosidade de ver hehe.



-Não foi preciso procurar muito. disse satisfeito Filip encostando-se para trás.

-É a segundos vez que nos encontramos. Tirei-vos ontem da neve. Gostava de saber o que estavam ali a fazer? perguntou Hero olhando de

Fiena para Filip.

-Estávamos á tua procura. Tens de voltar connosco ao mundo Odisseia. respondeu Filip com um ar sério.

-Não! gritou a menina que agarrou a mão de Hero. – Não vou deixar que levem o meu pai!

Filip e Fiena sentiram como que uma pedra de chumbo de várias toneladas tivesse caído em cima das suas cabeças. Com os olhos esbugalhados, boca completamente aberta e membros tensos, olhavam Hero que sorria e coçava a parte de trás da cabeça. Ouvia-se uma gargalhada distante da mulher do bar que agora passava um pano amarelo no balcão.

-Será que ouvi bem? perguntou Filip coçando o ouvido.

Fiena olhou para ele pelo canto do olho e depois para Hero, disse:

-Eu ouso tão bem quanto tu.

Hero afagou a cabeça da menina ao ver que os seus pequenos olhos começavam a ficar cheios de lágrimas. Logo, ela agarrou-se a ele com um grande abraço forte e choroso.

-Não chores! falou amigavelmente continuando a afagar-lhe a cabeça.

-Não sejas chata! reprimiu a rapariga que Filip não parava de olhar.

-Mas não quero que ele vá, mama!

Por pouco, os dois não caiam da cadeira mas Filip bateu com a cabeça contra a mesa completamente cabisbaixo e de boca aberta, gaguejou:

-Fi…fi…filha?!

A rapariga colocou a mão na boca escondendo uma gargalhada inocente ao ver o ar de rastos de Filip.

-Desculpa-me! lamentou dando umas palmadinhas no seu ombro.

-Acho que alguma coisa está a escapar-nos. falou baixo Fiena ao bater a mão na mesa.

O vento lá fora abanou as janelas velhas do bar. Todos viraram a cabeça para ela com um ar mais sério e sem as risadas alegres que estavam de momento. A neve caia fortemente, amontoando-se depressa e tapando todas as casas com uma cobertura branca que até então o sol da manhã tinha derretido. Ouviram algures um outro barulho mas muito fraco da mulher do bar a limpar um copo. Nisto ela falou:

-O tempo está a mudar.

Todos abanaram a cabeça afirmando que sim sem tirarem os olhos da janela.

-Amanhã será o grande dia. falou Hero.

Fiena olhou para ele e disse:

-Grande dia? Amanhã não vais voltar connosco?

-Só vou voltar quanto tudo aqui estiver em ordem.

Fiena não pareceu muito satisfeita com a decisão de Hero. Filip encolheu os ombros pensando que Oráculo não ia gostar que eles demorassem muito. Sabia como ele ficava quando algo não era comprido a tempo e ainda por cima com todos os planos descobertos por alguém desconhecido que podia estar a observar cada passo deles.
A mulher do bar arranjou mais duas camas para os dois descansarem. Colocou uma cama no quarto da rapariga do bar para a Fiena e outra para o Filip no quarto onde Hero ficava. Na verdade, nem Fiena nem Filip estavam habituados a descansar, no mundo Odisseia não havia tempo para isso. Tinham de estar sempre de olhos abertos em vigia prontos para qualquer ataque, visto que os ataques se tinham tornado muito frequentes por aquelas bandas.
Fiena sentou-se na cama observando a rapariga do bar que arrumava algumas roupas quentes da filha numa gaveta de um armário castanho-escuro com arranhões parecendo terem sido feitos por um gato. Olhou em volta, notando as paredes com algum bolor, uma teia de aranha ao canto e um chão de madeira clara furada. Só havia as duas camas um vestuário muito detalhado em pequenos desenhos nas suas portas, o armário e uma mesa-de-cabeceira ao lado da cama com uma lamparina cm uma vela a arder que tinha um cheiro intenso. A rapariga olhou por cima do ombro para Fiena rindo da sua atitude distraída a olhar em redor do quarto.

-Que foi? perguntou Fiena sentindo-se ridícula.

-Nada. – sorriu virando os olhos para o que estava a fazer. – As crianças desarrumam tudo.

-É assim tão difícil ter crianças? interrogou mais uma vez Fiena sem perceber o motivo da mudança de conversa.

-É mais difícil não tê-las! respondeu num tom satisfeito.

Fiena alisou uma das penas na sua manga e disse com um ar triste:

-Eu sei que deve ser difícil levar o Hero daqui já que é o pai dela mas tem de ser, ele tem uma missão para cumprir no seu mundo.

-Compreendo. – falou baixinho baixando a cabeça. – Não queres ter filhos?

Aquela pergunta foi tão fora da conversa e fora da questão, que apanhou Fiena desprevenida por alguma razão. Cruzou os braços tentando disfarçar e deixou os olhos postos numa teia de aranha, respondeu:

-Talvez um dia se for possível.

-Algures num possível tão perto. falou do nada a rapariga que agora pegava num cesto e colocava em cima da cama deixando-a espantada.

Nesse momento, alguém bateu á porta e entrou. Era Filip que vinha com um ar melancólico ainda pelo o que tinha ouvido lá em baixo. Olhou para Fiena e para a rapariga e perguntou num tom envergonhado:

-Esqueci de perguntar o teu nome.

Fiena bateu com a mão na testa e caiu para cima da cama não acreditando que se tinha esquecido de perguntar também. A rapariga sorriu e respondeu:

-O meu nome é Yoona.

Fiena levantou a cabeça e disse:

-O meu é Fiena. deitou a cabeça novamente.

Filip acenou e disse:

-O meu é Filip.

Yoona olhou para os dois e soltou uma gargalhada. Voltou a pegar no cesto passou por Filip e saiu com um sorriso deixando-os sozinhos.

-Não podemos demorar. falou Filip vendo-a deitada.

-Eu sei. respondeu Fiena aborrecida.

Filip saiu do quarto, fechou a porta e dirigiu-se para o seu que ficava mesmo ao lado. Entrou olhando para a cama de Hero que estava vazia. Pensou que aquele rapaz não ficava quieto em nenhum sítio. Entrou, fechou a porta e sentou-se na cama olhando para a janela coberta de neve e embaciada pelo frio. Esfregou as mãos geladas uma na outra. Tirou a sua atenção da janela, agora vagueando o olhar pelo quarto. Não era muito diferente do quarto onde Fiena estava. Tinha as paredes bolorentas, o chão de madeira furado e o mesmo vestuário detalhado mas um pouco mais velho. Ao lado tinha uma lareira onde Filip lançou uma bola de fogo, incendiando a madeira no seu interior aquecendo o quarto. O olhar perdeu-se no fogo que estalava a madeira num som abafado e tristonho, tão vermelho como o reflexo nos seus olhos.
Até que do nada uma estranha melodia inundou os seus pensamentos, trazendo uma calma inesperada. Uma canção que recordava-se bem desde o dia que tinha entrado naquele mundo. Era a mesma melodia que tinha ouvido no dia anterior antes de desmaiar mas agora notava que estava acompanhada por uma voz suave ao mesmo tempo forte e expressiva em cada letra. Levantou-se da cama até a janela. Passou a mão pelo vidro e olhou para a rua. A neve tinha acalmado juntamente com o vento e uns estranhos flocos de neve caiam levemente. Filip viu alguém dirigir-se para a rua onde olhava o céu alegremente. Depressa, ele também desceu encontrando a mulher do bar, Yoona a menina e Fiena.

-Que se passa? perguntou ao aproximar-se de Yoona.

-É ele! respondeu num tom calmo e um sorriso onde brilhavam os seus olhos.

Filip olhou para o céu não entendo nada mas ainda continuava a ouvir a música que trazia com ela aqueles flocos de neve que pareciam diamantes. Levantou a mão apanhando um que se tornou sólido logo que tocou na pele. A sua cor branca, transformou-se em uma cor azul.

-Pede um desejo! falou Yoona ao seu ouvido.

Filip pestanejou duvidando um pouco mas Yoona continuo a falar.

-Isto só acontece uma vez por ano de forma inesperada. Não sabemos como é que ele faz isto mas é verdade é que nos traz felicidade.

-Ele quem? perguntou Filip ainda segurando o floco com um ar duvidoso.

Yoona apontou o dedo para uma zona do céu que estava com uma névoa verde e brilhante. Fiena aproximou-se dele, também com um floco em forma de diamante de cor roxa na mão e um sorriso satisfeito.

-É ele, o nosso deus.

Filip devolveu-lhe o sorriso observando depois um pouco mais o objecto que tinha na mão que brilhava intensamente como se tivesse a apanhar luz de algum sítio. Fechou os olhos e agarrando-o bem nas mãos, algures no seu pensamento, surgiu um desejo que ele nunca pensou que viria a desejar. Foi por momentos que sentiu uma esperança a inundar o coração e a alma até o diamante desaparecer. Abriu novamente os olhos e reparou em Fiena que estava concentrada a pedir o seu desejo. Pensou que ela ficava bonita com aquele ar sossegado e leve sorriso nos lábios. Logo que reparou que estava descontroladamente a olhar para ela, desviou o olhar para Yoona que tinha um sorriso de orelha a orelha para ele.

-Que foi? perguntou não esperando aquela reacção.

-Que desejo pediste? perguntou juntando as mãos em forma de prece.

Filip olhou para o lado e cruzou os braços gaguejando. Disse:

-Não se pode contar os desejos.

Yoona colocou a língua de fora como uma criança infantil e olhou para o céu dizendo:

-Eu percebo!

Os flocos deixaram de cair, as nuvens afastaram-se e a luz verde no horizonte tinha desaparecido juntamente com a melodia. Hero chegava cansado e sujo mas sempre com um ar alegre e satisfeito. A menina foi a correr ter com ele, obrigando-o a pega-la ao colo com esforço. Yoona estava com uma lágrima nos olhos e a mulher do bar só dava gargalhadas estrondosas.

-Para que foi isto? perguntou Fiena colocando as mãos no rosto de Jaejoong que ficou surpreendido.

Jaejoong abriu a boca para falar mas foi interrompido por Yoona que respondeu com os olhos a brilhar de felicidade e ainda com as mãos em forma de prece:

-Ele é o nosso herói! Sacrifica-se sempre por nós. Todos os anos, ele transforma flocos de neve em diamantes capazes de realizar apenas um desejo. – Jaejoong abanava a cabeça concordando. – É ele que nos dá todos os dias um dia de sol.

-Quer dizer que…a melodia. - interrompeu Filip coçando o queixo. – Aquela que ouvi quando chegamos cá e a de hoje faz com que a neve desapareça?

-Exactamente! apresou-se Yoona a responder não dando tempo a Jaejoong. – O nosso mundo está enfeitiçado há algum tempo. Há muitos anos atrás, o nosso povo estava gravemente doente. Um vírus estranho atacou a nossa comida, o ar, a natureza e principalmente as pessoas. Muitos morreram e os que vivem hoje em dia, as suas mentes foram apagadas desta terrível lembrança…
Yoona parou de falar ao sentir uma cotevelada da mulher do bar numa costela. Esta quando olhou para ela, fez-lhe sinal com os olhos para se calar. Yoona pós a mão na boca. Não tinha a noção de ter começado a falar muito. Depressa ficou um ar gélido entre eles sem já haver neve. Trocavam olhares entre si e tanto Filip como Fiena estavam curiosos de saber o resto da história. Jaejoong sorriu o que fez com que todos olhassem para ele. Disse:

-Não se preocupem. Eles são de confiança.

Fiena deu o seu melhor sorriso ao tentar mostrar confiança e Filip assobio olhando para o lado.
Nesse momento, as nuvens que até então tinham desaparecido, voltavam com grande força. Um relâmpago rasgou o céu e logo de seguida, chegou o barulho que ecoou pela planície. Começou a nevar novamente mas agora com mais força que das outras vezes, acompanhada com um vento forte dificultando a estadia na rua. Filip agarrou Fiena envolvendo-a num abraço o que a deixou envergonhada ficando com as bochechas vermelhas e com um calor no corpo. Ao lado, Yoona agarrava na menina que gritava num som abafado pelo vento.

-Vamos para dentro! ordenou a mulher do bar que mal conseguia falar ao sentir a neve forte na cara.

Tentaram caminhar na neve que se tinha amontoado em segundos para chegarem à porta do bar. Hero que estava um bocado mais atrás, sentiu as pernas fraquejar caindo para a frente com o rosto na neve. Fiena virou-se para trás reparando em Hero e disse a Filip:

-Olha Filip, ele precisa da nossa ajuda.

Filip olhou para trás reparando em Hero que tentava colocar-se de pé.
Ambos foram ajudar colocando os braços dele a volta dos seus ombros e caminharam devagar até casa.
Lá dentro todos estavam a salvo do vento e da neve mas a madeira enfraquecida da casa começava a deixar passar uivos do vento e a ranger cada vez que dava uma rajada de vento mais forte. A mulher do abar olhava para o tecto com um olhar preocupado e a desejar que aquilo tudo não viesse abaixo.
Hero estava no seu quarto deitado na cama com Yoona ao seu lado a colocar panos quentes na testa. A menina estava sentada no chão a brincar com uns fios coloridos à medida que ia dizendo qualquer coisa baixinho. Filip e Fiena estavam sentados na cama ao lado preocupados pelo estado dele. Estava a respirar com dificuldade e tinha muita febre e por alguma razão o seu corpo tremia.

-O que se passou? perguntou Fiena esperando uma resposta dos três.

-Eu não sei ao certo. respondeu Yoona ao molhar o pano no balde. – Só sei que sempre que realiza o que vocês viram hoje, ele fica assim. No entanto, é primeira vez que o vejo num estado tão grave.

-Como assim estado tão grave? O que ele tem feito durante estes anos? E o que se passa com este mundo?

Yoona encolheu os ombros ao tentar pensar numa resposta óbvia mas Hero agarrou-lhe no braço deixando-a surpresa. Abriu os olhos e disse num tom fraco:

-Tens de fugir. Eles vêm aí. Já não estás a salvo nem a tua filha.

Yoona deixou cair o pano que tinha na mão incrédula com aquela notícia. As chamas da lareira acesa, dava-lhe um ar fantasmagórico e assustador. Colocou as mãos na cara esforçando-se para não gritar.

-O que se passa? perguntou Filip levantando-se da cama pensando que ela ia desmaiar.

Yoona tirou as mãos do rosto e olhou para Hero que estava espantando a olhar para ela.

-Eu não vou fugir. falou serrando os punhos. – Eu estou a fugir há tanto tempo que agora não vou voltar a fazer o mesmo. Vou enfrenta-lo.
Hero tentou sentar-se na cama com dificuldade e disse:

-Estás doida! Nunca vais conseguir enfrenta-lo!

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Dom Fev 28, 2010 4:26 am

Nesse momento, a casa estremeceu e do lado de fora no céu, uma luz surgiu rasgando toda a paisagem como se fosse uma folha de papel. Tudo o que estava a volta e que eles bem conheciam desaparecia. Árvores, montanhas, tudo foi comido pela aquela luz intensa e florescente. Deu lugar a uma paisagem seca e poeirenta. Ao fundo surgiu um homem cujo o rosto estava todo branco como que congelado pelo frio. O seu cabelo era como estalactites de gelo e a sua roupa era toda branca. Ao chegar perto da casa, olhou para cima lançando uma bola de gelo contra ela. Numa fracção de segundos, Hero usou um escudo protector que envolveu todos. Levantou-se uma nuvem de poeira a medida que casa foi toda destruída. O homem sorriu ao vê-los ainda vivos protegidos pela energia de Hero. Logo que a magia desapareceu, este caiu de joelhos. Fiena aproximou-se de Hero e perguntou ao colocar a mão no seu ombro:

-Estás bem?

Hero sorriu e respondeu:

-Sim. Acho que apenas usei demasiada energia.

-É normal, não tens todos os teus poderes…

Fiena não conseguiu acabar de dizer o que ia dizer ao ser interrompida pelo homem. Este passou os dedos nos lábios e disse satisfeito:

-Finalmente encontrei-vos.

Filip viu Yoona serrar os punhos mesmo á sua frente e o homem dirigia o olhar para Hero que ainda estava de joelhos muito cansado.

-Esse deve ser o deus que anda a estragar os meus planos. Deves de ser do reino
Odisseia pelo que me disseram.

Fiena e Filip surpresos deram um passo. Fiena perguntou:

-Como sabes isso tudo? Quem és tu?

O homem observava os dedos e respondeu:

-Isso não te diz respeito, protectora dos deuses. – Fiena ficou ainda mais espantada. – O mais importante neste momento e afastar-vos deste mundo.

O homem levantou a mão fazendo surgir uma grande nuvem de neve de onde surgiram flocos de neve que começaram a cair lentamente.

-Não deixem que isso vos toque! gritou Hero

Contundo foi tarde de mais o aviso. Depressa os flocos tocaram nos seus corpos e Hero começou a vê-los a desaparecer. Filip e Fiena estavam incrédulos. Usaram a sua energia para proteger Hero. Yoona ainda conseguiu dar um sorriso para Hero juntamente com a sua filha.

-Vamos embora daqui! ordenou Fiena a Filip.

-Para onde?

-Qualquer lugar serve.

Filip levantou a mão e desapareceram no espaço. O estranho homem sorriu.
Foram cair justamente numa sala que bem conheciam. Levantaram as cabeças ao ver Oráculo descansado na sua cadeira de olhos fechados. Este só abriu um olho para ver quem tinha acabado de chegar. Perguntou:

-Não sabem que é feio entrar sem pedir licença a uma pessoa de idade como eu?

Fiena levantou o sobrolho sacudindo o resto da neve que ainda restava na sua roupa. disse:

-Popa nos ás suas lições.

Filip endireitava a sua mascara e Hero continuava sentando no chão a observar o longínquo.

-Porque trouxeram o Hero para aqui? perguntou ainda de olhos fechados. – Ele devia de ficar no mundo dele para concluir o circulo dos deuses.

Fiena estava a estranhar como é que Oráculo estava tão calmo. Filip respondeu:

-Senhor, o mundo dele desapareceu.

Oráculo abriu os olhos demonstrando um ar mais preocupado e mais envelhecido.

-Eu sei. Eu vi tudo. Parece que muitos descobriram o nosso plano. - olhou para Hero. – Vocês têm de trazer os outros dois deuses que faltam. Não importa o que se está a passar no mundo deles ou o que eles queiram salvar de lá. Têm de regressar seja como for. Pelo que sei, alguns desses mundos estão a ser controlados por uma força superior.

-Que vamos fazer senhor? perguntou Fiena preocupada.

-Não te preocupes. Quando tiverem todos reunidos já não vai haver motivos de preocupação.

Hero levantou a cabeça e olhou para Oráculo.


Nota de autor: Aqui o grande fim desde capitulo. Lamento se não foi um fim grande coisa...não tive muitas ideias. Espero que gostem na mesma.

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MensagemAssunto: Re: Fanfic DBSK "O Código Sagrado"   Hoje à(s) 8:39 am

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